Pouca vitamina D ligada à resistência à insulina: estudo

Aqui está um resumo do estudo japonês que associa a baixa vitamina D à resistência à 69273_10151276229541316_712615039_ninsulina, extraído do Vitasearch.com:

Uma meta-análise envolvendo uma população de trabalhadores japoneses (n = 494), com idades entre 20 e 68 anos, encontrou uma correlação entre os níveis de cálcio, baixos níveis de vitamina D e resistência à insulina (RI). (…) Os achados sugerem que baixos níveis de vitamina D e cálcio podem estar associados com a RI.

Grande, a vitamina D faz maravilhas e todos nós devemos ter pelo menos 30 a 50 ng/ml (nanogramas por mililitro) de vitamina D no nosso registo sanguíneo com um teste de 25(OH)D (exame de sangue 25-hidroxivitamina D). E quanto a a resistência à insulina?

Insulina e resistência à insulina

A insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas que facilita a glicose do açúcar do sangue para as células para ser usada como combustível, pelo metabolismo da glicose com oxigênio, um processo conhecido como respiração celular.

Resistência à insulina (RI) indica que as células não estão recenbendo glicose suficiente do açúcar no sangue como combustível. Assim, as células são consideradas resistentes à insulina. Parece um pouco o inverso do que ele deveria ser chamada, mas essa é a maneira como é percebida.

De qualquer forma, a insulina produzida é insuficiente ou disfuncional. A hiperglicemia ou açúcar elevado no sangue se manifesta porque ele não está sendo convertido em glicose celular. Isto é considerado síndrome metabólica ou pré-diabetes, que leva à hipertensão arterial e outros fatores de risco cardiovasculares.

Quando a glicemia em jejum atinge 100 mg/dl, é chamada de pré-diabetes e quando chega a 126, é chamada diabetes. DL significa a medida de 1/10 de um litro, ou 100 ml.

Se o pâncreas se torna estressado por tentar produzir mais insulina, ele pode entrar em colapso por fadiga. Ou as células envolvidas com a criação da insulina podem ser danificadas pelo aumento da carga de produção de insulina.

Pacientes diabéticos 1 não conseguem produzir insulina suficiente. Assim, precisam injetar-se com insulina para converter o açúcar no sangue em glicose utilizável como energia celular.

Pessoas com síndrome metabólica ou pré-diabetes geralmente precisam perder peso, reduzir drasticamente a ingestão de açúcar, eliminar carboidratos processados da dieta e se exercitar mais. Se ela se transformar completamente em diabetes 2, estes regimes tornam-se mais severos com possibilidade de fármacos prescritos.

Mas tudo isso pode ser revertido naturalmente, como Mike Adams fez antes de ter se tornado o calvaleiro da saúde. Ele dosponibiliza um livro sobre reversão da síndrome metabólica e diabetes 2 em 25 dias aqui: (http://www.truthpublishing.com).

Se esse livro não estiver mais disponível, há muita coisa para ler aqui: (https://vitaminad3.wordpress.com/tag/diabetes/).

O presente estudo japonês parece sugerir que uma maneira de impedir ou de até mesmo reverter a síndrome metabólica e diabetes 2 é aumentando a ingestão de vitamina D3. Não se esqueça, a converção a luz do sol em D3 sobre a pele exposta, depende de haver colesterol em sua pele.

Assim não se livre da gordura para perder peso. Em vez disso, pesquise o que são gorduras boas. Dica – elas não são processadas ou hidrogenadas. Consuma estas gorduras, especialmente as ricas em ácidos graxos ômega-3: (http://www.naturalnews.com/035069_low_fat_diet_myths_weight_loss.html).

Maioria dos especialistas considera 50 ng/ml, um nível normal de vitamina D para manter uma boa saúde, embora a medicina tradicional esteja satisfeita com 20-30 ng/ml. Mas médicos holísticos e alternativos recomendam um nível de cerca de 80 ng/ml para fins terapêuticos.

Em torno ou acima de 100 ng/ml pode ser tóxico. Isso só é possível com suplementação extrema de vitamina D por períodos prolongados. Vitamina D convertida da pele exposta ao sol ou camaras UVB (raio ultravioleta) é auto-regulatória para evitar que os níveis de D3 subam demais.

Então pode ser que os níveis sanguíneos de vitamina D dos exames de sangue 25(OH)D devam ser adicionados ao monitoramento dos níveis de açúcar no sangue. Kits baratos e fáceis de usar para monitoramento do açúcar no sangue são acessíveis em farmácias. Um laboratório poderia ser necessário para o teste de 25 (OH)D.

Referências

Serum 25-hydroxyvitamin D and markers of insulin resistance in a Japanese working population.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: NaturalNews.com

Leia também

Anúncios

2 comentários sobre “Pouca vitamina D ligada à resistência à insulina: estudo

  1. Pingback: Vitamina D pode ajudar os níveis de insulina em obesos | Vitamina D – Brasil

  2. Pingback: Novo estudo: O efeito da vitamina D na resistência à insulina em pacientes com diabetes tipo 2 | Vitamina D – Brasil

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s