Deficiência de vitamina D e o risco de AVC e de mortalidade em pacientes com coração artificial

O acidente vascular cerebral (AVC) e o risco de mortalidade em pacientes com implantes de coração artificial auxiliar (DAVE),coração-artificial continuam a ser elevados.  Em um novo estudo publicado no European Journal of Nutrition, pesquisadores da Alemanha tiveram como objetivo avaliar se marcadores de risco cardiovascular não clássicos, tais como a vitamina D e o FGF-23, poderiam contribuir para estes riscos.

Eles mediram a vitamina D sérica em 154 pacientes, assim como o calcitriol, o PTH e o FGF-23, pouco antes da implantação do DAVE e investigaram a associação com o risco de AVC e de mortalidade, durante um ano de acompanhamento.

Como resultado do estudo, os pesquisadores constataram uma alta prevalência da deficiência de vitamina D entre os pacientes. Maiores níveis séricos foram associados com menor risco de AVC e com a maior sobrevida. O PTH, o FGF-23 e o calcitriol não tiveram nenhuma associação significativa.

Os autores concluíram:

“Em pacientes com DAVE, níveis deficientes de 25(OH)D estão associados de forma independente com o alto riso de acidente vascular cerebral e de mortalidade. Se confirmados em estudos controlados e randomizados, a correção pré-operatória do status deficiente da vitamina D poderia ser uma medida promissora para reduzir o risco de acidente vascular cerebral e da mortalidade em pacientes com DAVE.”

Fonte

Vitamin D metabolites and fibroblast growth factor-23 in patients with left ventricular assist device implants: association with stroke and mortality risk. Eur J Nutr. 2015.

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Níveis de vitamina D e o risco de doenças cardiovasculares: uma avaliação à luz dos critérios de Hill

As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade em todo o mundo. Recentemente a deficiência de vitamina D criteriatem sido identificada como um potencial fator de risco, com muitas evidências sugerindo uma associação entre baixos níveis de vitamina D e as doenças cardiovasculares, e seus possíveis mecanismos de ação.

Embora muitos estudos suportem o potencial papel da vitamina D, estudos randomizados controlados ainda são necessários para confirmar esta associação. No entanto, uma outra maneira apropriada para examinar a causalidade em relação à vitamina D é a aplicação dos critérios de Hill para causalidade em um sistema biológico. E é isso que pesquisadores da Universidade da Califórnia se propuseram a fazer.

Os critérios de Hill foram propostos pelo epidemiologista e estatístico britânico Sir Austin Bradford Hill e buscam caracterizar como causal uma associação entre uma exposição e uma doença ou condição de saúde. Ao todo, são nove critérios, onde quanto maior número atendido, maiores as possibilidades da associação ser efetivamente de “causa e efeito”. Nem todos os critérios precisam ser satisfeitos, mas quanto mais o são, mais forte será a associação.

No novo estudo, publicado na revista Nutrients, os pesquisadores procuraram na literatura por evidências de uma associação causal entre os baixos níveis de vitamina D e o aumento do risco de doenças cardiovasculares, à luz de critérios de Hill.

Resumidamente são eles:

  • Relação temporal: A causa deve preceder a doença;
  • Força: A força da associação é medida por ensaios estatísticos apropriados. Quanto mais forte, mais provável que seja causal;
  • Relação dose-resposta: Uma crescente exposição aumenta o risco. Se uma relação dose-resposta está presente, é uma forte evidência de uma relação causal.
  • Consistência: Uma associação é consistente quando os resultados forem replicados em estudos em diferentes configurações usando métodos diferentes. Ou seja, se a relação é causal, seria de esperar para encontrá-lo de forma consistente em diferentes estudos e entre diferentes populações.
  • Plausibilidade: A associação deve ter uma explicação plausível, concordante com o entendimento biológico aceito atualmente;
  • Consideração de explicações alternativas: Para avaliar se a associação é causal, é necessário determinar até que ponto os pesquisadores levaram em conta outras possíveis explicações e efetivamente as descartaram.
  • Experiência:  A condição pode ser alterada (prevenida ou melhorada) por um esquema experimental adequado.
  • Especificidade: a exposição específica leva a doença;
  • Coerência: A associação deve ser compatível com a teoria e o conhecimento atual existente.

Os autores concluíram dizendo:

“Todos os critérios de Hill relevantes para uma associação causal em um sistema biológico foram satisfeitos, para indicar os baixos níveis de 25(OH)D como um fator de risco para as doenças cardiovasculares.”

Fonte

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A vitamina D e o risco de morte: uma nova revisão sistemática e meta-análise

Um grande estudo publicado ontem no BMJ, avaliando a relação entre níveis Martin-Dec-2010de vitamina D e a mortalidade por doenças cardiovasculares, câncer e outras condições de saúde, em diferentes circunstâncias, mais uma vez sugere fortemente que níveis ideais de vitamina D sejam cruciais para a boa saúde.

Uma revisão sistemática e meta-análise de estudos observacionais e de ensaios clínicos randomizados foi realizada por pesquisadores de diversos países. Entre eles a pesquisadora brasileira Cristina Baena, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Os pesquisadores consultaram as bases de dados Medline, Embase e Cochrane Library por trabalhos relevantes até agosto de 2013, selecionando estudos coorte observacionais e ensaios clínicos randomizados em adultos, que relataram a associação entre vitamina D e resultados específicos de mortalidade. Ao todo foram incluídos 73 estudos coorte, com 849.412 participantes, e 22 ensaios clínicos randomizados (vitamina D versus placebo), com 30.716 participantes.

Como resultado da análise, eles constataram que adultos com níveis mais baixos de vitamina D tiveram um aumento de 35 por cento do risco de morte por doenças cardíacas, 14 por cento maior probabilidade de morte por câncer e um maior risco da mortalidade geral. Os efeitos observados para a suplementação de vitamina D3 permaneceram inalterados quando agrupados por várias características. No entanto, para a suplementação de vitamina D2, um aumento no risco de mortalidade foi observado, em estudos com doses mais baixas e mais curtos períodos de intervenção.

Os autores concluíram:

“As evidências de estudos observacionais indicam associações inversas da 25-hidroxivitamina D circulante com riscos de morte devido a doenças cardiovasculares, câncer e outras causas. A suplementação com vitamina D3 reduz significativamente a mortalidade geral entre os adultos mais velhos, no entanto, antes de qualquer suplementação generalizada, mais pesquisas são necessárias para estabelecer a dose e duração ideais, e se a vitamina D3 e D2 teriam efeitos diferentes sobre o risco da mortalidade.”

Fonte

Vitamin D and risk of cause specific death: systematic review and meta-analysis of observational cohort and randomised intervention studies. Abr 2014.

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Vitamina D pode diminuir o colesterol em mulheres na pós-menopausa

Muitos estudos observacionais têm sugerido que a vitamina D pode ter benefícios para a 07saúde do coração. Agora, um estudo randomizado constatou que a vitamina D parece reduzir os níveis de LDL, ou colesterol “ruim”.

Pesquisadores atribuíram aleatoriamente 576 mulheres na pós-menopausa para uma dose diária de 400 unidades de vitamina D e de 1000 miligramas de cálcio, ou placebo . Eles as acompanharam por três anos.

No final do estudo, publicado no Menopause, o grupo da vitamina D teve níveis séricos significativamente mais elevados de vitamina D e uma queda pequena, mas notável, no LDL.

Os pesquisadores fizerem o controle para os níveis iniciais de vitamina D, tabagismo, consumo de álcool e mais de 20 outras variáveis. Eles reconhecem que a amostra foi relativamente pequena e que nenhuma conclusão sobre o efeito da vitamina D na saúde cardiovascular deve ser elaborada a partir de suas descobertas. Ainda assim, dizem eles, seu design duplo-cego, randomizado e o uso de exames de sangue para os níveis de vitamina D dão ao estudo uma força considerável .

“Não temos o suficiente aqui para dizer que nós entendemos tudo”, disse o autor do estudo, Dr. Peter F. Schnatz , professor de medicina interna do Jefferson Medical College, na Filadélfia. A mudança nos níveis de LDL, disse ele, “é significativa e na direção certa, mas talvez não seja suficiente para dizer que iremos impedir as pessoas de contraírem uma doença cardíaca.”

Referências

Calcium/vitamin D supplementation, serum 25-hydroxyvitamin D concentrations, and cholesterol profiles in the Women’s Health Initiative calcium/vitamin D randomized trial. Mar 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte The New York Times

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Atletas deficientes em vitamina D tem corações menores?

Em um novo estudo do Qatar, pesquisadores descobriram que os atletas com deficiência heart-gears-e1389829995650-620x416grave de vitamina D podem ter corações menores em comparação com atletas suficientes em vitamina D.

A saúde cardiovascular é muito importante para os atletas. O exercício intenso depende de se possuir um coração saudável e, ao mesmo tempo, leva a alterações no mesmo.

Pesquisas anteriores já encontraram associações entre a vitamina D e a saúde do coração, incluindo associações entre vitamina D e hipertensão, aterosclerose e a insuficiência cardíaca congestiva. No entanto, nenhuma pesquisa até à data tem olhado para o papel que vitamina D pode desempenhar no tamanho do coração.

Portanto, os pesquisadores no estudo avaliaram dados de um grupo de atletas de nível nacional que se exercitaram por 6 ou mais horas por semana e os compararam com indivíduos registrados na federação desportiva do Qatar que se exercitaram 2 ou menos horas por semana. No total, 506 atletas de nível nacional e 244 controles participaram do estudo.

Todos eles foram submetidos a uma avaliação médica pré-competitiva, uma triagem cardiovascular e uma avaliação da vitamina D. A avaliação da vitamina D incluiu um exame de vitamina D, bem como o preenchimento de um questionário perguntando sobre coisas como a exposição ao sol, etnia, tipo de pele e o uso de protetor solar.

Os pesquisadores então dividiram os grupos baseados em níveis de vitamina D em severamente deficientes (menos de 10 ng/ml), deficientes (10 a 20 ng/ml), insuficientes (20 a 30 ng/ml) e suficientes (superior a 30 ng/ml).

No geral, os pesquisadores descobriram que os atletas severamente deficientes mostraram uma estrutura cardíaca significativamente menor em todos, menos um dos marcadores em relação aos atletas insuficientes e suficientes. Além disso, após os ajustes finais para a idade, superfície corporal e etnia, eles encontraram uma relação positiva entre os níveis de vitamina D e cinco dos marcadores da estrutura cardíaca. Em outras palavras, quanto maiores fossem os níveis de vitamina D, mais saudáveis eram estes marcadores.

Os pesquisadores observaram algumas limitações. Em primeiro lugar, eles não incluíram dados sobre a aptidão cardiorrespiratória, o volume de treinamento e a intensidade do exercício. Além disso, eles só coletaram dados sobre os atletas que competiram em nível nacional e treinados por mais de 6 horas por semana, ou seja, os seus resultados não podem ser generalizados para outras populações.

Os pesquisadores solicitam por futuros estudos clínicos randomizados que observem os efeitos da suplementação de vitamina D sob o tamanho cardíaco em atletas severamente deficientes e deficientes.

Referências

Allison, R. et al. Severely vitamin D-deficient athletes present smaller hearts than sufficient athletes. European Journal of Preventive Cardiology, 2014.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Deficiência de vitamina D pode levar ao endurecimento dos vasos sanguíneos

A radiação UV-B na luz solar é o fator mais importante para a produção de vitamina D e é Cardiovascularpor isso que muitas pessoas sofrem de baixos níveis de vitamina D durante os meses de inverno. Embora certos alimentos contenham vitamina D, geralmente não é possível obter um fornecimento adequado da vitamina dos alimentos. Muitos estudos clínicos indicaram que os níveis baixos de vitamina D estão relacionados com doenças cardiovasculares, tais como pressão arterial elevada, mas também outras doenças, como diabetes mellitus, doenças auto-imunes e até mesmo o câncer. No entanto, os mecanismos moleculares subjacentes não estavam claros.

A deficiência de vitamina D leva ao endurecimento dos vasos sanguíneos

Os dois autores principais, a bióloga molecular Olena Andrukhova e a médica Svetlana Slavic, do Instituto de Fisiologia, Fisiopatologia e Biofísica da Vetmeduni Viena, constataram que a deficiência prolongada de vitamina D pode endurecer os vasos sanguíneos. Examinando a aorta, um vaso sanguíneo elástico que se expande a cada pulso de sangue e, em seguida, se contrai novamente, os pesquisadores mostraram que a deficiência de vitamina D torna o vaso menos flexível. Andrukhova explica em detalhes: “A vitamina D aumenta a produção da enzima eNOS (endothelial nitric oxide synthase) na camada interior dos vasos sanguíneos, o endotélio. Isto é crítico para a regulação da pressão sanguínea. A enzima produz uma molécula de óxido nítrico chamada (NO), um fator importante para o relaxamento da musculatura lisa dos vasos sanguíneos. Quando muito pouco NO é formado, os vasos se tornam menos flexíveis. Esta última análise, leva a um aumento da pressão arterial, que pode dar origem a outras doenças do aparelho circulatório. Então, indiretamente, vitamina D controla a pressão arterial.”

A coautora Slavic continua: “A rigidez dos vasos sanguíneos, geralmente aumenta com a idade. A amplitude da pressão arterial tende, assim, a aumentar com a idade levando a mudanças estruturais na aorta. A elasticidade se deteriora e a deficiência prolongada de vitamina D pode acelerar este processo…”

Simulação da deficiência de vitamina D em ratos

Os cientistas trabalharam com ratos geneticamente modificados para explorar os detalhes do mecanismo. Os receptores de vitaminas D nos animais foram alteradas de modo a que nenhuma sinalização de vitamina D era possível. A vitamina D também regula o equilíbrio de cálcio e fosfato do corpo, de modo que aos roedores foram dados uma dieta especial para assegurar que eles tinham cálcio e de fósforo suficiente. A falta de vitamina D foi, portanto, a única deficiência que poderia ter afetado a fisiologia dos animais.

Após cerca de um ano, sem sinalização da vitamina D, os ratos tiveram um aumento da amplitude da pressão arterial. Os pesquisares realizaram uma série de estudos sobre vários tecidos dos animais. Para entender o que estava por trás do aumento da amplitude da pressão arterial, eles se concentraram principalmente na aorta e encontraram uma diminuição da expressão de eNOS, um aumento da deposição de colágeno e diminuição das fibras elásticas. Ao longo do tempo, os vasos sanguíneos haviam se tornado mais rígidos e menos capazes de se adaptar de forma flexível para o volume de fluxo sanguíneo através deles. A consequência foi o aumento da amplitude da pressão arterial e alterações na estrutura e na função cardíaca. Em estudos futuros, os pesquisadores querem examinar se a vitamina D afeta diferentes tipos de células nos vasos sanguíneos de diferentes maneiras.

Abastecimento de luz para o coração e circulação

Na Europa, tem sido frequentemente considerado o enriquecimento de certos alimentos com vitamina D, como é habitual nos Estados Unidos, por exemplo. No entanto, uma fonte externa de vitamina D também traz riscos uma vez que qualquer excesso de vitamina D não pode ser excretado pelo organismo. Quando utilizado em doses muito altas podem levar a depósitos de cálcio nos vasos sanguíneos, nos rins, nos pulmões e no coração. No entanto, a falta de vitamina D também pode ter consequências dramáticas. O professor Reinhold Erben do conselho do Instituto afirma: “Não é que a deficiência de vitamina D irá levar imediatamente a um aumento na amplitude da pressão arterial ou da pressão arterial, mas a longo prazo pode levar a danos cardiovasculares. A vitamina D é a tradução química do sol em nossos corpos e devemos estocar em uma base regular, especialmente no inverno. Nós temos que nos lembrar que, na Europa Central, a síntese de vitamina D na pele é fisicamente impossível de novembro a fevereiro ao nível do mar. Níveis de radiação UV-B são simplesmente muito baixos. As alternativas são os suplementos de vitamina D ou uma estadia nas montanhas.”

Referências

Vitamin D Is a Regulator of Endothelial Nitric Oxide Synthase and Arterial Stiffness in Mice. Jan 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: NewsMedical.net

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Níveis sub-ótimos de vitamina D aumentam significativamente o risco de doenças cardiovasculares

A última década assistiu a milhares de estudos publicados que demonstram a profunda HRR58_Heartimportância de se obter quantidades suficientes da vitamina do sol a partir dos alimentos, da exposição ao sol e da suplementação. Nenhum outro nutriente foi demonstrado exercer tal vasta gama de benefícios para a saúde, mas milhões de crianças e adultos sofrem desnecessariamente, porque não possuem níveis sanguíneos circulantes suficientes de vitamina D. Em um grande estudo, publicado na American Heart Association na Revista Aterosclerose, Trombose e Biologia Vascular, pesquisadores da Universidade do Kansas descobriram que baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco significativamente maior de ataques cardíacos e de morte precoce. Os cientistas observaram que, em pessoas com baixos níveis sanguíneos de vitamina D, aumenta-los com suplementos diminuiu por mais da metade o risco de uma pessoa de morrer por qualquer causa em comparação com alguém que permaneceu deficiente. Este estudo se propôs a investigar a ligação entre os níveis de vitamina D e a incidência de doenças cardíacas e de morte precoce em um coorte de mais de 10.000 pessoas da Dinamarca. Além disso, os pesquisadores incluíram meta-dados de 35 estudos pertinentes que cobrem um período de 29 anos de tempo longo. O autor do estudo, Dr. James Vacek observou “Esperávamos ver que havia uma relação entre doenças cardíacas e a deficiência de vitamina D; fomos surpreendidos com o quão forte ela foi … muito mais profunda do que esperávamos.”

Níveis sanguíneos ótimos de vitamina D diminuem o risco de morte precoce por mais de 80 por cento

Neste estudo, os cientistas compararam os indivíduos com os níveis mais baixos de vitamina D (menos de 15 nanomol por litro, o que representa cinco por cento da população analisada) aos considerados na faixa normal (mais de 50 nanomol por litro, ou seja, aproximadamente 50 por cento do grupo). Os pesquisadores observaram que o declínio nos níveis de vitamina D foi diretamente associado ao aumento do risco de doença isquêmica do coração, infarto do miocárdio e de morte precoce.

Os autores descobriram que aqueles com níveis mais baixos de vitamina D tiveram um risco 64 por cento maior de ataque cardíaco, 57 por cento maior risco de morte prematura, 40 por cento maior risco de doença isquêmica do coração e de pelo menos de 81 por cento maior risco de morte por doenças cardíacas. Os pesquisadores concluíram “Pudemos verificar que há uma forte correlação estatística entre um baixo nível de vitamina D e de alto risco de doença cardíaca e de morte precoce. A explicação pode ser que um baixo nível de vitamina D conduza diretamente a doenças cardíacas e a morte. “

Além dos resultados cardiovasculares, a equipe constatou que as pessoas com níveis deficientes de vitamina D foram duas vezes mais propensas a terem diabetes, 40 por cento mais propensas a terem pressão arterial elevada e cerca de 30 por cento mais propensas a sofrerem de cardiopatia (enfraquecimento muscular do coração). A linha de fundo é simples: suplementar com uma forma oleosa de vitamina D3 (a maioria dos adultos necessita de 5.000 a 7.000 UI por dia, dependendo do peso e metabolismo do indivíduo) para atingir os níveis sanguíneos ideais de 50 a 70 ng/mL (conforme medido por um exame de sangue de 25(OH)D) para impedir as doenças cardíacas e as doenças crônicas que conduzem a uma morte precoce.

Referências

http://atvb.ahajournals.org
http://www.reuters.com
http://www.medicalnewstoday.com/articles/250628.php
http://www.nutraingredients.com

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Magnésio potencialmente aumenta a proteção da vitamina D contas doenças cardíacas, câncer e morte

Uma nova pesquisa mostrou que o magnésio é muito importante para o uso adequado da Magnesiumvitamina D em seu corpo, ele pode realmente aumentar a proteção da vitamina D às doenças cardíacas fatais e ao câncer de cólon em cerca de 500 por cento e da morte em geral em mais de 100 por cento . É importante ressaltar que isso também significa que aqueles com baixos níveis de magnésio estão recebendo muito menos benefícios de sua vitamina D do que eles imaginam.

Magnésio – seu corpo não pode usar a vitamina D sem ele

As três principais enzimas responsáveis ​​pela ativação, armazenamento e o transporte da vitamina D em todo o seu corpo são todas dependentes de magnésio. Isso significa que não importa o quanto de vitamina D você tome, seu corpo não poderá usá-la corretamente, se você for deficiente em magnésio. Por outro lado, um consumo elevado de magnésio na verdade parece aumentar os níveis de vitamina D. Um novo grande estudo dos EUA acaba de mostrar que os adultos com a ingestão de magnésio de > 420 mg por dia, foram 66 por cento menos propensos de serem deficientes em vitamina D em comparação com aqueles com ingestões mais baixas. Além disso, aqueles que tomaram ao menos 100 mg por dia de suplementos de magnésio tiveram um risco 70 por cento menor de serem deficientes em vitamina D. Mais importante, se o magnésio pode melhorar o seu nível de vitamina D, ele pode também aumentar os efeitos benéficos da vitamina D? As últimas pesquisas acabam de confirmar que sim.

Magnésio aumenta os benefícios da vitamina D para a sobrevida em mais de 100 por cento

Os pesquisadores observaram mais de 12.000 adultos americanos (parte da coorte do NHANES III) durante um período de 18 anos. Durante esse tempo, aqueles com níveis elevados de vitamina D (> 40 ng/ml) foram 13 por cento menos propensos a morrer por qualquer causa, se eles tivessem baixas ingestões de magnésio (264 mg/dia), mas foram 30 por cento menos propensos à morrer se tivessem altas ingestões de magnésio (> 264 mg/dia). Em outras palavras, uma elevada ingestão de magnésio mais do que duplicou o efeito protetor da vitamina D contra a morte por todas as causas. Esta relação manteve-se verdadeira para todos os níveis de vitamina D acima de 20 ng/ml e foi estatisticamente significativa.

Magnésio aumenta a proteção da vitamina D para doença cardíaca fatal em até 478 por cento

Este efeito foi ainda mais impressionante para morte por doenças cardíacas. Aqueles com alta vitamina D, mas baixo magnésio tinham apenas 9 por cento menos risco de morte por doenças cardíacas . Mas aqueles com alta vitamina D e alta ingestão de magnésio tiveram uma redução do risco de 43 por cento. Isso é um aumento de 478 por cento na eficácia da vitamina D para a prevenção de doenças cardíacas fatais. Mesmo com níveis baixos de vitamina D, o magnésio mais do que duplicou o efeito protetor da vitamina D (241 por cento) e isto foi estatisticamente significativo.

O magnésio pode potencialmente reduzir o risco de câncer de cólon

Magnésio já foi demostrando reduzir fortemente o risco de câncer de pâncreas e câncer de cólon, em estudos anteriores. Esta mais recente pesquisa pode explicar o porque. Apesar de não ser estatisticamente significativa (devido ao tamanho da amostra ser muito pequeno), o maior consumo de magnésio aumentou o efeito protetor da vitamina D para a mortalidade por câncer de cólon em até 480 por cento, mais uma vez nos mais altos níveis de vitamina D.

Quanto de magnésio é necessário para a proteção ideal?

Em conclusão, se você quiser maximizar os benefícios de saúde da vitamina D, você deve ter uma ingestão ideal de magnésio, que, neste novo estudo, é definida como algo entre 264 e 420 mg ao dia. Uma vez que 79 por cento dos americanos são deficientes em magnésio, todos devem considerar aumentar a sua ingestão através da dieta ou de suplementação para a saúde ótima. Para aqueles que preferem o caminho da dieta, uma lista completa de alimentos ricos em magnésio está disponível no último link abaixo.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Vitamina D previne a placa arterial em diabéticos reduzindo o risco de doenças cardíacas

Os riscos de diabéticos desenvolverem doenças cardíacas ou sofrerem um ataque cardíaco fatal são Vitamins-Supplementquase dobro devido ao efeito devastador da disfunção da insulina e níveis elevados de glicose no sangue. Especialistas estimam que um em cada três americanos serão afetados pelo diabetes até o ano de 2050, um forte indicador de que as taxas de doenças cardiovasculares e de morte por ataques do coração irão disparar de forma linear. Felizmente, o diabetes e as doenças cardíacas são evitáveis através de dieta adequada, atividade física, alterações do estilo de vida e uma série de compostos naturais, incluindo a vitamina D.

Uma equipe de pesquisadores da Washington University School of Medicine, em St. Louis determinou que as pessoas com diabetes frequentemente desenvolvem obstrução das artérias que causam doenças do coração e sugerem que os níveis baixos de vitamina D sejam os responsáveis. Publicando no Journal of Biological Chemistry, o pesquisador principal, Dr. Carlos Bernal-Mizrachi comentou “Cerca de 26 milhões de americanos agora têm diabetes tipo 2… e como a elevação das taxas de obesidade, acreditamos que mais pessoas irão desenvolver o diabetes. Esses pacientes estão mais propensos a experimentarem problemas cardíacos devido a um aumento na inflamação vascular, por isso temos vindo a investigar por que isso ocorre.”

A vitamina D demonstrada diminuir significativamente a adesão de macrófagos para prevenir coágulos arteriais

Vários estudos anteriores demonstraram claramente a importância fundamental de manter os níveis ideais de vitamina D para reduzir o risco de doenças cardíacas. Esta pesquisa se propôs a estabelecer a relação entre as células brancas macrófagos, normalmente responsáveis pelo combate aos invasores patogênicos e o desenvolvimento de placa arterial espumosa que bloqueia o fluxo sanguíneo para o coração. Os macrófagos mantém as paredes arteriais limpas quando eles são ativados como resultado de inflamações.

Para realizar o estudo, pesquisadores avaliaram os níveis de vitamina D em 43 pessoas com diabetes tipo 2 e em outros 25, que foram semelhantes em idade, sexo e peso corporal, mas não possuíam diabetes. Eles descobriram que, nos participantes com baixos níveis sanguíneos de vitamina D (menos de 30 ng/mL), os macrófagos eram muito mais propensos a aderir ao revestimento endotelial interno dos vasos, onde desencadeiam a coleta de partículas de colesterol LDL oxidadas, que formam depósitos de placas espumosas. Os vasos são, então, muito mais propensos a se tornarem-se rígidos e bloquear o fluxo sanguíneo normal.

Os cientistas examinaram a relação entre a pressão arterial, colesterol, controle do diabetes, peso corporal e raça e encontraram que a vitamina D foi o único fator que influenciou a formação de placas arteriais. Dr. Bernal-Mizrachi concluiu “Estudos anteriores têm associados a deficiência de vitamina D ao aumento das doenças cardiovasculares e da mortalidade… nosso trabalho sugere que vitamina D pode melhorar a liberação de insulina pelo pâncreas e a sensibilidade à insulina.” Embora estudos estejam sendo realizados para determinar se a otimização dos níveis de vitamina D  (50 a 70 ng/mL usando o exame de sangue padrão 25(OH)D) pode realmente tratar as doenças cardíacas em diabéticos, a suplementação diária com o hormônio constitui uma medida prudente para todos os adultos que estão em risco.

Referências:

http://www.jbc.org/content/287/46/38482
http://www.sciencedaily.com/releases/2012/11/121113134222.htm
http://www.medicalnewstoday.com/articles/252821.php
http://www.lef.org

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Os efeitos da vitamina D sobre a saúde músculo-esquelética, imunidade, auto-imunidade, doenças cardiovasculares, câncer, fertilidade, gravidez, demência e mortalidade: Uma revisão de evidências recentes

Uma ótima ingestão de vitamina D e seu status são importantes não somente para os ossos e no 66048-2-walking-trailsmetabolismo do cálcio/fosfato, mas também para a saúde e bem-estar geral. A deficiência e a insuficiência de vitamina D como um problema geral de saúde tendem a ser um risco para um amplo espectro de doenças agudas e crônicas.

Em um  estudo publicado em 28 de março na revista  Autoimmunity Reviews, os pesquisadores Pawel Pludowski, Michael F. Holick, Stefan Pilz e colegas fizeram uma revisão de estudos randomizados controlados, meta-análises e outras evidências da ação da vitamina D em vários desfechos de saúde.

Eles relatam que o status adequado de vitamina D se mostra protetor contra doenças músculo-esqueléticas (fraqueza muscular, quedas, fraturas), doenças infecciosas, doenças auto-imunes, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2, vários tipos de câncer, disfunções neurocognitivas, doenças mentais e outras doenças, bem como na infertilidade e resultados adversos da gravidez e do parto. A deficiência/insuficiência de vitamina D foi associada à todas as causas de mortalidade.

Os autores concluem:

“A suplementação adequada de vitamina D e exposição solar sensata para alcançar um status ideal de vitamina D estão entre os fatores de linha de frente na profilaxia para uma gama de transtornos. Orientações de suplementação e estratégias populacionais para a erradicação da deficiência de vitamina D devem estar incluídas nas prioridades dos médicos, profissionais da área médica e decisores políticos de saúde”.

Fonte

Vitamin D effects on musculoskeletal health, immunity, autoimmunity, cardiovascular disease, cancer, fertility, pregnancy, dementia and mortality – A review of recent evidence, 2013.

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