Baixa exposição solar associada com alta incidência de leucemia, em novo estudo

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais.

Existem mais de 21.000 casos anualmente no Brasil. Suas causas são pouco conhecidas e não existem estratégias preventivas implementadas. Segundo o ministério da saúde o maior número de casos da doença no Brasil e no mundo pode estar relacionado ao envelhecimento da população, às mudanças na alimentação, à pouca prática de exercícios físicos e ao hábito de fumar, entre outros fatores de risco.

Pesquisadores agora trabalham com a hipótese de que a doença seja causada principalmente devido à deficiência de vitamina D, que ocorre principalmente devido à baixa  incidência da luz solar (UVB).

Epidemiologistas da UC San Diego observaram o número de indivíduos com Leucemia em 172 países e a quantidade de radiação UVB que cada país recebia em média, acompanhando os dados do International Satellite Cloud Climatology Project. O estudo segue investigações similares conduzidas por Garland e colegas de outros tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, pâncreas, bexiga e mieloma múltiplo. Em cada estudo, eles constataram que a exposição à radiação UVB reduzida e baixos níveis de vitamina D foram associados com riscos mais elevados de cânceres.

Os resultados foram publicados na edição on-line de 04 de dezembro de 2015 da PLOS One.

“Estes resultados sugerem que grande parte da responsabilidade pela leucemia em todo o mundo seja devido à epidemia de deficiência de vitamina D que estamos vivenciando no inverno em populações distantes do equador”, disse Cedric Garland, DrPH, professor adjunto do Departamento de Medicina Familiar e de Saúde Pública e membro do Moores Cancer Center na UC San Diego Health.

O estudo demonstrou que as taxas de leucemia foram mais elevadas em países relativamente perto dos polos, como a Austrália, Nova Zelândia, Chile, Irlanda, Canadá e Estados Unidos. E foram mais baixas em países mais perto do equador, como Bolívia, Samoa, Madagascar e Nigéria.

“As pessoas que vivem em áreas com baixa exposição aos raios solares ultravioleta B tendem a ter baixos níveis séricos de metabólitos da vitamina D”, disse Garland. “Estes baixos níveis as colocam em alto risco de certos tipos de câncer, incluindo a leucemia.”

“Esses estudos não necessariamente fornecem evidências finais”, disse Garland, “mas têm sido úteis no passado para identificar as associações que têm ajudado a minimizar o risco de câncer.”

Os pesquisadores concluíram:

“É plausível que a associação ocorra devido a deficiência de vitamina D. Isso seria consistente com estudos laboratoriais e um estudo epidemiológico anteriores. Deve-se considerar a utilização prudente da vitamina D para a prevenção da leucemia.”

Fontes

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Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 2.000.000 vezes em 2015. Se fosse o Louvre, eram precisos 86 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Clique aqui para ver o relatório completo

Estudo constata que a suplementação de vitamina D pode reduzir o risco de mortes relacionadas ao câncer

(Por: Dr John Cannell – Vitamin D Council) shutterstock_243554755-620x414

Pesquisas atuais indicam que a vitamina D é mais protetora do que preventiva quando se trata da maioria dos cânceres. Ou seja, se um indivíduo tem câncer, níveis mais altos de 25(OH)D podem prolongar a sua vida. Isto foi recentemente confirmado em um estudo da Austrália de cerca de 1.200 mulheres idosas que foram acompanhadas por cerca de dez anos, depois de terem sua linha de base de 25(OH)D medida em 1998.

Wong G, Lim WH, Lewis J, Craig JC, Turner R, Zhu K, Lim EM, Prince R. Vitamin D and cancer mortality in elderly women. BMC Cancer. 2015 Mar 8;15:106. doi: 10.1186/s12885-015-1112-5.

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Figura 1: Taxa de risco ajustada de morte por câncer através de medidas contínuas de concentrações séricas de 25(OH)D

Os pesquisadores constataram que as mortes por câncer diminuíram em 33% para cada aumento de 12 ng/ml (30 nmol/l) de 25(OH)D. Eles também analisaram o risco de mortalidade por câncer, comparando aqueles com muito baixas concentrações de séricas de 25(OH)D (menos de 18 ng/ml; 45 nmol/l) com aqueles com concentrações séricas de 25(OH)D superiores a 33 ng/ml (82,5 nmol/L). Eles encontraram um risco aumentado de morte por câncer em pelo menos 2,6 vezes entre aqueles com muito baixas concentrações séricas de 25(OH)D (HR: 2.63; p=0,04).

Os autores não queriam afirmar o que seus estudo mostrou realmente, que foi a associação entre a morte por câncer e a 25(OH)D basal. Estes resultados foram lineares, sem evidência de um ponto de corte em 20 ou 30 ng/ml.

A mensagem a se retirar deste estudo é que se você tem câncer, níveis mais elevados de vitamina D podem prolongar a sua vida.

Da mesma forma que em outros estudos, este foi limitado a apenas uma medição de 25(OH)D, na linha de base. Então, nós não sabemos como os níveis de vitamina D das mulheres mudaram ao longo da duração do estudo. Além disso, este não foi um estudo controlado randomizado de suplementação de vitamina D; portanto, não sabemos se a suplementação com vitamina D irá prolongar a sua vida se você tem câncer. Como todas as decisões, é um risco versus benefício. O risco de ter uma 25(OH)D baixa parece ser verdadeiro. O risco de tomar 10.000 UI/dia, se você tem câncer, parece ser muito baixo, enquanto que os benefícios podem ser muito grandes.

No entanto, tenha algo em mente: todos aqueles que tomam suplementos de vitamina D irão morrer. É apenas uma questão de quando.

Referências

Vitamin D and cancer mortality in elderly women, BMC Cancer. 2015.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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A suplementação com vitaminas K e D pode reduzir a progressão da aterosclerose em pacientes com doença renal crônica

Um recente estudo randomizado controlado constatou que a suplementação de paper-heart-in-the-sky-620x414vitamina K em conjunto com a suplementação de vitamina D reduziu significativamente a progressão da aterosclerose em pacientes com doença renal crônica (DRC), mais do que a suplementação com vitamina D sozinha.

A calcificação vascular é uma medida da aterosclerose, uma doença caracterizada pela formação de placas nas paredes arteriais. Esse acúmulo estreita as artérias, restringindo o fluxo de sangue para o coração e para o cérebro, aumentando o risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral. A aterosclerose é uma complicação comum em pacientes com DRC e um fator de risco significativo para a doença cardiovascular e a mortalidade.

A vitamina K é um cofator da vitamina D, o que significa que ela ajuda a vitamina D a funcionar plenamente. O baixo status da vitamina D tem sido associado a um aumento do risco de aterosclerose. Os pesquisadores propuseram recentemente que a suplementação de vitamina K poderia modular os efeitos da vitamina D sobre a aterosclerose.

Tanto a vitamina K quanto a vitamina D desempenham um papel vital na regulação da mineralização das paredes arteriais. A vitamina D aumenta a expressão da proteína da matriz Gla (MGP), uma proteína que inibe a calcificação vascular. A MGP baseia-se na disponibilidade da vitamina K para atingir a plena atividade biológica. Em casos de deficiência de vitamina K, a MGP permanece inativa e está associada com a calcificação arterial.

Um estudo controlado randomizado avaliou recentemente os efeitos da suplementação de vitamina K2 em combinação com uma dose baixa de vitamina D, em comparação com a vitamina D sozinha, sobre a progressão da aterosclerose e da calcificação da artéria coronária.

Os pesquisadores registraram 42 pacientes não-diálise com DRC que estavam entre as idades de 18 e 70 anos de idade. Vinte e nove pacientes foram distribuídos aleatoriamente para receber uma dose diária oral de 90 mcg de vitamina K2 mais 400 UI de vitamina D por dia, durante cerca de 270 dias. Os treze pacientes restantes  foram designados para receber 400 UI de vitamina D.

Os pesquisadores mediram vários marcadores da aterosclerose, como o espessamento médio-intimal na artéria carótida comum (EMI-ACC) e a pontuação de calcificação das artérias coronárias (PCAC). O aumento do EMI-ACC tipicamente indica que uma maior acumulação ocorreu na artéria carótida, e o PCAC reflete a presença e extensão de placas nas artérias. Os pesquisadores também avaliaram os moduladores da calcificação, incluindo a MGP total e inativa. Estas medições foram realizadas no início do estudo e após o tratamento.

A suplementação de vitamina K2 fez reduzir a progressão da aterosclerose? Aqui está o que os pesquisadores constataram:

  • O aumento do EMI-ACC foi significativamente menor no grupo K + D, em comparação com o grupo D (P = 0,005).
  • O aumento do PCAC foi menor no grupo K + D do que o do grupo D, mas este não foi significativo (P = 0,7).
  • O nível de MGP inativo diminuiu apenas no grupo K + D.

Os pesquisadores resumiram os resultados de seus estudo,

“Isso demonstra que a progressão do EMI-ACC foi significativamente mais lenta em pacientes tratados com vitamina K2 e colecalciferol em comparação com pacientes tomando apenas vitamina D.”

Eles passaram a explicar o possível mecanismo para os efeitos positivos da suplementação de vitamina K2,

“Em nosso estudo o nível sérico da [MGP inativa] diminuiu significativamente durante a suplementação de vitamina K2. A suplementação de vitamina K2 poderia causar o aumento da [ativação] da MGP nas paredes dos vasos e pode retardar a progressão da aterosclerose.”

Embora os resultados sejam fascinantes, existem algumas limitações importantes para se reconhecer. O acompanhamento foi relativamente curto para analisar os efeitos do tratamento sobre a aterosclerose, uma doença que se desenvolve ao longo de muitas décadas. Além disso, o estudo tinha um tamanho de amostra muito pequeno. Por fim, a dosagem de vitamina D foi muito baixa.

Estudos futuros utilizando doses elevadas de vitamina D juntamente com amostras maiores e mais longos períodos de observação são necessários para entender os efeitos da suplementação  de vitamina D e de vitamina K sobre a progressão da aterosclerose em pacientes com DRC.

Referências

Effect of vitamin K2 on progression of atherosclerosis and vascular calcification in non-dialyzed patients with chronic kidney disease stage 3-5. Pol Arch Med Wewn. 2015.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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A vitamina D pode desempenhar um papel na espondilite anquilosante, sugere nova pesquisa

A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica, incurável até o momento, que afeta as articulações do esqueleto axial, especialmente as Espondiliteda coluna, quadris, joelhos e ombros. Não se conhece a causa da doença, que acomete mais os homens do que as mulheres, a partir do final da adolescência até os 40 anos. Se não tratada, pode tornar-se incapacitante.

O papel da vitamina D na espondilite anquilosante (EA) é em grande parte desconhecido. Em um novo estudo pesquisadores tiveram por objetivo revisar a literatura científica por estudos que relacionam os níveis séricos de vitamina D com a susceptibilidade e com a atividade da EA.

Para isso eles buscaram por estudos relevantes nos bancos de dados PubMed, Elsevier Science Direct, Chinese Biomedical Database (CBM), Chinese National Knowledge Infrastructure (CNKI) e Wanfang (Chinês) publicados até junho de 2014. Oito estudos caso-controle, com um total de 533 pacientes com EA e 478 controles foram selecionados para esta meta-análise.

Os resultados sugeriram que a vitamina D pode desempenhar um papel protetor na EA e a relação entre os níveis séricos de vitamina D e atividade da doença foi estatisticamente significativa.

Os autores concluíram:

“Os níveis séricos mais elevados de vitamina D foram associados com uma diminuição do risco da EA, e mostraram uma relação inversa com atividade da doença.”

Fonte

Vitamin D in ankylosing spondylitis: review and meta-analysis. Clin Chim Acta, 2015.

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Vitamina D e risco de câncer de pulmão: uma ampla revisão e meta-análise

O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pela quebra dos mecanismos de defesa naturais do pulmão porlung-cancer estímulos carcinogênicos ao longo do tempo, levando ao crescimento desorganizado de células malignas. É uma das principais causas de morte entre as neoplasias no Brasil.

A vitamina D tem sido sugerida desempenhar importantes papéis contra o desenvolvimento do câncer. Houve vários estudos publicados sobre a associação entre a vitamina D e o risco de câncer de pulmão, mas nenhum resultado conclusivo ainda estava disponível.

Para esclarecer o papel da vitamina D na carcinogênese pulmonar, pesquisadores da China realizaram uma ampla revisão da literatura e uma meta-análise para avaliar a associação entre os níveis séricos e a ingestão dietética de vitamina D com o risco de câncer de pulmão. Doze estudos (9 prospectivos coorte e 3 de caso-controle), com um total de 288.778 indivíduos foram incluídos.

Como resultado eles constataram que a análise dos doze estudos totais mostrou que aqueles com níveis séricos mais elevados de vitamina D tiveram um risco 16% menor de desenvolver câncer de pulmão. Entre os estudos que avaliaram a relação entre os níveis séricos de vitamina D e o risco de câncer de pulmão, os níveis mais altos foram associados a um risco reduzido de 17%. E o risco de câncer de pulmão para aqueles com maior ingestão dietética foi reduzido em 11%.

Os autores concluíram:

“Os dados atuais sugerem uma associação inversa entre níveis séricos de vitamina D e o risco de câncer de pulmão. Mais estudos são necessários para investigar o efeito da ingestão de vitamina D sobre o risco de câncer de pulmão e para avaliar se a suplementação de vitamina D pode prevenir o câncer de pulmão.”

Fonte

Vitamin d and lung cancer risk: a comprehensive review and meta-analysis. Cell Physiol Biochem. 2015.

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Deficiência de vitamina D associada à anemia em afro-americanos

Um novo estudo publicado no British Journal of Nutrition constatou que a deficiência de vitamina D aumentou as couple-going-for-a-bicylcle-ride-620x414chances de anemia em afro-americanos.

Mais de três milhões de pessoas nos Estados Unidos têm anemia. A anemia é uma condição em que uma pessoa não tem glóbulos vermelhos suficientes para transportar oxigênio o bastante para seus tecidos. A anemia muitas vezes resulta na pessoa sentir-se cansada e fraca.

As vitaminas e minerais, tais como o ferro, ácido fólico e vitamina B12, têm sido sugeridas como causas de anemia. No entanto, pouco se sabe sobre a relação entre a vitamina D e a anemia.

Dr. John Cannell apresentou dados sobre a capacidade de transporte de oxigênio dos atletas em meados da década de 1950. Os dados mostraram que a capacidade do sangue de transportar oxigênio atinge o ponto máximo no final do verão, propondo que a exposição UVB é possivelmente associada com a contagem de células vermelhas do sangue.

Em um estudo recente, os pesquisadores analisaram dados de adultos, geralmente saudáveis, em Atlanta, Georgia. Compararam a incidência de anemia naqueles que foram considerados deficientes em vitamina D (níveis inferiores a 20 ng/ml), com aqueles que foram suficientes em vitamina D (níveis iguais ou superiores a 20 ng/mL). Os pesquisadores descobriram que os participantes deficientes em vitamina D tiveram 2,64 vezes a chance de anemia em comparação com aqueles que foram suficientes.

Os pesquisadores também constataram que houve uma alteração significativa por raça. Afro-americanos que foram considerados deficientes em vitamina D tiveram 6,42 vezes a chance de ter anemia em relação aos afro-americanos  suficientes em vitamina D , quando controlado para possíveis fatores de confusão.

Eles favoreceram a sua análise categorizando-a por subtipos de anemia. Os pesquisadores descobriram que a afro-americanos deficientes em vitamina D tiveram 8,42 vezes a probabilidade de se tornarem anêmicos com inflamação em comparação com os afro-americanos que estavam suficientes em vitamina D.

Referências

Smith E., et al. Vitamin D deficiency is associated with anaemia among African Americans in a US cohort. British Journal of Nutrition, 2015.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Estudo animal: inibição do câncer de mama com vitamina D

As ações anti-câncer da vitamina D e da sua forma hormonalmente ativa, o calcitriol, têm sido amplamente documentadas emcancer-de-mama estudos clínicos e pré-clínicos. Em um estudo recém publicado na revista Molecular Cancer Therapeutics, pesquisadores da Universidade Stanford , na Califórnia examinaram os efeitos da vitamina D dietética e do calcitriol nas células tumorais mamárias de ratos. O novo estudo contribuiu para elucidar alguns dos possíveis mecanismos de ação da vitamina D contra o câncer.

Primeiramente a pesquisa constatou que injeções de calcitriol ou de uma dieta suplementada com vitamina D causou um atraso notável no crescimento e na aparência dos tumores, enquanto uma dieta deficiente em vitamina D produziu um efeito inverso. “O calcitriol inibiu as células iniciadoras dos tumores de forma dependente de dose nas culturas primárias e a auto-renovação.” Uma combinação de calcitriol e de radiação ionizante inibiu a formação de esferóides mais do que qualquer tratamento sozinho”, disseram os pesquisadores.

Eles concluíram:

“Nossos resultados indicam que os compostos de vitamina D atingem o câncer de mama, reduzindo a atividade de iniciação de tumores. Nossos dados também sugerem que a combinação de compostos de vitamina D com terapias padrão irá aumentar a atividade anti-câncer e pode melhorar os resultados terapêuticos.”

No passado uma emissora de televisão americana produziu uma matéria sobre o potencial terapêutico e preventivo da vitamina D contra várias formas de câncer. Confira o vídeo legendado abaixo:

Fonte

“Inhibition of Mouse Breast Tumor Initiating Cells by Calcitriol and Dietary Vitamin D, Mol Cancer Ther”. Mol Cancer Ther, 2015.

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Baixos níveis de vitamina D estão associados a ciclos menstruais irregulares em um novo estudo

Em animais, baixos níveis de vitamina D estão associados com perturbações do ciclo estral, mas praticamente não menstruacao-irregular-72029existem dados sobre humanos. Em um novo estudo transversal, pesquisadores americanos examinaram a associação entre níveis séricos de vitamina D com as características do ciclo menstrual.

Para isso eles selecionaram aleatoriamente 636 mulheres com idades entre 35 e 44 (57% afro-americanas), que forneceram uma amostra de sangue e passaram por uma entrevista incluindo histórico ginecológico. Como resultado os pesquisadores constataram que o nível sérico médio de vitamina D foi de 12,0 ng/mL e uma diminuição de 10 ng/mL foi associada a 1,9 vezes mais chances de ciclos irregulares. Os níveis de vitamina D não foram associados a ciclos curtos ou longos.

Os autores concluíram:

“Níveis mais baixos de 25(OH)D foram associados com ciclos irregulares, mas não com ciclos curtos ou longos. A vitamina D pode desempenhar um papel na regulação da função ovulatória. Outras investigações de potenciais mecanismos se justificam.”

Fonte

Lower plasma 25-hydroxyvitamin D is associated with irregular menstrual cycles in a cross-sectional study, 2015.

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Autismo pode ser prevenido e tratado com vitamina D, segundo novo livro de John Cannell

A incidência do transtorno do espectro autista em crianças é mais comum e maior do que a soma dos autismocasos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metade ainda sem diagnóstico. Casos de autismo estão aumentando a uma taxa de 12% a cada ano e as famílias gastam enormes somas de dinheiro ao longo da vida para gerenciar esta doença. O que mudou para causar este rápido aumento na incidência de transtorno do espectro do autismo? Quem é o mais suscetível? E o que pode ser feito sobre isso?

Em seu novo livro lançado este mês nos Estados Unidos, “Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder”, o pesquisador do autismo John Cannell, MD, fornece a explicação mais abrangente e convincente até o momento sobre as causas, estratégias de prevenção e protocolos de tratamento que, em muitos casos, revertem os sintomas autistas.

Dr. John Cannell, fundador do Vitamin D Council, baseia-se em décadas de pesquisa para fazer o forte argumento de que a vitamina D é muito importante na prevenção do autismo e que altas doses de vitamina D podem ser muito bem sucedidas no tratamento de algumas pessoas com um transtorno do espectro do autismo.

Ele fornece uma explicação completa sobre a relação entre o autismo e a vitamina D, afasta muitas das teorias existentes relacionadas com as causas do autismo e apresenta uma base sólida para uma nova abordagem revolucionária para a prevenção e o tratamento da doença. Também está incluída uma discussão aprofundada sobre a obtenção de níveis seguros de vitamina D através da suplementação, luz solar e da dieta. Estudos de caso reconfortantes e encorajadores completam este novo livro inovador.

Fonte

Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder Hardcover, Abril 2015.

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