Pesquisadores verificam uma ligação entre a vitamina D e o potencial de cura do autismo

Embora os cientistas de toda a Bay Area trabalhem diligentemente em direção a uma shutterstock_46215010-e1352335310207-620x364cura para o autismo, a solução pode estar fora de seus laboratórios, entrando pelas janelas.

O professor de biologia da UC Berkeley Bruce Ames e sua companheira de pós-doutorado no Children’s Hostpital Oakland Research Institue Rhonda Patrick descobriram que a vitamina D ajuda a produzir três hormônios cerebrais que afetam o comportamento social. Um dos hormônios, a serotonina, é assustadoramente escassa em pacientes com autismo, levando os pesquisadores a acreditarem que a luz solar possa ser a cura vital para a síndrome comportamental.

Embora os cientistas já tenham observado a relação entre a vitamina D e o autismo, a nova pesquisa, publicada em 20 de fevereiro, destacou uma ligação entre a vitamina D e a serotonina, confirmando e explicando o que eram apenas especulações sobre as causas da doença.

“Quanto mais nós cavávamos, mais tínhamos a certeza de que nossa teoria estava certa, porque ela explica muito”, disse Ames.

Os dados tem sido, até agora, em sua maioria correlativos, de acordo com Patrick. As novas descobertas, segundo ela, formam o “elo perdido”, fornecendo um mecanismo para relacionar os hormônios. O mecanismo explica que a vitamina D é convertida para um hormônio esteróide, que ativa o gene que converte os aminoácidos da serotonina no cérebro.

“O ‘como’, naturalmente é muito importante”, disse John Cannell, diretor executivo do Vitamin D Council, que não está relacionado com o estudo, mas publicou um artigo no ano passado propondo uma correlação entre a vitamina D e os níveis de autismo. “É bom ter uma teoria, mas a menos que você possa explicar como funciona, ela não terá muita validade.”

Os mecanismos do estudo vão ainda mais longe, analisando a inflamação intestinal, comum entre pacientes com autismo. Embora o hormônio da vitamina D ajude a aumentar os níveis de serotonina no cérebro, ele inibe a produção de serotonina no intestino. De acordo com os pesquisadores, elevados níveis de serotonina podem provocar uma inflamação, podendo ser causada por uma falta de vitamina D.

Ainda assim, as deficiências de serotonina no cérebro e excessos no intestino podem ser evitados, garantindo que tanto as crianças quanto as gestantes mantenham níveis adequados de vitamina D através da luz solar e de suplementos vitamínicos.

“O desenvolvimento do bebê depende dos níveis de vitamina D de sua mãe”, disse Patrick. “O bebê precisa que a mãe tenha níveis altos o suficiente. A serotonina desempenha um papel muito importante na formação da estrutura do cérebro nos estágios iniciais. “

Para validar ainda mais as suas teorias, os pesquisadores citaram um estudo envolvendo mães da Somalia, que naturalmente absorvem menos luz solar devido à sua pigmentação de pele escura. Quando elas se mudaram para o norte a Estocolmo, uma região menos ensolarada, foram constatadas serem 4,5 vezes mais propensas de terem filhos autistas, em comparação com os nativos de pele mais clara do país.

Enquanto alguns cientistas como Cannell chamam os resultados “revolucionários” e de “abalarem a terra”, outros parecem achar pouco mais que tremores.

“Este é um trabalho teórico”, disse Robert Hendren, diretor do programa de autismo e neurodesenvolvimento da UCSF. “É uma ligação interessante, mas não há nenhuma causa e efeito.”

Hendren argumentou que os cientistas devem realizar ensaios clínicos para testar o efeito da suplementos de vitamina D em pacientes autistas, a fim de provar a teoria. O próprio Hendren está atualmente no meio de um ensaio, mas diz que sua equipe ainda não tem executado uma amostra grande o suficiente ou chegado a uma conclusão definitiva.

Mas Hendren ainda está otimista e sem reservas recomenda suplementos de vitamina D para seus pacientes autistas, alguns dos quais têm relatado melhoras no comportamento.

“É uma solução muito simples”, disse Patrick. “É algo que pode ser feito e implementado facilmente e que pode fazer uma enorme diferença.”

Referências

Vitamin D hormone regulates serotonin synthesis. Part 1: relevance for autism. Fev 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte The Daily Californian

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Níveis de vitamina D e risco de câncer de mama: uma meta-análise de estudos prospectivos

Houveram alguns estudos com resultados controversos sobre a associação entre os níveis 7A761B77F8174CF78E3C4E1373668FA8.ashxséricos de vitamina D e o risco de câncer de mama. Para superar a deficiência destes estudos, pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Bioestatística da Hebei Medical University, na China, conduziram uma meta-análise de estudos prospectivos, incluindo estudos de caso-controle e estudos de coorte.

Eles pesquisaram o PubMed, o Embase e o Web of Science e a última data de recuperação foi de 24 março de 2013. A associação dose-resposta entre a concentração sérica de vitamina D e o risco de câncer de mama foi então avaliada.

Ao todo quatorze artigos com 9.110 casos de câncer de mama e 16.244 controles foram incluídos na meta-análise. No geral, os níveis séricos de vitamina D foram significativamente inversamente associados com o risco de câncer de mama.

A análise de dose-resposta verificou que cada incremento de 10 ng/mL na concentração sérica de vitamina D, foi associada com uma redução significativa de 3,2% no risco de câncer de mama.

Os autores concluíram:

“Esta meta-análise fornece evidências de uma associação significativa e inversa entre a concentração sérica de 25(OH)D e o risco de câncer de mama”.

Fonte

Serum 25-hydroxyvitamin D and breast cancer risk: a meta-analysis of prospective studies. Dez 2013.

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A vitamina D como um neuroesteróide afetando o desenvolvimento e o cérebro adulto

Uma revisão realizada por pesquisadores da Austrália para o Annual Review of Nutrition, Losing Brain Functionque deverá ser publicada em agosto, destaca o papel da vitamina D na saúde cerebral. A deficiência de vitamina D é prevalente em todo o mundo e há cada vez mais evidências para apoiar a exigência de níveis ideais de vitamina D para o desenvolvimento saudável e para o cérebro adulto.

Segundo os pesquisadores, liderados por Natalie J. Groves do Queensland Brain Institute, da Universidade de Queensland, a vitamina D tem um papel importante na proliferação e na diferenciação, na sinalização do cálcio no interior do cérebro, nas ações neurotróficas e neuroprotetoras e também pode alterar a neurotransmissão e a plasticidade sináptica. Em sua revisão, eles afirmam que os estudos experimentais recentes destacam o impacto que a deficiência de vitamina D tem sobre o funcionamento do cérebro na saúde e nas doenças. Além disso, os resultados de estudos animais recentes sugerem que a deficiência de vitamina D durante a vida adulta possa exacerbar perturbações cerebrais subjacentes e/ou piorar a recuperação das agressões cerebrais.

Os autores concluem:

“Um número cada vez maior de estudos epidemiológicos indicam que a deficiência de vitamina D está associada com uma vasta gama de distúrbios neuropsiquiátricos e doenças neurodegenerativas. A suplementação de vitamina D está prontamente disponível e acessível e esta revisão destaca a necessidade de mais pesquisas”.

Fonte

Vitamin D as a Neurosteroid Affecting the Developing and Adult Brain. 2014.

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Novo estudo revela status de vitamina D um preditor da mortalidade em pessoas com HIV

Pesquisadores descobriram que a deficiência de vitamina D está associada a um maior risco de 1505479_10151870358865633_2092662005_nmorte entre os pacientes com HIV.

A deficiência de vitamina D é comum entre pessoas com HIV e estudos anteriores mostraram várias relações entre a vitamina D e o HIV. Por exemplo, pesquisas anteriores sugerem que a obtenção de quantidades suficientes de vitamina D pode ajudar a impulsionar a resposta  ao tratamento do HIV.

No entanto, poucos estudos analisaram a vitamina D como um marcador de mortalidade em pacientes com HIV.

Assim, os pesquisadores liderados pelo Dr. Leah Shepard da Faculdade de Medicina da Universidade College London analisaram 250 pacientes com AIDS dentro da coorte EuroSIDA. A EuroSIDA é um estudo de coorte observacional prospectivo de mais de 9.700 pacientes acompanhados em 72 hospitais em 26 países europeus. Este foi um estudo caso-controle, de modo que combinavam esses pacientes de AIDS com 250 controles saudáveis ​​também da coorte EuroSIDA.

Nesta coorte, as pessoas tem exames de sangue frequentes. Para esses pacientes particulares neste estudo caso-controle, os pacientes foram acompanhados por uma média de 44,6 meses. Eles queriam saber se a vitamina D estaria associada com risco de morte.

O que eles descobriram é que, para cada aumento de duas vezes no último nível de vitamina D tirado, houve uma redução de 46% no risco de morte. O tempo médio entre a última coleta de sangue e caso de morte foi de 3,1 meses.

Os pesquisadores concluíram, “Baixa vitamina D prevê a mortalidade a curto prazo em pessoas HIV-positivas.”

Eles recomendaram um estudo mais aprofundado para analisar se a suplementação de vitamina D pode ajudar a pacientes com HIV e reduzir seu risco de mortalidade.

Referências

Shepherd, L. et al. Prognostic value of vitamin D level for all-cause mortality, and association with inflammatory markers, in HIV-infected persons. Journal of Infectious Diseases, 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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A exposição solar de forma sensata tem inúmeros benefícios de saúde para o corpo

Apesar de anos de má publicidade sobre os efeitos nocivos do sol, com seus raios Couple-Happy-Sunlightultravioletas poderosos, como UVAs e UVBs, os pesquisadores agora, ao contrário, estão apontando seus muitos benefícios. Tanto para benefícios mentais quanto físicos a exposição ao sol é necessária para uma boa saúde. Mesmo os benefícios oferecidos por substitutos, tais como suplementos de vitamina D, não são tão bem processados pelo corpo como a exposição natural ao sol.

Os muitos benefícios da exposição ao sol

Em uma edição recente da Dermato-Endocrinology, pesquisadores descobriram que os benefícios da exposição ao sol vão muito além da produção de vitamina D. É claro que esta vitamina é importante para o corpo, mas existem inúmeros benefícios para o corpo que fazem a exposição sensata ao sol uma obrigação para uma boa saúde. Aliviar a dor de doenças crônicas, como a fibromialgia e o diabetes. Proteger contra a contração de melanoma e diminuir a taxa de mortalidade. A partir dele, tratar doenças de pele como psoríase, esclerodermia, vitiligo e outras. A função da barreira de pele é aprimorada. Tratar o transtorno afetivo sazonal (TAS), a icterícia em bebês e melhorar muito o humor e a energia através da liberação de endorfinas.

A vitamina D3 explicada

Ao contrário da visão que vem à mente quando a palavra vitamina é ouvida, a exposição ao sol não resulta em uma vitamina que está sendo produzida instantaneamente pelo corpo humano. Em vez disso, o corpo produz um hormônio que é um esteroide solúvel em óleo. Esta é uma forma natural de esteroide quando a pele é exposta ao sol, pois converte seus raios para um derivado do colesterol. O corpo então o converte em vitamina D . O processo não é instantâneo, porém, uma vez que pode levar até 48 horas para que o corpo convertê-lo à vitamina D, antes que os níveis desse nutriente estejam evidentes na corrente sanguínea.

O mito do protetor solar

Todos os especialistas em saúde concordam que é imprescindível para a prevenção contra queimaduras solares. Uma das formas mais populares de se fazer isso é aplicar grandes quantidades de protetor solar contendo ingredientes que são projetados para bloquear os raios do sol, por um determinado período de tempo, e em determinadas circunstâncias. Muitos dos ingredientes desses protetores solares, no entanto, são produzidos com substâncias químicas nocivas que são cancerígenas. Por esses produtos químicos estarem sendo aplicados diretamente sobre a pele, que então os absorve rapidamente, os riscos de se desenvolver câncer de pele, como o melanoma, aumentam drasticamente. Escolher um protetor solar que proteja contra os raios UVA e UVB, bem como aquele que não esteja acima de um FPS de 50, pode ajudar as pessoas a desfrutarem dos saudáveis benefícios do sol sem aumentarem seus riscos de superexposição. Além disso, escolher cuidadosamente o filtro solar, irá reduzir os riscos de melanoma.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Os benefícios da vitamina D na urticária crônica: um estudo randomizado

A urticária crônica é uma condição difícil que surge ao menos quatro vezes por semana, man-itching-hand-e1391730716220-620x412em um período não inferior a seis semanas. Embora seja comum em qualquer idade, observa-se que ocorre, em geral, na meia idade. Estudos observacionais têm associado a vitamina D com a urticária crônica, mas ainda nenhum estudo controlado randomizado havia sido realizado.

Para determinar se a suplementação de vitamina D em altas doses diminuiria as pontuações na Severidade de Sintomas da Urticária (SSU) e a carga de medicamentos em pacientes com urticária crônica, pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Nebrasca, conduziram estudo duplo-cego, prospectivo, onde 42 pacientes com urticária crônica foram randomizados para suplementação de vitamina D, para altas (4.000 UI/d) ou baixas (600 UI/d) doses, durante 12 semanas. Todos os participantes receberam uma terapia padronizada de três medicamentos (cetirizina, ranitidina, e montelucaste) e um plano de ação escrito. Após isso, os pesquisadores coletaram dados sobre a pontuação SSU, uso de medicamentos, 25-hidroxivitamina D sérica e medidas de segurança.

Como resultado, a terapia tripla de medicamentos diminuiu a pontuação total SSU em 33% na primeira semana. Houve um decréscimo adicional significativo (40%) nas pontuações totais SSU no grupo de tratamento de vitamina D de alta, mas não no de baixa dose, na semana 12. Comparado com o tratamento de baixa dose, o grupo de alta demonstrou uma tendência em direção a menores pontuações totais SSU, na semana 12, que foram impulsionadas pela redução significativa na distribuição do corpo e do número de dias com urticária. Os pesquisadores também foram capazes de observar tendências benéficas para a qualidade do sono e para as pontuações do prurido com o alto teor de vitamina D.

Os autores concluíram:

“A terapia complementar com altas doses de vitamina D3 (4.000 UI/d) pode ser considerada um imunomodulador seguro e potencialmente benéfico em pacientes com urticária crônica.”

Fonte

Beneficial role for supplemental vitamin D3 treatment in chronic urticaria: a randomized study. Fev 2014.

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A vitamina D e a memória de longo prazo na esclerose múltipla

Os distúrbios de memórias são uma queixa cognitiva freqüente entre os pacientes com memory-1024x1024esclerose múltipla (EM). Uma pesquisa recente sobre a demência sugeriu um papel benéfico para a vitamina D no funcionamento da memória de longo prazo. Embora dados sugiram efeitos benéficos da vitamina D para as deficiências físicas da EM, não se sabia até o momento se a vitamina D poderia beneficiar sequelas cognitivas.

Pesquisadores do programa de neurociência do Bates College, em Lewiston e do Central Maine Medical Center Neurology, em Auburn, examinaram a relação entre os níveis séricos de vitamina D e o desempenho em testes verbais e não verbais de memória de longo prazo, em pacientes com EM.

Uma amostra de 35 adultos com EM remitente-recorrente completou testes cognitivos e análises dos níveis séricos de vitamina D (25[OH]D). A avaliação da memória utilizou testes neuropsicológicos clinicamente estabelecidos com vários formatos para determinar se os níveis de vitamina D foram associados com a memória durante as diferentes condições de demandas de recuperação. O funcionamento intelectual e o humor também foram avaliados para controle de potenciais fatores de confusão.

Como resultado, os níveis de vitamina D foram associados positivamente com o desempenho em testes de recordação imediata e tardia do teste de Figuras Complexas de Rey, efeitos que se mantiveram após o controle de inteligência e de duração da doença. Os níveis de vitamina D não foram associados com o humor, inteligência ou com o desempenho da memória verbal no Califórnia Verbal Learning Test, segunda edição.

“Maiores níveis de vitamina D foram associados com um melhor desempenho não-verbal da memória de longo prazo na EM, particularmente em condições quando nenhuma ajuda foi dada para a recuperação. Estes resultados complementam a literatura sobre os efeitos neuro-protetores da vitamina D e sugerem que a vitamina D seja um adjuvante útil para o tratamento da esclerose múltipla”, concluíram os autores.

Fonte

Vitamin D and long-term memory in multiple sclerosis. Set 2013.

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Novo estudo revela deficiência de vitamina D associada a diarreia, vómitos, dores de ouvido e febre

Uma nova pesquisa publicada no Pediatric Infectious Disease Journal constatou que níveis sick-teddy-bear-e1392251404118-620x412baixos de vitamina D em crianças estão associados com um risco aumentado de infecções gastrointestinais e de ouvido.

A equipe de pesquisa, liderada pelo Dr. Kathryn Thorton da Universidade Estadual de Michigan e trabalhando em conjunto com a Fundação para a Pesquisa em Nutrição e Saúde (FINUSAD), Bogotá, Colômbia, fizeram amostras dos níveis de vitamina D colhidas de 475 crianças em idade escolar na Colômbia e as seguiram por um ano escolar. Os cuidadores das crianças registraram os dias de diarreias, vômitos, febres e de dores de ouvido.

Dez por cento das crianças estavam deficientes em vitamina D (níveis menores que 20 ng/ml) e 47% estavam insuficientes (níveis entre 20 e 30 ng/ml).

Quando os pesquisadores analisaram se os níveis de vitamina D se correlacionavam em todos com as infecções, eles encontraram um aumento das taxas de diarreia, vômito, dor de ouvido e febre em crianças que eram deficientes em vitamina D em comparação com aquelas com níveis normais.

“Estes resultados sugerem que [a deficiência de vitamina D] está relacionado com o aumento da incidência de infecções gastrointestinais e de ouvido em crianças em idade escolar”, afirmaram os pesquisadores.

A equipe de pesquisa solicita futuros estudos para analisar os efeitos da suplementação de vitamina D na correção da deficiência e na redução do risco de infecções gastrointestinais e de ouvido em crianças em idade escolar.

Referências

Thornton, K. A. et al. Vitamin D deficiency associated with increased incidence of gastrointestinal and ear infections in school-age children. Pediatric infectious disease journal, 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council 

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A deficiência de vitamina D está ligada a série de infortúnios

Depois de anos de histórias de horror e precauções histéricas por muitos meios de Woman-Sun-Sunlight-Sky-Vitamin-Dcomunicação sobre os efeitos nocivos do sol e da necessidade de se encher com protetores solares de altíssimos FPS, os benefícios da vitamina que os seres humanos produzem a partir de sua exposição a ele continuam a crescer. As evidências de uma deficiência de vitamina D e sua ligação com uma série de condições de saúde, continuam aumentando. Isso traz a necessidade de um plano sensato destinado a se obter a exposição solar necessária como um requisito para uma boa saúde, oferecendo também a proteção necessária.

Benefícios da vitamina D

A vitamina D tem sido demonstrada possuir um grande leque de benefícios. Estes variam desde a forma de corpo se sentir saudável no dia-a-dia, como também no longo prazo. Por exemplo, garantir que haja quantidade suficiente de vitamina D aumenta a capacidade do organismo de combater infecções. Estas podem variar de um resfriado comum, gripe, pneumonia, a outros mais graves problemas de saúde. Pessoas com doenças crônicas também podem melhorar tendo quantidades suficientes de vitamina D. Pessoas com diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2, autismo, doença cardíaca, acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, entre outras, tem visto uma melhora em suas perspectivas quando foram expostas a quantidades adequadas desta vitamina crucial. Os benefícios da vitamina D não são apenas físicos, no entanto. A vitamina D tem sido associada a uma redução da depressão. Estudos demonstram que pessoas que sofrem de doenças crônicas, tais como diabetes tipo 1 e que também estavam com sintomas de depressão, apresentaram melhoras depois de aumentarem a quantidade de vitamina D a qual estavam expostas.

Formas de se obter a exposição necessária aos raios UB

Para algumas pessoas, o inverno limita sua exposição ao sol por até seis meses do ano. Muitos pesquisadores descobriram que um bom substituto deve ser a exposição aos raios UB artificiais uma vez que estudos têm demostrado que estes oferecem benefícios à saúde que vão além da produção de vitamina D. Embora muitas pessoas pensem que isto lhes daria uma boa ideia para irem a uma cama de bronzeamento artificial, esta pode não ser a melhor escolha.

Nem todas as camas de bronzeamento são iguais

Muitas camas de bronzeamento contém um lastro magnético. Isto é o que cria o som de zumbido que é comumente ouvido quando uma cama de bronzeamento está em uso. Estes criam campos elétricos e magnéticos (CEM), que podem prejudicar o corpo. A melhor escolha para as camas de bronzeamento são aquelas que usam um reator eletrônico pelo fato de emitirem menos destes CEM. Uma quantidade adequada de vitamina D pode ser assegurada com a exposição adequada ao sol ou pelo tipo certo de cama de bronzeamento. Para aquelas pessoas que acham que nenhuma destas soluções seja satisfatória, um suplemento que contenha vitamina D poderá ser tomado.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Pesquisa da Holanda mostra uma diminuição no câncer de pele e em outros tipos de câncer com um aumento na exposição solar diária regular

Uma pesquisa recente da Holanda afirma que uma mudança da exposição solar diária para woman-sunlight-exposureuma exposição intermitente tem se correlacionado a um aumento no câncer de pele e isso sugere que a exposição moderada e freqüente seja o melhor conselho para as pessoas que vivem no país. [1] Os pesquisadores também afirmam que a exposição freqüente seja um fator protetor contra câncer colorretal, câncer de próstata, câncer de mama e linfoma não Hodgkin, bem como para a esclerose múltipla e para a síndrome metabólica.

Curiosamente a revista menciona que o ritmo circadiano é afetado pela luz. Ela postula que baixos níveis de luz durante o dia e também altos níveis de luz ao entardecer e durante a noite podem enfraquecer e perturbar o ritmo, o que poderia ser um fator de risco para alguns tipos de câncer e para a síndrome metabólica. Tais idéias foram estudadas anteriormente e indicaram que a ruptura do ritmo circadiano, devido ao trabalho noturno, pode levar a um aumento do risco de câncer de mama e colorretal em mulheres. [2] [3]

Seja qual for a razão, o que também pode estar relacionada com a produção de vitamina D entre os que são regularmente expostos à luz solar, as evidências para os benefícios de saúde da luz solar segura se tornam mais claras a cada dia. Eu opinei que milhões de vidas poderiam ser salvas anualmente pela exposição solar regular, que não queime, para toda a população.

Referências

  1. van der Rhee HJ, Coomans CP, van de Velde P, Coebergh JW, de Vries E. [Illness, health and sunlight]. Ned Tijdschr Geneeskd 2013;157(46)
  2. Davis S, Mirick DK. Circadian disruption, shift work and the risk of cancer: a summary of the evidence and studies in Seattle. Cancer Causes Control 2006;17:539-45.
  3. Reparto di Chirurgia Generale A/D, Policlinico Sant’Andrea, Sapienza Università di Roma. [Night work as a possible risk factor for breast cancer in nurses. Correlation between the onset of tumors and alterations in blood melatonin levels]. Prof Inferm. 2007;60:89-93.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Sunlight Institute

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