Nova interação descoberta entre a vitamina D e determinada proteína na tuberculose

Uma pesquisa recente revelou que níveis suficientes de vitamina D podem ser necessários para que uma proteínapetri-dish-with-red-fluid-620x412 específica seja capaz de se defender contra as bactérias da tuberculose.

A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa causada por uma bactéria que infecta principalmente os pulmões. Ela pode ser transmitida pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra.

Pode ser latente ou ativa. A TB latente é quando uma pessoa está infectada com a bactéria, mas pode não ficar doente. A TB torna-se ativa quando as bactérias começam a crescer e não podem ser detida pelo sistema imunológico. As pessoas com tuberculose ativa, muitas vezes adoecem e podem transmitir a bactéria para outras pessoas.

Historicamente a terapia de sol foi usada para ajudar a tratar a tuberculose. Os médicos faziam com que os pacientes ficassem sob a radiação ultravioleta-B, o que ajudaria a curar a doença. Pelo motivo dos comprimentos de ondas ultravioleta B do sol serem responsáveis ​​pela produção de vitamina D na pele humana, os pesquisadores acreditam que a vitamina D possa desempenhar um papel.

Agora, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles constataram que uma proteína específica chamada interleucina-32 (IL-32), desempenha um papel fundamental na prevenção da TB latente de tornar-se ativa. A IL-32 é uma proteína que inicia a inflamação para ajudar a combater as bactérias invasoras.

“Até agora, não havia nenhuma maneira de predizer, com base em fatores biológicos, porque indivíduos com infecção latente não desenvolvem a tuberculose ativa”, disse o pesquisador Dr. Dennis Montoya.

Para descobrir a importância desta proteína, os pesquisadores analisaram os genes de células do sistema imunológico anteriormente associados com a morte de bactérias da tuberculose em pacientes com tuberculose latente.

Eles descobriram que as pessoas eram mais propensas a ter TB latente se tivessem níveis mais elevados de IL-32, mas que a IL-32 só foi capaz de destruir as bactérias que causam a tuberculose se os pacientes também tivessem níveis suficientes de vitamina D.

“Quando os níveis de vitamina D foram baixos, a IL-32 não foi capaz de matar as bactérias”, declarou Dr. Robert Modlin, pesquisador principal do estudo.

“No entanto, quando nós simulamos o efeito de indivíduos que suplementaram, pela adição de vitamina D para a cultura das células imunes ativadas que tinham baixos níveis, a IL-32 recuperou a sua capacidade de provocar a morte. Nossos resultados sugerem que o aumento do padrão de ingestão diária de vitamina D pode ajudar a proteger contra uma pandemia de tuberculose. “

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Sociedade Brasileira de Endocronologia publica consenso para tratamento da deficiência de vitamina D

A hipovitaminose D é altamente prevalente e constitui um problema mundial de saúde pub-generic-guidelinespública. Estudos demostram uma elevada prevalência dessa doença em diversas regiões geográficas, incluindo o Brasil. Pode acometer mais de 90% dos indivíduos, dependendo da população estudada.
 
Com objetivo de apresentar uma atualização sobre o diagnóstico e tratamento da hipovitaminose D baseada nas evidências científicas mais recentes, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) concebeu as novas diretrizes. A SBEM é composta por membros especialistas no tratamento da deficiência de vitamina D e este documento tende a auxiliar grandemente os profissionais de saúde atuais.
 
Embora reconheçamos a inegável importância, ainda consideremos que, em muitos pontos, as recomendações sejam demasiadamente conservadoras. Como neste exemplo, a recomendação de níveis superiores a 30 (nível mínimo atualmente no Brasil) para grupos de maior risco:

“Concentrações de 25(OH)D acima de 30 ng/mL são desejáveis e devem ser as metas para populações de maior risco, pois, acima dessas concentrações, os benefícios da vitamina D são mais evidentes, especialmente no que se refere a doenças osteometabólicas e redução de quedas.”

As ações extra esqueléticas da vitamina D, por sua vez, são definidas como “recomendações grau B”, o que equivale a dizer que são evidência baseadas em estudos prospectivos não randomizados. Os tópicos abordados incluem:

  • Vitamina D e doença cardiovascular;
  • Vitamina D e diabetes;
  • Vitamina D e câncer;
  • Vitamina D e doença autoimune;
  • Vitamina D e imunidade inata;
  • Vitamina D e psoríase;
  • Vitamina D e doenças respiratórias;
  • Vitamina D e função física e cognitiva em idosos;
  • Vitamina D e obesidade.

Muitas das recomendações parecem até bem razoáveis, demonstrando uma certa experiência com o uso de vitamina D e bom senso clínico. Sem dúvida a elaboração deste consenso representa um passo importante para o tratamento desta séria condição de saúde, ainda não devidamente reconhecida e tratada.

 Você pode ler o documento na íntegra aqui.
 

Novo estudo constata que a vitamina D pode ajudar pacientes internados em UTIs

A prevalência de deficiência de vitamina D em pacientes criticamente enfermos tem sido relatada ser em UTItorno de 80%. Pesquisadores da Índia conduziram um estudo com o objetivo de avaliar a prevalência de deficiência de vitamina D nas unidades de terapia intensiva (UIT) e sua relação com os desfechos de saúde.

O estudo retrospectivo foi realizado em uma UTI de um hospital escola na Índia. Todos os pacientes internados que tinham níveis de vitamina D disponíveis foram incluídos. Dos 300 pacientes internados durante o período do estudo, os níveis de vitamina D estavam disponíveis em 152. Destes 152 pacientes, 15 tinham insuficiência, 79 tinham deficiência e os níveis estavam normais em 58. A maioria dos pacientes com deficiência de vitamina D era do sexo feminino. 

Como resultado do estudo os autores concluíram:

“Pacientes com deficiência de 25(OH)D nas UTIs aumentaram a mortalidade hospitalar, o tempo de ventilação mecânica e o tempo de internação.”

Fonte

Vitamin D status in adult critically ill patients in Eastern India: An observational retrospective study. Lung India, 2014.

Deficiência de vitamina D pode reduzir as taxas de gravidez na fertilização in vitro

A deficiência de vitamina D tem sido demonstrada anteriormente afetar a fertilidade. Agora um grande estudo Beautiful pregnant woman relaxing in the parktransversal, prospectivo, realizado por pesquisadores na Itália e recém publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, avaliou os resultados da suplementação de vitamina D na fertilização in vitro (FIV), demonstrando que as mulheres com níveis mais elevados obtiveram maiores chances de engravidar em comparação com as mulheres com níveis mais baixos. 

Os critérios de inclusão no estudo foram os seguintes:

  1. indicação de fertilização in vitro;
  2. idades entre 18 e 42 anos;
  3. IMC entre 18 e 25 kg/ m2;
  4. reserva ovariana adequada, de acordo com critérios da Bolonha.

O número de mulheres recrutadas com níveis séricos de vitamina D abaixo de 20 ng/mL e acima de 20 ng/mL foi de 154 e 181, respectivamente. As taxas de gravidez clínica foram de 20% e 31%, respectivamente.

O estudo demonstrou que as mulheres com os mais altos níveis séricos (> 30 ng/mL) apresentaram o dobro de chances de gravidez bem sucedida em comparação com as mulheres com níveis mais baixos.

Os pesquisadores concluíram:

 “A vitamina D é um fator emergente que influencia a fertilidade feminina e os resultados da FIV . Estudos adicionais são necessários para confirmar imperiosamente uma relação causal e para investigar os potenciais benefícios terapêuticos da suplementação de vitamina D.”

Fonte

Vitamin D Deficiency and Infertility: Insights From in vitro Fertilization Cycles. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2014.

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Vitamina D pode melhorar o controle da asma, afirma nova pesquisa

A asma é uma doença crônica inflamatória das vias aéreas e comum na população em geral, muitas vezes tratada com asmaglicocorticóides inalados (hormônios esteroides que reduzem a inflamação). Muitos estudos atuais tem sugerido que a vitamina D possui alguns papéis nas imunidades inata e adaptativa, assim como na redução da inflamação, e desta forma ela poderia afetar o manifestação da doença, bem como a sua gravidade e resposta aos medicamentos.

Para explorar os efeitos da suplementação de vitamina D somados aos medicamentos para o controle da doença, pesquisadores no Irã conduziram um ensaio clínico randomizado, recém publicado no Annals of Allergy, Asthma & Immunology, em 130 indivíduos com idades entre 10 a 50 anos durante um período de 24 semanas.

Dados sobre idade, sexo, índice de massa corporal, estágio de asma, IgE sérica total, histórico de rinite alérgica, dermatite atópica, alergia alimentar e urticária foram coletados. Para para avaliação da função pulmonar os parâmetros da espirometria (volume expiratório forçado em um segundo [VEF1] e razão de VEF1 para a capacidade vital forçada) foram obtidos, além da vitamina D sérica, antes após a intervenção.

Os pacientes foram divididos em dois grupos de forma aleatória. Ambos receberam as medicações para a asma, mas o grupo de intervenção recebeu também a suplementação de vitamina D (100.000 UI via intramuscular,  mais 50.000 UI por semana via oral). Os pesquisadores puderam constatar que o VEF1 foi significativamente melhor no grupo da vitamina D que no outro grupo, após 24 semanas.

Eles concluíram dizendo:

“A suplementação de vitamina D associada aos medicamentos controladores da asma poderia melhorar significativamente o VEF1 na asma persistente leve a moderada, após 24 semanas.”

Fonte

The effects of vitamin D supplementation on airway functions in mild to moderate persistent asthma. Annals of Allergy, Asthma & Immunology, 2014.

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Consumo de refrigerantes pode levar à deficiência de vitamina D?

A ingestão de bebidas adoçadas com açúcar vem se tornando um hábito cada vez mais comum, com vários efeitos nocivos para a saúde. drinkPesquisadores do Canadá agora constataram que possivelmente o  alto consumo de refrigerantes esteja relacionado à deficiência de vitamina D em mulheres na pré-menopausa.

A ingestão de bebidas adoçadas com açúcar, refrigerantes de cola ou outros e de bebidas doces de frutas foi avaliada através de um questionário de freqüência alimentar, aplicado a 741 mulheres na pré-menopausa. As concentrações séricas de vitamina D foram quantificadas e a associação com a ingestão de bebidas adoçadas foi então avaliada.

Os pesquisadores constataram que as mulheres com maior ingestão de refrigerantes de cola (três porções por semana ou mais) apresentaram níveis de vitamina D 12,7%  menores, em comparação com as que não consumiam. Observou-se uma correlação entre outras bebidas gasosas e os níveis de vitamina D, mas não foi significativa. Não houve associação entre as bebidas doces de fruta.

Como conclusão eles afirmaram:

“Este estudo sugere que a alta ingestão de refrigerantes pode diminuir os níveis de 25(OH)D em mulheres na pré-menopausa. Considerando-se o alto consumo destas bebidas na população em geral e as possíveis consequências da deficiência de vitamina D na saúde, esta descoberta precisa de mais investigações.”

Fonte

Association between Intake of Sugar-Sweetened Beverages and Circulating 25-Hydroxyvitamin D Concentration among Premenopausal Women. Nutrients, 2014.

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Vitamina D pode proteger contra a obesidade, segundo nova pesquisa

Estudos prospectivos relatam uma correlação inversa entre os níveis de  vitamina D e a prevalência da obesidade e do diabetes tipo 2. Alémobesidade disso, o seu status pode ser um determinante do início da obesidade. No entanto, pouco ainda se conhece sobre a causalidade entre estas observações. Em um novo estudo publicado no The Journal of Nutritional Biochemistry, pesquisadores da França estudaram o efeito preventivo da suplementação de vitamina D no início da obesidade em um modelo de obesidade induzida pela dieta, em ratos.

O estudo demonstrou que a suplementação  de vitamina D (15.000 UI/kg de alimentos, por 10 semanas) limitou o ganho de peso induzido pela dieta rica em gordura, justamente com uma melhoria da homeostase da glicose. A limitação do ganho de peso pode ser ainda explicada por um aumento da oxidação de lípidos, possivelmente devido a um aumento da regulação de genes envolvidos na oxidação dos ácidos graxos e no metabolismo mitocondrial, que leva a um aumento dos gastos energéticos.

Os pesquisadores resumem as observações:

“De forma geral, estes dados demonstram que a vitamina D3 regula o gasto da energia e sugerem que a sua suplementação possa representar uma estratégia de nutrição preventiva para combater o surgimento da obesidade e dos distúrbios metabólicos associados.”

Fonte

Vitamin D protects against diet-induced obesity by enhancing fatty acid oxidation. Jun 2014.

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Vitamina D e a relação com a esquizofrenia: uma revisão sistemática e meta-análise

Apesar de vários estudos observacionais terem investigado a associação entre o status de vitamina D e a esquizofrenia, esta é a primeira meta-análise vitamin-d-and-schizophreniaabrangente nesse sentido. Pesquisadores do Irã realizaram uma revisão sistemática e uma meta-análise de estudos observacionais para resumir os dados disponíveis sobre a associação entre os níveis séricos de vitamina D e a esquizofrenia, que acaba de ser publicada no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Eles realizaram uma pesquisa no PubMed, ISI (Web of Science), SCOPUS e no Google Scholar, sobre todos os artigos publicados até outubro de 2013. Os estudos observacionais que haviam medido os níveis séricos de vitamina D em pacientes esquizofrênicos foram incluídos na revisão. Ao todo 19 trabalhos atenderam aos critérios de inclusão, que foram incluídos em três meta-análises distintas:

  1. uma meta-análise sobre os níveis médios de vitamina D;
  2. uma meta-análise sobre a prevalência da deficiência de vitamina D;
  3. uma meta-análise da razão de chances.

Os resultados revelaram que a diferença média geral nos níveis de vitamina D entre os pacientes esquizofrênicos e os controles foi de 5,91 ng/mL. Os resultados da meta-análise sobre a deficiência indicou que a prevalência em pacientes com esquizofrenia foi de 65,3%. As conclusões da meta-análise da razão de chances indicou que as pessoas com deficiência de vitamina D tiveram 2,16 vezes mais chances de ter esquizofrenia que aquelas com vitamina D suficiente. Os pesquisadores não detectaram nenhuma evidência de heterogeneidade.

Como conclusão afirmaram:

“Encontrou-se uma forte associação entre a deficiência de vitamina D e a esquizofrenia. No entanto, ensaios clínicos randomizados são necessários para confirmar nossos resultados.”

Fonte

Serum Vitamin D Levels in Relation to Schizophrenia: A Systematic Review and Meta-Analysis of Observational Studies. Jul 2014.

Novo estudo: a dose diária recomendada de vitamina D é muito baixa

 A vitamina D é essencial para a saúde óssea e, provavelmente, para a saúde da maior parte dos tecidos não esqueléticos. A vitamin-d-s9-man-holding-bottledeficiência de vitamina D é comum e as doses recomendadas são geralmente insuficientes para manter níveis saudáveis. Pesquisadores da Escola de Medicina, da Universidade de Missouri-Kansas City, conduziram um estudo retrospectivo observacional para determinar se as doses recomendadas de vitamina D são adequadas para corrigir a deficiência e manter os níveis normais na população.

Para a realização do estudo, eles revisaram a resposta à suplementação de vitamina D em 1.327 pacientes e 3.885 episódios de reposição, tentando discernir os fatores que afetam a resposta à suplementação. Como resultado eles puderam constatar que para a população em geral, a dose diária média que resultou em um aumento nos níveis séricos de vitamina D foi de 4.707 UI/dia. Os valores correspondentes para pacientes ambulatoriais e de casas de repouso foram de 4.229 e 6.103 UI/dia, respectivamente.

Os fatores importantes que afetam a alteração nas concentraçõesséricas de vitamina D, além da dose administrada, foram:

  • concentração sérica inicial;
  • índice de massa corporal (IMC);
  • idade;
  • concentração sérica de albumina.

Assim, os pesquisadores também foram capazes de desenvolver uma equação que prevê a dose necessária para afetar uma dada alteração nas concentrações séricas. A equação foi a seguinte:

Dose = [(8,52 - alteração desejada nos níveis séricos) + (0,074 × Idade) - (0,20 x IMC) + (1,74 x concentração de albumina) - (0,62 x concentração sérica inicial)] / (-0,002).

A análise das respostas de doses entre diferentes grupos raciais não revelou diferenças significativas. A principal limitação do estudo foi a sua natureza retrospectiva observacional. No entanto, as circunstâncias usuais observadas em ambiente de cuidados de saúde também puderam ser avaliadas.

Os autores concluíram:

“A dose diária recomendada de vitamina D é manifestamente insuficiente para corrigir baixas concentrações séricas de 25-hidroxivitamina D em muitos pacientes adultos. Cerca de 5.000 UI de vitamina D3/dia é normalmente necessário para corrigir a deficiência, e a dose de manutenção deve ser ≥ 2.000 UI/dia. A dose necessária pode ser calculada a partir das equações de predição específicas para pacientes ambulatoriais e de casas de repouso.”

Fonte

A Predictive Equation to Guide Vitamin D Replacement Dose in Patients. Jul 2014.

Vitamina D aumenta as chances de sobrevivência ao câncer de intestino

O câncer de intestino, também conhecido como câncer de cólon ou colorretal (CCR), é um dos mais frequentes no mundo. sunshine-mainA manutenção de níveis suficientes de vitamina D pode ajudar a melhorar as chances de sobrevivência, segundo resultados de um estudo publicado esta semana no Journal of Clinical Oncology.

Uma pesquisa anterior realizada por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de San Diego, na Califórnia, sobre o câncer de mama, demonstrou resultados semelhantes. Eles descobriram que altos níveis séricos de vitamina D estavam fortemente relacionados com a sobrevivência à doença.

Meta-analysis of Vitamin D Sufficiency for Improving Survival of Patients with Breast Cancer. Mar 2014. 

Agora, cientistas da Universidade de Edimburgo analisaram amostras de sangue de 1.598 pacientes no pós-operatório do câncer de intestino. Eles puderam constatar que três quartos dos pacientes com níveis mais altos de vitamina D ainda estavam vivos após cinco anos, em comparação com menos de dois terços com os níveis mais baixos.

“Em pacientes com estágio I a III de CCR, os níveis plasmáticos pós-operatórios de vitamina D estão associados com diferenças clinicamente importantes nos resultados de sobrevivência, os níveis mais elevados sendo associados a um melhor resultado. Observamos interações entre os níveis de 25(OH)D e genótipo VDR, sugerindo uma relação causal entre a vitamina D e a sobrevivência”, concluem.

Os autores solicitaram por mais estudos para confirmar a influência da suplementação de vitamina D nos resultados do CCR. Apesar disso, certificar-se de que os pacientes com câncer de intestino tenham níveis suficientes de vitamina D pode ser uma indicação útil para melhorar o prognóstico da doença.

Fonte 

Plasma Vitamin D Concentration Influences Survival Outcome After a Diagnosis of Colorectal Cancer. Jul 2014.