Pesquisa: Níveis baixos de vitamina D encontrados em pessoas cronicamente deprimidas

O estudo mais recente que oferece suporte a uma associação de saúde mental e a vitamina Sad-Child-DepressionD foi realizado em Amsterdã, Holanda. Seu foco era a depressão crônica.

Ele foi intitulado “A associação entre baixa vitamina D e distúrbios depressivos” e foi publicado em 9 de abril de 2013 na edição do  journal Molecular Psychiatry. Os pesquisadores usaram participantes do Estudo de Depressão e Ansiedade dos países baixos (NESDA).

Eles usaram a medida padrão de níveis séricos de 25(OH)D para comparar 494 participantes saudáveis de controle contra 1.102 com transtornos depressivos crônicos em curso (distimia) com 790 cujas depressões foram reduzidas, mas não completamente desaparecidas.

As avaliações se basearam no perfil sintomático de distimia do DMS-IV (Manual Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais). Um terço deste grupo teve leituras séricas baixas de vitamina D pelo seu padrão, que é contestado na próxima seção deste artigo.

Os mais severamente deprimidos entre os participantes do estudo tiveram leituras mais baixas que os menos deprimidos. Tudo isto levou à “sugerir que a hipovitaminose D pode representar uma vulnerabilidade biológica subjacente para a depressão.”

Claro que mais estudos foram recomendados para determinar se o tratamento de baixos níveis de vitamina D “poderia ser econômicamente considerado como parte das intervenções de prevenção ou tratamento para a depressão.” A Big Pharma provavelmente não está interessada.

Mais sobre o estudo e os níveis sanguíneos adequados de vitamina D3

Os pesquisadores dos pacientes de NESDA usados como tema foram classificados com distimia no DMS-IV. A depressão maior e a distimia tem muitos sintomas semelhantes.

Uma diferença evidente é que a depressão maior contém tendências suicidas enquanto as vítimas de distimia, apenas permanecem sem esperança, mas elas têm dificuldades de enfrentamento. Independentemente se o diagnóstico sintomático é determinado pelo comitê DMS ou pelo conto de fadas de Grimm, pessoas deprimidas não são tão difíceis de serem reconhecidas.

No entanto, o padrão europeu usado como limiar da deficiência de vitamina D é inferior, ao padrão americano. Eles usam 50 de nmol/L (nanomoles por litro), que se traduz em 20 ng/ml (nanogramas por mililitro). Endocrinologistas americanos consideram abaixo de 30 ng/ml como deficiência.

Os médicos mais progressistas afirmam que as leituras séricas devam ser em torno de 50 ng/ml para saúde preventiva ótima e mais perto de 80 ng/ml para fins terapêuticos. Mas 100 ng/ml está flertando com a toxicidade.

Portanto, é possível que a ao menos a depressão menor, que leva muitos a necessitarem destes comprimidos psicotrópicos, poderia ser comum entre aqueles cujos níveis séricos de 25 (OH)D estejam abaixo de 30 ou mesmo de 50 ng/ml.

Como manter seus níveis séricos de vitamina D elevados

Expor a pele ao pico do sol com seus raios UVB (ultravioleta B) em torno de três a quatro vezes por semana, durante meia hora é a maneira mais saudável de aumentar os níveis de vitamina D. Uma cama de bronzeamento UVB substituirá o sol.

É possível obter queimaduras pelos raios solares UVA, mas é impossível ter uma overdose de vitamina D3, pela exposição UVB. O corpo simplesmente desliga o processo de conversão quando detecta que obteve o suficiente.

O colesterol epidérmico é necessário para iniciar o processo de converção dos raios UVB que criam o hormônio chamado vitamina D3, que suporta outras atividades hormonais.

Suplementos de vitamina D3 colecalciferol são geralmente criados pela ação UVB em um tipo de colesterol da lã da ovelha. Ignore a RDA (diária recomendada) de 400 a 600 UI (unidades internacionais) para suplementos de D3. Que é apenas o suficiente para evitar o raquitismo. Os governantes médicos burocratas acreditam que a vitamina D seja somente para a construção dos ossos.

Muitos especialistas consideram sensato para adultos a suplementação em torno de 5.000 UI diários se a exposição UVB não estiver disponível, com uma ressalva: certifique-se de que você tenha seu 25(OH)D verificado. É possível atingir o limite tóxico suplementando D3, porque ela ignora o mecanismo de desligamento do corpo.

Naturalmente, a deficiência de vitamina D não é o único fator contribuinte para a depressão. Mas é um raro e importante biológico que pode ser facilmente trazer melhoras sem drogas psicotrópicas prejudiciais (http://www.naturalnews.com/034212_vitamin_D3_mental_health.html).

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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3 comentários sobre “Pesquisa: Níveis baixos de vitamina D encontrados em pessoas cronicamente deprimidas

  1. Pingback: Estudo diz: vitamina D melhora a saúde de mulheres com diabetes tipo 2 de várias maneiras | Vitamina D – Brasil

  2. Pingback: O efeito de altas doses de vitamina D em pacientes deprimidos com deficiência de vitamina D: um ensaio clínico randomizado | Vitamina D – Brasil

  3. fiz a cirurgia bariatrica a 1 ano e 1 mes ,so que a 8 meses luto com uma alergia terrivel e sinto muito frio,ja tomei e tomo remedios anti-alergicos e nao obtive resultado a minha endocrinologia disse que estou com falta de vitmina D,e me receitou Colecalciferol 1000UI?gt 14 goatas 1 x por semana,sera que esse e o caminho?

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