Vitamina D aumenta as chances de sobrevivência ao câncer de intestino

O câncer de intestino, também conhecido como câncer de cólon ou colorretal (CCR), é um dos mais frequentes no mundo. sunshine-mainA manutenção de níveis suficientes de vitamina D pode ajudar a melhorar as chances de sobrevivência, segundo resultados de um estudo publicado esta semana no Journal of Clinical Oncology.

Uma pesquisa anterior realizada por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de San Diego, na Califórnia, sobre o câncer de mama, demonstrou resultados semelhantes. Eles descobriram que altos níveis séricos de vitamina D estavam fortemente relacionados com a sobrevivência à doença.

Meta-analysis of Vitamin D Sufficiency for Improving Survival of Patients with Breast Cancer. Mar 2014. 

Agora, cientistas da Universidade de Edimburgo analisaram amostras de sangue de 1.598 pacientes no pós-operatório do câncer de intestino. Eles puderam constatar que três quartos dos pacientes com níveis mais altos de vitamina D ainda estavam vivos após cinco anos, em comparação com menos de dois terços com os níveis mais baixos.

“Em pacientes com estágio I a III de CCR, os níveis plasmáticos pós-operatórios de vitamina D estão associados com diferenças clinicamente importantes nos resultados de sobrevivência, os níveis mais elevados sendo associados a um melhor resultado. Observamos interações entre os níveis de 25(OH)D e genótipo VDR, sugerindo uma relação causal entre a vitamina D e a sobrevivência”, concluem.

Os autores solicitaram por mais estudos para confirmar a influência da suplementação de vitamina D nos resultados do CCR. Apesar disso, certificar-se de que os pacientes com câncer de intestino tenham níveis suficientes de vitamina D pode ser uma indicação útil para melhorar o prognóstico da doença.

Fonte 

Plasma Vitamin D Concentration Influences Survival Outcome After a Diagnosis of Colorectal Cancer. Jul 2014.

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Você precisa deste super mineral para prevenir o câncer de cólon e melhorar a saúde cerebral

O declínio da memória e processos mentais normais, bem como aumento do risco de câncer Magnesiumdigestivo estão sempre presentes nas mentes de muitos adultos idosos. A degeneração da saúde cerebral que leva a demência de Alzheimer e uma dieta de vida ruim precipita o aumento do risco de câncer de cólon, ambas condições crônicas que podem ser facilmente prevenidas através da manutenção de estoques adequados de magnésio a nível celular através da suplementação e dieta saudável.

A deficiência de magnésio corre à solta com crianças e adultos de todas as idades, visto que o mineral essencial é de removido muitos alimentos e é grandemente deficiente na maioria das fontes vegetais naturais, devido ao esgotamento dos solos agrícolas. O magnésio é necessário para manter a integridade do material genético, reduzir a inflamação sistêmica e para realizar um conjunto de reações enzimáticas críticas. Décadas de ingestão abaixo do ideal são uma receita para a demência e o câncer. 

Uma equipe de pesquisadores publicou os resultados de um estudo publicado na revista Neuron para explicar como magnésio melhora diretamente a plasticidade sináptica. O principal autor do estudo, Dr. Guosong Liu concluiu que várias regiões do cérebro associadas ao aprendizado e a memória apresentaram melhoras significativas na função sináptica como resultado da suplementação dietética de magnésio. Ele observou “Nossos resultados sugerem que a elevação do teor de magnésio no cérebro através do aumento da ingestão de magnésio pode ser uma nova estratégia útil para aumentar as habilidades cognitivas”.

O magnésio diminui o risco de câncer de cólon, de maneira dose-dependente

Uma evidência adicional para a importância do magnésio na dieta foi publicada no American Journal of Clinical Nutrition . Os pesquisadores revisaram dados do questionário dietético em 768 participantes para determinar a freqüência de consumo de alimentos. Os cientistas também combinaram seis estudos prospectivos para encontrar uma associação significativa entre a ingestão dietética de magnésio e risco de adenomas colorretais. O estudo demonstrou que para cada aumento de 100 mg de magnésio ao dia, o risco de câncer de cólon diminui em 13 por cento.

Os pesquisadores que realizaram o estudo concluíram “Nossos resultados apoiam a hipótese de que uma maior ingestão de magnésio na dieta está associada a um menor risco de tumores colorretais . O consumo de alimentos ricos em magnésio pode ser uma nova via para explorar ainda mais a busca de estratégias de prevenção do câncer. “ Curiosamente, o estudo constatou que, embora a suplementação com magnésio reduza efetivamente o risco de câncer de cólon para todos, a redução ótima do risco foi observada para os participantes que estavam com sobrepeso ou obesos.

O magnésio reduz a inflamação celular que provoca um processo degenerativo lento em indivíduos com sobrepeso. O mineral também ajuda a evitar a degradação prematura do DNA que pode conduzir a mutações genéticas e ao desenvolvimento de tumores. Especialistas em nutrição recomendam a suplementação com 600 a 1.000 mg por dia, de uma forma de magnésio de qualidade, para prevenir a demência de Alzheimer e parar a progressão do câncer de cólon em sua trajetória.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Vitamina D e cálcio juntos podem praticamente erradicar o câncer

A GrassrootsHealth é uma organização de pesquisa em saúde pública trabalhando para acabar com a deficiência de vitamina D no mundo todo, através da educação, exames e ações. 41 pesquisadores internacionais de vitamina D concordam que uma ação de saúde pública imediata seja necessária – por meio de exames e de alcançar os níveis séricos de 40-60ng/ml. Dr. Cedric F. Garland faz um alerta sobre a deficiência global de vitamina D e suas implicações na saúde da população, cobra ações por parte dos governantes.