Níveis de vitamina D e risco de câncer de mama: uma meta-análise de estudos prospectivos

Houveram alguns estudos com resultados controversos sobre a associação entre os níveis 7A761B77F8174CF78E3C4E1373668FA8.ashxséricos de vitamina D e o risco de câncer de mama. Para superar a deficiência destes estudos, pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Bioestatística da Hebei Medical University, na China, conduziram uma meta-análise de estudos prospectivos, incluindo estudos de caso-controle e estudos de coorte.

Eles pesquisaram o PubMed, o Embase e o Web of Science e a última data de recuperação foi de 24 março de 2013. A associação dose-resposta entre a concentração sérica de vitamina D e o risco de câncer de mama foi então avaliada.

Ao todo quatorze artigos com 9.110 casos de câncer de mama e 16.244 controles foram incluídos na meta-análise. No geral, os níveis séricos de vitamina D foram significativamente inversamente associados com o risco de câncer de mama.

A análise de dose-resposta verificou que cada incremento de 10 ng/mL na concentração sérica de vitamina D, foi associada com uma redução significativa de 3,2% no risco de câncer de mama.

Os autores concluíram:

“Esta meta-análise fornece evidências de uma associação significativa e inversa entre a concentração sérica de 25(OH)D e o risco de câncer de mama”.

Fonte

Serum 25-hydroxyvitamin D and breast cancer risk: a meta-analysis of prospective studies. Dez 2013.

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Pesquisa da Holanda mostra uma diminuição no câncer de pele e em outros tipos de câncer com um aumento na exposição solar diária regular

Uma pesquisa recente da Holanda afirma que uma mudança da exposição solar diária para woman-sunlight-exposureuma exposição intermitente tem se correlacionado a um aumento no câncer de pele e isso sugere que a exposição moderada e freqüente seja o melhor conselho para as pessoas que vivem no país. [1] Os pesquisadores também afirmam que a exposição freqüente seja um fator protetor contra câncer colorretal, câncer de próstata, câncer de mama e linfoma não Hodgkin, bem como para a esclerose múltipla e para a síndrome metabólica.

Curiosamente a revista menciona que o ritmo circadiano é afetado pela luz. Ela postula que baixos níveis de luz durante o dia e também altos níveis de luz ao entardecer e durante a noite podem enfraquecer e perturbar o ritmo, o que poderia ser um fator de risco para alguns tipos de câncer e para a síndrome metabólica. Tais idéias foram estudadas anteriormente e indicaram que a ruptura do ritmo circadiano, devido ao trabalho noturno, pode levar a um aumento do risco de câncer de mama e colorretal em mulheres. [2] [3]

Seja qual for a razão, o que também pode estar relacionada com a produção de vitamina D entre os que são regularmente expostos à luz solar, as evidências para os benefícios de saúde da luz solar segura se tornam mais claras a cada dia. Eu opinei que milhões de vidas poderiam ser salvas anualmente pela exposição solar regular, que não queime, para toda a população.

Referências

  1. van der Rhee HJ, Coomans CP, van de Velde P, Coebergh JW, de Vries E. [Illness, health and sunlight]. Ned Tijdschr Geneeskd 2013;157(46)
  2. Davis S, Mirick DK. Circadian disruption, shift work and the risk of cancer: a summary of the evidence and studies in Seattle. Cancer Causes Control 2006;17:539-45.
  3. Reparto di Chirurgia Generale A/D, Policlinico Sant’Andrea, Sapienza Università di Roma. [Night work as a possible risk factor for breast cancer in nurses. Correlation between the onset of tumors and alterations in blood melatonin levels]. Prof Inferm. 2007;60:89-93.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Sunlight Institute

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Você precisa deste super mineral para prevenir o câncer de cólon e melhorar a saúde cerebral

O declínio da memória e processos mentais normais, bem como aumento do risco de câncer Magnesiumdigestivo estão sempre presentes nas mentes de muitos adultos idosos. A degeneração da saúde cerebral que leva a demência de Alzheimer e uma dieta de vida ruim precipita o aumento do risco de câncer de cólon, ambas condições crônicas que podem ser facilmente prevenidas através da manutenção de estoques adequados de magnésio a nível celular através da suplementação e dieta saudável.

A deficiência de magnésio corre à solta com crianças e adultos de todas as idades, visto que o mineral essencial é de removido muitos alimentos e é grandemente deficiente na maioria das fontes vegetais naturais, devido ao esgotamento dos solos agrícolas. O magnésio é necessário para manter a integridade do material genético, reduzir a inflamação sistêmica e para realizar um conjunto de reações enzimáticas críticas. Décadas de ingestão abaixo do ideal são uma receita para a demência e o câncer. 

Uma equipe de pesquisadores publicou os resultados de um estudo publicado na revista Neuron para explicar como magnésio melhora diretamente a plasticidade sináptica. O principal autor do estudo, Dr. Guosong Liu concluiu que várias regiões do cérebro associadas ao aprendizado e a memória apresentaram melhoras significativas na função sináptica como resultado da suplementação dietética de magnésio. Ele observou “Nossos resultados sugerem que a elevação do teor de magnésio no cérebro através do aumento da ingestão de magnésio pode ser uma nova estratégia útil para aumentar as habilidades cognitivas”.

O magnésio diminui o risco de câncer de cólon, de maneira dose-dependente

Uma evidência adicional para a importância do magnésio na dieta foi publicada no American Journal of Clinical Nutrition . Os pesquisadores revisaram dados do questionário dietético em 768 participantes para determinar a freqüência de consumo de alimentos. Os cientistas também combinaram seis estudos prospectivos para encontrar uma associação significativa entre a ingestão dietética de magnésio e risco de adenomas colorretais. O estudo demonstrou que para cada aumento de 100 mg de magnésio ao dia, o risco de câncer de cólon diminui em 13 por cento.

Os pesquisadores que realizaram o estudo concluíram “Nossos resultados apoiam a hipótese de que uma maior ingestão de magnésio na dieta está associada a um menor risco de tumores colorretais . O consumo de alimentos ricos em magnésio pode ser uma nova via para explorar ainda mais a busca de estratégias de prevenção do câncer. “ Curiosamente, o estudo constatou que, embora a suplementação com magnésio reduza efetivamente o risco de câncer de cólon para todos, a redução ótima do risco foi observada para os participantes que estavam com sobrepeso ou obesos.

O magnésio reduz a inflamação celular que provoca um processo degenerativo lento em indivíduos com sobrepeso. O mineral também ajuda a evitar a degradação prematura do DNA que pode conduzir a mutações genéticas e ao desenvolvimento de tumores. Especialistas em nutrição recomendam a suplementação com 600 a 1.000 mg por dia, de uma forma de magnésio de qualidade, para prevenir a demência de Alzheimer e parar a progressão do câncer de cólon em sua trajetória.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Câncer de mama 600% maior em mulheres com baixa vitamina D

A deficiência de vitamina D é a principal causa do câncer de mama entre as mulheres, Breast-Cancer-X-Ray-Resultsde acordo com um recente estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. O estudo, de autoria de uma equipe de cientistas de várias organizações, relata que as mulheres na Arábia Saudita, que têm níveis baixos de vitamina D têm seis vezes o risco de terem câncer de mama em relação às mulheres com níveis mais elevados. Pesquisadores incitam os demais a aumentarem sua ingestão de vitamina D para uma infinidade de benefícios de saúde que preservam a vida.

O estudo caso-controle analisou dados de 120 casos de câncer de mama e uma quantidade igual de controles. O estudo constatou que as mulheres da Arábia Saudita na categoria de vitamina D mais baixa, menos de 25 nmol/L (10 ng/ml), tinham seis vezes o risco para o câncer de mama evasivo em relação às pessoas nas categorias mais elevadas do status de vitamina D, maiores que 50 nmol/L (20 ng/ml). As mulheres na Arábia Saudita, mesmo residentes em uma área de alta exposição UV da luz solar, têm níveis muito baixos de vitamina D. Isto é devido à um moderno estilo de vida interior, tipos de pele mais escuros, práticas culturais de vestimenta e o fato de que a oferta de alimentos não é fortificada com vitamina D, como é no Canadá e nos EUA.

Os dados coletados para o estudo indicaram que os casos de câncer de mama tinham significativamente mais baixas concentrações séricas de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D], com uma média de 9,4 ng/mL, em relação aos controles, cuja média foi de 15,4 ng/mL.

“Estes resultados não são surpreendentes”, diz Dr. Cedric Garland, Professor do Departamento da Família e Medicina Preventiva da UCSD. “Existem numerosos estudos que suportam que as mulheres precisam de níveis de vitamina D superiores às orientações do Instituto de Medicina (IOM) de 50 nmol/L (20 ng/ml) para ajudar a prevenir o câncer de mama.” (http://www.prweb.com)

“Nosso estudo, publicado no Annals of Epidemiology, em julho de 2009, relatou que a elevação dos níveis séricos femininos de 25(OH)D de 100 a 150 nmol/L (40 a 60 ng/ml) impediria 58.000 novos casos de câncer de mama e três quartos das mortes por esta doença nos EUA e no Canadá.”, acrescentou Dr. Garland. “Precisamos de ajuda e suporte da comunidade médica, especialmente os médicos de família para comunicar isto aos seus pacientes e inserir a oportunidade de prevenção do câncer de mama da vitamina D na prática diária para preservar vidas.” (http://www.prweb.com)

“Os níveis ideais de vitamina D têm o potencial para reduzir drasticamente os casos de câncer de mama no Canadá e nos EUA”, disse Perry Holman, diretor executivo do Vitamin D Society. “O Vitamin D Society recomenda que as pessoas tenham os seus níveis de 25(OH)D testados pelo seu médico de família ou através da compra de um kit de teste caseiro através de prestadores de saúde, como a GrassrootsHealth.net . Se o resultado do teste de vitamina D for baixo, abaixo de 100 nmol/L no Canadá ou 40 ng/ml nos EUA, tomar medidas imediatas para aumentar a sua ingestão de vitamina D”. (http://www.prweb.com)

Arash Hossein-mirelly, MD, PhD, Michael F. Holick, PhD, MD, do Boston University Medical Center publicaram um artigo, “Vitamina D Para a Saúde: Uma Perspectiva Geral,” detalhando os benefícios de saúde associados à vitamina D. O artigo descreve como a deficiência de vitamina D continua a ser um problema na sociedade atual e os riscos associados à ela. “Pelo motivo da gordura corporal poder seqüestrar a vitamina D, é agora reconhecido que crianças e adultos que são obesos necessitam de 2 a 5 vezes mais vitamina D, para tratar e prevenir a deficiência de vitamina D,” escrevem Hossein-mirelly e Holick, sugerindo que as preocupantes taxas de obesidade da América podem significar que um número crescente de cidadãos está sofrendo de deficiência de vitamina D, quer compreendam isso ou não. (http://www.mayoclinicproceedings.org)

A vitamina D pode ser encontrada naturalmente em muito poucos alimentos. Salmão selvagem e cogumelos expostos aos raios UV são dois dos escasso itens alimentares naturais que contém vitamina D. Apesar disso, o artigo de Hossein-nzhad e Holick prossegue listando outras fontes disponíveis de vitamina D e como aumentar a absorção do importante nutriente:

“A ingestão de vitamina D pode ser aumentada pela ingestão de alimentos enriquecidos com vitamina D. Uma recente revisão sistemática encontrou que a fortificação de alimentos com vitamina D (especialmente no leite) é eficaz em aumentar significativamente os níveis de 25(OH)D na população. 7, 252 outros alimentos incluindo alguns cereais, sucos, algumas margarinas e outros produtos lácteos. A ingestão média individual de cerca de 11 µg/d  (440 UI/d), a partir de alimentos fortificados (intervalo de 120 a 1000 UI/d) aumenta as concentrações de 25 (OH) D em 7,7 ng/ml, correspondendo a um aumento de 0,48 ng/mL de 25(OH)D para cada 40 UI (1 µg/d) ingeridos. ” (http://www.mayoclinicproceedings.org)

O trabalho de Hossein-nzhad e Holick termina com conselhos, incitando os leitores a aumentarem suas quantidades de ingestão vitamina D: “Existe potencialmente um grande benefício (em termos de melhoria da saúde e bem-estar geral) em aumentar os níveis séricos de 25(OH)D acima de 30 ng/mL. Uma estratégia eficaz para prevenir a insuficiência e a deficiência de vitamina D é obter alguma exposição solar sensata, ingerir alimentos que contenham vitamina D e tomar um suplemento de vitamina D.” (http://www.mayoclinicproceedings.org)

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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A vitamina D pode ser a chave para o tratamento e prevenção de câncer de mama agressivo

O câncer de mama atinge mais 250.000 mulheres nos Estados Unidos a Dna-Concept-Double-Helixcada ano, tirando a vida de quase 40.000 anualmente. Enquanto a idade, estilo de vida, dieta e atividades físicas desempenham um papel significativo no desenvolvimento da doença, um número estimado de 15 por cento das mulheres são vítimas devido a susceptibilidade genética. Opções atuais de tratamento incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapia de vacinas, apesar de extensas pesquisas demonstrarem claramente que os compostos naturais, incluindo a vitamina D podem desempenhar um papel eficaz na prevenção e ainda no tratamento do câncer de mama.

Pesquisadores da Universidade de Saint Louis descobriram um caminho molecular que contribui para o câncer de mama triplo-negativo, uma forma muitas vezes fatal e resistente ao tratamento do câncer que tende a afetar mulheres mais jovens. Publicado no The Journal of Cell Biology, cientistas identificaram a vitamina D e alguns inibidores de protease como possíveis novas terapias. Além disso, a equipe do estudo descobriu um conjunto de três biomarcadores que podem ajudar a identificar pacientes que poderiam se beneficiar do tratamento.

Os cientistas sabem que as mulheres que nascem com mutação do gene BRCA1 estão em maior risco para o desenvolvimento de câncer de mama e de ovário em suas vidas e os tumores que surgem são freqüentemente do tipo triplo-negativo. A expressão genética tem sido identificada como a principal via que permite que as células tumorais cresçam sem controle. A equipe de estudo identificou como a vitamina D desempenha um papel em desligar esta via, fornecendo uma estratégia segura e eficaz para combater estes tipos de tumores.

A vitamina D altera a expressão gênica evitando mutações fatais e diminuindo o risco do câncer de mama

Os pesquisadores procuraram identificar genes específicos que expressem ou suprimam a produção de proteínas que, por fim, protegem ou promovem o desenvolvimento de células cancerosas. Cada célula contém um extenso leque de mecanismos concebidos para proteger a integridade do DNA e evitar a passagem de mutações potencialmente prejudiciais para a próxima geração de células-filhas. O BRCA1 é um gene supressor de tumores bem conhecido, uma vez que ajuda a reparar quebras de DNA de cadeia dupla, ajudando a prevenir a fase inicial das linhas do câncer de mama. A perda da capacidade de reparação do gene BRCA1 aumenta consideravelmente o risco de desenvolver câncer.

A equipe do estudo identificou um fator crítico de reparação do DNA conhecido como 53BP1 que se torna prejudicado com a degradação do gene BRCA1 e determinou que o tratamento de células tumorais deficientes de BRCA1 com vitamina D restaura níveis elevados de 53BP1, que resulta em aumento da instabilidade genômica e proliferação reduzida. A equipe determinou que o tratamento com uma combinação de vitamina D e inibidores da PARP poderia representar uma nova estratégia terapêutica para o câncer de mama com prognósticos ruins.

Extensas pesquisas ao longo da última década demonstram claramente que níveis subótimos de vitamina D aumentam significativamente o risco de muitas formas de câncer, visto que o hormônio desbloqueia o modelo necessário à replicação celular precisa e supressão de mutações. Este importante estudo é um dos primeiros a identificar a vitamina D como uma chave para a prevenção e tratamento até mesmo nos casos mais resistentes de linhas de câncer de mama triplo-negativo. A maioria das mulheres vai querer se assegurar que mantêm níveis sanguíneos ideais de vitamina D entre 50 e 70 ng/mL (mais elevados para aquelas que lutam contra a doença) para proteção contra esta forma fatal de câncer de mama.

Referências:

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Os efeitos da vitamina D sobre a saúde músculo-esquelética, imunidade, auto-imunidade, doenças cardiovasculares, câncer, fertilidade, gravidez, demência e mortalidade: Uma revisão de evidências recentes

Uma ótima ingestão de vitamina D e seu status são importantes não somente para os ossos e no 66048-2-walking-trailsmetabolismo do cálcio/fosfato, mas também para a saúde e bem-estar geral. A deficiência e a insuficiência de vitamina D como um problema geral de saúde tendem a ser um risco para um amplo espectro de doenças agudas e crônicas.

Em um  estudo publicado em 28 de março na revista  Autoimmunity Reviews, os pesquisadores Pawel Pludowski, Michael F. Holick, Stefan Pilz e colegas fizeram uma revisão de estudos randomizados controlados, meta-análises e outras evidências da ação da vitamina D em vários desfechos de saúde.

Eles relatam que o status adequado de vitamina D se mostra protetor contra doenças músculo-esqueléticas (fraqueza muscular, quedas, fraturas), doenças infecciosas, doenças auto-imunes, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2, vários tipos de câncer, disfunções neurocognitivas, doenças mentais e outras doenças, bem como na infertilidade e resultados adversos da gravidez e do parto. A deficiência/insuficiência de vitamina D foi associada à todas as causas de mortalidade.

Os autores concluem:

“A suplementação adequada de vitamina D e exposição solar sensata para alcançar um status ideal de vitamina D estão entre os fatores de linha de frente na profilaxia para uma gama de transtornos. Orientações de suplementação e estratégias populacionais para a erradicação da deficiência de vitamina D devem estar incluídas nas prioridades dos médicos, profissionais da área médica e decisores políticos de saúde”.

Fonte

Vitamin D effects on musculoskeletal health, immunity, autoimmunity, cardiovascular disease, cancer, fertility, pregnancy, dementia and mortality – A review of recent evidence, 2013.

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Níveis baixos de vitamina D podem te causar câncer e aumentar seu risco de morte

Dois novos estudos da Alemanha se somam a um corpo crescente de evidências mostrando vdque os níveis ideais de vitamina D são cruciais para a boa saúde. Com base nas conclusões, as pessoas que são insuficientes ou deficientes em vitamina D são muito mais propensas a desenvolverem doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e câncer e também são mais propensas a morrerem precocemente em relação a aquelas com níveis ideais de vitamina D.

No primeiro estudo, que foi publicado no American Journal of Clinical Nutrition (AJCN), pesquisadores do German Cancer Research Center (GCRC) realizaram uma análise baseada numa população de indivíduos com idades entre 50 e 74 anos. Durante um período de acompanhamento que durou quase 10 anos, a equipe calculou o número de mortes que ocorreram de várias condições, bem como o número de eventos cardiovasculares e respiratórios.

Determinaram que o risco de mortalidade começou a aumentar acentuadamente entre os indivíduos com níveis de vitamina D inferiores a 25 ng/mL — níveis de vitamina D são normalmente medidos em termos de níveis séricos de 25-hidroxi vitamina D (25(OH)D). Indivíduos com níveis de 25(OH)D menores que 20 ng/mL, mas superiores a 12 ng/mL foram constatados terem cerca de 17 por cento mais probabilidade de morte prematura, enquanto que aqueles com níveis abaixo de 12 ng/mL tiveram cerca de 71% de probabilidade de morrer precocemente.

“Neste grande estudo de coorte, concentrações séricas de 25(OH)D foram inversamente associadas com a mortalidade por todas as causas e por causas específicas,” escreveram os autores. “Em particular, a deficiência de vitamina D [concentrações de 25 (OH) D menores que 12 ng/mL] foi fortemente associada com a mortalidade por todas as causas, com doenças cardiovasculares, câncer e doenças respiratórias.”

Conclusões semelhantes também foram obtidas do segundo estudo, que também foi realizado no GCRC. Quase 10.000 homens e mulheres com idades entre 50 e 74 anos, vivendo em Saarland, Alemanha, foram incluídos no estudo, que foi publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention. Um acompanhamento de um período de oito anos  revelou que os níveis baixos de vitamina D entre os homens, principalmente, foram associados com risco aumentado de câncer de próstata, de pulmão, colo-retal e de outros tipos.

“Concentrações de 25(OH)D foram significativamente associadas com incidência geral de câncer em subgrupos deste grande estudo da Alemanha,” escreveram os autores em suas  conclusões.

Seus níveis de 25(OH)D devem ser superiores a 50 ng/mL

De acordo com o mundialmente famoso Vitamin D Council, mesmo 25 ng/mL de 25 (OH)D é considerado baixo, com um intervalo ótimo entre 50 e 80 ng/ml . O Vitamin D Council oferece um kit caseiro de teste de vitamina D feito pelo laboratório ZRT que pode ajudá-lo a determinar se você está insuficiênte ou deficiente em vitamina D.

“Estudos indicam que, para a boa saúde, níveis séricos de vitamina D devam ser de um mínimo de 50 ng/mL, com ótimos níveis entre 50 e 80 ng/mL ” escreve o Conselho. “Estes valores se aplicam a crianças e adultos.”

Para saber mais sobre a importância da vitamina D, visite:
http://www.vitamindcouncil.org

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: NaturalNews.com

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Potenciais benefícios imunes de níveis pronunciados de vitamina D, mostra estudo controlado randomizado

A melhora dos níveis de vitamina D irá afetar significativamente a expressão de genes que 1962_happy_woman_standing_in_suntêm uma grande variedade de funções importantes relacionadas ao câncer, doenças auto-imunes e doenças cardiovasculares, de acordo com uma pesquisa publicada hoje na revista PLoS ONE.

Este estudo piloto randomizado, duplo-cego, incluindo a suplementação de vitamina D de 400 UI ou 2.000 UI por dia de vitamina D3, durante 2 meses a 8 adultos saudáveis. As amostras de células brancas do sangue foram recolhidas na linha de base e novamente no final do estudo de dois meses. Os pesquisadores realizaram uma análise de expressão gênica nas amostras para ver se a sua atividade havia sido alterada como resultado da suplementação.

No final do estudo, o grupo que suplementou a 2.000 UIs /dia havia atingido um nível de vitamina D de 34 ng/ml, enquanto que a 400 UI/dia haviam alcançado 25 ng/ml. Os autores verificaram que entre os participantes com um aumento no nível de vitamina D, verificou-se uma alteração de 1,5 vezes na expressão de 291 genes. Outras análises revelaram que as funções biológicas associadas com os 291 genes estão relacionadas com 160 rotas biológicas relacionadas com o câncer, doenças cardiovasculares, doenças infecciosas e desordens auto-imunes.

“Não houve diferença significativa na expressão de 66 genes na linha de base entre os sujeitos com deficiência de vitamina D (25(OH D <20 ng/ml) e os indivíduos com nível de 25(OH)D > 20 ng/ml. Depois da suplementação de vitamina D3  a expressão destes 66 genes foi semelhante para ambos os grupos “, explicam os autores.

Estudos anteriores relatam associação entre a deficiência de vitamina D e resultados adversos de saúde. O presente estudo desenvolve o assunto e fornece evidências de que níveis suficientes de vitamina D desempenham um papel importante na melhoria da saúde imune e diminuição dos riscos de doenças.

Os autores concluem, ” Este estudo revela pela primeira vez, as impressões digitais moleculares que ajudam a explicar os benefícios de saúde não esqueléticos da vitamina D. ” Eles solicitam mais pesquisas para confirmar suas observações.

Referências

Hossein-nezhad A, Spira A, Holick MF. Influence of vitamin D status and vitamin D3 supplementation on genome wide expression of white blood cells: A randomized double-blind clinical trial. PLOS ONE. March 20, 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Para os fumantes, baixos níveis de vitamina D podem levar ao câncer

Uma pesquisa publicada on-line no Clinical Chemistry Journal, mostra que a diminuição fumante-passivodos níveis de vitamina D pode predispor os fumantes a desenvolver câncer associado ao tabaco. Este estudo sugere que um simples teste da presença de vitamina D e seus suplementos no sangue têm  potencial para melhorar a saúde dos fumantes.

Só nos EUA, os custos anuais devido a morte causada por cigarro, são maiores que os do HIV, as drogas ilegais, álcool, acidentes automobilísticos, suicídios e homicídios juntos. O cigarro é o principal fator de causa para pelo menos 30% de todas as mortes por câncer  e pode levar a vários tipos de câncer  incluindo o da bexiga, cabeça, pescoço e esôfago, rim, fígado, pulmão, pâncreas e estômago, bem como a leucemia mielóide.

Referências

“Low Plasma 25-Hydroxyvitamin D and Risk of Tobacco-Related Cancer”. Autores: Shoaib Afzal, Stig E. Bojesen e Børge G. Nordestgaard.

Fonte Ciência em Foco

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Reduza seu risco de câncer com exposição à luz solar

Por William B. Grant, Ph.D. (SUNARC) – raio-solTrad.: José C B Peixoto (UMAOUTRAVISAO)

Com toda a publicidade que incrimina a radiação ultravioleta (UVR) como uma causa importante de câncer de pele, envelhecimento da pele e formação de catarata prematura, poderia se pensar que evitar a UVR seria a melhor política. Não seja apressado. Se a proteção contra UVR fosse de fato a coisa mais importante, todos os humanos teriam a pele muito escura, uma vez que a melanina de uma pele escura protege contra o câncer e o envelhecimento prematuro da pele.

A pigmentação de pele fica mais pálida quanto mais íntima for a relação de nossos antepassados com aqueles que viveram em regiões polares, um evidente modo de equilibrar a produção cutânea de vitamina D como proteção contra os radicais livres e dano ao DNA a partir da UVR [Jablonski e Chaplin, 2000]. Além disso, mesmo um olhar superficial para a variação geográfica nas taxas de mortalidade por câncer nos Estados Unidos [Devesa et Al., 1999] indicam que algum fator ambiental tem que explicar por que as taxas de mortalidade para os vários tipos de cânceres internos são aproximadamente duas vezes mais elevados nos estados nordestinos, altamente urbanizados do que nos estados do sudoeste, mais rurais.

A dieta e fumar são fatores de risco óbvio, importantes para muitos tipos de câncer [Doll e Peto, 1981]. Mas para que a dieta viesse a explicar a variação geográfica das taxas de câncer, os americanos precisariam ter dietas alimentares drasticamente diferentes por região. Porém, qualquer pessoa que viajou ao longo dos Estados Unidos sabe que as opções alimentares não variam muito em qualquer lugar nos contíguos 48 estados desse país

O risco de câncer diminui com mais exposição solar

A chave para a compreensão desse padrão geográfico foi fornecida por Cedric e Frank Garland em 1980 [Garland e Garland, 1980]. Eles chegaram à conclusão que a luz solar, pela produção de vitamina D, reduziu o risco de câncer de cólon nas áreas ensolaradas comparado àquelas nas áreas menos ensolaradas. Eles sobrepuseram um estudo ecológico anual da irradiação solar contra taxas de mortalidade de câncer de cólon e encontraram uma forte correlação inversa, isto é quanto mais luz solar, menos câncer. (Um estudo ecológico trata populações inteiras definidas geograficamente como entidades, com valores para resultado de doença e fatores ambientais ou dietéticos calculados pela média de cada entidade.)

Seu artigo recebeu pouca divulgação no início, talvez porque a UVR fosse comumente associado ao câncer de pele, talvez porque a abordagem ecológica remanescesse desaprovada [Doll e Peto, 1981]. Ainda assim, eles estenderam seu trabalho, usaram as taxas de concentração sérica armazenada de 25-hidroxi vitamina D (25(OH)D) – a forma comum da vitamina D circulante – para outro propósito: associaram com taxas de incidência de câncer colo-retal entre os doadores do material do exame, encontrando uma significativa correlação inversa entre as taxas de 25(OH)D e câncer colo-retal [Garland et Al., 1985]. A lista de cânceres em que os raios ultravioletas B (UVB) (290-315 NM) e vitamina D são protetores foi estendida a uma variedade de estudos de observação epidemiológica ao final dos anos 1990 e incluiu câncer de mama, ovário, de próstata e linfoma não Hodgkin [Grant, 2002b].

Como a vitamina D reduz o risco de câncer

Os mecanismos pela qual vitamina D reduz o risco de câncer estão satisfatoriamente bem compreendidos. Eles incluem uma melhora da absorção do cálcio (no caso de câncer colo-retal) [Lamprecht e Lipkin, 2003], induzindo diferenciação celular, aumentando a apoptose (morte) de células cancerosas, reduzindo metástases e proliferação, e reduzindo a angiogênese [van den Bemd e Chang, 2002]. Adicionalmente, a 25(OH)D reduz o hormônio da paratireóide (PTH) [Chapuy et Al., 1987]. Uma vez que a IGF-1 estimula o crescimento tumoral e suas altas taxas são uma conseqüência da dieta padrão americana [Grant, 2002a; 2004], a vitamina D pode ser considerado um antídoto parcial para a dieta americana.

Quando eu decidi investigar o papel de UVB e da vitamina D na redução o risco de câncer, uma vez convencido de que os fatores dietéticos não podiam explicar a variação geográfica de taxas de mortalidade pelo câncer nos Estados Unidos, eu apresentei duas perguntas para debate:

  • Para quantos tipos de câncer a UVB/vitamina D é protetora?
  • Quantos americanos morrem prematuramente a cada ano devido a inadequados níveis de vitamina D?

Eu comecei com os mapas de taxas de mortalidade por câncer no Atlas de Mortalidade de Câncer [Devesa et Al., 1999] e pesquisei o mapa da incidência de UVB para os Estados Unidos em Julho de 1992 usando dados obtidos pelo TOMS/NASA (NASA’s Total Ozone Mapping Spectrometer)  tomando-a como um preposto para a produção de vitamina D. Neste estudo, eu determinei que a UVB estava inversamente correlacionada com as  taxas de mortalidade para 12 tipos de câncer, inclusive os cinco tipos de câncer já identificados mais sete adicionais, assim estimando que entre 17.000 a 23.000 americanos morrem prematuramente a cada ano devido a vitamina D insuficiente [Grant, 2002b].

Embora o estudo fosse geralmente aceito, críticos apontaram que eu teria ignorado um número de fatores que afetam o risco de câncer e que poderiam, talvez, explicar muito da variação nas taxas de mortalidade. Para responder para estes críticos, eu estendi a análise incluindo vários fatores de risco de câncer onde eu pude encontrar valores médios estaduais (state-avaraged values).

Isso inclui fatores que influenciam as taxas de mortalidade para câncer de pulmão (um índice para os efeitos negativos para a saúde do cigarro), a fração da população considerada de herança hispânica (os hispânicos são contados como americanos brancos no atlas), taxas de consumo de álcool, grau de urbanização, e a fração da população que vive abaixo do nível de pobreza.

Exposição solar (UVB) protege contra 16 tipos de câncer

Esse novo estudo relacionou a UVB como protetor para um total de 16 tipos de câncer: cânceres primariamente epiteliais (pertencendo à superfície) dos sistemas digestivos e reprodutivos [Grant]. Seis tipos de câncer (mama, cólon, endometrial, esôfago, ovariano, linfoma Não Hodgkin) estavam inversamente correlacionados com a radiação solar UVB em combinação com residência rural. Este resultado enfaticamente sugere que viver em um ambiente urbano está associado com exposição de UVB reduzida comparativamente a viver em um ambiente rural.

Outros 10 tipos de câncer incluindo bexiga, vesícula, estômago, pâncreas, próstata, reto e renal estavam inversamente correlacionados com UVB, mas não com uma moradia não urbana.

Dez tipos de câncer estavam significativamente correlacionados com fumar, seis tipos com álcool, e sete tipos com herança hispânica. A condição de pobreza estava inversamente correlacionada com sete tipos de câncer. Uma vez que os resultados para consumo de álcool, herança hispânica, e tabagismo para os americanos brancos estão bem de acordo com a literatura [Trapido et Al., 1995; Thun et Al., 2002], eles fornecem um alto nível alto de credibilidade para essa abordagem e a associação dos resultados com a  radiação UVB.

Mais de 40.000 americanos morrem anualmente de câncer causado por deficiência de vitamina D

Dessa análise, foi estimado que 45.000 americanos morrem por câncer anualmente correlacionado a níveis inadequados de vitamina D: metade pela dose de UVB baseada pela localização (geográfica), e metade baseado em viver em um ambiente urbano com reduzida exposição à radiação solar.

Outros artigos continuam a parecer sustentar a conexão UVB/vitamina D do câncer. O mais recente é da Noruega, mostrando que a detecção dos cânceres de mama, intestino, e de próstata têm um ciclo sazonal correlacionado com a produção de vitamina D pela luz solar [Robsahm et Al., 2004]. Esse artigo é importante, pois demonstra que a vitamina D combate eficazmente contra o câncer até mesmo em fases mais tardias.

Quanta vitamina D é exigida para prevenir câncer?

A quantia de vitamina ingerida D e/ou exposição à UVB exigida para proteção favorável contra o câncer está ainda sendo determinada. Cada pessoa responde diferentemente para uma exposição à UVB e consumo oral de vitamina D dependendo de fatores tais como pigmentação da pele, índice de massa de corpo – IMC – (a vitamina D é lipossolúvel), idade, condição do trato digestivo, outros fatores dietéticos, etc.

A vitamina D dietética isoladamente é insuficiente para uma significativa redução do risco de mais cânceres uma vez que as quantias ingeridas, entre 200 a 400 UI por dia, são muito baixas [Grant e Garland, em imprensa]. Evidentemente, 600 a 1000 UI por dia são exigidos para reduzir o risco de cânceres sensíveis à vitamina D, exceto possivelmente para o câncer de próstata, quando os valores populacionais médios de 25(OH)D no soro são associados com risco mínimo [Tuohimaa ET Al., 2004; Grant, em imprensa].

A compreensão atual é de que os níveis de 25(OH)D no soro deveriam estar ao redor de 30 a 40 Ng/ml (75-100 nmol/L), o que seriam as taxas favoráveis para a prevenção de câncer e manutenção da saúde. O único modo de determinar os seus níveis de 25(OH)D níveis é através de exames de sangue, que podem ser solicitados por médicos ou nutricionista. Deveria ser observado que a dose de UVB exigida para gerar estes níveis é muito menor do que costumeiramente seria considerado um fator de risco para câncer de pele, etc.

O tempo exigido ao sol é provavelmente de 15 a 30 minutos por dia com pelo menos com exposição das mãos e da face nas latitudes médias durante o verão [Reid et Al., 1986], mas depende de vários fatores pessoais. O horário favorável para produção de vitamina D a partir da UVB solar pode ser em torno do meio do dia quando a relação entre UVB para UVA (315-400 NM) é mais alta e os tempos de exposição exigida são menores.

Porém, isso funciona somente quando o sol estiver alto o suficiente – para os demais quatro ou cinco meses mais escuros do ano é impossível produzir qualquer vitamina D a partir da luz solar em Boston [Webb et Al., 1988]. Quando a UVB solar não está disponível, temos que contar com a vitamina D armazenada (de semanas a meses), UVB ARTIFICIAL, suplementos dietéticos, muitos tipos de peixe, ou alimentos fortalecidos, que agora incluem o leite e até o suco de laranja.

Como você pode proteger a si mesmo de níveis inadequados de vitamina D?

Enquanto os resultados científicos crescentemente fornecem dados que sustentem a hipótese de que a UVB e a vitamina D reduzem o risco de muitos tipos de câncer assim como também muitos outros tipos de doenças inclusive doenças músculo esqueléticas, doenças auto-imunes e hipertensão, ainda assim isto provavelmente demorará por algum tempo antes do sistema de saúde abraçar esta hipótese e agir na recomendação de valores mais altos de 25(OH)D, o que exigiria um aumento na exposição de UVB (naturais e artificiais) e suplementos dietéticos.

Porém, um indivíduo informado que cuidadosamente estuda a literatura pode com muita probabilidade reduzir seu risco de câncer e várias outras doenças com exposição cuidadosa à UVB, sendo particularmente cuidadoso para evitar uma queimadura solar, e com consumo adequado de Vitamina D.

Mais informações sobre o papel protetor da UVB contra o câncer de mama e colo-retal, outros cânceres, e outras doenças podem ser encontradas no site do autor: www.sunarc.org

William B. Grant tem Ph.D. em física pela U.C. Berkeley e trabalhou em nível de cientista de pesquisa sênior nos campos da óptica e laser remote sensing das ciências atmosféricas da SRI Internacional, do Jet Propulsion Laboratory, e no Centro Langley de Pesquisa da NASA. Ele é o autor ou co-autor de mais de 60 artigos jornais revisados, editou dois livros, e contribuiu em vários capítulos de outras publicações.

Ele publicou o primeiro artigo relacionando dieta e doença de Alzheimer e identificando os grandes componentes dietéticos que são fatores de risco e de redução de risco. Ele também estudou os vínculos entre açúcares e doença de coração e obesidade dietética, dieta e câncer de mama, intestino e de próstata, e UVB/vitamina D e câncer e doenças auto-imunes. Ele recentemente se aposentou da NASA e fundou o Centro de Pesquisa de Luz Solar, Nutrição e Saúde (SUNARC), onde ele continuará e estenderá sua pesquisa em saúde e esforços educacionais.

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Fonte original Mercola.com

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