Novo estudo constata prevalência de deficiência de vitamina D durante o verão em idosos de Recife

Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de idosoPernambuco avaliou a prevalência de deficiência de vitamina D entre homens idosos e sua associação com a exposição ao sol e fototipos de pele. O estudo transversal analítico envolveu 284 homens com idades entre 60 anos ou mais, recrutados aleatoriamente de uma unidade de cuidados básicos na cidade de Recife.

A maioria dos indivíduos (66,7%) tinha fototipo de pele IV, V e VI segundo a escala de Fitzpatrick. A prevalência da deficiência de vitamina D foi de 31,5% e de 66,7% quando foram utilizados os pontos de corte inferiores a 20 e 30 ng/mL, respectivamente. O baixo consumo de cálcio também foi observado em 72% dos participantes e apenas 2,5% utilizaram suplementos vitamínicos.

“Esperávamos que a prevalência de deficiência seria muito menor em nossa região, uma vez que os indivíduos estudados vivem em uma área com luz solar abundante e a coleta de sangue foi realizada nos meses mais ensolarados do verão”.

Os tipos de pele mais escuros e também a idade podem influenciar na capacidade da pele de produzir vitamina D, assim como a dificuldade dos idosos em buscar exposição solar suficiente. Em conclusão os autores afirmam:

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