Estudo animal: inibição do câncer de mama com vitamina D

As ações anti-câncer da vitamina D e da sua forma hormonalmente ativa, o calcitriol, têm sido amplamente documentadas emcancer-de-mama estudos clínicos e pré-clínicos. Em um estudo recém publicado na revista Molecular Cancer Therapeutics, pesquisadores da Universidade Stanford , na Califórnia examinaram os efeitos da vitamina D dietética e do calcitriol nas células tumorais mamárias de ratos. O novo estudo contribuiu para elucidar alguns dos possíveis mecanismos de ação da vitamina D contra o câncer.

Primeiramente a pesquisa constatou que injeções de calcitriol ou de uma dieta suplementada com vitamina D causou um atraso notável no crescimento e na aparência dos tumores, enquanto uma dieta deficiente em vitamina D produziu um efeito inverso. “O calcitriol inibiu as células iniciadoras dos tumores de forma dependente de dose nas culturas primárias e a auto-renovação.” Uma combinação de calcitriol e de radiação ionizante inibiu a formação de esferóides mais do que qualquer tratamento sozinho”, disseram os pesquisadores.

Eles concluíram:

“Nossos resultados indicam que os compostos de vitamina D atingem o câncer de mama, reduzindo a atividade de iniciação de tumores. Nossos dados também sugerem que a combinação de compostos de vitamina D com terapias padrão irá aumentar a atividade anti-câncer e pode melhorar os resultados terapêuticos.”

No passado uma emissora de televisão americana produziu uma matéria sobre o potencial terapêutico e preventivo da vitamina D contra várias formas de câncer. Confira o vídeo legendado abaixo:

Fonte

“Inhibition of Mouse Breast Tumor Initiating Cells by Calcitriol and Dietary Vitamin D, Mol Cancer Ther”. Mol Cancer Ther, 2015.

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Importante para as mulheres! Evitar completamente a luz solar está associado a um aumento de 1.000% no câncer de mama

(Por Marc Sorenson, EdD, Sunlight Institute) – Enquanto eu estava pesquisando na National Library of Medicine Womens_health(PubMed) para obter informações sobre a luz solar e sua relação com o câncer de mama, uma peça profundamente importante da pesquisa surgiu. Uma pesquisa do Irã sobre a associação entre o risco de câncer e a vitamina D mostrou que baixos níveis de vitamina D previram apenas um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. No entanto, entre as mulheres que se cobrem totalmente, assim, não tem exposição à luz solar, havia mais de 10 vezes o aumento do risco da doença. [1]

A mensagem do estudo é que evitar a luz solar, como promulgado pela indústria dos protetores solares e sociedades dermatológicas, é uma das maiores fraudes já praticadas. Juntamente com os nossos hábitos alimentares lamentáveis, garante que o câncer de mama permaneça desenfreado. Mulheres (e homens), por favor, cuidem de si mesmos, obtendo a exposição regular à luz solar, que não queime. Esse hábito se correlaciona com uma redução não só no câncer de mama, mas também o câncer de próstata e cerca de 20 outros tipos de cânceres importantes. O sol não é seu inimigo. Basta usá-lo com sabedoria e não se queimar. E enquanto você faz isso, por favor, coma boas quantidades de bagas, frutas escuras e vegetais verdes.

Tenho escrito muitos artigos neste site sobre a luz solar e o câncer. Use a barra de busca para procurar e lê-los. Vou postar em breve mais um artigo sobre o câncer de próstata e a luz solar. Até então, feliz e seguro banho de sol!

Referências

[1] Bidgoli SA, Azarshab H. Role of vitamin D deficiency and lack of sun exposure in the incidence of premenopausal breast cancer: a case control study in Sabzevar, Iran. Asian Pac J Cancer Prev. 2014;15(8):3391-6.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Sunlight Institute

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Novo estudo: A vitamina D aumenta a sobrevida em pacientes de câncer de mama

Pacientes de câncer de mama com altos níveis séricos de vitamina D têm duas vezes mais 89191896chances de sobreviver a doença em relação a mulheres com baixos níveis deste nutriente, reportam pesquisadores da Universidade da Califórnia, Escola de Medicina de San Diego, na edição de março da Anticancer Research.

Em estudos anteriores, Cedric F. Garland, DrPH, professor do Departamento de Medicina Preventiva e Família, mostrou que níveis baixos de vitamina D estavam ligados a um alto risco de câncer de mama na pré-menopausa. Esta constatação, segundo ele, o levou a questionar a relação entre o 25-hidroxivitamina D – um metabólito produzido pelo organismo a partir da ingestão de vitamina D – e as taxas de sobrevivência do câncer de mama.

Garland e colegas realizaram uma análise estatística de cinco estudos de 25-hidroxivitamina D obtidos no momento do diagnóstico dos pacientes e seus acompanhamentos por uma média de nove anos. Combinados, os estudos incluíram 4.443 pacientes com câncer de mama.

“Metabólitos da vitamina D aumentam a comunicação entre as células ligando uma proteína que bloqueia a divisão celular agressiva”, disse Garland. “Enquanto os receptores de vitamina D estiverem presentes o crescimento do tumor é impedido e a expansão de seu fornecimento de sangue é evitada. Os receptores de vitamina D não estarão perdidos até que um tumor esteja muito avançado. Esta é a razão para uma melhor sobrevivência em pacientes cujos níveis sanguíneos de vitamina D sejam elevados.”

As mulheres do grupo sérico alto tiveram um nível médio de 30 nanogramas por mililitro (ng/ml) de 25-hidroxivitamina D no sangue. O grupo de média  baixa de 17 ng/ml. O nível médio em pacientes com câncer de mama nos Estados Unidos é de 17 ng/ml.

“O estudo tem implicações para a inclusão da vitamina D como adjuvante à terapia convencional do câncer de mama”, disse o co-autor Heather Hofflich, DO, UC San Diego professor associado do Departamento de Medicina.

Garland recomenda ensaios clínicos randomizados controlados para confirmarem as descobertas, mas sugeriu aos médicos considerarem a adição de vitamina D no tratamento padrão de um paciente de câncer de mama agora e, em seguida, acompanhar de perto o paciente.

“Não há nenhuma razão para esperar por mais estudos para incorporar suplementos de vitamina D em regimes de tratamentos padrão uma vez que uma dose segura de vitamina D necessária para alcançar altos níveis séricos acima de 30 nanogramas por mililitro já foi estabelecida”, disse Garland.

Uma meta-análise de 2011 de Garland e colegas estima que um nível sérico de 50 ng/ml esteja associado a 50 por cento menor risco de câncer de mama. Embora existam algumas variações na absorção, aqueles que consomem 4.000 unidades internacionais (UI) por dia de vitamina D a partir de alimentos ou de um suplemento normalmente atingiria um nível sérico de 50 ng/ml. Garland incita aos pacientes para pedirem a seus prestadores de cuidados de saúde para medirem seus níveis antes de aumentarem substancialmente a ingestão de vitamina D.

De acordo com o National Institutes of Health, a atual dose diária recomendada de vitamina D é de 600 UI para adultos e 800 UI para pessoas com mais de 70 anos de idade.

Outros contribuidores para o estudo incluem o primeiro autor Sharif B. Mohr e June Kim, Science Applications International Corporation e Edward D. Gorham, UCSD Departamento de Medicina Preventiva e Família.

O financiamento para o estudo foi fornecido, em parte, por uma alocação do Congresso para o Penn State Cancer Institute do Milton S. Hershey Medical Center, Hershey, PA, através de um acordo de pesquisa cooperativa.

Referências

Meta-analysis of Vitamin D Sufficiency for Improving Survival of Patients with Breast Cancer. Mar 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte UC San Diego

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Níveis de vitamina D e risco de câncer de mama: uma meta-análise de estudos prospectivos

Houveram alguns estudos com resultados controversos sobre a associação entre os níveis 7A761B77F8174CF78E3C4E1373668FA8.ashxséricos de vitamina D e o risco de câncer de mama. Para superar a deficiência destes estudos, pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Bioestatística da Hebei Medical University, na China, conduziram uma meta-análise de estudos prospectivos, incluindo estudos de caso-controle e estudos de coorte.

Eles pesquisaram o PubMed, o Embase e o Web of Science e a última data de recuperação foi de 24 março de 2013. A associação dose-resposta entre a concentração sérica de vitamina D e o risco de câncer de mama foi então avaliada.

Ao todo quatorze artigos com 9.110 casos de câncer de mama e 16.244 controles foram incluídos na meta-análise. No geral, os níveis séricos de vitamina D foram significativamente inversamente associados com o risco de câncer de mama.

A análise de dose-resposta verificou que cada incremento de 10 ng/mL na concentração sérica de vitamina D, foi associada com uma redução significativa de 3,2% no risco de câncer de mama.

Os autores concluíram:

“Esta meta-análise fornece evidências de uma associação significativa e inversa entre a concentração sérica de 25(OH)D e o risco de câncer de mama”.

Fonte

Serum 25-hydroxyvitamin D and breast cancer risk: a meta-analysis of prospective studies. Dez 2013.

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Câncer de mama 600% maior em mulheres com baixa vitamina D

A deficiência de vitamina D é a principal causa do câncer de mama entre as mulheres, Breast-Cancer-X-Ray-Resultsde acordo com um recente estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. O estudo, de autoria de uma equipe de cientistas de várias organizações, relata que as mulheres na Arábia Saudita, que têm níveis baixos de vitamina D têm seis vezes o risco de terem câncer de mama em relação às mulheres com níveis mais elevados. Pesquisadores incitam os demais a aumentarem sua ingestão de vitamina D para uma infinidade de benefícios de saúde que preservam a vida.

O estudo caso-controle analisou dados de 120 casos de câncer de mama e uma quantidade igual de controles. O estudo constatou que as mulheres da Arábia Saudita na categoria de vitamina D mais baixa, menos de 25 nmol/L (10 ng/ml), tinham seis vezes o risco para o câncer de mama evasivo em relação às pessoas nas categorias mais elevadas do status de vitamina D, maiores que 50 nmol/L (20 ng/ml). As mulheres na Arábia Saudita, mesmo residentes em uma área de alta exposição UV da luz solar, têm níveis muito baixos de vitamina D. Isto é devido à um moderno estilo de vida interior, tipos de pele mais escuros, práticas culturais de vestimenta e o fato de que a oferta de alimentos não é fortificada com vitamina D, como é no Canadá e nos EUA.

Os dados coletados para o estudo indicaram que os casos de câncer de mama tinham significativamente mais baixas concentrações séricas de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D], com uma média de 9,4 ng/mL, em relação aos controles, cuja média foi de 15,4 ng/mL.

“Estes resultados não são surpreendentes”, diz Dr. Cedric Garland, Professor do Departamento da Família e Medicina Preventiva da UCSD. “Existem numerosos estudos que suportam que as mulheres precisam de níveis de vitamina D superiores às orientações do Instituto de Medicina (IOM) de 50 nmol/L (20 ng/ml) para ajudar a prevenir o câncer de mama.” (http://www.prweb.com)

“Nosso estudo, publicado no Annals of Epidemiology, em julho de 2009, relatou que a elevação dos níveis séricos femininos de 25(OH)D de 100 a 150 nmol/L (40 a 60 ng/ml) impediria 58.000 novos casos de câncer de mama e três quartos das mortes por esta doença nos EUA e no Canadá.”, acrescentou Dr. Garland. “Precisamos de ajuda e suporte da comunidade médica, especialmente os médicos de família para comunicar isto aos seus pacientes e inserir a oportunidade de prevenção do câncer de mama da vitamina D na prática diária para preservar vidas.” (http://www.prweb.com)

“Os níveis ideais de vitamina D têm o potencial para reduzir drasticamente os casos de câncer de mama no Canadá e nos EUA”, disse Perry Holman, diretor executivo do Vitamin D Society. “O Vitamin D Society recomenda que as pessoas tenham os seus níveis de 25(OH)D testados pelo seu médico de família ou através da compra de um kit de teste caseiro através de prestadores de saúde, como a GrassrootsHealth.net . Se o resultado do teste de vitamina D for baixo, abaixo de 100 nmol/L no Canadá ou 40 ng/ml nos EUA, tomar medidas imediatas para aumentar a sua ingestão de vitamina D”. (http://www.prweb.com)

Arash Hossein-mirelly, MD, PhD, Michael F. Holick, PhD, MD, do Boston University Medical Center publicaram um artigo, “Vitamina D Para a Saúde: Uma Perspectiva Geral,” detalhando os benefícios de saúde associados à vitamina D. O artigo descreve como a deficiência de vitamina D continua a ser um problema na sociedade atual e os riscos associados à ela. “Pelo motivo da gordura corporal poder seqüestrar a vitamina D, é agora reconhecido que crianças e adultos que são obesos necessitam de 2 a 5 vezes mais vitamina D, para tratar e prevenir a deficiência de vitamina D,” escrevem Hossein-mirelly e Holick, sugerindo que as preocupantes taxas de obesidade da América podem significar que um número crescente de cidadãos está sofrendo de deficiência de vitamina D, quer compreendam isso ou não. (http://www.mayoclinicproceedings.org)

A vitamina D pode ser encontrada naturalmente em muito poucos alimentos. Salmão selvagem e cogumelos expostos aos raios UV são dois dos escasso itens alimentares naturais que contém vitamina D. Apesar disso, o artigo de Hossein-nzhad e Holick prossegue listando outras fontes disponíveis de vitamina D e como aumentar a absorção do importante nutriente:

“A ingestão de vitamina D pode ser aumentada pela ingestão de alimentos enriquecidos com vitamina D. Uma recente revisão sistemática encontrou que a fortificação de alimentos com vitamina D (especialmente no leite) é eficaz em aumentar significativamente os níveis de 25(OH)D na população. 7, 252 outros alimentos incluindo alguns cereais, sucos, algumas margarinas e outros produtos lácteos. A ingestão média individual de cerca de 11 µg/d  (440 UI/d), a partir de alimentos fortificados (intervalo de 120 a 1000 UI/d) aumenta as concentrações de 25 (OH) D em 7,7 ng/ml, correspondendo a um aumento de 0,48 ng/mL de 25(OH)D para cada 40 UI (1 µg/d) ingeridos. ” (http://www.mayoclinicproceedings.org)

O trabalho de Hossein-nzhad e Holick termina com conselhos, incitando os leitores a aumentarem suas quantidades de ingestão vitamina D: “Existe potencialmente um grande benefício (em termos de melhoria da saúde e bem-estar geral) em aumentar os níveis séricos de 25(OH)D acima de 30 ng/mL. Uma estratégia eficaz para prevenir a insuficiência e a deficiência de vitamina D é obter alguma exposição solar sensata, ingerir alimentos que contenham vitamina D e tomar um suplemento de vitamina D.” (http://www.mayoclinicproceedings.org)

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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A vitamina D pode ser a chave para o tratamento e prevenção de câncer de mama agressivo

O câncer de mama atinge mais 250.000 mulheres nos Estados Unidos a Dna-Concept-Double-Helixcada ano, tirando a vida de quase 40.000 anualmente. Enquanto a idade, estilo de vida, dieta e atividades físicas desempenham um papel significativo no desenvolvimento da doença, um número estimado de 15 por cento das mulheres são vítimas devido a susceptibilidade genética. Opções atuais de tratamento incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapia de vacinas, apesar de extensas pesquisas demonstrarem claramente que os compostos naturais, incluindo a vitamina D podem desempenhar um papel eficaz na prevenção e ainda no tratamento do câncer de mama.

Pesquisadores da Universidade de Saint Louis descobriram um caminho molecular que contribui para o câncer de mama triplo-negativo, uma forma muitas vezes fatal e resistente ao tratamento do câncer que tende a afetar mulheres mais jovens. Publicado no The Journal of Cell Biology, cientistas identificaram a vitamina D e alguns inibidores de protease como possíveis novas terapias. Além disso, a equipe do estudo descobriu um conjunto de três biomarcadores que podem ajudar a identificar pacientes que poderiam se beneficiar do tratamento.

Os cientistas sabem que as mulheres que nascem com mutação do gene BRCA1 estão em maior risco para o desenvolvimento de câncer de mama e de ovário em suas vidas e os tumores que surgem são freqüentemente do tipo triplo-negativo. A expressão genética tem sido identificada como a principal via que permite que as células tumorais cresçam sem controle. A equipe de estudo identificou como a vitamina D desempenha um papel em desligar esta via, fornecendo uma estratégia segura e eficaz para combater estes tipos de tumores.

A vitamina D altera a expressão gênica evitando mutações fatais e diminuindo o risco do câncer de mama

Os pesquisadores procuraram identificar genes específicos que expressem ou suprimam a produção de proteínas que, por fim, protegem ou promovem o desenvolvimento de células cancerosas. Cada célula contém um extenso leque de mecanismos concebidos para proteger a integridade do DNA e evitar a passagem de mutações potencialmente prejudiciais para a próxima geração de células-filhas. O BRCA1 é um gene supressor de tumores bem conhecido, uma vez que ajuda a reparar quebras de DNA de cadeia dupla, ajudando a prevenir a fase inicial das linhas do câncer de mama. A perda da capacidade de reparação do gene BRCA1 aumenta consideravelmente o risco de desenvolver câncer.

A equipe do estudo identificou um fator crítico de reparação do DNA conhecido como 53BP1 que se torna prejudicado com a degradação do gene BRCA1 e determinou que o tratamento de células tumorais deficientes de BRCA1 com vitamina D restaura níveis elevados de 53BP1, que resulta em aumento da instabilidade genômica e proliferação reduzida. A equipe determinou que o tratamento com uma combinação de vitamina D e inibidores da PARP poderia representar uma nova estratégia terapêutica para o câncer de mama com prognósticos ruins.

Extensas pesquisas ao longo da última década demonstram claramente que níveis subótimos de vitamina D aumentam significativamente o risco de muitas formas de câncer, visto que o hormônio desbloqueia o modelo necessário à replicação celular precisa e supressão de mutações. Este importante estudo é um dos primeiros a identificar a vitamina D como uma chave para a prevenção e tratamento até mesmo nos casos mais resistentes de linhas de câncer de mama triplo-negativo. A maioria das mulheres vai querer se assegurar que mantêm níveis sanguíneos ideais de vitamina D entre 50 e 70 ng/mL (mais elevados para aquelas que lutam contra a doença) para proteção contra esta forma fatal de câncer de mama.

Referências:

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Câncer de mama praticamente “erradicado” com níveis mais elevados de vitamina D

Em um encontro de pesquisadores da vitamina D, recentemente realizado em Torontobreast_cancer, Dr. Cedric Garland fez um anúncio de grande sucesso: o câncer de mama pode ser praticamente “erradicado”, elevando-se os níveis de vitamina D.

A vitamina D é “a cura” para o câncer de mama que a indústria do câncer ridiculamente afirma estar procurando. A cura já existe! Mas a indústria do câncer de mama simplesmente se recusa a reconhecer qualquer “cura” que não envolva a mamografia, quimioterapia ou fármacos de alto rendimento.

Vitamina D finalmente está ganhando alguns dos reconhecimentos que merece como um nutriente milagroso anti-câncer. É a solução para a prevenção do câncer. Ela poderia salvar centenas de milhares de vidas por ano só nos EUA. Mesmo Dr. Andrew Weil recentemente elevou sua recomendação de vitamina D a 2.000 UI por dia.

Esta é a vitamina que poderia destruir a indústria de câncer e salvar milhões de mulheres do câncer degradante, “tratamentos” prejudiciais empurrados pela medicina convencional. Não admira que eles não queiram falar sobre isso! A indústria do câncer prefere manter as mulheres ignorantes sobre essa vitamina que poderia poupar seus seios e suas vidas.

Abaixo estou reimprimindo a declaração completa do Dr. Cedric Garland após a conferência da vitamina D realizada recentemente em Toronto (2009).

Declaração do Dr. Cedric Garland

O câncer de mama é uma doença tão diretamente relacionada à deficiência de vitamina D que o risco de uma mulher de contrair a doença pode ser “virtualmente erradicado”, elevando seu status de vitamina D ao que os cientistas da vitamina D consideram ser níveis sanguíneos naturais.

Essa é a mensagem que o Dr. Cedric Garland, pioneiro da vitamina D, entregou em Toronto terça-feira como parte da conferência ” Diagnóstico e Tratamento da Deficiência de Vitamina D ” da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto – o maior encontro de pesquisadores da vitamina D na América do Norte este ano . Mais de 170 pesquisadores, funcionários de saúde pública e profissionais de saúde se reuniram no clube da Faculdade da UT para este evento marco.

A apresentação do Dr. Garland destacou uma entrevista que analisou vários aspectos do campo emergente da pesquisa da vitamina D – uma disciplina em expansão que tem visto mais de 3.000 trabalhos acadêmicos apenas este ano, disseram os organizadores da conferência. Isso faz com que a vitamina D, de longe, seja o tema mais prolífico em medicina este ano, com trabalhos conectando a redução do risco em duas dúzias de formas de câncer, doenças cardíacas, esclerose múltipla e muitas outras doenças.

Dr. Reinhold Vieth, Professor Associado do Departamento de Medicina Laboratorial e Patobiologia da Universidade de Toronto e diretor do Laboratório Osseo e Mineral e no Hospital Mount Sinai, organizou o evento em conjunto com GrassrootsHealth – um grupo de defesa internacional da vitamina D, fundada pela sobrevivente do câncer de mama Carole Baggerly.

Baggerly implorou ao grupo de pesquisa a agir e incentivar os canadenses a saberem mais sobre a vitamina D e para aumentarem seus níveis de vitamina D.

Estima-se que 22.700 mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama em 2009, segundo os últimos dados da Canadian Cancer Society.

Cerca de 97 por cento dos canadenses são deficiente de vitamina D em algum momento no ano, de acordo com a pesquisa da Universidade de Calgary – em grande parte devido às latitudes do norte do Canadá e a fraca exposição solar. Luz solar é de longe a fonte mais abundante de vitamina D – chamada de “vitamina do sol” – com salmão e leite fortificado sendo as outras fontes. A suplementação de vitamina D ajuda a elevar os níveis para muitos também.

O painel “D-action” da GrassrootsHealth – 30 dos principais pesquisadores da vitamina D no mundo D e muitos outros adeptos – recomenda 2.000 UI de vitamina D por dia e níveis de vitamina D no sangue de 40 a 60 nanogramas por mililitro conforme medido por um exame de sangue de vitamina D.

Vieth apontou que os níveis de vitamina D naturais dos mamíferos que vivem em ambiente externo, em climas quentes, é superior – até 80 nanogramas por mililitro. E Garland, cuja apresentação foi intitulada “Câncer de mama como uma doença da deficiência de vitamina D” apresentou dados mostrando que elevando o status de vitamina D perto destes níveis reduziu-se o risco de câncer de mama por mais de 77 por cento.

“A vitamina da luz solar” já foi pensada apenas para a saúde óssea, ajudando o processo de cálcio do corpo. Mas os trabalhos mais recente tem mostrado que todas as células do corpo tem “receptores da vitamina D”, que ajudam a controlar o crescimento celular normal. Além disso, Garland apresentou novos elementos de provas de que baixos níveis de vitamina D comprometem a integridade da ligação celular à base de cálcio nos tecidos, que quando erodida permite que células do câncer se espalhem mais facilmente.

Grassroots Health está tentando aumentar consciência sobre a vitamina D entre os canadenses. Apesar do nível de epidemia de deficiência de vitamina D no Canadá, menos de 9 por cento dos canadenses já tiveram seus níveis de vitamina D verificados por um profissional e a maior parte dos que já testaram não sabe seu nível sanguíneo de vitamina D.

Referências

http://www.lef.org/news/LefDailyNews.htm?NewsID=8973&Section=VITAMINS&source=DHB_091106&key=Body+Title

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Leia também

Entrevista com Dr. Cedric Garland – A vitamina D na prevenção do câncer de mama

Apresentação de Carole Baggerly no Simpósio de Vitamina D em Omaha – Vitamina D e o câncer de mama

Última atualização de página: 13 de novembro de 2013

Novo estudo: Vitamina D para o tratamento da forma mais letal de câncer de mama

Pesquisas recém publicadas no The Journal of Cell Biology revelam duas descobertas vitamind_womanimportantes sobre uma das formas mais agressivas e difíceis de tratar de câncer de mama. Pesquisadores liderados por Susana Gonzalo, Ph.D., professora assistente de bioquímica e biologia molecular na Universidade de Saint Louis, descobriram um caminho molecular que contribui para o câncer de mama triplo-negativo. Esta forma muitas vezes letal de câncer de mama tende a atingir mulheres mais jovens e é resistente aos tratamentos já existentes – mas Gonzalo e seus colegas agora acreditam que a vitamina D possa ser um tratamento para muitas mulheres com esta forma letal de câncer de mama.

A equipe de pesquisa de Gonzalo identificou um caminho molecular nas mulheres que nascem com mutações no gene BRCA1, colocando-as em risco maior para desenvolver câncer de mama e de ovário, frequentemente do tipo triplo-negativo. Quando essa via é ativada, os tumores crescem sem controle e tendem a não ser sensíveis aos tratamentos padrões para câncer. A quimioterapia atualmente usada para tratar este tipo de câncer raramente é eficaz e traz efeitos colaterais graves.

Mas aqui está a nova e esperançosa notícia. Experimentos realizados no laboratório de Gonzalo, em colaboração com os laboratórios de Xavier Matias-Guiu e Adriana Duso no Instituto de Pesquisa Biomédicas em Lleida, Espanha, mostraram que a ativação dessa nova via permite que as células tumorais cresçam sem controle. No entanto, foi verificado que a vitamina D tem a capacidade de desligar esta rota biológica.

O resultado? De acordo com os pesquisadores, a vitamina D pode ser uma “estratégia segura e de baixo custo para combater estes tipos de tumores.”

Em uma declaração à imprensa, os pesquisadores pontuaram que eles estão esperançosos de que, no futuro, as mulheres com câncer de mama  triplo-negativo possam se beneficiar de um tratamento que inclua a vitamina D. “Como em todas as pesquisas de laboratório, a vitamina D como terapia terá que ser estudada em um ensaio clínico antes dos médicos reconhecerem o quão segura ou eficaz ela será”, afirmaram.

A nova pesquisa se soma a outras descobertas de que a vitamina D pode desempenhar um papel importante na prevenção e tratamento do câncer de mama. Por exemplo, um estudo realizado por cientistas do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, em colaboração com pesquisadores do Hospital da Universidade de Hamburg-Eppendorf e publicado na revista médica Carcinogenesis, encontrou evidências de que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tinham claramente um aumento substancial do risco de câncer de mama.

Outro estudo relatado anteriormente pela NaturalNews, da Universidade do Rochester Medical Center descobriu que a grande maioria das mulheres submetidas ao tratamento do câncer de mama tinha níveis séricos de vitamina D muito baixos. Além do mais, as mulheres cuja doença progrediu para a fase final de câncer (ou seja, terminal) apresentaram os menores níveis dessa vitamina.

Referências

“BRCA1 loss activates cathepsin L-mediated degradation of 53BP1 in breast cancer cells” Autores: Grotsky DA, Gonzalez-Suarez I, Novell A, Neumann MA, Yaddanapudi SC, Croke M, Martinez-Alonso M, Redwood AB, Ortega-Martinez S, Feng Z, Lerma E, Ramon y Cajal T, Zhang J, Matias-Guiu X, Dusso A, Gonzalo S.

Fonte NaturalNews.com

Veja também:

Reportagem da ABC News – A vitamina D no tratamento do câncer

Vitamina D na prevenção do câncer de mama

Carole Baggerly entrevista  Dr. C. F. Garland, onde fala sobre as estatísticas passadas sobre o câncer de mama nos EUA, consideração sobre 200 estudos observacionais e, particularmente, um estudo de Lappy e Heaney que mostra que 80% do câncer de mama pode ser prevenido com vitamina D e cálcio, alcançando os níveis séricos entre 40 e 60 ng/ml de 25(OH)D.

Pontos quânticos fornecem vitamina D para o tratamento de tumores de câncer de mama

Cientistas descobriram recentemente uma abordagem experimental para combater o 1939_woman_in_beanie_looking_upcâncer inflamatório da mama (CIM), uma forma muito rara e agressiva de câncer de mama.

A nova abordagem usa a forma ativa da vitamina D3, o calcitriol , que é entregue por pontos quânticos para tumores CIM em ratos. Pontos quânticos são minúsculos veículos de entrega projetados que podem se dirigir diretamente para o local do tumor.

Pesquisas epidemiológicas passadas mostram que as mulheres com baixos níveis de vitamina D no momento do diagnóstico de câncer de mama são 94% mais propensas a ter câncer que se espalha para outras partes do corpo, em comparação com as mulheres com adequada vitamina D.

A mais recente descoberta mostra os pontos quânticos podem transportar rapidamente altas concentrações de calcitriol para locais tumorais específicos, bem como através do sistema linfático onde o câncer se espalha.

CIM são especialmente agressivos e difíceis de tratar. Possuem uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 40% em relação a 87% de todos os outros cânceres de mama. Um grande fator que o torna difícil de atingir e tratar totalmente é o seu padrão de crescimento agressivo. Opções de tratamento anteriores tais como uma combinação de radioterapia, quimioterapia e cirurgia não melhoraram significativamente as taxas de sobrevivência de CIM.

“Novas terapias CIM são urgentemente necessárias, razão pela qual o objetivo do meu trabalho é encontrar um tratamento eficaz para o câncer inflamatório da mama, especialmente um com menos efeitos colaterais”, conclui a autora Anja Nohe.

Referências
Nohe A, et al. Using calcitriol conjugated quantum dots to target inflammatory breast cancer tumors and metastasis in vivo. Presented at the 57th Annual Biophysical Society Meeting.

Weiss ER. Quantum dots deliver vitamin D to tumors for possible inflammatory breast cancer treatment. Eurek Alert. Feb 2013.

Fonte Vitamin D Council