Vitamina D para a prevenção das infecções do trato respiratório superior: um estudo controlado randomizado

Pesquisadores da McMaster University, no Canadá, realizaram um ensaio controlado nocanvasrandomizado, publicado ontem no BMC Infectious Diseases, para avaliar se a suplementação de vitamina D (10.000 UI por semana) versus placebo, com e sem o uso de gargarejo, poderia prevenir a infecção do trato respiratório superior (ITRS) em estudantes universitários.

Eles recrutaram 600 alunos, divididos aleatoriamente em quatro grupos de tratamento:

  1. vitamina D com gargarejo;
  2. placebo com gargarejo;
  3. vitamina D sem gargarejo;
  4. placebo sem gargarejo.

Os estudantes então responderam a pesquisas semanais e submeteram amostras nasais auto-coletadas nos meses de setembro e outubro de 2010 ou 2011. Os participantes sintomáticos também preencheram um diário eletrônico de sintomas. Como resultado, eles puderam constatar que o tratamento com vitamina D foi associado à um risco significativamente menor de ITRS e com uma carga viral média significativamente menor.

Os autores concluíram:

“Estes resultados sugerem que a vitamina D3 seja uma intervenção promissora para a prevenção da ITRS. A vitamina D3 reduziu significativamente o risco de ITRS confirmado laboratorialmente e pode reduzir o risco de infecções clínicas.”

Fonte

Vitamin D3 and gargling for the prevention of upper respiratory tract infections: a randomized controlled trial. Maio 2014.

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A exposição à fumaça do cigarro pode contribuir para deficiência de vitamina D?

A fumaça do cigarro desempenha um papel na exacerbação da sinusite crônica. No 1534527entanto, os mecanismos para isso ainda eram desconhecidos. Pesquisas anteriores mostraram que a vitamina D pode desempenhar um papel na saúde respiratória e na redução da inflamação.

Pesquisadores da Universidade Médica da Carolina do Sul propuseram a hipótese de que fumaça do cigarro poderia prejudicar a conversão da vitamina D para a sua forma ativa (1,25(OH)2D), pelas células nasais e, além disso, que a suplementação com 1,25(OH)2D poderia reverter a resposta inflamatória induzida pela fumaça.

Eles então conduziram um estudo, recém publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology, buscando determinar os efeitos da fumaça do cigarro sobre os níveis de vitamina D, sobre a sua conversão e sobre a regulação da inflamação em indivíduos controles e em pacientes com sinusite crônica. Para tanto, amostras de sangue e de tecidos foram coletadas. A expressão de enzimas metabolizadoras da vitamina D foi medida e as células de tecidos foram usadas para analisar sua conversão, bem como a produção de citocinas pró-inflamatórias.

Como resultado, a exposição à fumaça do cigarro foi associada com uma redução dos níveis nasais e circulantes de vitamina D, bem como se demonstrou uma redução na conversão para a forma ativa, em comparação com os indivíduos controles.

Os autores concluíram:

“A exposição à fumaça do cigarro está associado à redução nos níveis de 25(OH)D e uma capacidade diminuída de conversão de 25(OH)D para 1,25(OH)2D pelas células epiteliais nasossinusais humanas. A adição de 1,25(OH)2D reduz os efeitos pró-inflamatórios da fumaça do cigarro. A conversão de 1,25(OH)2D prejudicada pela exposição à fumaça do cigarro representa um novo mecanismo através do qual ela induz os seus efeitos pró-inflamatórios”.

Fonte

Cigarette smoke exposure is associated with vitamin D3 deficiencies in patients with chronic rhinosinusitis. Abr 2014.

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Vitamina D: um agente anti-infeccioso universal

Antes da era dos antibióticos, o tratamento de pacientes com tuberculose era restrito à gripeexposição solar em sanatórios. Anos mais tarde, verificou-se que a vitamina D estimula a produção de catelicidinas, uma família de polipéptidos encontrados nos lisossomos de macrófagos e leucócitos. As catelicidinas desempenham um papel crítico na defesa imunitária inata, a qual cumpre uma função importante na supressão de infecções.

Pesquisadores acreditam que o aumento da incidência do resfriado comum e da pneumonia durante o inverno esteja relacionado a diminuição da exposição à luz solar, a qual resulta em uma diminuição da síntese de vitamina D. Um estudo conduzido por pesquisadores da Itália e de Israel, publicado este mês no Annals of the New York Academy of Sciences, destaca o papel da vitamina D como um novo agente anti-infeccioso para uma ampla gama de doenças.

“Uma associação foi estabelecida entre baixos níveis de vitamina D e infecções entéricas e das vias respiratórias superiores, pneumonia, otite média, infecções por Clostridium, vaginoses, infecções do trato urinário, sepse, gripe, dengue, hepatite B, hepatite C e infecções por HIV. Acumulando evidências que sugerem que vitamina D exerça efeitos protetores durante as infecções pela regulação positiva da expressão de catelicidinas e β-defensinas 2 nos fagócitos e nas células epiteliais. A vitamina D pode atuar como um agente antibiótico panaceal e, assim, ser útil como uma terapia adjuvante em diversas infecções”, resumem os autores.

Fonte

Vitamin D: a new anti-infective agent? Mar 2014.

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Níveis de vitamina D associados ao enfisema

Pesquisadores descobriram uma relação entre níveis séricos de vitamina D e o enfisema, o 19112012_111154_enfisemaque sugere que a vitamina pode desempenhar um papel na modulação da estrutura pulmonar.

O estudo usou dados de 498 participantes do estudo ECLIPSE (Evaluation of COPD Longitudinally to Identify Predictive Surrogate Endpoints), incluindo 75 fumantes e 75 não fumantes controles e 116 pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) na Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (GOLD) estágio 2 , 3 e 4. Cada grupo DPOC incluiu os 58 pacientes com os mais enfisema na tomografia computadorizada e os 58 pacientes com enfisema mínimo para cada estágio GOLD.

Houve uma alta prevalência de insuficiência e deficiência de vitamina D no coorte total, com uma média de níveis de 25-hidroxivitamina D (25 [OH] D) de 24,0 ng/mL, 69% tinham insuficiência de vitamina D (<30 ng/mL) , 39% tinham deficiência (<20 ng/mL), e 8,7% apresentaram deficiência grave (<10 ng/mL).

Conforme relatado em estudos anteriores, o volume expiratório forçado em 1 segundo foi significativamente associado com níveis séricos de 25(OH)D, mas os pesquisadores também descobriram que o enfisema negativamente se correlacionada com níveis séricos de 25(OH)D. Ambos os relacionamentos foram particularmente acentuados entre aqueles com os mais baixos níveis de vitamina D. No entanto, após o ajuste para fatores de confusão, eles não foram significativos entre os pacientes com DPOC.

A equipe também relata uma associação entre os níveis de vitamina D e Questionário Respiratório St George, bem como a capacidade de resposta broncodilatadora, uma caminhada de 6 minutos, e os biomarcadores proteína secretória das células de Clara 16 e proteína D surfactante – algo que a equipe diz que deve ser explorado em estudos futuros.

“Este estudo fornece evidências que suportam o papel da vitamina D em pacientes com DPOC, confirmando a relação entre a vitamina D e o fluxo de ar “, dizem os autores Stephen Rennard (University of Nebraska Medical Center, Omaha, EUA) e colegas, escrevendo no Respiratory Medicine .

No entanto, eles também observam que a associação pode ser devido a causalidade reversa como dieta e diminuição de atividades ao ar livre entre os pacientes com DPOC que podem alterar os níveis de vitamina D. “A DPOC como causa de níveis reduzidos de vitamina D é uma possibilidade plausível e não foi testada”, comentam.

Referências

Vitamin D, vitamin D binding protein, lung function and structure in COPD. Jun 2013

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte News Medical

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Níveis mais baixos de vitamina D associados à duas vezes o risco de doenças respiratórias

O Vitamin D Society quer conscientizar o público de um novo estudo publicado no 77_idoso.gJournal of the American Geriatrics Society, informa que adultos mais velhos deficientes em vitamina D foram duas vezes mais propensos a relatar uma doença respiratória que aqueles com os níveis mais altos.

O estudo analisou 2.070 adultos com 65 anos de idade ou mais, que participaram do 2005 Health Survey, em Inglaterra. O autor do estudo, o Dr. Hirani, descobririu que as pessoas com níveis gravemente deficientes em vitamina D, inferiores a 14 ng/mL, tiveram mais de duas vezes o risco de doenças respiratórias, quando comparados com aqueles no quartil mais alto de vitamina D, com de mais de 26 ng/mL, após o ajuste para co-variáveis. O estudo concluiu: baixas concentrações séricas de 25(OH)D estão associadas com doenças respiratórias. Garantir níveis adequados 25(OH)D é de importância para a saúde pública das populações idosas que vivem em latitudes do norte e pode ser uma maneira eficaz de prevenir infecções respiratórias concomitantes e complicações relacionadas em pessoas mais velhas.

Há razões biologicamente plausíveis para o 25(OH)D sérico poder ser associado com a saúde respiratória, reporta Dr. Hirani , visto que as concentrações inadequadas de vitamina D podem diminuir a resposta à infecção viral respiratória no pulmão.

O que significa isso para os canadenses? Perry Holman, diretor-executivo do Vitamin D Society aponta que o recente Estudo Estatístico do Canadá (2) sobre os níveis de vitamina D no sangue dos canadenses, informou que o nível médio de vitamina D para os canadenses foi de 25,4  ng/mL. Isto colocaria mais de 50% dos canadenses abaixo dos 26 ng/mL e que seria em um risco significativamente maior de se ter uma doença respiratória”.

A Agência de Saúde Pública do Canadá informou que mais de 3 milhões de canadenses são afetados por doenças respiratórias graves, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), câncer de pulmão, tuberculose (TB), fibrose cística, influenza, pneumonias e bronquiolites. Muitas destas doenças estão ligadas a um crescente envelhecimento da população e  representam um grande desafio para o sistema de saúde. O impacto econômico das doenças respiratórias no Canadá está estimado em 6,5% do total dos custos de saúde ou US$12.4 B/ano (3).

“A vitamina D é segura, barata e representa uma extraordinária oportunidade para reduzir o impacto pessoal e econômico de doenças respiratórias”, afirma Holman. “Pedimos a ajuda e o apoio de várias organizações de saúde que lidam com doenças respiratórias, para implementar programas de saúde pública sobre conscientização em vitamina D, para ajudar a elevar os níveis de vitamina D de todos os canadenses, especialmente os nossos idosos.”

Este não é o primeiro estudo a relatar uma associação entre baixos níveis de vitamina D e um maior risco de doenças respiratórias. Um estudo publicado em 2010 por pesquisadores da Universidade de Yale descobriu que as pessoas que tinham níveis de vitamina D superiores a 38 ng/ml foram associados com menor risco de desenvolverem infecções respiratórias agudas (4).

Para ajudar a evitar a deficiência de vitamina D, o Vitamin D Society deseja que todos, desde bebês a idosos, recebam um exame de sangue de 25(OH)D, obtenham o seu resultado do teste e certifiquem-se que seus níveis estejam entre 40 e 60 ng/mL. Dr. Robert Heaney recomenda que as pessoas a alcancem uma ingestão diária de 75 UI de vitamina D por dia por quilo para ajudar a garantir que você atinja níveis ótimos de vitamina D no sangue de 40 ng/mL.

Dr. John Cannell do Vitamin D Council recomenda luz solar, camas de bronzeamento ou suplementação D3 para aumentar seus níveis de vitamina D.

Sobre o Vitamin D Society:

O Vitamina D Society é um grupo canadense sem fins lucrativos organizado para: aumentar a consciência das muitas condições de saúde fortemente associadas à deficiência de vitamina D; incentivar as pessoas a serem pró-ativas na proteção de sua saúde e terem seus níveis de vitamina D testados anualmente; e ajudar a financiar valiosas pesquisas em vitamina D. O Vitamin D Society recomenda que as pessoas a alcancem e mantenham níveis sanguíneos ótimos de 25(OH)D entre 40 e 60 ng/ml.

Para mais informações, favor contatar:

Perry Holman
Vitamin D Society
877-520-4867

pholman (em) vitamindsociety (ponto) org

http://www.vitamindsociety.org

Referências

1.    V. Hirani. Associations Between Vitamin D and Self-Reported Respiratory Disease in Older People from a Nationally Representative Population Survey. J Am Geriatr Soc. 2013 May 6. doi: 10.1111/jgs.12254.

2.    Janz T, Pearson C. Vitamin D blood levels of Canadians. January 2013. Statistics Canada Catalogue no. 82-624-X http://www.statcan.gc.ca/pub/82-624-x/2013001/article/11727-eng.pdf

3.    Public Health Agency of Canada – Life and Breath: Respiratory Disease in Canada (2007)
http://www.phac-aspc.gc.ca/publicat/2007/lbrdc-vsmrc/index-eng.php

4.    Sabetta JR, DePetrillo P, Cipriani RJ, Smardin J, Burns LA, Landry ML. Serum 25-Hydroxyvitamin D and the Incidence of Acute Viral Respiratory Tract Infections in Healthy Adults. PLoS One. 2010 Jun 14;5(6):e11088. doi: 10.1371/journal.pone.0011088

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte PRWeb.com

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Baixos níveis de vitamina D associados aos distúrbios respiratórios

Baixos níveis de vitamina D estão associados à distúrbios respiratórios, de acordo com umashutterstock_123178315-e1368563960105-620x408 nova pesquisa publicada no Journal of the American Geriatrics Society.  Algumas doenças respiratórias comuns previamente associadas com baixos níveis de vitamina D incluem a asma, infecções do trato respiratório superior e inferior, pneumonia, tuberculose e outras.

Vasant Hirani, PhD, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London Medical School, relata uma associação inversa entre o status de vitamina D e incidência de doenças respiratórias.

Dr Hirani coletou dados sobre 2.070 adultos com 65 anos ou mais que participaram da pesquisa Health Survey for England de 2005. Os níveis de vitamina D foram avaliados, juntamente com distúrbios auto-referidos de longo prazo do trato respiratório, dados demográficos e fatores relevantes do estilo de vida.

Os participantes que estavam severamente deficientes (<14 ng/ml) foram duas vezes mais propensos a sofrerem de uma doença respiratória que aqueles no quartil mais elevado (> 25 ng/ml). Os participantes com deficiência moderada (14 a 20 ng/ml) tinham aumento de 1,75 da probabilidade de sofrerem de uma doença respiratória.

Dr Hirani, explica: “Garantir níveis de 25(OH) D adequados é de importância para a saúde pública das populações idosas que vivem em latitudes do norte e pode ser uma maneira eficaz de prevenir infecções respiratórias concomitantes e complicações relacionadas em pessoas mais velhas. Mais estudos são necessários para investigar se a suplementação de vitamina D pode reduzir a incidência e as exacerbações de doenças respiratórias. ”

Já existem algumas pesquisas na área, incluindo um estudo que constatou que a suplementação de vitamina D reduziu as exacerbações da doença pulmonar obstrutiva crônica nos severamente deficientes.

Referências

Hirani V. Associations between vitamin D and self-reported respiratory disease in older people from a nationally representative population survey.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Benefícios da vitamina D em pacientes com tuberculose respiratória

A manutenção de níveis suficientes de vitamina D pode ajudar as pessoas a respirarem 1964_airplanemelhor e pode até proteger contra a tuberculose, de acordo com pesquisa aceita para publicação no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Os autores coletaram dados de 10 mil pessoas no âmbito da Coreia do National Health and Nutrition Examination Surveys . Os pesquisadores relatam que pessoas com um histórico de TB têm níveis significativamente mais baixos de vitamina D quando comparados com aqueles sem antecedentes de tuberculose. Eles também relatam que a função pulmonar melhorou quando os níveis de vitamina D aumentaram.

“Este estudo sugere que pacientes com TB podem se beneficiar ao receberem a terapia de vitamina D para melhorar sua função pulmonar”, disse o autor principal do estudo, Chan-Jin Choi, MD, PhD, da Universidade Católica da Faculdade de Medicina da Coréia. “A vitamina D também tem potencial como uma medida preventiva para TB. Mais pesquisas são necessárias para explorar o impacto da vitamina D sobre a doença.”

Referências

Benefícios da vitamina D em pacientes com tuberculose respiratória. Medical Xpress. 26 de marco de 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Estudo: Vitamina D reduz infecções respiratórias e uso de antibióticos

Pesquisa publicada hoje no BMJ Open sugere que a suplementação diária com de Foto: Estudo: Vitamina D reduz infecções respiratórias e uso de antibióticosPesquisa publicada hoje no BMJ Open sugere que a suplementação diária com de vitamina D resulta em menos casos de infecções respiratória severas e em menor uso de antibióticos em uma população suscetível.Pesquisas sobre a deficiência de vitamina D e infecções respiratórias tem sido um tema quente de notícias ultimamente, com vários estudos que defendendo diferentes conclusões.Pedro Bergman, médico residente em microbiologia clínica no Karolinska University Hospital, em Huddinge, e colegas conduziram um estudo randomizado, duplo-cego, atribuindo 140 pacientes com deficiência do sistema imunológico a suplementação diária de vitamina D (4.000 UI) ou placebo durante 1 ano. Os participantes tiveram freqüentes infecções do trato respiratório (mais de 4 por ano) e tiveram pelo menos "42 dias com sintomas de infecções do trato respiratório durante o ano anterior à inclusão. "Os resultados são os seguintes:Os participantes do grupo da vitamina D reduziram o desconfortoOs pacientes que necessitaram de tratamento com antibióticos, durante o período do estudo foi  63 por cento menor no grupo da vitamina D em relação ao grupo placeboHouveram resultados significativamente menores de streptococcus aureus, infecções fúngicas e infecções respiratórias no grupo da vitamina DPara pesquisas futuras, Bergman declarou: "Eu me concentraria em pacientes com menos de 50 nmol / l [20 ng / ml] ... A evidência disponível diz que somente aqueles abaixo desses níveis, há o benefício adicional da vitamina D. "Bergman estimula que hajam pesquisas sobre o assunto antes de fazer recomendações definitivas.Fonte Vitamin D Councilvitamina D resulta em menos casos de infecções respiratória severas e em menor uso de antibióticos em uma população suscetível.

Pesquisas sobre a deficiência de vitamina D e infecções respiratórias tem sido um tema quente de notícias ultimamente, com vários estudos que defendendo diferentes conclusões.

Pedro Bergman, médico residente em microbiologia clínica no Karolinska University Hospital, em Huddinge, e colegas conduziram um estudo randomizado, duplo-cego, atribuindo 140 pacientes com deficiência do sistema imunológico a suplementação diária de vitamina D (4.000 UI) ou placebo durante 1 ano. Os participantes tiveram freqüentes infecções do trato respiratório (mais de 4 por ano) e tiveram pelo menos “42 dias com sintomas de infecções do trato respiratório durante o ano anterior à inclusão. ”

Os resultados são os seguintes:

Os participantes do grupo da vitamina D reduziram o desconforto
Os pacientes que necessitaram de tratamento com antibióticos, durante o período do estudo foi 63 por cento menor no grupo da vitamina D em relação ao grupo placebo
Houveram resultados significativamente menores de streptococcus aureus, infecções fúngicas e infecções respiratórias no grupo da vitamina D

Para pesquisas futuras, Bergman declarou: “Eu me concentraria em pacientes com menos de 50 nmol / l [20 ng / ml] … A evidência disponível diz que somente aqueles abaixo desses níveis, há o benefício adicional da vitamina D. ”

Bergman estimula que hajam pesquisas sobre o assunto antes de fazer recomendações definitivas.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council