Deficiência de vitamina D pode reduzir as taxas de gravidez na fertilização in vitro

A deficiência de vitamina D tem sido demonstrada anteriormente afetar a fertilidade. Agora um grande estudo Beautiful pregnant woman relaxing in the parktransversal, prospectivo, realizado por pesquisadores na Itália e recém publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, avaliou os resultados da suplementação de vitamina D na fertilização in vitro (FIV), demonstrando que as mulheres com níveis mais elevados obtiveram maiores chances de engravidar em comparação com as mulheres com níveis mais baixos. 

Os critérios de inclusão no estudo foram os seguintes:

  1. indicação de fertilização in vitro;
  2. idades entre 18 e 42 anos;
  3. IMC entre 18 e 25 kg/ m2;
  4. reserva ovariana adequada, de acordo com critérios da Bolonha.

O número de mulheres recrutadas com níveis séricos de vitamina D abaixo de 20 ng/mL e acima de 20 ng/mL foi de 154 e 181, respectivamente. As taxas de gravidez clínica foram de 20% e 31%, respectivamente.

O estudo demonstrou que as mulheres com os mais altos níveis séricos (> 30 ng/mL) apresentaram o dobro de chances de gravidez bem sucedida em comparação com as mulheres com níveis mais baixos.

Os pesquisadores concluíram:

 “A vitamina D é um fator emergente que influencia a fertilidade feminina e os resultados da FIV . Estudos adicionais são necessários para confirmar imperiosamente uma relação causal e para investigar os potenciais benefícios terapêuticos da suplementação de vitamina D.”

Fonte

Vitamin D Deficiency and Infertility: Insights From in vitro Fertilization Cycles. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2014.

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Níveis de vitamina D e o sucesso reprodutivo: uma nova revisão sistemática

Diversos estudos atuais evidenciam uma elevada prevalência da deficiência shutterstock_106006154-620x415de vitamina D, incluindo as mulheres em idade fértil e gestantes. Podem assim existir repercussões no sucesso reprodutivo, não somente promovendo a infertilidade, como aumentando as complicações na gravidez e condicionando a saúde do novo ser.

Um  novo estudo desenvolvido na Unidade de Medicina da Reprodução (UMR) da Universidade da Beira Interior, em Portugal, avaliou a relação entre os níveis de vitamina D e os resultados da procriação medicamente assistida (PMA). O estudo foi conduzido pela pesquisadora Vanessa Alexandra Guerreiro Gonçalves, como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Medicina, que então o submeteu ao Vitamina D Brasil para sua publicação.

Nós já abordamos anteriormente no blog sobre os efeitos benéficos de níveis adequados de vitamina D sobre a fertilidade feminina e esta nova revisão corrobora os resultados de estudos anteriores: “A vitamina D e a fertilidade feminina”.

Para a realização deste novo estudo, a autora promoveu uma revisão sistematizada da literatura sobre a relação entre o status de vitamina D e a capacidade de se alcançar a gravidez clínica, espontaneamente ou com auxílio médico. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados B-on; BioMed Central; Cochrane; Medscape; Embase; Google Scholar; PubMed; Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal e SciELO, utilizando como equações de pesquisa as seguintes combinações: “vitamin D” e“IVF”; e “ART”; e “uterine insemination”; e “reproduction”; e “fertility”.

No total dez estudos atenderam aos critérios de inclusão, sendo oito observacionais e dois interventivos. De forma geral, nos estudos em que foram avaliados os níveis de vitamina D, maior parte das mulheres apresentava valores inferiores aos normais.

Em conclusão a autora afirma:

“A avaliação dos níveis séricos de vitamina D e a correção da sua deficiência devem ser considerados no contexto da infertilidade humana e da procriação medicamente assistida, pois podem melhorar a sua eficácia. A revisão efetuada não é conclusiva e justifica um projeto específico a realizar na Unidade de Medicina da Reprodução do Centro Hospitalar da Cova da Beira.”

Fonte

Correlação entre a Vitamina D e o Sucesso Reprodutivo. Maio 2014.

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A vitamina D e a fertilidade feminina

Além dos efeitos conhecidos da vitamina D na manutenção da homeostase do cálcio e da imagespromoção da mineralização óssea, existem algumas evidências que sugerem que a vitamina D também module processos reprodutivos humanos. Neste estudo, publicado este mês no Current Opinion in Obstetrics and Gynecology, pesquisadores da Áustria e da Alemanha revisaram os estudos mais interessantes e relevantes sobre a vitamina D e a fertilidade feminina, publicados ao longo do ano passado.

Segundo eles, vários estudos observacionais relataram um melhor resultado da fertilização in-vitro em mulheres com níveis suficientes de vitamina D (≥ 30 ng/ml), que foram atribuídos principalmente aos efeitos da vitamina D sobre o endométrio. Um estudo controlado randomizado constatou um aumento da espessura endometrial em mulheres com síndrome dos ovários policísticos (SOP) recebendo vitamina D durante os ciclos de inseminação intra-uterina.

Além disso, a suplementação de vitamina D teve um efeito benéfico sobre os lipídios séricos em mulheres com SOP. O tratamento da vitamina D melhorou a endometriose em ratos e o aumento da ingestão de vitamina D foi relacionado a uma diminuição do risco de endometriose incidente.

A vitamina D também foi associada positivamente com a dismenorréia primária, leiomioma uterino e a reserva ovariana em mulheres em idade reprodutiva final.

Os autores concluíram:

“Em mulheres submetidas a fertilização in vitro, um nível suficiente de vitamina D (≥ 30 ng/mL) deve ser obtido. A suplementação de vitamina D pode melhorar os parâmetros metabólicos em mulheres com SOP. A alta ingestão de vitamina D pode proteger contra a endometriose.”

Fonte

Vitamin D and female fertility. Abr 2014.

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Estudo: níveis de vitamina D predizem a gravidez após a fertilização in vitro

Mulheres submetidas à fertilização in vitro podem desejar aumentar os seus níveis de shutterstock_119293960-e1372784359436-620x374vitamina D para elevar suas chances de engravidar, de acordo com uma nova pesquisa publicada no Canadian Medical Association Journal .

O estudo publicado na última semana relata que mulheres com níveis suficientes de vitamina D foram significativamente mais propensas a engravidarem após a fertilização in vitro (FIV) em comparação com aquelas com níveis insuficientes ou deficientes. A FIV é o principal tratamento para problemas de fertilidade em que óvulo de uma mulher é fertilizado por um espermatozóide fora do corpo.

Pesquisadores do Hospital Mounte Sinai, em Toronto examinaram 173 mulheres canadenses submetidas à tratamento de fertilização in vitro com idades entre 18 e 41 anos. O status da vitamina D foi avaliado em todas as participantes no prazo de uma semana da remoção dos óvulos dos ovários das mulheres.

Os pesquisadores descobriram que 55% das mulheres tinham níveis suficientes de vitamina D (>30 ng/ml), enquanto 45% tinham níveis insuficientes (<30 ng/ml). Eles relataram também que as mulheres com níveis suficientes tiveram uma taxa de gravidez significativamente mais elevada (53%) que as mulheres com níveis insuficientes de D (35%). Além disso, a taxa de implantação – ocorre quando o embrião se prende à parede do útero – foi mais elevada no grupo suficiente (35%) que no grupo insuficiente (26%), embora este resultado não tenha sido significativo.

Os autores concluem que são necessárias mais pesquisas, pelo mecanismo no qual a vitamina D afeta a fertilidade ser ainda incerto. Por enquanto, os autores acreditam que a suplementação de vitamina D possa ser uma alternativa eficiente e barata para melhorar a fertilidade. Eles acrescentam que examinar os níveis de vitamina D, como parte da rotina de avaliação da fertilidade possa ser benéfico.

Referências

Garbedian K, et al. Effect of vitamin D status on clinical pregnancy rates following in vitro fertilization. Canadian Medical Association Journal Open, 2013

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Os efeitos da vitamina D sobre a saúde músculo-esquelética, imunidade, auto-imunidade, doenças cardiovasculares, câncer, fertilidade, gravidez, demência e mortalidade: Uma revisão de evidências recentes

Uma ótima ingestão de vitamina D e seu status são importantes não somente para os ossos e no 66048-2-walking-trailsmetabolismo do cálcio/fosfato, mas também para a saúde e bem-estar geral. A deficiência e a insuficiência de vitamina D como um problema geral de saúde tendem a ser um risco para um amplo espectro de doenças agudas e crônicas.

Em um  estudo publicado em 28 de março na revista  Autoimmunity Reviews, os pesquisadores Pawel Pludowski, Michael F. Holick, Stefan Pilz e colegas fizeram uma revisão de estudos randomizados controlados, meta-análises e outras evidências da ação da vitamina D em vários desfechos de saúde.

Eles relatam que o status adequado de vitamina D se mostra protetor contra doenças músculo-esqueléticas (fraqueza muscular, quedas, fraturas), doenças infecciosas, doenças auto-imunes, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2, vários tipos de câncer, disfunções neurocognitivas, doenças mentais e outras doenças, bem como na infertilidade e resultados adversos da gravidez e do parto. A deficiência/insuficiência de vitamina D foi associada à todas as causas de mortalidade.

Os autores concluem:

“A suplementação adequada de vitamina D e exposição solar sensata para alcançar um status ideal de vitamina D estão entre os fatores de linha de frente na profilaxia para uma gama de transtornos. Orientações de suplementação e estratégias populacionais para a erradicação da deficiência de vitamina D devem estar incluídas nas prioridades dos médicos, profissionais da área médica e decisores políticos de saúde”.

Fonte

Vitamin D effects on musculoskeletal health, immunity, autoimmunity, cardiovascular disease, cancer, fertility, pregnancy, dementia and mortality – A review of recent evidence, 2013.

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Estudos indicam benefícios da vitamina D na fertilidade

Estudos médicos desenvolvidos nos últimos anos apontam a relação entre a vitamina D e a Foto: Estudos indicam benefícios da vitamina D na fertilidadeEstudos médicos desenvolvidos nos últimos anos apontam a relação entre a vitamina D e a fertilidade. Receptores dessa vitamina estão presentes em células importantes do sistema reprodutor, tanto masculino quanto feminino - o que sugere que ela pode ter um papel nesse sistema.Já são conhecidos alguns benefícios da vitamina D na formação dos ossos e dentes. Mais recentemente, as pesquisas têm apontado seu possível efeito em diversos sistemas do corpo, como o imunológico e circulatório. E, entre eles, também o reprodutor. "Começaram a surgir alguns trabalhos mostrando alguma relação entre a vitamina D e a fertilidade desde 2008 e 2009", afirma Jorge Haddad, especialista em reprodução assistida da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).A revista médica European Journal of Endocrinology publicou uma revisão conduzida por pesquisadores da Universidade Médica de Graz, na Áustria, que coletou estudos de relevância sobre a relação da vitamina D com a fertilidade publicados até outubro de 2011. Eles consistiam principalmente em trabalhos realizados com animais, ou observações de grupos com baixos índices de vitamina D em comparação com aqueles com índices regulares.A revisão apontou que há uma correlação entre menores níveis de vitamina D e a baixa fertilidade. "Até hoje, não se achou a relação de causa e efeito. Mas, estatisticamente, parece que, se a vitamina D está equilibrada, a taxa de gravidez é melhor", diz Jorge. "Como a vitamina ajuda em todos os órgãos, quando há falta, o corpo vai agir melhor se ela for suprida. A melhora da reprodução seria um aspecto da melhora geral", acredita o médico.Embora não se saiba exatamente o efeito da vitamina na fertilidade, a presença de receptores de vitamina D nos ovários, no folículo ovariano (conjunto de células que inclui o ovócito), no endométrio (tecido que reveste o interior do útero), na placenta e na hipófise (glândula que produz hormônios importantes para a reprodução), na mulher, e no espermatozoide, no homem, indicaria que ela pode ter papel nessas células e tecidos.A revisão aponta que, na mulher, a vitamina D poderia reduzir as chances de abortamento. "Como há receptores no endométrio, provavelmente a vitamina D nesse tecido favorece a implantação", explica o médico. Nas mulheres, a vitamina D poderia ainda melhorar a frequência menstrual e controlar os distúrbios metabólicos relacionados à Síndrome do Ovário Policístico - doença que acomete entre 5 e 10% das mulheres em idade fértil e que pode levar a problemas de fertilidade.Além disso, a vitamina D pode estar associada a melhores resultados de fertilização in vitro. A vitamina D estaria relacionada ainda ao crescimento do óvulo e à produção de hormônios sexuais. "Mas não há nada demonstrado", ressalta o especialista.Nos homens, a localização dos receptores nos testículos ainda é incerta. O estudo aponta, no entanto, que a vitamina D poderia favorecer a maturação do espermatozoide e seu decréscimo reduziria a contagem e a mobilidade dessas células. Além disso, a vitamina D poderia aumentar a produção de testosterona, hormônio masculino importante para a produção de espermatozoides e para o desejo sexual.Tratamento com vitamina DAinda que a influência da vitamina D na fertilidade não esteja comprovada, Jorge afirma que a utiliza em pacientes que apresentaram nível deficiente dela - a medição se dá por exame de sangue. "Do ponto de vista prático, eu dou. Não vai fazer mal ao paciente. Com isso, espero melhorar a taxa de gravidez", afirma. Segundo ele, casos como abortamento de repetição e falhas de implantação são aqueles nos quais a vitamina é mais receitada, embora não seja norma no meio médico.O tratamento com vitamina D deve ser controlado por um médico. O excesso da vitamina pode ser prejudicial à saúde, causando problemas como danos ao coração e fragilidade nos ossosFonte: TERRAfertilidade. Receptores dessa vitamina estão presentes em células importantes do sistema reprodutor, tanto masculino quanto feminino – o que sugere que ela pode ter um papel nesse sistema.

Já são conhecidos alguns benefícios da vitamina D na formação dos ossos e dentes. Mais recentemente, as pesquisas têm apontado seu possível efeito em diversos sistemas do corpo, como o imunológico e circulatório. E, entre eles, também o reprodutor. “Começaram a surgir alguns trabalhos mostrando alguma relação entre a vitamina D e a fertilidade desde 2008 e 2009”, afirma Jorge Haddad, especialista em reprodução assistida da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A revista médica European Journal of Endocrinology publicou uma revisão conduzida por pesquisadores da Universidade Médica de Graz, na Áustria, que coletou estudos de relevância sobre a relação da vitamina D com a fertilidade publicados até outubro de 2011. Eles consistiam principalmente em trabalhos realizados com animais, ou observações de grupos com baixos índices de vitamina D em comparação com aqueles com índices regulares.

A revisão apontou que há uma correlação entre menores níveis de vitamina D e a baixa fertilidade. “Até hoje, não se achou a relação de causa e efeito. Mas, estatisticamente, parece que, se a vitamina D está equilibrada, a taxa de gravidez é melhor”, diz Jorge. “Como a vitamina ajuda em todos os órgãos, quando há falta, o corpo vai agir melhor se ela for suprida. A melhora da reprodução seria um aspecto da melhora geral”, acredita o médico.

Embora não se saiba exatamente o efeito da vitamina na fertilidade, a presença de receptores de vitamina D nos ovários, no folículo ovariano (conjunto de células que inclui o ovócito), no endométrio (tecido que reveste o interior do útero), na placenta e na hipófise (glândula que produz hormônios importantes para a reprodução), na mulher, e no espermatozoide, no homem, indicaria que ela pode ter papel nessas células e tecidos.

A revisão aponta que, na mulher, a vitamina D poderia reduzir as chances de abortamento. “Como há receptores no endométrio, provavelmente a vitamina D nesse tecido favorece a implantação”, explica o médico. Nas mulheres, a vitamina D poderia ainda melhorar a frequência menstrual e controlar os distúrbios metabólicos relacionados à Síndrome do Ovário Policístico – doença que acomete entre 5 e 10% das mulheres em idade fértil e que pode levar a problemas de fertilidade.

Além disso, a vitamina D pode estar associada a melhores resultados de fertilização in vitro. A vitamina D estaria relacionada ainda ao crescimento do óvulo e à produção de hormônios sexuais. “Mas não há nada demonstrado”, ressalta o especialista.

Nos homens, a localização dos receptores nos testículos ainda é incerta. O estudo aponta, no entanto, que a vitamina D poderia favorecer a maturação do espermatozoide e seu decréscimo reduziria a contagem e a mobilidade dessas células. Além disso, a vitamina D poderia aumentar a produção de testosterona, hormônio masculino importante para a produção de espermatozoides e para o desejo sexual.

Tratamento com vitamina D
Ainda que a influência da vitamina D na fertilidade não esteja comprovada, Jorge afirma que a utiliza em pacientes que apresentaram nível deficiente dela – a medição se dá por exame de sangue. “Do ponto de vista prático, eu dou. Não vai fazer mal ao paciente. Com isso, espero melhorar a taxa de gravidez”, afirma. Segundo ele, casos como abortamento de repetição e falhas de implantação são aqueles nos quais a vitamina é mais receitada, embora não seja norma no meio médico.

O tratamento com vitamina D deve ser controlado por um médico. O excesso da vitamina pode ser prejudicial à saúde, causando problemas como danos ao coração e fragilidade nos ossos

Fonte: TERRA

Tomar sol pode aumentar a fertilidade

De acordo com pesquisadores austríacos, tomar sol pode estimular a fertilidade feminina e 542647_348381838591200_2132424734_nmasculina. O estudo, feito pela Medical University of Graz, mostrou que o aumento da vitamina D no corpo humano auxilia na regularização hormonal da mulher e também na contagem de espermas do homem. As informações são do Daily Mail.

As conclusões mostram que, antes de recorrer a tratamentos de fertilidade, os casais devem tomar sol. Isso porque a vitamina D aumenta os níveis de progesterona e estrogênio em 13 e 21%, respectivamente, regulando o ciclo menstrual e tornando maior a chance de engravidar.

Para os aspirantes a pais, a exposição solar é essencial para o desenvolvimento saudável do núcleo dos espermas, aumenta os níveis da testosterona e melhora o libido do homem.

O estudo, publicado recentemente no Jornal Europeu de Endocrinologia, analisou 2300 pessoas e revelou que os efeitos da vitamina nos hormonios sexuais de ambos os sexos é um meio de explicar porque as taxas de concepção caem no inverno e aumentam significativamente no verão nos países do norte europeu. Nos animais, o estudo apresentou os mesmos resultados.

Apesar da vitamina D ser obtida em pequenas quantidades em alimentos como peixes, ovos e fígado, cerca de 80% da necessidade do corpo é obtida por meio de um processo químico que acontece quando os raios UVB são absorvidos pela pele. Uma das responsáveis pelo estudo, a Dra. Elisabeth Lerchbaum, ressaltou que é preciso estar atento ao excesso de exposição solar já que pode causar cancer de pele: “não é necessário perder tanto tempo no sol, é possível repor a necessidade tomando suplementos de vitamnina D. Um meio barato e eficaz”, afirmou a profissional. Outra conclusão sobre a vitamina D é que ela pode desempenhar um papel importante na redução da síndrome da morte súbita infantil e ainda ajuda a diminuir as chances de problemas mentais nas crianças.

Fonte: TERRA