Vitamina D e a doença de Parkinson: uma nova revisão sistemática e meta-análise

A vitamina D é um importante regulador de um grande número de genes. Os suplementos parkinson-1de vitamina D são comumente recomendados para os idosos para prevenir doenças ósseas. Novas evidências, no entanto, indicaram que a vitamina D desempenha um papel crucial no desenvolvimento do cérebro, na regulação da função cerebral e na neuroproteção. A doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa comum em idosos, caracterizada por desordens dos movimentos, incluindo tremores, acinesia e perda dos reflexos posturais.

Os sintomas motores resultam em grande parte da morte contínua de neurônios, apesar do uso das intervenções terapêuticas atuais. A causa e o mecanismo da morte dos neurônios ainda são desconhecidos. A deficiência de vitamina D é comum em pacientes com DP sugerindo seu potencial preventivo e terapêutico. A vitamina D pode exercer efeitos protetores e neurotrópicos diretamente ao nível celular, por exemplo, na proteção do sistema da dopamina e/ou pela regulação da expressão genética. Esta nova revisão, recém publicada na revista Neurological Sciences, resume as evidências observacionais implicando vitamina D como uma candidata para a prevenção e para o tratamento da DP.

Para estimar a associação entre o status de vitamina D e a doença de Parkinson, os pesquisadores buscaram por estudos n​​os bancos de dados PubMed, EMBASE e Cochrane Library, até fevereiro de 2014, com as seguintes palavras-chave: “vitamina D” ou “25(OH)D” e “status” ou “deficiência” ou “insuficiência” e “doença de Parkinson”. Uma análise foi então realizada em estudos observacionais que relataram uma associação entre os níveis sanguíneos de vitamina D com a doença. Sete estudos preencheram os critérios de inclusão, com 1.008 pacientes e 4.536 controles.

Os resultados demonstraram que os pacientes tiveram níveis médios mais baixos de vitamina D que os controles saudáveis. Os pacientes com insuficiência de vitamina D tiveram um risco aumentado para a DP e os pacientes com a deficiência de vitamina D experimentaram um risco duas vezes maior. 

Os pesquisadores resumem:

Baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco aumentado para a doença de Parkinson.

Fontes:

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A vitamina D deixa você mais inteligente?

A suplementação de vitamina D – ou apenas ficar mais tempo no sol – pode ajudar a evitar Woman-Sunlight-Face-Happyo declínio cognitivo em adultos mais velhos, de acordo com um estudo recentemente publicado no Journal of the American Geriatrics Society.

O estudo foi conduzido por pesquisadores do Wake Forest Baptist Medical Center, da Universidade de Alabama-Birmingham, da Universidade da Califórnia-San Francisco, da Universidade de Pittsburgh e do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento (NIA). Ele recebeu financiamento da NIA e do Instituto Nacional de Pesquisas em Enfermagem.

Pesquisadores já sabem há algum tempo que tanto o comprometimento cognitivo quanto a deficiência de vitamina D são comuns em idosos. “Este estudo se soma às evidências crescentes que sugerem que haja uma associação entre baixos níveis de vitamina D e o declínio cognitivo ao longo do tempo”, disse o autor Valerie Wilson, MD.

Baixa vitamina D, pior desempenho cognitivo

Os pesquisadores analisaram dados de 2.777 adultos em bom funcionamento entre as idades de 70 e 79 anos que foram inscritos no estudo Dynamics of Health, Aging and Body Composition (Health ABC). Os participantes eram todos beneficiados do Medicare, adultos brancos ou negros de Pittsburgh, Pensilvânia e Memphis, Tennessee, que se juntaram ao estudo entre Abril de 1997 e Junho de 1998.

Os participantes foram submetidos a testes de função cognitiva no início do estudo e tiveram seus níveis de vitamina D medidos 12 meses mais tarde. Três anos depois, os participantes foram submetidos outro teste cognitivo.

“Somente com os dados observacionais de base, não se pode concluir que baixos níveis de vitamina D provoquem declínio cognitivo”, disse Wilson. Mas “Quando analisamos quatro anos percorridos, baixos níveis de vitamina D foram associados com pior desempenho cognitivo em um dos dois testes cognitivos utilizados”. “É interessante que exista esta associação e, finalmente, a próxima questão é se suplementar ou não vitamina D poderia melhorar a função cognitiva ao longo do tempo”, disse ele.

Seriam necessários estudos randomizados e controlados para determinar com certeza se suplementação de vitamina D pode evitar o declínio cognitivo, no entanto.

“Embora este estudo não possa estabelecer uma relação direta de causa e efeito, ele teria uma enorme implicação na saúde pública se a suplementação de vitamina D puder ser demonstrada melhorar o desempenho cognitivo ao longo do tempo, porque a deficiência é muito comum na população”, disse Wilson.

Ela observou que mais pesquisas poderiam também determinar se as habilidades cognitivas específicas são mais ou menos afetadas pela deficiência de vitamina D. “Os médicos precisam destas informações para fazer recomendações bem suportadas para seus pacientes”, disse ela. “Mais pesquisas também são necessárias para avaliar se domínios cognitivos específicos, tais como a memória versus a concentração, são especialmente sensíveis aos baixos níveis de vitamina D”.

A luz solar para a saúde do cérebro

Um corpo crescente de pesquisas estão associando a vitamina D com a função cognitiva. Em um estudo realizado por pesquisadores da Peninsula Medical School, em Exeter, da Universidade de Cambridge e da Universidade de Michigan e publicado no Journal of Geriatric Psychology em 2009, idosos com baixos níveis séricos de vitamina D também obtiveram menores pontuações em testes de memória, atenção e orientação no espaço e no tempo. Estudos também têm demonstrado que pacientes com demência tendem a ter níveis mais baixos de vitamina D que seus pares cognitivamente saudáveis.

Cientistas já sabiam que a vitamina D constrói e mantém ossos e dentes saudáveis, mas só recentemente começaram a explorar o papel que ela desempenha na saúde cognitiva. Pesquisas demonstraram também que a vitamina desempenha um papel importante na função imunológica e na prevenção de doenças auto-imunes, no câncer e em outras doenças crônicas. A vitamina D, apelidada de “vitamina do sol”, é produzida naturalmente pela pele após a exposição à luz solar. São necessários apenas 15 a 30 minutos de sol no rosto e nas mãos desprotegidos, para uma pessoa média de pele clara, para obter os níveis ideais; peles mais escuras exigem um maior tempo ao sol.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: NaturalNews.com

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Vitamina D para melhor desempenho físico e cognitivo em soldados

A deficiência de vitamina D inicia uma perda de eficácia no combate ao alterar 4200375540o funcionamento físico e cognitivo dos operadores de combate. Sintetizada em resposta à luz solar e consumida na dieta, as funções da vitamina D, tal como um hormônio, regulam a expressão de cerca de 300 genes em todo o corpo humano. Estes genes alvo estão envolvidos em processos essenciais para operações de combate, tais como a função imunológica, resposta ao estresse, inflamação e regulação da circulação do cálcio.

Uma vez que a deficiência generalizada de vitamina D é observada em toda a população, um mau status de vitamina D é esperado em militares. Um estudo recém publicado no Journal of Special Operations Medicine (JSOM) avalia a relevância clínica de se otimizar os níveis séricos de vitamina D em soldados.

Segundo os autores as condições físicas associadas à deficiência de vitamina D incluem o risco aumentado de lesões musculares ou ósseas, fraqueza muscular e redução da função neuromuscular. Hormonalmente, os níveis de vitamina D têm sido positivamente correlacionados com os níveis de testosterona. A deficiência de vitamina D também está associada com declínio cognitivo, com a depressão e pode prolongar a recuperação após uma lesão cerebral traumática leve (mTBI) . “Em razão da deficiência de vitamina D elevar a inflamação sistêmica, um mau status de vitamina D no momento de uma lesão cerebral pode prolongar a resposta inflamatória e exacerbar os sintomas pós-concussão”.

Através de sua associação com a produção da testosterona, a deficiência de vitamina D pode aumentar o risco para o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), uma vez que os níveis de testosterona são alterados em veteranos com TEPT. Portanto, o status da vitamina D tem um impacto significativo sobre saúde e desempenho do operador.

“Suplementar vitamina D para operadores deficientes fornece uma intervenção não invasiva e de baixo custo para a manutenção da força de combate”, concluíram os pesquisadores.

Fonte

Clinical relevance of optimizing vitamin d status in soldiers to enhance physical and cognitive performance. 2014.

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A vitamina D como um neuroesteróide afetando o desenvolvimento e o cérebro adulto

Uma revisão realizada por pesquisadores da Austrália para o Annual Review of Nutrition, Losing Brain Functionque deverá ser publicada em agosto, destaca o papel da vitamina D na saúde cerebral. A deficiência de vitamina D é prevalente em todo o mundo e há cada vez mais evidências para apoiar a exigência de níveis ideais de vitamina D para o desenvolvimento saudável e para o cérebro adulto.

Segundo os pesquisadores, liderados por Natalie J. Groves do Queensland Brain Institute, da Universidade de Queensland, a vitamina D tem um papel importante na proliferação e na diferenciação, na sinalização do cálcio no interior do cérebro, nas ações neurotróficas e neuroprotetoras e também pode alterar a neurotransmissão e a plasticidade sináptica. Em suas revisão, eles afirmam que os estudos experimentais recentes destacam o impacto que a deficiência de vitamina D tem sobre o funcionamento do cérebro, na saúde e nas doenças. Além disso, os resultados de estudos animais recentes sugerem que a deficiência de vitamina D durante a vida adulta pode exacerbar perturbações cerebrais subjacentes e/ou piorar a recuperação de agressões cerebrais.

Os autores concluem:

“Um número cada vez maior de estudos epidemiológicos indica que a deficiência de vitamina D está associada com uma vasta gama de distúrbios neuropsiquiátricos e doenças neurodegenerativas. A suplementação de vitamina D está prontamente disponível e acessível e esta revisão destaca a necessidade de mais pesquisas”.

Fonte

Vitamin D as a Neurosteroid Affecting the Developing and Adult Brain. 2014.

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Vitamina D e distúrbios cerebrais

Em um editorial publicado no American Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores flat-tire-e1380066411244-620x413afirmam que há evidências convincentes que a deficiência de vitamina D afeta negativamente o desenvolvimento do cérebro do feto e agrava a progressão de distúrbios cerebrais em adultos.

A última década assistiu a uma onda de pesquisa que investiga o papel da vitamina D na função cerebral. A evidência empírica é constituída por:

  • Uma ligação clara entre a vitamina D e função do cérebro a partir de estudos in vitro e em animais
  • Resultados de estudos populacionais
  • Resultados de um pequeno número de ensaios clínicos randomizados ( ECR )

A partir deste conjunto de pesquisas, os autores concluem que há evidências de que a deficiência de vitamina D no útero seja um fator causal em desordens do desenvolvimento neurológico, como a esquizofrenia. “A ausência de vitamina D priva o cérebro em desenvolvimento de um sinal esperado”.

Em contraste, a deficiência de vitamina D em adultos é pouco provável de causar uma desordem cerebral em si, mas sim agrava-la uma vez que ela comece. A esclerose múltipla, a demência e a depressão são doenças complexas provenientes de uma combinação de fatores de risco, incluindo a deficiência de vitamina D, mas depois de terem começado há evidências emergentes de que a suplementação de vitamina D possa interromper ou limitar a sua progressão.

Um estudo emocionante, recentemente publicado no American Journal of Clinical Nutrition descobriu que a suplementação de vitamina D ajudou a retardar a progressão da doença de Parkinson (DP). Embora a vitamina D não cure o Parkinson, os integrantes do grupo de placebo viram um constante agravamento dos seus sintomas em comparação com os do grupo de tratamento. Nós blogamos sobre o estudo aqui.

Parkinson é uma desordem neurológica que afeta o controle muscular e o equilíbrio. Ela está associada com a perda de células nervosas produtoras de dopamina. Recentemente, os cientistas descobriram que o receptor de vitamina D é mais fortemente expresso em áreas ricas em dopamina do cérebro, o que poderia explicar os efeitos neuroprotetores da vitamina D na progressão do Parkinson.

Em conclusão, mais e mais pesquisas continuam a mostrar um efeito neuroprotetor da vitamina D no desenvolvimento e na progressão de uma variedade de desordens do cérebro. Embora a investigação nesta área da neurologia esteja em sua infância, ela oferece ainda uma outra razão para otimizar o seu nível de vitamina D, especialmente se você estiver grávida ou diagnosticado com um distúrbio cerebral.

Tradução Ana Claudia Domene Ortiz

Fonte Vitamin D Council

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Você precisa deste super mineral para prevenir o câncer de cólon e melhorar a saúde cerebral

O declínio da memória e processos mentais normais, bem como aumento do risco de câncer Magnesiumdigestivo estão sempre presentes nas mentes de muitos adultos idosos. A degeneração da saúde cerebral que leva a demência de Alzheimer e uma dieta de vida ruim precipita o aumento do risco de câncer de cólon, ambas condições crônicas que podem ser facilmente prevenidas através da manutenção de estoques adequados de magnésio a nível celular através da suplementação e dieta saudável.

A deficiência de magnésio corre à solta com crianças e adultos de todas as idades, visto que o mineral essencial é de removido muitos alimentos e é grandemente deficiente na maioria das fontes vegetais naturais, devido ao esgotamento dos solos agrícolas. O magnésio é necessário para manter a integridade do material genético, reduzir a inflamação sistêmica e para realizar um conjunto de reações enzimáticas críticas. Décadas de ingestão abaixo do ideal são uma receita para a demência e o câncer. 

Uma equipe de pesquisadores publicou os resultados de um estudo publicado na revista Neuron para explicar como magnésio melhora diretamente a plasticidade sináptica. O principal autor do estudo, Dr. Guosong Liu concluiu que várias regiões do cérebro associadas ao aprendizado e a memória apresentaram melhoras significativas na função sináptica como resultado da suplementação dietética de magnésio. Ele observou “Nossos resultados sugerem que a elevação do teor de magnésio no cérebro através do aumento da ingestão de magnésio pode ser uma nova estratégia útil para aumentar as habilidades cognitivas”.

O magnésio diminui o risco de câncer de cólon, de maneira dose-dependente

Uma evidência adicional para a importância do magnésio na dieta foi publicada no American Journal of Clinical Nutrition . Os pesquisadores revisaram dados do questionário dietético em 768 participantes para determinar a freqüência de consumo de alimentos. Os cientistas também combinaram seis estudos prospectivos para encontrar uma associação significativa entre a ingestão dietética de magnésio e risco de adenomas colorretais. O estudo demonstrou que para cada aumento de 100 mg de magnésio ao dia, o risco de câncer de cólon diminui em 13 por cento.

Os pesquisadores que realizaram o estudo concluíram “Nossos resultados apoiam a hipótese de que uma maior ingestão de magnésio na dieta está associada a um menor risco de tumores colorretais . O consumo de alimentos ricos em magnésio pode ser uma nova via para explorar ainda mais a busca de estratégias de prevenção do câncer. “ Curiosamente, o estudo constatou que, embora a suplementação com magnésio reduza efetivamente o risco de câncer de cólon para todos, a redução ótima do risco foi observada para os participantes que estavam com sobrepeso ou obesos.

O magnésio reduz a inflamação celular que provoca um processo degenerativo lento em indivíduos com sobrepeso. O mineral também ajuda a evitar a degradação prematura do DNA que pode conduzir a mutações genéticas e ao desenvolvimento de tumores. Especialistas em nutrição recomendam a suplementação com 600 a 1.000 mg por dia, de uma forma de magnésio de qualidade, para prevenir a demência de Alzheimer e parar a progressão do câncer de cólon em sua trajetória.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Novo estudo: O papel da vitamina D na saúde e nas doenças do sistema nervoso

A vitamina D e os seus metabólitos têm numerosos papéis em matéria de saúde e de kopfschmerz / migränedoenças do sistema nervoso. Modelos animais têm sido fundamentais na contribuição para nosso conhecimento e entendimento das consequências da deficiência de vitamina D no desenvolvimento do cérebro e suas implicações para as doenças psiquiátricas e neurológicas adultas.

A execução in vitro  e dados de modelo animais fornecem evidências convincentes de que a vitamina D tenha um papel crucial na proliferação, diferenciação, neurotropismo, neuroproteção, neurotransmissão e na neuroplasticidade. A vitamina D exerce a suas funções biológicas não somente pelos processos celulares diretamente influenciados, mas também influenciando a expressão gênica através de elementos responsivos à vitamina D.

Neste estudo, publicado este mês na revista Neuropathology and Applied Neurobiology, os pesquisadores do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, liderados por Gabriele De Luca, PHD, MD, fizeram uma revisão destacando as evidências epidemiológicas, neuropatológicas, experimentais e genéticas moleculares implicando a vitamina D como uma candidata para influenciar a susceptibilidade a uma série de doenças neurológicas e psiquiátricas.

Os autores resumem:

“A força das evidências varia entre esquizofrenia, autismo, doença de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica, doença de Alzheimer e é especialmente forte para a esclerose múltipla.”

Fonte

Review: The role of vitamin D in nervous system health and disease. Agosto de 2013.

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Cientistas detalham como a vitamina D e as gorduras ômega 3 sinergicamente detém a formação de placas de Alzheimer

A doença de Alzheimer é caracterizada por uma perda da memória de curto prazo, cognição e processos mentais, que definem aBlood-Cells personalidade da pessoa e os novos casos estão aumentando exponencialmente. Embora médicos alopatas e pesquisadores sustentem que não haja uma causa conhecida ou tratamento para a, em última análise, doença fatal, médicos alternativos entendem que a etiologia tem evoluído de décadas de vivência em um estilo de vida insalubre. Transgressões alimentares, exposições à cosméticos e poluentes domésticos, falta de atividade física e deficiências nutricionais de longo prazo todos se combinam para promover o desenvolvimento e a progressão da doença de Alzheimer .

Um grupo de cientistas publicou os resultados de sua pesquisa no Journal of Alzheimer’s Disease, que identificou como a vitamina D3 e os ácidos graxos ômega 3 podem aumentar a capacidade do sistema imunológico para limpar o cérebro das placas amilóides. Os pesquisadores identificaram genes-chaves e redes de sinalizações reguladas pela vitamina D3 e pelo ácido graxo ômega 3 DHA (ácido docosahexaenóico), que podem ajudar a controlar a inflamação e melhorar a limpeza das placas.

Estudos anteriores identificaram a perda da capacidade normal de quebrar as proteínas amilóides antes de se tornarem entrelaçadas ou placas, como um processo importante no desenvolvimento da doença que furta a memória. O principal autor do estudo, Dr. Milan Fiala da Escola de Medicina David Geffen na UCLA, comentou: “Nosso novo estudo lança luz sobre um possível papel para as substâncias nutritivas, como a vitamina D3 e o ômega 3 em aumentarem a imunidade para ajudar a combater a doença de Alzheimer. ”

Vitamina D3 e DHA aumentam a resposta imune para ajudar a prevenir entrelaçados de proteína amilóide

Para realizar o estudo, os cientistas extrairam amostras de sangue tanto dos pacientes com Alzheimer como de controles saudáveis e, ​​então, isolaram do sangue células imunes críticas chamadas macrófagos. Os macrófagos são responsáveis ​​por ligarem as proteínas amilóides antes que elas possam se agregar em torno da sinapse nervosa, efetivamente sufocando as transmissões elétricas e químicas em todo o cérebro. Os cientistas então incubaram as células do sistema imunológico com beta-amilóides e adicionaram ou uma forma ativa da vitamina D3 ou o ácido graxo ômega 3 DHA para avaliar a eficácia na inflamação e absorção da beta-amilóide.

Os pesquisadores determinaram que a vitamina D3 e o DHA melhoraram significativamente a depuração da beta-amilóide por macrófagos em pacientes com  doença de Alzheimer e encontraram diferenças sutis nos efeitos que as duas substâncias tinham sobre a expressão de genes inflamatórios. A equipe do estudo concluiu que “Podemos achar que temos de equilibrar cuidadosamente a suplementação com vitamina D3 e ácidos graxos ômega 3, dependendo de cada paciente, a fim de ajudar a promover a limpeza eficiente de beta-amilóides…. este é um primeiro passo para compreender de que forma e em quais pacientes essas substâncias nutricionais poderiam funcionar melhor.”

A equipe do estudo observou  que cada um dos nutrientes (vitamina D e DHA) utilizara diferentes receptores e vias de sinalização comuns para prevenir a agregação da proteína amilóide que leva à doença. Otimizar os níveis de saturação sanguíneos da vitamina D e suplementar com uma formulação de ômega 3 DHA molecularmente destilada pode fornecer suporte fundamental para ajudar o cérebro a limpar corretamente os subprodutos metabólicos da amilóide e ajudar a prevenir a demência de Alzheimer.

Referências:

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com 

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Turbine seu cérebro com a luz do sol

Pesquisadores acreditam que a vitamina D3 aja protegendo o cérebro contra imageso envelhecimento, aumentando a memória geral e a função cognitiva. Isto é cogitado ser feito pelo do aumento dos níveis de antioxidantes protetores, aumento dos hormônios chaves e a supressão de um sistema imunológico hiperativo, que pode inflamar os circuitos neurológicos. Sol carrega seu cérebro para função máxima cognitiva. O sol provê nosso corpo com estresse essencial através de sua radiação UV. Esse estresse de radiação UV sinaliza uma molécula na pele (7-desidrocolesterol) para conversão da forma ativa da vitamina D3 (colecalciferol) no corpo.

A vitamina D é mais hormônio que vitamina

Pela sua função a vitamina D se assemelha mais a um hormônio que uma vitamina. Hormônios são mensageiros químicos que interagem com receptores celulares para produzir respostas biológicas específicas. Calcitriol, a forma ativa da vitamina D, é, sem dúvida, o mais poderoso hormônio no corpo. Ele tem a capacidade de ativar mais 2.000 genes (cerca de 10 por cento do genoma humano).

Há receptores da vitamina D em todo o sistema nervoso central e regiões críticas do cérebro, incluindo o hipocampo. Pesquisadores concluíram que a vitamina D ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas no crescimento dos nervos, densidade sináptica e síntese de neurotransmissores.

A vitamina D3 também foi demonstrada aumentar a produção de glutationa nas células neurais, protegendo-as contra os danos causados pelo estresse oxidativo. A vitamina D também ajuda a modular o sistema imunológico, reduzindo as inflamações em todo o corpo.

A vitamina D estimula a aceleração cognitiva

Um estudo de 2.009 liderado por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, analisou os níveis de vitamina D e o desempenho cognitivo em mais de 3.100 homens com idades entre 40 e 79 anos, em oito países diferentes, em toda a Europa. Os dados mostraram que pessoas com menores níveis de vitamina D exibiram velocidades de processamento cognitivo mais lentas.

A deficiência de vitamina D é uma epidemia atual em nossa sociedade que afeta 90 por cento da população mundial. De acordo com o especialista em vitamina D Michael Holick, “Estimamos que a deficiência de vitamina D seja a doença mais comum no mundo.” É nítido que a maior parte das pessoas não está recebendo o suficiente da saudável exposição solar.

A deficiência de vitamina D aumenta os processos degenerativos do cérebro

Um estudo de 2010, publicado no Archives of Internal Medicine, mostrou que aqueles que são classificados como deficientes em vitamina D foram 42% mais propensos a ter comprometimentos cognitivos. Enquanto aqueles classificados como severamente deficiente foram 394% mais propensos a ter comprometimentos cognitivos.

“As chances de comprometimento cognitivo aumentam conforme os níveis de vitamina D diminuem”, diz o autor do estudo David Llewellyn. “Dado que a deficiência de vitamina D e a demência sejam comuns no mundo todo, esta é uma preocupação de saúde pública.”

Dicas para saudável exposição ao sol e produção de vitamina D

A quantidade ideal de exposição solar deve produzir algo na faixa de 10.000 a 20.000 UI de vitamina D3. Isso depende da quantidade de partes do corpo expostas, da intensidade ou o ângulo do sol e da cor da pele do indivíduo.

Esta é a quantidade aproximada de tempo de exposição solar necessária a cada tipo individual de pele para obter adequados 10.000 a 20.000 UI, considerando que pelo menos 60 por cento do corpo esteja exposto à luz solar. O que equivale à banhos de sol intencionais. Deve-se obter essa quantidade pelo menos três vezes por semana, a fim de otimizar totalmente os níveis de vitamina D3.

1. Pele clara = 15 a 20 minutos diários
Pele média = 25 a 30 minutos diários
Pele escura = 40 a 45 minutos diários

2. Use extrato de óleo de coco, aloe vera e/ou chá verde como um hidratante, antes e depois da exposição ao sol, para adicionar proteção antioxidante.

3. Se a luz solar adequada não estiver disponível ou atingível, então, suplementar com 8.000 a 10.000 UI de vitamina D3 diariamente.

Referências:

http://www.naturalnews.com/026811_Vitamin_D_healthy_brain.html
http://www.naturalnews.com/029764_vitamin_D_healthy_skin.html
http://www.SparkPeople.com
http://archinte.jamanetwork.com/article.aspx?articleId=225745
http://www.scientificamerican.com
http://www.naturalnews.com/033035_sun_exposure_sunscreen.html

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Última atualização de página em 17 de setembro de 2014.

Estudo mostra que crianças com distúrbios mentais graves também têm menos vitamina D

Estudo mostra que as crianças com psicose e outros distúrbios de saúde mental graves, VitaminD1também têm duas vezes mais deficiência de vitamina D comparado com crianças mentalmente saudáveis.

O estudo, apresentado na reunião anual da Associação Americana de Psiquiatria 2011, por pesquisadores da Oregon Health and Science University em Portland demonstraram que 21 por cento das crianças com graves sintomas psiquiátricos tinham níveis de vitamina D abaixo dos níveis recomendados pela American Academy of Pediatrics. Os níveis foram comparados com 14 por cento das crianças que participaram no National Health and Examination Survey III, um estudo populacional que avalia o estado de nutrição e saúde em crianças e adultos nos EUA.

Isso é, mais de 50 por cento de crianças de uma população normal, assim com base nas nossas descobertas, isso significa que 1 em cada 5 crianças com distúrbios mentais graves tem níveis baixos de vitamina D, disse o dr. Keith Cheng ao jornal Medscap Medical News. “A prevalência de deficiência de vitamina D (43 por cento) foi mais comum em crianças com distúrbios psicóticos em comparação com outros distúrbios mentais.” – Primeiro estudo do Mini Zhang, MA.

Alguns pesquisadores também disseram que níveis baixos de vitamina D podem leva ao autismo em crianças, diz o relatório. Além de combater problemas mentais, a vitamina D também é útil na prevenção de uma série de outros problemas médicos, incluindo a osteoporose, câncer de mama, câncer de próstata, depressão , e pode mesmo afetar a diabétes e a depressão.
Uma das razões pela qual tantas destas doenças e problemas de saúde são tão prevalentes pode ter a ver com o fato de existir um fenômeno de deficiência de vitamina D em todo o mundo, não só nos EUA.

Os resultados de um outro estudo recente, este publicado em Março de 2010 no Jornal of Clinical Endocrinology and Metabolism, revelou que 59 por cento da população mundial não tem quantidades clinicamente adquadas de vitamina D no organismo. Em vinte por cento foram encontrados níveis realmente baixos.

Os dados também demonstraram que níveis baixos de vitamina D podem, também, levar a deficiências do sistema imunológico. De acordo com pesquisadores da Universidade de Copenhaga, as células T do sistema imunitário tendem a permanecer dormentes, significando que oferecem pouca ou nenhuma proteção conta microorganismos invasores.

Dr. Soram Khalsa, escrevou no The Huffington Post, disse que durante os três anos de prática médica, ele percebeu que o aumento dos níveis de vitamina D nas suas pacientes fez o que muitos fármacos de prescrição foram incapazes de fazer.

“Eu tenho trabalhado com centenas de ervas, vitaminas e suplementos alimentares para ajudar os meus pacientes, muitas vezes onde os medicamentos não deram resultados. E em todo este tempo, não vi nenhum suplemento com o poder de afetar a saúde humana quanto a vitamina D. Isto porque a vitamina D não é uma vitamina, é sim um hormônio que tem a capacidade de interagir e afetar mais de 2000 genes do corpo. É por esta razão que a a deficiência de Vitamina D tem sido associada com muitas das doenças da sociedade moderna. A deficiência de vitamina D está associada a 17 tipos de câncer, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, doenças auto-imunes, dor crônica, osteoporose, asma e mais recentemente com o autismo.”

Medicamento maravilhoso? Não, porque não é uma medicamento. É um suplemento que pode, sozinho, melhorar a sua saúde geral.

Fonte NaturalNews.com