Baixos níveis de vitamina D um problema global

Embora pesquisadores estejam se tornando cada vez mais conscientes do quão importante seja Woman-Sun-Sunlight-Sky-Vitamin-Da vitamina D para a saúde humana, a sua deficiência e insuficiência permanecem comuns, de acordo com uma pesquisa global, conduzida por pesquisadores holandeses e publicada no The Journal of Steroid Biochemistry and Molecular Biology em 2010.

Os pesquisadores têm sabido há muito tempo que a vitamina D é essencial para a formação e a manutenção de dentes e ossos saudáveis. Nos últimos anos, no entanto, estudo após estudo confirmaram um papel crítico para a vitamina D na regulação do sistema imunológico e outros importantes processos corporais. Estudos também têm demonstrado que níveis suficientes para proteger contra o raquitismo ainda podem levar a doenças crônicas, como o câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e doenças auto-imunes, tais como o diabetes  tipo 1, esclerose múltipla ou a artrite reumatoide. Em contraste, uma maior ingestão de vitamina D pode ajudar a prevenir ou possivelmente até mesmo curar tais condições.

O sol é a chave

Na revisão de 2010, os pesquisadores observaram que 50 a 90 por cento da vitamina D de uma pessoa é produzida em sua pele após exposição à radiação ultravioleta da luz solar. O restante vem da dieta ou de suplementos. Os pesquisadores concluíram que as principais variáveis que afetam os níveis sanguíneos de vitamina D são a latitude, o tempo gasto ao sol, a pigmentação da pele (pele mais escura absorve vitamina D mais lentamente) e os comportamentos de bloqueios de ultravioleta tais como cobrir a pele com protetor solar ou com roupas. Os pesquisadores examinaram os níveis de deficiência e insuficiência  de vitamina D ao redor do mundo e procuraram explicá-las usando estas variáveis.

Eles descobriram que a deficiência é “muito comum” no Oriente Médio e correlaciona-se altamente com as práticas de evitar exposição ao sol ou uso de roupas de alta cobertura. Da mesma forma, constataram que o status de vitamina D moderado ou ruim é “comum” na África e especularam que isso pode ser devido aos tons de pele mais escuros e à cultura de evitar a exposição ao sol.

Apesar de numerosos estudos terem descrito a deficiência de vitamina D na América do Norte como generalizada, os pesquisadores holandeses descreveram a situação como “muito melhor” do que em outras regiões, em grande parte devido à fortificação de leite e de elevados níveis de consumo de suplementos.

Na Europa, os pesquisadores constataram notavelmente menos deficiência nos países do norte que nos do Mediterrâneo e atribuíram isso à diferenças de tons de pele, comportamentos de busca do sol e consumo de óleo de fígado de bacalhau. Baixos níveis de vitamina D foram mais comum entre os imigrantes não-europeus, especialmente de gestantes. Na Austrália e Nova Zelândia, imigrantes asiáticos foram mais propensos a sofrer de deficiência ou insuficiência, por serem filhos de mães deficientes em vitamina D.

Embora a deficiência de vitamina D tenha sido descrita como “altamente prevalente” na China e na Índia (que os pesquisadores não explicaram), o status de vitamina D no Japão e no sudeste asiático foram descritos como “melhores”.

Em geral, os melhores níveis parece terem sido encontrados na América Latina, onde os pesquisadores descreveram o status de vitamina D como “normalmente… razoáveis.”

Os pesquisadores concluíram que, em todas as partes do mundo, a deficiência e a insuficiência de vitamina D continuam a ser muito comuns, especialmente entre os grupos de alto risco, incluindo imigrantes, mulheres grávidas, crianças e idosos.

Vá para fora!

De acordo com William B. Grant, diretor do Sunlight, Nutrition, and Health Research Center (que não esteve envolvido no estudo), a melhor maneira de melhorar seu status de vitamina D é passar mais tempo ao sol. Grant diz que as pessoas devem se expor “tanto do corpo quanto possível, sem protetor solar, perto do meio-dia, no momento em que a sua sombra seja menor que a sua altura, por 10 a 30 minutos dependendo da pigmentação da pele, tomando cuidado para não se tornar rosa, vermelho ou se queimar.”

“Com exposição solar de corpo todo, pode-se produzir ao menos 10.000 UI/dia em um curto período de tempo,” diz ele.

Referências:

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Leia também:

Novo estudo constata prevalência de deficiência de vitamina D durante o verão em idosos de Recife

Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de idosoPernambuco avaliou a prevalência de deficiência de vitamina D entre homens idosos e sua associação com a exposição ao sol e fototipos de pele. O estudo transversal analítico envolveu 284 homens com idades entre 60 anos ou mais, recrutados aleatoriamente de uma unidade de cuidados básicos na cidade de Recife.

A maioria dos indivíduos (66,7%) tinha fototipo de pele IV, V e VI segundo a escala de Fitzpatrick. A prevalência da deficiência de vitamina D foi de 31,5% e de 66,7% quando foram utilizados os pontos de corte inferiores a 20 e 30 ng/mL, respectivamente. O baixo consumo de cálcio também foi observado em 72% dos participantes e apenas 2,5% utilizaram suplementos vitamínicos.

“Esperávamos que a prevalência de deficiência seria muito menor em nossa região, uma vez que os indivíduos estudados vivem em uma área com luz solar abundante e a coleta de sangue foi realizada nos meses mais ensolarados do verão”.

Os tipos de pele mais escuros e também a idade podem influenciar na capacidade da pele de produzir vitamina D, assim como a dificuldade dos idosos em buscar exposição solar suficiente. Em conclusão os autores afirmam:

Universidade de Boston noticia a vinda de Michael Holick ao Brasil

O site da Boston University School of Medicine (BUSM) nos EUA noticiou recentemente a vinda do especialista Dr. Michael F.1186829_10200411769408483_779460332_n Holick ao Brasil, que ocorreu em agosto deste ano.  O texto faz menção à sua participação em audiência pública realizada em Brasília, onde autoridades, pesquisadores e médicos especialistas discutiram sobre o papel da vitamina D na saúde pública do Brasil. E também de sua reunião em São Paulo com pacientes de doenças auto-imunes que fazem tratamento com altas doses de vitamina D. Leia abaixo a tradução da notícia:

Holick da BUSM fala à autoridades do governo brasileiro sobre a importância da vitamina D

O mundialmente renomado especialista em vitamina D  e professor da BUSM Michael F. Holick, PhD, MD, retornou recentemente de uma viagem ao Brasil, a convite de um dos membros do parlamento do país.

Durante sua visita, Holick falou em um seminário à diversos membros do Parlamento do Brasil e ao público participante e se reuniu com o Ministro da Saúde do país e com o governador de São Paulo sobre o problema da deficiência de vitamina D no Brasil. Aproximadamente 50 por cento dos habitantes do Brasil são deficientes em vitamina D.

Através de seus anos de pesquisa Holick descobriu que a vitamina D desempenha um papel fundamental na modulação do sistema imunológico ajudando a combater infecções como a gripe e reduzindo o risco de muitas doenças comuns, incluindo câncer, doenças cardiovasculares, depressão e o diabetes.

Como parte de sua viagem, Holick se reuniu com mais de 100 pacientes de esclerose múltipla (EM) que vieram à São Paulo especialmente para conhecê-lo. De acordo com Holick, muitos destes pacientes de EM tiveram melhora nos sintomas, como resultado do tratamento com altas doses de vitamina D.

Fonte Boston University School of Medicine (BUSM)

Assista ao vídeo completo da audiência pública:

Leia também:

Deficiência de vitamina D entre mulheres brasileiras na pós-menopusa: pesquisa

O status da vitamina D tem sido extensivamente estudado em todo o mundo. No entanto,28379_253621_360427 a maioria dos estudos são da América do Norte, Europa e Oceania. Uma revisão recente, conduzida por Gilberto González da Pontificia Universidad Católica de Chile e publicada na revista Dermato-Endocrinology, descreve evidências publicadas sobre o status da vitamina D entre as mulheres pós-menopáusicas saudáveis ​​na América do Sul, onde os alimentos ainda não são enriquecidos com vitamina D.

A pesquisa bibliográfica identificou dez estudos de apenas três países da região: Argentina, Brasil e Chile. Estes estudos relataram uma alta prevalência de deficiência de vitamina D, apesar de suas localizações em latitudes com luz solar abundante durante todo o ano. Em estudos com modelos adequados, um gradiente norte a sul foi claramente revelado com níveis mais elevados de 25(OH)D em direção ao equador. As mudanças sazonais em 25(OH)D foram mais propensas a serem detectada em indivíduos mais jovens.

O autor ressalta que “Estes resultados são muito semelhantes aos que foram relatados no Hemisfério Norte e enfatizam a importância de recomendações para uma maior ingestão de vitamina D na população da América do Sul”.

Fonte

Vitamin D status among healthy postmenopausal women in South America, 2013.

Leia também:

Oito doenças comuns associadas à deficiência de vitamina D

A cura para algumas das mais comuns e debilitantes condições de saúde de hoje pode ser Boy-With-Inhaler-Sick-Asthmatão elementar quanto simplesmente corrigir uma deficiência nutricional que assola milhões de ocidentais: a deficiência de vitamina D. Aqui estão oito doenças comuns que têm sido cientificamente associadas à uma falta crônica de vitamina D:

1) Asma. Embora uma causa definitiva da asma ainda esteja sendo discutida, a ciência recente chama a atenção para a vitamina D e particularmente a sua falta, como um fator importante na sua prevalência. Especialmente em crianças, a vitamina D tem sido demonstrada ajudar a reduzir a gravidade e a prevalência de sintomas de asma e pode ajudar a acalmar a inflamação responsável por restringir as vias aéreas, tornando-se difícil para os asmáticos respirar (http://science.naturalnews.com).

2) Hipertensão. Um estudo recentemente publicado no Journal of Investigative Medicine encontrou que os pacientes com hipertensão se saíram melhor quando os seus níveis de vitamina D foram reforçados. Elevados níveis séricos de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D), um marcador da vitamina D, foram constatados ajudarem a modular a inflamação vascular e outros indicadores da pressão sanguínea elevada (http://www.vitasearch.com).

3) Doença inflamatória intestinal (DII). Numerosos estudos realizados na Europa, Índia e nos Estados Unidos identificaram uma ligação entre níveis baixos de vitamina D e taxas mais elevadas de doença de Crohn, colite ulcerativa e outras formas de DII. Baseado nesta pesquisa de coorte, as populações onde a exposição à luz solar natural é limitada tendem a ter taxas mais elevadas de DII e vice versa (http://www.vitamindcouncil.org).

4) Gripe. Há muito tem sido conhecido que são as taxas de gripe são mais altas durante o inverno quando o sol está em sua menor inclinação e a exposição aos raios ultravioleta B são mínimas. Isto, combinado com pesquisas, mostram que vitamina D ajuda a reforçar o sistema imunológico e a ciência está apenas começando a reconhecer o potencial de combate à gripe da manutenção de níveis ideais de vitamina D (http://www.vitamindcouncil.org).

5) Diabetes tipo 2. Um estudo de 2011, publicado na revista AIDS, encontrou que a deficiência de vitamina D pode exacerbar os sintomas da síndrome metabólica em pacientes com HIV. Mas no processo desta aprendizagem, a equipe de pesquisa também descobriu que a manutenção de níveis elevados de vitamina D através da exposição à luz solar ou suplementação pode realmente ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2 em geral (http://science.naturalnews.com).

6) Cáries dentárias. Suspeitava-se pelo menos desde  meados de 1.800 que a falta de exposição à luz solar natural fosse a principais das causas de problemas de saúde. Mas nos últimos anos, os cientistas têm ligado condições específicas, incluindo problemas de saúde dental, à falta de vitamina D. Numerosos estudos recentes descobriram que os níveis ideais de vitamina D promovem a calcificação saudável dos dentes, ao passo que a falta deste importante nutriente pode levar a taxas mais elevadas de cáries dentárias (http://www.vitamindcouncil.org).

7) Artrite reumatoide. Se você ou alguém que você conhece sofrer de artrite reumatoide (AR), você pode desejar ter seus níveis de vitamina D verificados. Um estudo recente do Canadá descobriu uma “Associação consideravelmente forte” entre deficiência de vitamina D e a AR. Na verdade, aqueles com níveis plasmáticos mais baixos de 25(OH)D  foram constatados serem até cinco vezes mais suscetíveis à doenças relacionadas com a AR do que os outros (http://www.vitasearch.com).

8) Câncer. Quer se trate de mama, próstata, câncer cervical, colorretal, esofágico, gástrico, endometrial, ováriano, pancreático ou renal, todos os tipos foram demonstrados serem mais proeminentes entre pessoas com níveis inadequados de vitamina D. Inversamente, aqueles com altos níveis de vitamina D, ou que sejam considerados níveis “ótimos”, tendem a ser os menos propensos a desenvolver câncer (http://www.vitamindcouncil.org).

Para saber mais sobre a vitamina D e muitos estudos científicos que têm sido realizados sobre ela em relação à doenças, certifique-se de verificar esta lista categórica no novo Science.NaturalNews.com:
http://Science.naturalnews.com

Você também pode aprender mais sobre a vitamina D, visitando o Vitamin D Council:
http://www.vitamindcouncil.org

Referências:

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

** Se você gostou deste post, por favor considere “curtir” a página Vitamina D – Brasil no Facebook.

Leia também:

Eu examinei meus níveis de vitamina D. O que meus resultados significam?

Se você já teve o seu níveis de vitamina D examinados, é importante entender o que significamshutterstock_66782632-e1350426795757-620x402 os resultados e quais as medidas você pode precisar tomar. O exame de sangue que mede a vitamina D é chamado de 25(OH)D. Os resultados do exame de sangue podem dizer se você está recebendo pouca, muita ou a quantidade certa de vitamina D. Isso irá ajudá-lo a decidir-se a tomar mais ou menos suplemento, ou expor mais sua pele ao sol.

Quando você obtém seus resultados do exame, você verá um número em unidades de ng/ml, por exemplo, 50 ng/ml. Estas são as unidades que os profissionais de saúde nos Estados Unidos usam. Em outras partes do mundo, os resultados dos testes sanguíneos de vitamina D são dados em unidades de nmol/l.

  • Para converter um resultado de exame medido em ng/ml a uma medida em nmol/L, multiplique o número ng/mL por 2,5. Por exemplo, 20 ng/ml é igual a 50 nmol/L (20 x 2,5).
  • Para converter um resultado de exame medido em nmol/l a uma medida em ng/ml, divida o número nmol/l por 2,5. Por exemplo, 50 nmol/l, é o mesmo que 20 ng/ml (2,5 ÷ 50).

Aqui está um rápido resumo do que diferentes níveis significam, o que os níveis podem significar para a sua saúde e o que fazer a seguir.

Note-se que todos somos diferentes e nem todo mundo consegue os mesmos níveis após a suplementação com as mesmas quantidades. As tabelas abaixo mostram, em média, quanto um regime de suplementação pode aumentar seus níveis sanguíneos, mas você pode pensar nos valores listados mais como uma previsão do que uma garantia. É por isso que você pode considerar verificar seus níveis duas vezes por ano ou mais, para ver se é necessário aumentar ou diminuir sua dosagem.

Meu nível está entre 0 e 10 ng/mL

Você está muito deficiente em vitamina D por todos os padrões existentes, incluindo o  Institute of Medicine, a Endocrine Society e o Vitamin D Council.

Com um nível de vitamina D nessa faixa, a sua saúde está em risco. Você pode ter níveis baixos de cálcio no sangue que pode levar ao amolecimento dos seus ossos. Com níveis muito baixos de vitamina D também pode ter menos força em seus músculos e ter dificuldades em se mover.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos à partir de 10 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
20 ng/mL 1.000 UI
30 ng/mL 2.200 UI
40 ng/mL 3.600 UI
50 ng/mL 5.300 UI
60 ng/mL 7.400 UI
70 ng/mL 10.100 UI

Meu nível está entre 10 e 20 ng/mL

Para os padrões da Endocrine Society e do Vitamin D Council, você ainda está deficiente em vitamina D. De acordo com o Institute of Medicine, está levemente deficiente ou insuficiente em vitamina D. Se você for afro-americano ou latino-americano é provável que você esteja neste intervalo.

Com níveis de vitamina D nessa faixa é mais provável de se desenvolver osteoporose e os ossos podem ser afetados, porque o seu corpo não está absorvendo cálcio suficiente. Isto significa que você está mais propenso a fraturas dos ossos e mais propenso a sofrer quedas. Você também pode ter altos níveis de hormônio da paratireóide em seu corpo. Hormônio da paratireóide controla os níveis de cálcio e fósforo em seu corpo e em excesso pode afetar os ossos.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 15 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
20 ng/mL 500 UI
30 ng/mL 1.700 UI
40 ng/mL 3.200 UI
50 ng/mL 4.900 UI
60 ng/mL 7.000 UI
70 ng/mL 9.700 UI

Meu nível está entre 20 e 30 ng/ml

De acordo com o Vitamin D Council, você está deficiente em vitamina D. De acordo com a  Endocrine Society, você está insuficiente. Pelos padrões do Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D. Se você é caucasiano norte-americano, é provável que você tenha um nível de vitamina D nessa faixa.

Com um nível de vitamina D nessa faixa você está menos propenso a ter problemas de saúde do que quando a vitamina D está em níveis mais baixos. No entanto, seu corpo pode ainda estar produzindo muito hormônio da paratireóide e não absorvendo totalmente o cálcio, o que pode afetar seus ossos. Pesquisas mostram que os níveis acima de 30 ng/mL podem ser mais propensos a evitar problemas nos ossos, tais como fraturas.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 25 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
30 ng/mL 600 UI
40 ng/mL 2.000 UI
50 ng/mL 3.700 UI
60 ng/mL 5.800 UI
70 ng/mL 8.600 UI

Meu nível está entre 30 e 40 ng/mL

De acordo com o Vitamin D Council, você ainda não está completamente suficiente de vitamina D, embora seus níveis estejam melhores do que a maioria da população. Pelos padrões da Endocrine Society e do Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D.

A boa notícia é que, com os níveis de vitamina D nessa faixa, o seu corpo está a absorvendo o cálcio bem e você deve ter os níveis adequados de hormônio da paratireóide. Isso significa ossos fortes e saudáveis. Em alguns estudos, os níveis de vitamina D nessa faixa têm sido mostrados reduzirem seu risco de desenvolver câncer e melhorar seu sistema imunológico, que combate as infecções.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 35 ng/ml, você pode tomar as seguintes medidas (com base em um peso corporal médio de 70 Kg)

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
40 ng/mL 800 UI
50 ng/mL 2.500 UI
60 ng/mL 4.600 UI
70 ng/mL 7.300 UI

Meu nível está entre 40 e 50 ng/mL

De acordo com a maioria dos padrões, incluindo o Vitamin D Council, a Endocrine Society e o Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D!

Estes são os níveis de vitamina D com os quais os seres humanos evoluíram. Se você passar um ano inteiro expondo seu corpo nu integral ao sol na linha do equador, estes são os níveis de vitamina D que você terá. Nos tempos modernos, estes são os níveis de caçadores-coletores que ainda vivem estilos de vida tradicionais ao ar livre na África.

Nestes níveis, a vitamina D está funcionando bem para controlar o nível de hormônio da paratireóide e cálcio em seu corpo. Se você está amamentando, você terá a vitamina D em seu leite materno para passar para seu bebê.

Alguns estudos sugerem que estes níveis de vitamina D estão ligados a uma redução do risco de alguns tipos de câncer e uma melhor saúde do coração e circulação. Pesquisas também sugerem que este nível de vitamina D ajuda a dar-lhe um forte sistema imunológico para combater infecções.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 45 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
50 ng/mL 900 UI
60 ng/mL 3.000 UI
70 ng/mL 5.700 UI

Meu nível está entre 50 e 60 ng/mL

Você está recebendo a quantidade certa de vitamina D, segundo os padrões estabelecidos pelo Vitamin D Council e pela Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

Alguns pesquisadores da vitamina D acreditam que estes níveis sejam os melhor alvos, embora mais pesquisas sejam necessárias para se ter certeza sobre isso.

Meu nível está entre 60 e 80 ng/mL

Você está recebendo a quantidade certa de vitamina D, segundo os padrões estabelecidos pelo Vitamin D Council e pela Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

O Vitamin D Council considera esta faixa “normal-alta”. Estudos têm mostrado que você pode conseguir estes níveis apenas por expor sua pele ao sol, por isso acredita-se que estes sejam certamente níveis saudáveis ​​e naturais.

Não há pesquisas suficientes atualmente para saber se há qualquer benefício em ter níveis de vitamina D nesta altura, em vez de níveis entre 40 ng/ml e 60 ng/ml. No entanto, não há nenhum perigo conhecido para manter o seu nível de vitamina D neste intervalo de 60 a 80 ng/ml.

Meu nível está entre 80 e 100 ng/mL

Você ainda está dentro da faixa de normalidade de acordo com os laboratórios de exames e a Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

Estes níveis são um pouco acima que você poderia alcançar naturalmente apenas por expor sua pele ao sol. Em outras palavras, você não pode alcançar estes níveis, sem tomar suplementos.

Não há pesquisas suficientes atualmente para saber se há algum benefício para ter níveis tão altos. No entanto, não há nenhum perigo conhecido na manutenção de níveis neste intervalo de 80 a 100 ng/ml.

Meu nível está entre 100 e 150 ng/mL

Embora estes níveis não sejam tóxicos e geralmente não sejam nocivos, eles são considerados muito altos. Não há benefícios conhecidos em ter um nível de vitamina D acima de 100 ng/ml. Um estudo realizado por um grupo de pesquisadores em Utah descobriu que níveis maiores que 100 ng/ml, estão associados à um ligeiro aumento do risco de desenvolvimento de um batimento cardíaco irregular, chamado fibrilação atrial.

Você deve tomar medidas para reduzir seus níveis abaixo de 100 ng/ml, a menos que esteja sob a supervisão de seu médico. Para diminuir seus níveis, pare de tomar suplementos. Após três meses, teste seus níveis de vitamina D e ajuste a quantidade de suplemento que você toma, quando os resultados do exame mostrarem que seu nível caiu de volta para a faixa de normalidade.

Meu nível é superior a 150 ng/mL

Você tem níveis tóxicos de vitamina D, que podem ser prejudiciais à sua saúde. Você deve tomar medidas para reduzir seus níveis abaixo de 100 ng/ml a menos que você esteja sob a supervisão do seu médico.

Para diminuir seus níveis, pare de tomar suplementos. Após três meses, teste seus níveis de vitamina D e ajuste a quantidade de suplemento que você toma, quando os resultados do exame mostrarem que seu nível caiu de volta para a faixa de normalidade.

Referências

  • Bouillon, R. How to Define Optimal Vitamin D Status. In Vitamin D, Third Edition, by Feldman D, Pike JW and Adams JS. Elsevier Academic Press, 2011.
  • Centers for Disease Control and Prevention. Second National Report on Biochemical Indicators of Diet and Nutrition, 2012.
  • Garland CF, French CB, Baggerly LL, Heaney RP. Vitamin D supplement doses and serum 25-hydroxyvitamin D in the range associated with cancer prevention. Anticancer Res. 2011 Feb;31(2):607-11.
  • Heaney, R. Assessing vitamin D status. Current Opinion in Clinical Nutrition and Metabolic Care, 2011.
  • Holick MF, Binkley NC, Bischoff-Ferrari HA, Gordon CM, Hanley DA, Heaney RP, Murad MH, Weaver CM; Endocrine Society. Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1911-30.
  • Institute of Medicine, Food and Nutrition Board. Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D. Washington, DC: National Academy Press, 2010.
  • Luxwolda MF, Kuipers RS, Kema IP, Janneke Dijck-Brouwer DA, Muskiet FA. Traditionally living populations in East Africa have a mean serum 25-hydroxyvitamin D concentration of 115 nmol/l. Br J Nutr. 2012 Jan 23:1-5.
  • Smith MB et al. Vitamin D Excess Is Significantly Associated with Risk of Atrial Fibrillation. American Heart Assocation 2011 Meeting. 2011; 124: A14699.
  • Vieth R. The Pharmacology of Vitamin D. In Vitamin D, Third Edition, by Feldman D, Pike JW and Adams JS. Elsevier Academic Press, 2011.
  • Zhu K, Austin N, Devine A, Bruce D, Prince RL. A randomized controlled trial of the effects of vitamin D on muscle strength and mobility in older women with vitamin D insufficiency. J Am Geriatr Soc. 2010 Nov;58(11):2063-8.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

** Se você gostou deste post, por favor considere “curtir” a página Vitamina D – Brasil no Facebook. Participe também do nosso grupo no Facebook.

Leia também:

Farmácias escocesas irão distribuir comprimidos gratuitos de vitamina D na tentativa de combater doenças ligadas à falta de sol

Farmácias estarão distrubuindo pílulas grátuítas de vitamina D para combater as doenças pillsligadas à falta de sol.

A Escócia é atingida por níveis médios mais elevados de uma série de condições relacionadas aos baixos níveis da chamada vitamina do sol.

Elas incluem a esclerose múltipla, alergias, o raquitismo infantil, osteoporose, câncer de mama e de próstata, artrite reumatóide e doenças intestinais.

Nosso clima apagado significa que não recebemos suficiente luz do sol em nossa pele em metade do ano para aumentar a produção de vitamina D.

E nós não comemos o suficiente dos alimentos que contêm a vitamina – como peixes oleosos.

O estudante Ryan McLaughlin – cuja mãe Kirsten tem esclerose múltipla – lançou uma campanha nacional há quatro anos para destacar a importância da vitamina D.

Ele liderou os manifestantes em uma marcha de Holyrood.

Anteriormente, as crianças e as mulheres grávidas tinham que marcar uma consulta com seu médico ou assistente de saúde, ou visitar um centro de saúde especializado, para obter acesso a pílulas de vitaminas gratuítas.

Mas a partir de 06 de maio, os pacientes qualificados – incluindo aqueles em ajuda de custo, desempregados ou jovens grávidas – serão capazes de aparecer em sua farmácia local para pegar as pílulas gratuitamente.

Depois de uma experiência-piloto bem sucedida em Glasgow, o Governo escocês espera que o movimento incentive uma maior adoção dos comprimidos grátis da vitamina, que contém 100 por cento da dose recomendada de vitamina D.

Margaret Watt, da Associação de Pacientes da Escócia, disse: “Se uma vitamina pode ajudar a manter nosso corpo seguro e saudável, então torná-la mais acessível para as pessoas é definitivamente uma coisa positiva”.

O especialista em alergias e professor da Universidade de Edimburgo disse: “Há um crescente corpo de trabalhos que mostram que a asma e outras doenças crônicas estão relacionadas com a deficiência de vitamina D.

Uma porta-voz do governo escocês disse: “A partir de 06 de maio, as vitaminas irão estar disponíveis nas farmácias comunitárias, na Escócia.”

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Daily Record

Leia também

Seus filhos estão acima do peso ou obesos? Eles podem estar deficientes em vitamina D

O peso extra em seu filho pode significar um risco ainda maior para as complicações de overweight childrensaúde do que se pensava inicialmente. De acordo com um estudo recente que surge no Jornal Pediatrics, pode significar também seu filho esteja deficiente em uma das mais importantes “vitaminas” para a saúde humana e para o funcionamento geral vital — a vitamina D, um contribuinte necessário para o desenvolvimento do esqueleto saudável em crianças, entre outras coisas.

Pesquisadores da University of Texas Southwestern Medical Center em Dallas fizeram um estudo transversal de crianças afro-americanas, latinas e caucasianas, com idades entre seis e dezoito anos e dividiram-nas, por altura e peso, em quatro grupos distintos: peso saudável, com excesso de peso, obesas e com obesidade grave. Eles descobriram que a deficiência de vitamina D é “altamente prevalente em crianças com sobrepeso e com obesidade.” Especificamente, níveis insuficientes de vitamina D foram encontrados em 21 por cento das crianças com peso saudável, 29 por cento das crianças com excesso de peso e 34 por cento de crianças obesas e 49 por cento com obesidade grave.

Entre as crianças que estavam severamente obesas, crianças afro-americanas e latinas foram constatadas terem maiores taxas de deficiência de vitamina D, em 87 por cento e 52 por cento respectivamente. A título de comparação, os níveis de deficiência foram muito mais baixos em crianças brancas, em 27 por cento. De acordo com os autores do estudo, “A prevalência particularmente alta em crianças severamente obesas e de minorias sugere que a triagem alvo e direcionamento terapêutico sejam necessários.”

Os resultados deste estudo surgem seguindo resultados publicados no ano passado na revista Pediatrics, que constatou que 70 por cento de todas as crianças dos EUA têm baixos níveis de vitamina D. Na época, o Dr. Juhi Kumar, do Hospital Infantil de Montefiore Medical Center, descreveu essas descobertas como “chocantes”. E de fato é, especialmente lembrando que a deficiência de vitamina D tem sido associada com aparentemente inumeráveis complicações de saúde ​​em adultos, incluindo, mas não limitado a doenças cardíacas, doenças auto-imunes, infertilidade, defeitos congênitos, diabetes, depressão, dores crônicas, insônia e até mesmo a vários tipos de câncer.

Mais informações sobre a ausente “vitamina” D

A manutenção de níveis adequados de vitamina D é fundamental pois influencia cerca de 3.000 dos cerca de 25.000 genes no corpo humano. De acordo com o Dr. Larry Wilson, saudáveis níveis de vitamina D ajudam o corpo em uma multiplicidade de atividades essenciais de reparação e manutenção, assim como equilibra as funções do sistema imunitário, proteção contra infecções e inflamações e contribui para a produção de mais de 200 peptídeos anti-microbianos, para nomear algumas.

Embora a exposição direta ao sol possa ser a forma ideal mais natural de obtenção dos níveis diários recomendados de vitamina D, Dr. Wilson acredita que as pessoas não podem obter o suficiente somente da luz solar. E os fabricantes de produtos de cuidados com o sol não estão nos fazendo nenhum favor, diz ele, quando seus produtos bloqueiam os raios de luz que ajudam nosso corpo a produzir vitamina D na pele.

“Sair ao sol parece não importar muito, a não ser, talvez, você estiver fora o dia todo”, diz Wilson, e “camas de bronzeamento podem ser usadas para obter mais vitamina D, mas podem não ser seguras.”

E os alimentos, por si só, podem não oferecer o suporte suficiente. “A vitamina D não é alta o suficiente em óleo de fígado de bacalhau, ou apenas em produtos lácteos e carnes alimentadas com pasto… Se alguém come três ou quatro latas de sardinha por semana, não vai precisar de suplementos vitamina D na maioria dos casos.” Ele não recomenda comer salmão, atum, bacalhau preto (que contêm alguma vitamina D) ou qualquer outro peixe ou frutos do mar em geral, por causa de seu alto teor de mercúrio tóxico.

Por estas razões e sobretudo porque os níveis adequados de vitamina D são tão essenciais para a saúde do organismo humano, Wilson recomenda tomar suplemento de vitamina D3 por via oral. Especialistas, diz ele, geralmente consideram 5.000 UI de vitamina D por dia como o ideal para a maioria dos adultos, incluindo mulheres grávidas. Que funciona em cerca de 35 UI por libra de peso corporal, muito mais do que a dose diária recomendada (RDA). E as crianças requerem uma dosagem menor que os adultos. Então, se você não tiver certeza de quanto dar ao seu filho, consulte um profissional de saúde confiável, porque uma overdose é possível.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Leia também:

8.000 UI de vitamina D por dia necessárias para elevar os níveis sanguíneos do “milagroso” nutriente anti-câncer, diz pesquisa inovadora

O reinado da censura e da repressão contra a vitamina D está chegando ao 271-laranja-modelo-pilulafim. Mesmo que o Instituto de Medicina (IOM) e muitas instituições que comandam a indústria do câncer (incluindo o ACS) intencionalmente tentem minimizar a capacidade da vitamina D em prevenir o câncer, um estudo publicado na revista Anticancer Research estabelece uma verdade simples, poderosa sobre a vitamina D que estamos ensinando na NaturalNews por anos: Um adulto típico precisa de 4.000 a 8.000 UI de vitamina D por dia para prevenir o câncer, esclerose múltipla e diabetes tipo-1, não os ridiculamente baixos 400 a 800 UI recomendados pelo governo dos EUA.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, Escola de Medicina de San Diego e da Escola Universitária de Medicina Creighton em Omaha. É uma pesquisa inovadora pois estabelece a relação entre a dosagem de vitamina D e os níveis sanguíneos circulantes.

Este é o início. É uma informação crucial para a revolução dos cuidados de saúde que será necessária para salvar estados e nações da falência total da saúde nos próximos anos. A vitamina D passa a ser uma das formas mais simples, mais seguras e mais acessíveis para prevenir as doenças degenerativas e reduzir drasticamente os custos a longo prazo dos cuidados de saúde.

Até 8.000 UI diárias são necessárias

“Verificou-se que a ingestão diária de vitamina D por adultos na faixa de 4.000 a 8.000 UI [unidades internacionais] são necessárias para manter os níveis sanguíneos de metabólitos da vitamina D no intervalo necessário para reduzir em cerca de metade o risco de diversas doenças – câncer de mama,  câncer de cólon, esclerose múltipla e diabetes tipo 1”, disse o Dr. Cedric Garland. (http://health.ucsd.edu/news/2011/02-22-vitamin-D-cancer-risk.htm)

Dr. Garland é professor de medicina preventiva e da família na UC San Diego Moores Cancer Center. Ele prosseguiu dizendo:

“Fiquei surpreso ao descobrir que as doses necessárias para manter o status da vitamina D para a prevenção de doenças eram tão altas – Muito maiores do que a ingestão mínima de vitamina D de 400 UI/dia o que era necessária para derrotar o raquitismo no século 20.”

Estudo revela taxa de 90% de deficiência de vitamina D na população dos EUA

Este estudo envolveu mais de 3.000 voluntários que tomavam suplementos de vitamina D. Pesquisadores extraíram deles amostras de sangue, a fim de determinar os níveis de 25-vitamina D (a forma mais comum de circulação no sangue).

Os resultados foram chocantes até para os autores do estudo, revelando que 90 por cento dos pesquisados tinham deficiência de vitamina D, estando abaixo da faixa de 40 a 60 ng/ml atualmente considerada saudável. (A maioria dos especialistas, nutricionalmente reconhecidos no mundo da saúde natural, recomenda faixas superiores de 60 a 70 ng/ml, na verdade).

Instituto de Medicina do governo dos EUA  intencionalmente minimizou recomendações de vitamina D, aparentemente em um esforço para manter o aumento nos lucros da indústria do câncer, negando qualquer benefício real à vitamina D. As recomendações do IOM mais recentes pareciam destinadas a realmente causar deficiência de vitamina D na população dos EUA (http://www.naturalnews.com/030598_vitamin_D_Institute_of_Medicine.htm …).

O IOM tem mesmo saído do seu caminho para diminuir artificialmente o limiar de deficiência de vitamina D, afirmando que 20 ng/ml seja um nível suficiente. Isto magicamente transforma uma pessoa “deficiente” em uma pessoa “não-deficiente” simplesmente trocando-se as definições. Assim, uma pessoa com um nível de 22 ng/ml, por exemplo, não é considerada “deficiente de vitamina D” pelo sistema médico estabelecido, embora os seus níveis de vitamina D sejam tão baixos que não possa ser capaz de impedir o câncer, EM ou diabetes tipo-1.

Por que a verdade sobre a vitamina D é uma enorme ameaça para o sistema médico estabelecido com finalidade lucrativa

Como a NaturalNews tem documentado e relatado várias vezes ao longo dos últimos anos, o estabelecimento médico – e especialmente a indústria de câncer – foram deliberadamente envolvidos em tentativas de impedir as pessoas de aprenderem a verdade sobre a vitamina D, a fim de proteger os grandes lucros gerados a partir de doenças e enfermidades. A vitamina D representa uma ameaça maior para a classe médica do que qualquer outro nutriente único, por três razões:

1) A vitamina D é gratuíta (você pode obtê-la a partir do sol, sem receita médica).

2) Vitamina D previne mais de uma dúzia de doenças e condições de saúde de alto lucro (osteoporose, câncer, diabetes, EM e outras).

3) A vitamina D é extremamente segura, mesmo quando tomada em forma de suplemento, porque é uma vitamina/hormônio natural que o corpo reconhece.

Leia mais em nosso relatório especial, “O Poder de Cura da luz solar e da vitamina D” em http://www.naturalnews.com/rr-sunlight.html

Ou assista ao vídeo incrivelmente popular do Health Ranger que explica como afro-americanos, asiáticos e latinos estão sendo explorados pela indústria do câncer através da censura da vitamina D e incentivo de deficiências nutricionais:
http://naturalnews.tv/v.asp?v=5A62FC73922FD51A88E62E42C5A0AD5E

Destaques do estudo

O resumo que se segue é extraído a partir dos resultados do estudo, disponíveis em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

• O estudo examinou 3.667 pessoas e seus hábitos de ingestão de vitamina D.

• A ingestão de vitamina D de 10.000 UI/dia não apresentou nenhuma toxicidade.

• Para aqueles severamente deficientes em vitamina D, cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou num aumento de 10 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 30 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um  aumento de 8 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 50 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um aumento de 5 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Em outras palavras, a suplementação de vitamina D tem uma curva de rendimentos decrescentes. Aqueles com atuais níveis elevados de vitamina D não experimentam o máximo benefício dos suplementos de vitamina D como aqueles com níveis baixos (que são aproximadamente 90% da população).

• As vendas de vitamina D aumentaram 600% desde 2001 (em grande parte devido aos esforços daqueles, tanto das comunidades de saúde natural, quanto das comunidades científicas honestas, que estão dizendo a verdade sobre a vitamina D).

• A vitamina D é notavelmente segura! A partir da conclusão do estudo:

“A ingestão universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D”.

Sim, é isso 40.000 UI por dia.

Veja o resumo reproduzido abaixo.

Por que quase todos nos países de primeiro mundo precisam de mais vitamina D

Graças, em grande parte, a esta notável pesquisa, agora é evidente que todas as pessoas inteligentes elevarão sua ingestão de vitamina D para algo na faixa de 8.000 UI por dia (ou mais), especialmente durante os meses de inverno.

Com base neste estudo eu estou pessoalmente aumentando minha ingestão para 10.000 UI por dia, de outubro a abril (na América do Norte). E vou certificar-me de ter abundância de sol durante os outros meses.

“Agora com os resultados deste estudo, se tornará comum para quase todos os adultos a ingestão de 4.000 UI/dia,” disse Dr. Garland. “Isso é confortavelmente inferior aos 10.000 UI/dia que o relatório do Comitê da IOM considera como limite de risco e os benefícios são substanciais”.

“Agora é a hora para praticamente todos tomarem mais vitamina D para ajudar a prevenir alguns tipos de câncer, várias outras doenças graves e fraturas,” disse Robert P. Heaney, MD, da Universidade de Creighton, um experiente cientista biomédico.

Parece que a indústria do câncer convencional, o IOM e mesmo o FDA não serão capazes de censurar a verdade sobre a vitamina D por muito mais tempo. A verdade está surgindo, graças, em grande parte devido a vocês, os leitores da NaturalNews que compartilham estas histórias e ajudam a educar e informar seus amigos e familiares.

Espalhe a notícia: tomar mais vitamina D! Por favor compartilhe esta história no Facebook, Twitter e em outros lugares. Que as pessoas saibam desta pesquisa e que a vitamina D é um nutriente “milagroso” notavelmente seguro que quase todo mundo precisa suplementar. Isto é especialmente verdadeiro se eles tiverem a pele mais escura.

(Recomendamos a vitamina D3 de empresas de suplementos nutricionais de qualidade. Cuidado com as fontes “multivitamínicas” mais baratas que você encontra em lojas comuns. Escolha suplementos de qualidade de fontes respeitáveis.)

Aqui está o título e o resumo do estudo original:

Doses suplementares de vitamina D e 25-Hidroxivitamina D sérico no intervalo associado com a prevenção do câncer

CEDRIC F. GARLAND, CHRISTINE B. FRENCH, , LEO L. BAGGERLY, e ROBERT P. HEANEY,

“Este documento oferece uma compreensão muito aguardada de uma relação dose-resposta entre vitamina D3 administrada por via oral e os níveis séricos de 25(OH)D resultantes em mais de 3.600 cidadãos. Os resultados permitirão novas definições sobre segurança de altas doses de vitamina D e reduzir as preocupações sobre a toxicidade. Este é um marco histórico na área da nutrição e vitamina D! ” – Anthony Norman, distinto professor de Bioquímica e Ciências Biomédicas, Professor Emérito da Universidade da Califórnia Riverside

Resumo. Justificativa: Estudos indicam que a ingestão de vitamina D na faixa de 1.100 a 4.000 UI/d e uma concentração sérica de 25-hidroxivitaminaD [25(OH)D] de 60 a 80 ng/ml podem ser necessárias para reduzir os riscos de câncer. Poucos estudos baseados na comunidade permitem estimar a relação dose-resposta entre a ingestão oral de vitamina D e de 25(OH)D sérico correspondente na faixa acima de 1.000 UI/d. Materiais e Métodos: Estudo descritivo de concentração sérica de 25(OH)D e ingestão auto-referida de vitamina D em um coorte de base comunitária (n = 3.667, idade média de 51,3 ± 13,4 y). Resultados: 25(OH)D sérico elevou-se em função da ingestão suplementar auto-referida de vitamina D, de forma curvilínea, sem nenhum consumo de 10.000 UI/d ou mais baixo produzindo valores de 25(OH)D acima do limite inferior da zona de potencial de toxicidade (200 ng/ml). A absorção não suplementada de todas as fontes foi estimada em 3.300 UI/d. A dose suplementar que assegura que 97,5% desta população alcance um 25(OH)D sérico de pelo menos 40 ng/ml foi de 9,600 UI/d. Conclusão: a ingestão Universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D.

O recente aumento do interesse em vitamina D pelo público em geral tem alimentado um aumento de mais de  200% nas vendas de preparações sem prescrição de vitamina D a partir de 2008 a 2009 e um aumento de mais de seis vezes desde 2001 (1). Além disso, os produtos com teor progressivamente crescente de vitamina D têm sido introduzidos com similar rapidez. Parece ter havido poucos precedentes para uma mudança desta magnitude e duração para outros nutrientes (por exemplo, as vitaminas C e E), que têm desfrutado de breves períodos de popularidade entre o público em geral. Basicamente, não há informações sobre como o público utiliza esses produtos ou em seu impacto sobre o status de vitamina D dos consumidores.

A GrassrootsHealth (GRH), uma organização de serviços comunitários sem fins lucrativos dedicada a promover a consciência pública sobre a vitamina D, montou um banco de dados que inclui informações sobre a ingestão suplementar de vitamina D por um coorte de população auto-selecionada e associa estas ingestões com valores de 25(OH)D séricos medidos, diversas variáveis demográficas e uma variedade de medidas do estado de saúde. Os dados da GRH incluem valores de muitos indivíduos com ingestões diárias suplementares dentro e acima das faixas frequentemente utilizadas hoje para a prevenção do câncer e de co-terapias(2, 3).

Este estudo utilizou o banco de dados da GRH para descrever a relação da medição de status da vitamina D para suplementação de vitamina D, tanto na praticada pela consciência individual de saúde como relacionada à prevenção do câncer.

Leia mais em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Entrevistas com os autores da pesquisa, Dr. Robert P. Heaney e Dr. Cedric F. Garland

** Se você gostou deste post, por favor considere “curtir” a página Vitamina D – Brasil no Facebook. Participe também do nosso grupo no Facebook.

Leia também:

Última atualização de página: 19 de março de 2013

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia solicita a inclusão da vitamina D na lista de medicamentos gratuitos fornecidos pelo SUS

A SBEM encaminhou ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Ciência Tecnologia e sbemInsumos Estratégicos um ofício no qual ela solicita uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o texto, a disponibilização corrigiria a deficiência prevalente deste nutriente nos grandes centros urbanos.

De acordo com a Sociedade, o SUS já fornece o 400 UI Vitamina D, porém apenas em associação com sais de cálcio, o que seria uma desvantagem, já que a maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio, mas sim de quantidades maiores de Vitamina D. Para a SBEM, as doses de ataque deveriam ser de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses.

Ainda segundo o Ofício, valores inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis.  Entre as consequências desta deficiência estão a maior fragilidade óssea e fraturas.

De acordo como texto, “uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício”.

Leia o ofício na íntegra:

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM vem solicitar à V. Ex.a uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS, que possibilitará a correção da já comprovada deficiência deste nutriente, altamente prevalente nos grandes centros urbanos do Brasil.

Em função das mudanças sociais e comportamentais ocorridas no último século, vivenciamos atualmente uma drástica redução nos períodos de exposição solar, o principal mecanismo pelo qual adquirimos a Vitamina D. Isto fez com que um problema irrelevante em nosso meio até meados do século passado se tornasse altamente prevalente nos dias de hoje, com sérias consequências para a saúde de nossa população.

Valores séricos inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis, números que se agravam à medida que caminhamos para o sul do país. Esta deficiência tem consequências já bastante conhecidas sobre o sistema musculoesquelético, levando a maior fragilidade óssea e fraturas. Uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício.

O SUS já fornece 400 UI Vitamina D, mas apenas em associação com sais de Cálcio, o que é uma desvantagem. A maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio por obtê-lo em quantidade suficiente na dieta, mas necessitam, entretanto, quantidades maiores de Vitamina D para corrigir sua deficiência. Esta correção exige doses de ataque de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses, o que inviabiliza o uso destas associações.

Portanto, faz-se urgente o fornecimento de Vitamina D3 isolada em apresentações versáteis, que possibilitem a titulação da dose para diferentes situações clínicas.

Os benefícios da Vitamina D sobre o sistema musculoesquelético são reconhecidos há quase um século. Entretanto, sua inadequação crônica vem sendo associada a outras situações clínicas indesejáveis, como alguns tipos de câncer, a doenças autoimunes, distúrbios metabólicos, entre outros. Portanto, sua disponibilização pelo SUS será muito bem-vinda, pois possibilitará oferecer, com esta medida de baixo custo, mais saúde à população.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia coloca-se à disposição do Ministério da Saúde para auxiliar na construção de diretrizes para a utilização de Vitamina D pelo Sistema Único de Saúde.

Fonte: SBEM – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Leia também