Autismo pode ser prevenido e tratado com vitamina D, segundo novo livro de John Cannell

A incidência do transtorno do espectro autista em crianças é mais comum e maior do que a soma dos autismocasos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metade ainda sem diagnóstico. Casos de autismo estão aumentando a uma taxa de 12% a cada ano e as famílias gastam enormes somas de dinheiro ao longo da vida para gerenciar esta doença. O que mudou para causar este rápido aumento na incidência de transtorno do espectro do autismo? Quem é o mais suscetível? E o que pode ser feito sobre isso?

Em seu novo livro lançado este mês nos Estados Unidos, “Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder”, o pesquisador do autismo John Cannell, MD, fornece a explicação mais abrangente e convincente até o momento sobre as causas, estratégias de prevenção e protocolos de tratamento que, em muitos casos, revertem os sintomas autistas.

Dr. John Cannell, fundador do Vitamin D Council, baseia-se em décadas de pesquisa para fazer o forte argumento de que a vitamina D é muito importante na prevenção do autismo e que altas doses de vitamina D podem ser muito bem sucedidas no tratamento de algumas pessoas com um transtorno do espectro do autismo.

Ele fornece uma explicação completa sobre a relação entre o autismo e a vitamina D, afasta muitas das teorias existentes relacionadas com as causas do autismo e apresenta uma base sólida para uma nova abordagem revolucionária para a prevenção e o tratamento da doença. Também está incluída uma discussão aprofundada sobre a obtenção de níveis seguros de vitamina D através da suplementação, luz solar e da dieta. Estudos de caso reconfortantes e encorajadores completam este novo livro inovador.

Fonte

Autism Causes, Prevention and Treatment: Vitamin D Deficiency and the Explosive Rise of Autism Spectrum Disorder Hardcover, Abril 2015.

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Pesquisadores verificam uma ligação entre a vitamina D e o potencial de cura do autismo

Embora os cientistas de toda a Bay Area trabalhem diligentemente em direção a uma shutterstock_46215010-e1352335310207-620x364cura para o autismo, a solução pode estar fora de seus laboratórios, fluindo pelas janelas.

O professor de biologia da UC Berkeley Bruce Ames e sua companheira de pós-doutorado no Children’s Hostpital Oakland Research Institue Rhonda Patrick descobriram que a vitamina D ajuda a produzir três hormônios cerebrais que afetam o comportamento social. Um dos hormônios, a serotonina, é assustadoramente escassa em pacientes com autismo, levando os pesquisadores a acreditar que a luz solar possa ser a cura vital para a síndrome comportamental.

Embora os cientistas já tenham observado a relação entre a vitamina D e o autismo, a nova pesquisa, publicada em 20 de fevereiro, destacou uma ligação entre a vitamina D e a serotonina, confirmando e explicando o que eram apenas especulações sobre as causas da doença.

“Quanto mais nós cavávamos, mais tínhamos a certeza de que nossa teoria estava certa, porque ela explica muito”, disse Ames.

Os dados tem sido, até agora, em sua maioria correlativos, de acordo com Patrick. As novas descobertas, segundo ela, formam o “elo perdido”, fornecendo um mecanismo para relacionar os hormônios. O mecanismo explica que a vitamina D é convertida para um hormônio esteróide, que ativa o gene que converte os aminoácidos da serotonina no cérebro.

“O ‘como’, naturalmente é muito importante”, disse John Cannell, diretor executivo do Vitamin D Council, que não está relacionado com o estudo, mas publicou um artigo no ano passado propondo uma correlação entre a vitamina D e os níveis de autismo. “É bom ter uma teoria, mas a menos que você possa explicar como funciona, ela não terá muita validade.”

Os mecanismos do estudo vão ainda mais longe, analisando a inflamação intestinal, comum entre pacientes com autismo. Embora o hormônio da vitamina D ajude a aumentar os níveis de serotonina no cérebro, ele inibe a produção de serotonina no intestino. De acordo com os pesquisadores, elevados níveis de serotonina podem provocar uma inflamação, podendo ser causada por uma falta de vitamina D.

Ainda assim, as deficiências de serotonina no cérebro e excessos no intestino podem ser evitados, garantindo que tanto as crianças quanto as gestantes mantenham níveis adequados de vitamina D através da luz solar e de suplementos vitamínicos.

“O desenvolvimento do bebê depende dos níveis de vitamina D de sua mãe”, disse Patrick. “O bebê precisa que a mãe tenha níveis altos o suficiente. A serotonina desempenha um papel muito importante na formação da estrutura do cérebro nos estágios iniciais. ”

Para validar ainda mais as suas teorias, os pesquisadores citaram um estudo envolvendo mães da Somalia, que naturalmente absorvem menos luz solar devido à sua pigmentação de pele escura. Quando elas se mudaram para o norte a Estocolmo, uma região menos ensolarada, foram constatadas serem 4,5 vezes mais propensas de terem filhos autistas, em comparação com os nativos de pele mais clara do país.

Enquanto alguns cientistas como Cannell chamam os resultados “revolucionários” e de “abalarem a terra”, outros parecem achar pouco mais que tremores.

“Este é um trabalho teórico”, disse Robert Hendren, diretor do programa de autismo e neurodesenvolvimento da UCSF. “É uma ligação interessante, mas não há nenhuma causa e efeito.”

Hendren argumentou que os cientistas devem realizar ensaios clínicos para testar o efeito da suplementos de vitamina D em pacientes autistas, a fim de provar a teoria. O próprio Hendren está atualmente no meio de um ensaio, mas diz que sua equipe ainda não tem executado uma amostra grande o suficiente ou chegado a uma conclusão definitiva.

Mas Hendren ainda está otimista e sem reservas recomenda suplementos de vitamina D para seus pacientes autistas, alguns dos quais têm relatado melhoras no comportamento.

“É uma solução muito simples”, disse Patrick. “É algo que pode ser feito e implementado facilmente e que pode fazer uma enorme diferença.”

Referências

Vitamin D hormone regulates serotonin synthesis. Part 1: relevance for autism. Fev 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte The Daily Californian

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Estudo da China encontra correlação entre status de vitamina D e a severidade do autismo

Por John Cannell, MD (Vitamin D Council) – O transtorno do espectro do autismo (TEA) Surprised-Boy-e1381522435720-620x269agora é comum, embora fosse era raro quando eu era criança. A teoria de que o aumento da incidência seria simplesmente devido a uma melhor detecção é absurda, pois assume que os pais, pediatras e professores não notaram esta condição em 1950, 60 e 70, que, em muitos casos, não é uma condição sutil. Essa teoria tem pouca validade aparente.

Além disso, o status sócio-econômico deve ser controlado para todos os estudos de prevalência de TEA. Quando o status socioeconômico é controlado para os indivíduos afro-americanos que pertencem a um nível socioeconômico mais alto há duas vezes mais probabilidade de se ter uma criança com TEA, em comparação com os brancos do mesmo nível socioeconômico.

Durkin MS, et al. (2010) Socioeconomic inequality in the prevalence of autism spectrum disorder: evidence from a U.S. cross-sectional study. PloS one 5(7):e11551.

Mas eu discordo. Quero compartilhar com vocês uma nova pesquisa publicada da China que encontrou em um estudo transversal e caso-controle, que quanto maior o nível de vitamina D, mais brando é o seu autismo.

Pesquisadores chineses recentemente replicaram um estudo similar ao da Arábia Saudita. Como o estudo da Arábia Saudita, o estudo chinês mostrou que a gravidade do TEA está inversamente associada com os níveis sanguíneos de vitamina D.

Gong ZL, Luo CM, Wang L, Shen L, Wei F, Tong RJ, Liu Y. Serum 25-hydroxyvitamin D levels in Chinese children with autism spectrum disorders. Neuroreport. 2013 Oct 1. [Epub ahead of print].

Os pesquisadores estudaram 48 crianças com TEA e as compararam a 48 pares controles.

Eles descobriram que os níveis médios de vitamina D foram um pouco menores nas crianças com TEA, 19,9 vs 22,2 ng/ml (p = 0,002).

Quando os pesquisadores analisaram os níveis sanguíneos de cada criança específica com TEA e os comparou com a gravidade do autismo, eles descobriram que as pontuações na Escala de Classificação de Autismo Infantil foram inversamente associadas com os níveis de 25(OH)D (r=0,41), quanto maior o nível sanguíneo de vitamina D, menos grave o autismo em seu gráfico, as duas crianças com TEA mais brandos  tiveram os mais altos níveis de 25(OH)D, enquanto que as crianças com TEA graves todas tinham níveis de 25(OH)D abaixo de 25 ng/ml.

Os autores concluíram,

“Estes resultados indicam que os menor níveis de 25(OH)D podem estar associados de forma independente com a gravidade do TEA entre pacientes chineses e menores níveis séricos de 25(OH)D poderiam ser considerados como um fator de risco independente para o TEA”.

Este estudo não prova a causalidade, pode ser que as crianças com autismo menos severos simplesmente saiam e obtenham mais exposição ao sol. Nós ainda precisamos de muito mais pesquisas olhando para a vitamina D e o TEA  e mais estudos como estes são extremamente necessários.

Como um aparte, eu estou muito convencido de vitamina D irá ajudar o TEA , eu estou iniciando uma pequena clínica particular de meio expediente baseada no uso de suplementos, como a vitamina D para ajudar a tratar o TEA. Além da vitamina D, creio outros suplementos tenham um efeito no tratamento do TEA, especialmente aqueles que aumentam a ingestão de cisteína. A presença de cisteína no intestino é uma etapa limitante da taxa de produção de glutationa, principal antioxidante do cérebro.

Se você estiver interessado, ou conhece alguém que possa estar, por favor me escreva em autisminfo@sloim.com .

Referências

Serum 25-hydroxyvitamin D levels in Chinese children with autism spectrum disorders.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Novo estudo: O papel da vitamina D na saúde e nas doenças do sistema nervoso

A vitamina D e os seus metabólitos têm numerosos papéis em matéria de saúde e de kopfschmerz / migränedoenças do sistema nervoso. Modelos animais têm sido fundamentais na contribuição para nosso conhecimento e entendimento das consequências da deficiência de vitamina D no desenvolvimento do cérebro e suas implicações para as doenças psiquiátricas e neurológicas adultas.

A execução in vitro  e dados de modelo animais fornecem evidências convincentes de que a vitamina D tenha um papel crucial na proliferação, diferenciação, neurotropismo, neuroproteção, neurotransmissão e na neuroplasticidade. A vitamina D exerce a suas funções biológicas não somente pelos processos celulares diretamente influenciados, mas também influenciando a expressão gênica através de elementos responsivos à vitamina D.

Neste estudo, publicado este mês na revista Neuropathology and Applied Neurobiology, os pesquisadores do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, liderados por Gabriele De Luca, PHD, MD, fizeram uma revisão destacando as evidências epidemiológicas, neuropatológicas, experimentais e genéticas moleculares implicando a vitamina D como uma candidata para influenciar a susceptibilidade a uma série de doenças neurológicas e psiquiátricas.

Os autores resumem:

“A força das evidências varia entre esquizofrenia, autismo, doença de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica, doença de Alzheimer e é especialmente forte para a esclerose múltipla.”

Fonte

Review: The role of vitamin D in nervous system health and disease. Agosto de 2013.

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Vitamina D: Proteção contra danos ao DNA

Como os leitores devem saber, acredito que uma das funções mais importantes da vitamina shutterstock_75447187D, recentemente descoberta, é o seu papel no reparo do DNA . A falta de reparo no DNA muitas vezes provoca mutações pontuais, como as vistas no autismo.

Reparação do DNA é uma coleção de processos pelos quais uma célula identifica e corrige os danos às moléculas de DNA que codificam o seu genoma. Em células humanas, ambas as atividades metabólicas normais, como oxidações do metabolismo aeróbico e fatores ambientais, como a radiação, causam danos ao DNA. Isto resulta em cerca de um milhão de lesões individuais de DNA por célula, por dia.

Muitas dessas lesões causam danos estruturais nas moléculas de DNA e podem alterar ou eliminar a capacidade da célula de copiar o código genético do DNA  afetado. Outras lesões induzem mutações potencialmente perigosas no genoma da célula, o que afeta a sobrevivência de suas células-filhas quando ela sofre divisões e multiplicações. Portanto, o processo de reparação está constantemente ativo, uma vez que responde aos danos na estrutura do DNA. Quando estes processos falham e quando a morte celular normal (apoptose) das células danificadas não ocorre, ​​podem ocorrer danos celulares irreparáveis.

Recentemente, o Dr. H Dorota Halicka e colegas do New York Medical College, revisaram a literatura sobre o papel da vitamina D no reparo do DNA e conduziram um experimento em células do cólon para verificar se vitamina D ativada reduziria os danos ao DNA.

Halicka HD, Zhao H, Li J, Traganos F, Studzinski GP, Darzynkiewicz Z. Attenuation of constitutive DNA damage signaling by 1,25-dihydroxyvitamin D3. Aging (Albany NY). 2012 Apr;4(4):270-8.

Os autores relatam o seguinte:

  1. Três estudos recentes utilizando perfilamento genético “revelaram que os genes de reparação do DNA estão, entre um grande número de genes cuja transcrição é induzida pela vitamina D ativada.”
  2. “Há ampla evidência de que a vitamina D ativada fornece proteção contra dano oxidativo ao DNA.”
  3. Vitamina D ativada regula diretamente um antioxidante essencial, a tioredoxina redutase.
  4. “Uma outra proteína antioxidante induzida pela vitamina D ativada é o superóxido dismutase.”
  5. Os autores descobriram que a vitamina D ativada diminuiu os danos no DNA em células do cólon.

Como os leitores sabem, a reparação do DNA é essencial para a sobrevivência da espécie. Tal reparação também ajuda a garantir que se viva neste mundo durante o tempo geneticamente atribuído, em vez de morrer jovem de uma das centenas de doenças reforçadas pela reparação defeituosa do DNA.

Os leitores também estão cientes de que a maior parte da genética replicada encontrada no autismo são evidências de mutações pontuais, um sinal revelador de reparo defeituoso do DNA. Esta é uma das razões pelas quais eu acredito que a epidemia de autismo tenha sido desencadeada por deficiências gestacionais de vitamina D e no início da infância. A falta de vitamina D para reparar o DNA pode estar causando as mutações pontuais tantas vezes vistas no autismo.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

Vitamina D pode reduzir risco autismo em crianças

Um novo estudo é somado ao corpo crescente de evidências de que a vitamina D ajuda a Foto: Vitamina D pode reduzir risco autismo em criançasUm novo estudo é somado ao corpo crescente de evidências de que a vitamina D ajuda a reduzir o risco de desenvolvimento de autismo .Para o estudo, os pesquisadores observaram a prevalência de autismo em crianças de 6-17 anos de acordo com o estado em que eles viviam. Eles descobriram que os estados com mais ultravioleta-B (UVB) solar no verão ou no outono registraram a metade das taxas de autismo em relação aos estados com menores quantidades.Nos estados com menor UVB solar, os negros americanos tiveram uma taxa 40% maior de autismo em relação os americanos brancos. Os negros americanos têm concentrações mais baixas de vitamina D, devido à pele escura e sendo o UVB solar é a principal fonte de vitamina D para a maioria das pessoas.Esta constatação leva à questão sobre saber se a doença ocorre devido à deficiência da materna de vitamina D durante a gravidez ou a deficiência de vitamina D no início de vida ou em ambos os casos.Outros estudos têm mostrado efeitos negativos sobre o desenvolvimento do cérebro do feto durante o terceiro trimestre da gravidez relacionados com a deficiência de vitamina D, incluindo o risco aumentado de problemas de esquizofrenia de linguagem. Além disso, um maior risco de autismo em nascimentos durante a primavera tem sido relatado em vários estudos.Uma das maneiras em que a vitamina D pode reduzir o risco de autismo durante a gravidez é através da redução do risco esporádico de mutações no DNA  de influenciar o desenvolvimento fetal. Outra é através da redução do risco de gripes e outras doenças infecciosas durante a gravidez, que têm sido associadas a um risco aumentado de esquizofrenia. A vitamina D também reduz a inflamação.No início da vida, a vitamina D pode reduzir o risco de autismo mediante o reforço do sistema imunitário do corpo e por reduzir a inflamação.Vários outros estudos recentes têm mostrado que a deficiência de vitamina D é comum entre crianças autistas. Uma vez desenvolvida a  doença, os sintomas podem ser reduzidos por tratamento da deficiência em crianças com autismo, embora isto continue a ser mostrado em ensaios clínicos controlados. O estudo foi publicado online no jornal peer-reviewed Dermato-EndocrinologyFonte: PschCentral.comreduzir o risco de desenvolvimento de autismo .

Para o estudo, os pesquisadores observaram a prevalência de autismo em crianças de 6-17 anos de acordo com o estado em que eles viviam. Eles descobriram que os estados com mais ultravioleta-B (UVB) solar no verão ou no outono registraram a metade das taxas de autismo em relação aos estados com menores quantidades.

Nos estados com menor UVB solar, os negros americanos tiveram uma taxa 40% maior de autismo em relação os americanos brancos. Os negros americanos têm concentrações mais baixas de vitamina D, devido à pele escura e sendo o UVB solar é a principal fonte de vitamina D para a maioria das pessoas.

Esta constatação leva à questão sobre saber se a doença ocorre devido à deficiência da materna de vitamina D durante a gravidez ou a deficiência de vitamina D no início de vida ou em ambos os casos.

Outros estudos têm mostrado efeitos negativos sobre o desenvolvimento do cérebro do feto durante o terceiro trimestre da gravidez relacionados com a deficiência de vitamina D, incluindo o risco aumentado de problemas de esquizofrenia de linguagem. Além disso, um maior risco de autismo em nascimentos durante a primavera tem sido relatado em vários estudos.

Uma das maneiras em que a vitamina D pode reduzir o risco de autismo durante a gravidez é através da redução do risco esporádico de mutações no DNA de influenciar o desenvolvimento fetal. Outra é através da redução do risco de gripes e outras doenças infecciosas durante a gravidez, que têm sido associadas a um risco aumentado de esquizofrenia. A vitamina D também reduz a inflamação.

No início da vida, a vitamina D pode reduzir o risco de autismo mediante o reforço do sistema imunitário do corpo e por reduzir a inflamação.

Vários outros estudos recentes têm mostrado que a deficiência de vitamina D é comum entre crianças autistas. Uma vez desenvolvida a doença, os sintomas podem ser reduzidos por tratamento da deficiência em crianças com autismo, embora isto continue a ser mostrado em ensaios clínicos controlados.

O estudo foi publicado online no jornal peer-reviewed Dermato-Endocrinology

Fonte: PschCentral

Vitamina D pode reduzir risco autismo em crianças

Mulheres que são deficientes em vitamina D durante a gravidez podem ter filhos com autismo, 

de acordo com uma recente revisão no Research in Developmental Disabilities.

A associação entre a deficiência de vitamina D e um risco aumentado para o autismo foi proposta nos últimos anos. Uma revisão atual teve intenção de confirmar uma associação entre a deficiência de vitamina D e o risco de autismo.

Eva Koovska do Instituto de Saúde e Bem-estar, da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, e seus colegas revisaram sistematicamente dados de diferentes grupos de pesquisas e encontraram evidências que confirmam a possibilidade de que a deficiência de vitamina D possa desempenhar um papel central na patogênese do autismo.

Os pesquisadores descobriram pelo menos duas áreas principais em que a deficiência de vitamina D estão envolvidas no desenvolvimento do autismo, sendo uma o cérebro e o outra a regulação gênica.

Os revisores concluíram: “A deficiência de vitamina D durante a gravidez ou a infância pode ser um gatilho ambiental para o autismo em indivíduos geneticamente predispostos. Com base nos resultados do presente estudo, defendemos o reconhecimento deste possívelmente importante papel da vitamina D no autismo e de pesquisas urgentes neste campo.”

Dr. John Cannell, diretor do Vitamin D Council, já analisou anteriormente a associação entre a deficiência de vitamina D e o risco de autismo. A evidência sugere que a vitamina D é muito importante para o desenvolvimento normal do cérebro.

A vitamina D está disponível através de suplementos alimentares ou de alguns alimentos, incluindo óleo de peixe de águas frias, como o salmão, ovos e cogumelos. Mas a fonte mais abundante desse nutriente são os raios UV. Infelizmente, não é conveniente a ficar exposto aos raios UV, razão pela qual muitas pessoas sofrem insuficiência de vitamina D ou a deficiência de vitamina D.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: FoodConsumer