A vitamina D pode desempenhar um papel na espondilite anquilosante, sugere nova pesquisa

A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica, incurável até o momento, que afeta as articulações do esqueleto axial, especialmente as Espondiliteda coluna, quadris, joelhos e ombros. Não se conhece a causa da doença, que acomete mais os homens do que as mulheres, a partir do final da adolescência até os 40 anos. Se não tratada, pode tornar-se incapacitante.

O papel da vitamina D na espondilite anquilosante (EA) é em grande parte desconhecido. Em um novo estudo pesquisadores tiveram por objetivo revisar a literatura científica por estudos que relacionam os níveis séricos de vitamina D com a susceptibilidade e com a atividade da EA.

Para isso eles buscaram por estudos relevantes nos bancos de dados PubMed, Elsevier Science Direct, Chinese Biomedical Database (CBM), Chinese National Knowledge Infrastructure (CNKI) e Wanfang (Chinês) publicados até junho de 2014. Oito estudos caso-controle, com um total de 533 pacientes com EA e 478 controles foram selecionados para esta meta-análise.

Os resultados sugeriram que a vitamina D pode desempenhar um papel protetor na EA e a relação entre os níveis séricos de vitamina D e atividade da doença foi estatisticamente significativa.

Os autores concluíram:

“Os níveis séricos mais elevados de vitamina D foram associados com uma diminuição do risco da EA, e mostraram uma relação inversa com atividade da doença.”

Fonte

Vitamin D in ankylosing spondylitis: review and meta-analysis. Clin Chim Acta, 2015.

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Vitamina D e risco de câncer de pulmão: uma ampla revisão e meta-análise

O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pela quebra dos mecanismos de defesa naturais do pulmão porlung-cancer estímulos carcinogênicos ao longo do tempo, levando ao crescimento desorganizado de células malignas. É uma das principais causas de morte entre as neoplasias no Brasil.

A vitamina D tem sido sugerida desempenhar importantes papéis contra o desenvolvimento do câncer. Houve vários estudos publicados sobre a associação entre a vitamina D e o risco de câncer de pulmão, mas nenhum resultado conclusivo ainda estava disponível.

Para esclarecer o papel da vitamina D na carcinogênese pulmonar, pesquisadores da China realizaram uma ampla revisão da literatura e uma meta-análise para avaliar a associação entre os níveis séricos e a ingestão dietética de vitamina D com o risco de câncer de pulmão. Doze estudos (9 prospectivos coorte e 3 de caso-controle), com um total de 288.778 indivíduos foram incluídos.

Como resultado eles constataram que a análise dos doze estudos totais mostrou que aqueles com níveis séricos mais elevados de vitamina D tiveram um risco 16% menor de desenvolver câncer de pulmão. Entre os estudos que avaliaram a relação entre os níveis séricos de vitamina D e o risco de câncer de pulmão, os níveis mais altos foram associados a um risco reduzido de 17%. E o risco de câncer de pulmão para aqueles com maior ingestão dietética foi reduzido em 11%.

Os autores concluíram:

“Os dados atuais sugerem uma associação inversa entre níveis séricos de vitamina D e o risco de câncer de pulmão. Mais estudos são necessários para investigar o efeito da ingestão de vitamina D sobre o risco de câncer de pulmão e para avaliar se a suplementação de vitamina D pode prevenir o câncer de pulmão.”

Fonte

Vitamin d and lung cancer risk: a comprehensive review and meta-analysis. Cell Physiol Biochem. 2015.

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Deficiência de vitamina D associada à anemia em afro-americanos

Um novo estudo publicado no British Journal of Nutrition constatou que a deficiência de vitamina D aumentou as couple-going-for-a-bicylcle-ride-620x414chances de anemia em afro-americanos.

Mais de três milhões de pessoas nos Estados Unidos têm anemia. A anemia é uma condição em que uma pessoa não tem glóbulos vermelhos suficientes para transportar oxigênio o bastante para seus tecidos. A anemia muitas vezes resulta na pessoa sentir-se cansada e fraca.

As vitaminas e minerais, tais como o ferro, ácido fólico e vitamina B12, têm sido sugeridas como causas de anemia. No entanto, pouco se sabe sobre a relação entre a vitamina D e a anemia.

Dr. John Cannell apresentou dados sobre a capacidade de transporte de oxigênio dos atletas em meados da década de 1950. Os dados mostraram que a capacidade do sangue de transportar oxigênio atinge o ponto máximo no final do verão, propondo que a exposição UVB é possivelmente associada com a contagem de células vermelhas do sangue.

Em um estudo recente, os pesquisadores analisaram dados de adultos, geralmente saudáveis, em Atlanta, Georgia. Compararam a incidência de anemia naqueles que foram considerados deficientes em vitamina D (níveis inferiores a 20 ng/ml), com aqueles que foram suficientes em vitamina D (níveis iguais ou superiores a 20 ng/mL). Os pesquisadores descobriram que os participantes deficientes em vitamina D tiveram 2,64 vezes a chance de anemia em comparação com aqueles que foram suficientes.

Os pesquisadores também constataram que houve uma alteração significativa por raça. Afro-americanos que foram considerados deficientes em vitamina D tiveram 6,42 vezes a chance de ter anemia em relação aos afro-americanos  suficientes em vitamina D , quando controlado para possíveis fatores de confusão.

Eles favoreceram a sua análise categorizando-a por subtipos de anemia. Os pesquisadores descobriram que a afro-americanos deficientes em vitamina D tiveram 8,42 vezes a probabilidade de se tornarem anêmicos com inflamação em comparação com os afro-americanos que estavam suficientes em vitamina D.

Referências

Smith E., et al. Vitamin D deficiency is associated with anaemia among African Americans in a US cohort. British Journal of Nutrition, 2015.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Estudo animal: inibição do câncer de mama com vitamina D

As ações anti-câncer da vitamina D e da sua forma hormonalmente ativa, o calcitriol, têm sido amplamente documentadas emcancer-de-mama estudos clínicos e pré-clínicos. Em um estudo recém publicado na revista Molecular Cancer Therapeutics, pesquisadores da Universidade Stanford , na Califórnia examinaram os efeitos da vitamina D dietética e do calcitriol nas células tumorais mamárias de ratos. O novo estudo contribuiu para elucidar alguns dos possíveis mecanismos de ação da vitamina D contra o câncer.

Primeiramente a pesquisa constatou que injeções de calcitriol ou de uma dieta suplementada com vitamina D causou um atraso notável no crescimento e na aparência dos tumores, enquanto uma dieta deficiente em vitamina D produziu um efeito inverso. “O calcitriol inibiu as células iniciadoras dos tumores de forma dependente de dose nas culturas primárias e a auto-renovação.” Uma combinação de calcitriol e de radiação ionizante inibiu a formação de esferóides mais do que qualquer tratamento sozinho”, disseram os pesquisadores.

Eles concluíram:

“Nossos resultados indicam que os compostos de vitamina D atingem o câncer de mama, reduzindo a atividade de iniciação de tumores. Nossos dados também sugerem que a combinação de compostos de vitamina D com terapias padrão irá aumentar a atividade anti-câncer e pode melhorar os resultados terapêuticos.”

No passado uma emissora de televisão americana produziu uma matéria sobre o potencial terapêutico e preventivo da vitamina D contra várias formas de câncer. Confira o vídeo legendado abaixo:

Fonte

“Inhibition of Mouse Breast Tumor Initiating Cells by Calcitriol and Dietary Vitamin D, Mol Cancer Ther”. Mol Cancer Ther, 2015.

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Baixos níveis de vitamina D estão associados a ciclos menstruais irregulares em um novo estudo

Em animais, baixos níveis de vitamina D estão associados com perturbações do ciclo estral, mas praticamente não menstruacao-irregular-72029existem dados sobre humanos. Em um novo estudo transversal, pesquisadores americanos examinaram a associação entre níveis séricos de vitamina D com as características do ciclo menstrual.

Para isso eles selecionaram aleatoriamente 636 mulheres com idades entre 35 e 44 (57% afro-americanas), que forneceram uma amostra de sangue e passaram por uma entrevista incluindo histórico ginecológico. Como resultado os pesquisadores constataram que o nível sérico médio de vitamina D foi de 12,0 ng/mL e uma diminuição de 10 ng/mL foi associada a 1,9 vezes mais chances de ciclos irregulares. Os níveis de vitamina D não foram associados a ciclos curtos ou longos.

Os autores concluíram:

“Níveis mais baixos de 25(OH)D foram associados com ciclos irregulares, mas não com ciclos curtos ou longos. A vitamina D pode desempenhar um papel na regulação da função ovulatória. Outras investigações de potenciais mecanismos se justificam.”

Fonte

Lower plasma 25-hydroxyvitamin D is associated with irregular menstrual cycles in a cross-sectional study, 2015.

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Autismo pode ser prevenido e tratado com vitamina D, segundo novo livro de John Cannell

A incidência do transtorno do espectro autista (ou somente autismo) em crianças é mais comum e maior do que a soma dos autismocasos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metade ainda sem diagnóstico. Casos de autismo estão aumentando a uma taxa de 12% a cada ano e as famílias gastam enormes somas de dinheiro ao longo da vida para gerenciar esta doença. O que mudou para causar este rápido aumento na incidência de transtorno do espectro do autismo? Quem é o mais suscetível? E o que pode ser feito sobre isso?

Em seu novo livro lançado este mês nos Estados Unidos, “Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder”, o pesquisador do autismo John Cannell, MD, fornece a explicação mais abrangente e convincente até o momento sobre as causas, estratégias de prevenção e protocolos de tratamento que, em muitos casos, revertem os sintomas autistas.

Dr. John Cannell, fundador do Vitamin D Council, baseia-se em décadas de pesquisa para fazer o forte argumento de que a vitamina D é muito importante na prevenção do autismo e que altas doses de vitamina D podem ser muito bem sucedidas no tratamento de algumas pessoas com um transtorno do espectro do autismo.

Ele fornece uma explicação completa sobre a relação entre o autismo e a vitamina D, afasta muitas das teorias existentes relacionadas com as causas do autismo e apresenta uma base sólida para uma nova abordagem revolucionária para a prevenção e tratamento do autismo. Também está incluída uma discussão aprofundada sobre a obtenção de níveis seguros de vitamina D através da suplementação, luz solar e da dieta. Estudos de caso reconfortantes e encorajadores completam este novo livro inovador.

Fonte

Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder Hardcover, Abril 2015.

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Aprenda como ganhar passagens aéreas para tratamento médico

O tratamento com vitamina D, em especial para as condições auto-imunes, tem sido uma grande esperança para Passagemmuitos pacientes privilegiados por terem acesso a essa nova terapia. No entanto, a realidade é que vivemos em um país com dimensões continentais e este tratamento ainda não está disponível em todos os estados e cidades brasileiras.

Uma boa notícia é que a empresa TAM possui um programa de passagem social, destinado exclusivamente às pessoas que precisam viajar, somente nos trechos nacionais operados pela TAM, com a finalidade de realizar tratamento médico de urgência, especializado e comprovado, através de relatórios médicos e dos agendamentos de consultas/procedimentos, devido à carência de recursos na localidade onde residem.

Apenas em 2010 a TAM doou o equivalente a mais de R$ 1 milhão em passagens para o transporte de pacientes em tratamento médico.

Para efetuar a solicitação é necessário o preenchimento de formulário, que deverá ser preenchido pela instituição ou hospital que estiver solicitando a concessão da passagem ou pelo próprio paciente que necessite viajar para realização de tratamento médico.

Importante salientar que, além do envio do formulário devidamente preenchido, será necessário apresentar:

  • Relatório médico do caso comprovando a necessidade da viagem;
  • Comprovação do agendamento da consulta ou procedimento médico a ser realizado na localidade desejada;
  • Documentos (RG) do paciente e do acompanhante;
  • Comprovante de residência do paciente.

Formulário para Apoio com Passagem para Tratamento Médico

Em seguida, envie o Formulário para Apoio com Passagem Aérea para Tratamento Médico devidamente preenchido para o endereço de e-mail passagem.social@tam.com.br, com o assunto “Passagem para Tratamento Médico”.

Existe um prazo para a análise das solicitações, assim o melhor é que sejam feitas com antecipação de ao menos 20 ou 30 dias. No mais, é só ter paciência e aguardar!

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Cientistas confirmam que as recomendações do Institute of Medicine para o consumo de vitamina D foram mal calculadas e são muito baixas

Pesquisadores da UC San Diego e da Universidade de Creighton têm contestado as recomendações de ingestão de Calculovitamina D pela National Academy of Sciences (NAS) Institute of Medicine (IOM), afirmando que a sua Recommended Dietary Allowance (RDA) para a vitamina D subestima as necessidades por um fator de dez.

Em uma carta 1 publicada na semana passada na revista Nutrientes os cientistas confirmaram um erro de cálculo observado por outros pesquisadores, usando um conjunto de dados de uma população diferente. Dr. Cedric Garland F., Dr.PH, professor adjunto do Departamento de Medicina da Família e Saúde Pública da UC San Diego disse que seu grupo foi capaz de confirmar os resultados publicados pelo Dr. Paul Veugelers 2 da Escola de Saúde Pública da Universidade de Alberta, que foram relatados em outubro passado na mesma revista.

“Ambos os estudos sugerem que o IOM subestimou substancialmente as exigências”, disse Garland. “O erro tem amplas implicações para a saúde pública em matéria de prevenção de doenças e alcançar o objetivo declarado de garantir que toda a população tenha vitamina D suficiente para manter a saúde dos ossos.”

A ingestão recomendada de vitamina D especificada pelo IOM é de 600 UI/dia até a idade de 70 anos, e 800 UI/dia para idades mais avançadas. “Os cálculos feitos por nós e outros pesquisadores demonstraram que essas doses são apenas cerca de um décimo aquelas necessárias para reduzir a incidência de doenças relacionadas com a deficiência de vitamina D”, explicou Garland.

Robert Heaney , MD, da Universidade de Creighton escreveu: “Solicitamos ao NAS-IOM e a todas as autoridades de saúde pública relacionadas com a transmissão de informações nutricionais precisas ao público para designar, como RDA, um valor de cerca de 7.000 UI/dia por todas as fontes.”

“Este consumo está bem abaixo do nível de ingestão superior especificado pelo IOM como seguro para adolescentes e adultos, de 10.000 UI/dia”, disse Garland. Outros autores foram C. Baggerly e C. French, da GrassrootsHealth, uma organização voluntária em San Diego CA, e ED Gorham, Ph.D., da UC San Diego.

Sobre GrassrootsHealth : GrassrootsHealth é uma organização de pesquisa em saúde pública sem fins lucrativos dedicada a transmitir mensagens de saúde pública em relação a vitamina D a partir da ciência em prática. A GrassrootsHealth está atualmente executando o programa de intervenção populacional D*action para resolver a epidemia de vitamina D em todo o mundo. Sob ao guarda-chuva do D*action, existem programas que focam a toda a população, bem como programas direcionados para a prevenção do câncer de mama e um recém anunciado programa  ‘Protect Our Children NOW!’’ para reduzir as complicações da deficiência de vitamina D encontradas durante a gravidez e na infância.

Referências

1Heaney, R.P. et al. 2015. Letter to Veugelers, P.J. and Ekwaru, J.P., A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6, 4472–4475; doi:10.3390/nu6104472 URL:http://www.mdpi.com/2072-6643/7/3/1688

2Veugelers, P.J. et al. 2014. A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6(10), 4472-4475; doi:10.3390/nu6104472
URL: http://www.mdpi.com/2072-6643/6/10/4472/htm.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte newswise.com

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Importante para as mulheres! Evitar completamente a luz solar está associado a um aumento de 1.000% no câncer de mama

(Por Marc Sorenson, EdD, Sunlight Institute) – Enquanto eu estava pesquisando na National Library of Medicine Womens_health(PubMed) para obter informações sobre a luz solar e sua relação com o câncer de mama, uma peça profundamente importante da pesquisa surgiu. Uma pesquisa do Irã sobre a associação entre o risco de câncer e a vitamina D mostrou que baixos níveis de vitamina D previram apenas um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. No entanto, entre as mulheres que se cobrem totalmente, assim, não tem exposição à luz solar, havia mais de 10 vezes o aumento do risco da doença. [1]

A mensagem do estudo é que evitar a luz solar, como promulgado pela indústria dos protetores solares e sociedades dermatológicas, é uma das maiores fraudes já praticadas. Juntamente com os nossos hábitos alimentares lamentáveis, garante que o câncer de mama permaneça desenfreado. Mulheres (e homens), por favor, cuidem de si mesmos, obtendo a exposição à luz solar regular, que não queime. Esse hábito se correlaciona com uma redução não só no câncer de mama, mas também o câncer de próstata e cerca de 20 outros tipos de cânceres importantes. O sol não é seu inimigo. Basta usá-lo com sabedoria e não se queimar. E enquanto você faz isso, por favor, coma boas quantidades de bagas, frutas escuras e vegetais verdes.

Tenho escrito muitos artigos neste site sobre a luz solar e o câncer. Use a barra de busca para procurar e lê-los. Vou postar em breve mais um artigo sobre o câncer de próstata e a luz solar. Até então, feliz e seguro banho de sol!

Referências

[1] Bidgoli SA, Azarshab H. Role of vitamin D deficiency and lack of sun exposure in the incidence of premenopausal breast cancer: a case control study in Sabzevar, Iran. Asian Pac J Cancer Prev. 2014;15(8):3391-6.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Sunlight Institute

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Diretrizes para os níveis séricos de vitamina D segundo várias organizações

Fazer exames de sangue para medir a quantidade de vitamina D é a única maneira de saber se você está recebendowidget_boy
a quantidade suficiente ou não. O exame de sangue que você precisa é chamado de exame de sangue 25(OH)D.

Você pode fazer um exame de sangue em seu médico, um exame doméstico ou em um laboratório. Todos estes métodos de ensaio devem lhe dar resultados precisos.

Os seus resultados do exame irão mostrar se você está recebendo a quantidade suficiente de vitamina D ou não, e se você pode precisar tomar suplementos ou expor mais a sua pele ao sol. Diferentes organizações nos Estados Unidos recomendam diferentes níveis ideais de vitamina D.

Diretrizes para o intervalo da vitamina D (25(OH)D) por várias organizações:
Vitamin D Council Endocrine Society Food and Nutrition Board Laboratórios de exames
Deficiente 0 a 30 ng/mL 0 a 20 ng/mL 0 a 11 ng/mL 0 a 31 ng/ml
Insuficiente 31 a 39 ng/mL 21 a 29 ng/mL 12 a 20 ng/mL
Suficiente 40 a 80 ng/mL 30 a 100 ng/mL > 20 ng/mL 32 a 100 ng/ml
Tóxico > 150 ng/mL

O Vitamin D Council  sugere que um nível de 50 ng/mL seja o ideal a se atingir. É por isso recomenda que os adultos devem tomar 5.000 UI/dia de suplemento de vitamina D, a fim de alcançar e permanecer neste nível.

Para se aprofundar mais neste assunto, recomendamos também a leitura dos seguintes artigos:

E você, já solicitou ao seu médico o seu exame de sangue da vitamina D?

Fonte

Testing for vitamin D  – Vitamin D Council.

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