Vitamina D: um agente anti-infeccioso universal

Antes da era dos antibióticos, o tratamento de pacientes com tuberculose era restrito à gripeexposição solar em sanatórios. Anos mais tarde, verificou-se que a vitamina D estimula a produção de catelicidinas, uma família de polipéptidos encontrados nos lisossomos de macrófagos e leucócitos. As catelicidinas desempenham um papel crítico na defesa imunitária inata, a qual cumpre uma função importante na supressão de infecções.

Pesquisadores acreditam que o aumento da incidência do resfriado comum e da pneumonia durante o inverno esteja relacionado a diminuição da exposição à luz solar, a qual resulta em uma diminuição da síntese de vitamina D. Um estudo conduzido por pesquisadores da Itália e de Israel, publicado este mês no Annals of the New York Academy of Sciences, destaca o papel da vitamina D como um novo agente anti-infeccioso para uma ampla gama de doenças.

“Uma associação foi estabelecida entre baixos níveis de vitamina D e infecções entéricas e das vias respiratórias superiores, pneumonia, otite média, infecções por Clostridium, vaginoses, infecções do trato urinário, sepse, gripe, dengue, hepatite B, hepatite C e infecções por HIV. Acumulando evidências que sugerem que vitamina D exerça efeitos protetores durante as infecções pela regulação positiva da expressão de catelicidinas e β-defensinas 2 nos fagócitos e nas células epiteliais. A vitamina D pode atuar como um agente antibiótico panaceal e, assim, ser útil como uma terapia adjuvante em diversas infecções”, resumem os autores.

Fonte

Vitamin D: a new anti-infective agent? Mar 2014.

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A vitamina D ajuda a prevenir infecções de ouvido, de acordo com novo ensaio

Novos dados apresentados na Interscience Conference on Antimicrobial Agents and child-on-balcony-e1379026666277-620x429Chemotherapy 2013 dizem que a vitamina D pode ajudar com as infecções de ouvido recorrentes.

As infecções de ouvido, conhecidas como otite média aguda (OMA), podem se desenvolver a partir de infecções das vias respiratórias superiores e quando o ouvido médio é infectado por bactérias. Crianças que obtém essas infecções de ouvido, muitas vezes têm o que é chamado de otite média aguda recorrente ou apenas infecções de ouvido recorrentes.

“A suplementação com vitamina D aumentou os níveis séricos e este aumento está associado com uma redução no número total de episódios de OMA”, disse Susanna Esposito, MD, da Universidade de Milão, durante uma coletiva de imprensa. “No entanto, isto foi interessante, pois observou-se que o efeito positivo é significativo no grupo de crianças com OMA recorrente e diminuindo o risco de episódios de OMA não complicada.”

Os pesquisadores randomizaram 116 crianças para receber 1.000 UI/dia de vitamina D ou placebo durante quatro meses.

Eles descobriram que as crianças que receberam a vitamina D experimentaram menos otites que o grupo placebo. Eles também descobriram que aquelas que tomaram vitamina D foram menos propensas a terem complicações associadas à infecções de ouvido.

“Claro que mais alguns estudos são necessários a fim de identificarmos se em crianças saudáveis se pode reduzir o risco de OMA em geral e não o risco de recorrência, em relação aos níveis séricos de vitamina D”, disse Esposito. “Mais estudos são necessários para verificarmos se podemos aumentar a população que poderia se beneficiar em receber a suplementação de vitamina D”.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Vitamina do sol – Uma potente defesa contra novas cepas de tuberculose mortal

Com as superbactérias da tuberculose resistentes aos antibióticos em ascensão em todo o imagesmundo, os remédios naturais são cada vez mais importantes para combater a propagação desta grave doença. O consumo de níveis adequados de vitamina D é crucial não apenas para um sistema imunitário saudável, mas também para provocar a produção de péptidos antimicrobianos que inibem especificamente a bactéria. Como uma defesa barata e extremamente eficaz, esta humilde vitamina deve desempenhar um papel de liderança na dieta diária de todos.

A ascensão das  superbactérias da tuberculose

Conforme revelado no artigo da NaturalNews, “Especialistas em saúde alertam para a ameaça mundial da tuberculose incurável”, novas variedades perigosas da bactéria da tuberculose (TB) estão se tornando assustadoramente mais prevalentes. As intervenções médicas modernas podem se provar serem completamente inúteis em um futuro próximo, devido ao fato de que 30 por cento dos novos casos de tuberculose são da variedade resistente aos antibióticos (MDR). Mas não temos que nos esconder em nossas casas na esperança de não sermos expostos. Em vez disso, uma medida de ação preventiva pode manter famílias e comunidades em segurança.

A vitamina D fornece um raio de esperança

Mais uma vez, a vitamina d oferece proteção contra a doença onde a medicina convencional falha. Em um estudo publicado pela Science, pesquisadores descobriram que a vitamina D não apenas provocou uma resposta imune elevada para Mycobacterium tuberculosis, mas também apoiou uma “indução dos peptídeos antimicrobianos catelicidinas” que destroem as bactérias. Além disso, uma pesquisa  na Indonésia descobriu que a recuperação foi acelerada pelo uso da vitamina D em pessoas que estavam com a doença. 67 pacientes com tuberculose foram avaliados por oito meses na Clínica de Pneumologia do Hospital Cipto Mangunkusumo em Jacarta. Os participantes receberam vitamina D ou placebo em um estudo randomizado, duplo-cego durante seis semanas de tratamento. Cem por cento daqueles que receberam a vitamina D apresentaram melhoras significativas em relação aos 76,7 por cento do grupo placebo.

A vitamina do sol, historicamente usada para prevenir e tratar a tuberculose

Sob a forma de óleo de fígado de bacalhau e de luz solar, foi amplamente utilizada no século 19 e início do século 20 no combate à tuberculose. O professor Sir Malcom Greene acredita que a “prescrição” generalizada de óleo de fígado de bacalhau pelos médicos durante esse tempo desempenhou um papel notável na redução das taxas da doença. A helioterapia, também conhecida como a terapia do sol, também era comum. Em “Tuberculosis – How Effective Is Cod Liver Oil?” Greene observa:

“O papel da vitamina D na luta contra a tuberculose proporciona uma base racional para a terapia da luz do sol, que foi amplamente praticada em pacientes em sanatórios antes da quimioterapia se tornar disponível, pelo que a vitamina D é sintetizada na pele quando exposta ao sol. Pacientes foram tirados de seus leitos e deitados ao sol no verão e no inverno e muitos foram enviados para a Suíça e outros países ensolarados para tratamento.”

Com os antibióticos progressivamente sem êxito na prevenção e tratamento da tuberculose, parece que temos um círculo fechado. O uso tradicional da vitamina D pode em breve ultrapassar os limites da medicina convencional. Como um nutriente poderoso e econômico, a vitamina D vem a ser uma excelente aliada contra os perigos bastante reais desta doença fatal.

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

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Benefícios da vitamina D em pacientes com tuberculose respiratória

A manutenção de níveis suficientes de vitamina D pode ajudar as pessoas a respirarem 1964_airplanemelhor e pode até proteger contra a tuberculose, de acordo com pesquisa aceita para publicação no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Os autores coletaram dados de 10 mil pessoas no âmbito da Coreia do National Health and Nutrition Examination Surveys . Os pesquisadores relatam que pessoas com um histórico de TB têm níveis significativamente mais baixos de vitamina D quando comparados com aqueles sem antecedentes de tuberculose. Eles também relatam que a função pulmonar melhorou quando os níveis de vitamina D aumentaram.

“Este estudo sugere que pacientes com TB podem se beneficiar ao receberem a terapia de vitamina D para melhorar sua função pulmonar”, disse o autor principal do estudo, Chan-Jin Choi, MD, PhD, da Universidade Católica da Faculdade de Medicina da Coréia. “A vitamina D também tem potencial como uma medida preventiva para TB. Mais pesquisas são necessárias para explorar o impacto da vitamina D sobre a doença.”

Referências

Benefícios da vitamina D em pacientes com tuberculose respiratória. Medical Xpress. 26 de marco de 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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A vitamina D dobra a possibilidade de cura no tratamento da hepatite C

Por: Carlos Varaldo (www.hepato.com) – O “World Journal of Gastroenterology” de dezembro publica a mais recente confirmação 1888_woman_in_black_and_whitedo efeito benéfico da inclusão da vitamina D no tratamento da hepatite C ao ser utilizada conjuntamente a utilização do interferon peguilado e ribavirina.

Em fevereiro de 2009 (dois anos atrás) comecei a falar sobre a importância da vitamina D para quem têm uma doença no fígado e durante o mesmo ano comecei a mostrar que aumentando o nível de vitamina D no organismo poderia ser possível aumentar a possibilidade de cura ao realizar o tratamento. Por divulgar os benefícios de uma vitamina e não de um medicamento recebi muitas criticas por parte de médicos, agora, com mais esse estudo todos aqueles que torciam o nariz não acreditando que uma simples e barata vitamina poderia aumentar as possibilidades de cura deverão rever, em beneficio dos infectados, seus conceitos.

O novo estudo foi realizado em Israel para determinar se realmente a adição da vitamina D, um potente imunomodulador, melhora a resposta terapêutica no tratamento da hepatite C.
Este foi um estudo de intenção de tratar prospectivo e randomizado, incluindo 72 pacientes infectados com o genotipo 1 da hepatite C que nunca tinham recebido qualquer tratamento anterior, os quais foram aleatoriamente distribuidos em dois grupos de estudo.

Um grupo formado por 36 homens com idade média de 47 anos receberam durante 48 semanas peginterferon alfa 2-b (PegIntron) na dose normal de 1,5 mcg/kg por semana e ribavirina conforme o peso, entre 1.000 e 1.200 mg/dia, em conjunto com vitamina D3 objetivando alcançar um nível acima dos 32 ng/ml.

Um segundo grupo, também formado por 36 homens com idade média de 47 anos receberam durante 48 semanas peginterferon alfa 2-b (PegIntron) na dose normal de 1,5 mcg/kg por semana e ribavirina conforme o peso, entre 1.000 e 1.200 mg/dia, mas sem a adição da vitamina D3.

No grupo tratado conjuntamente com a vitamina D3, a mesma foi administrada em gotas orais durante 4 semanas antes do inicio do tratamento na dosagem de 2.000 IU/d objetivando um nível superior aos 32 ng/l. A dosagem de 2.000 IU/d de vitamina D3 foi introduzida 4 semanas antes do inicio do tratamento e mantida até o final, completando 52 semanas de utilização.

Teoricamente o grupo que recebeu a suplementação da vitamina D3 deveria ter apresentado uma menor possibilidade de cura, pois nesse grupo a massa corporal, medida pelo IMC era de 27 em média, contra 24 no grupo controle, em relação à carga viral 50% apresentavam uma carga viral inicial acima de 800.000 IU/ml, contra 42% no grupo controle e o grau de fibrose acima de F2 atingia 42% no grupo tratado com vitamina D3 contra somente 19% no grupo controle.

Mas os resultados obtidos surpreendem. A resposta virológica rápida (indetectável na semana 4 do tratamento) atingiu 44% dos pacientes recebendo vitamina D3 os quais se encontravam indetectáveis, contra 17% no grupo controle. Na semana 12 do tratamento 94% dos pacientes do grupo com vitamina D3 estavam indetectáveis, contra 48% do grupo controle.

E a resposta virológica sustentada (indetectável aos seis meses após o final do tratamento) que é a cura da hepatite C, foi obtida por 86% dos pacientes que receberam conjuntamente a vitamina D3 contra 42% dos pacientes que receberam o tratamento tradicional de interferon peguilado e ribavirina.

Entre os pacientes que completaram as 48 semanas de tratamento foi observada uma recidiva do vírus nos seis meses após o final do tratamento, de 8% no grupo que recebeu a vitamina D3 e de 36% no grupo tratado da forma tradicional. A não resposta (não respondedores durante o tratamento) foi de 6% no grupo que recebeu a vitamina D3 contra 22% no grupo tratado da forma tradicional.

O índice HOMA-IR que mede a resistência a insulina, um fator negativo para se obter a cura, teve uma redução significativa no grupo que recebeu a vitamina D3, passando de uma média inicial de 4,5 para 2,3. No grupo tratado de forma tradicional a média inicial que era de 4,6 somente teve uma redução para 4,0.

Os efeitos colaterais foram iguais nos dois grupos, iguais aos que acontecem com o tratamento tradicional de interferon peguilado e ribavirina. Não foi observado nenhum efeito colateral novo em função da vitamina D3.

Conclusão

A adição da vitamina D3 durante o tratamento da hepatite C utilizando interferon peguilado e ribavirina melhora significativamente a resposta terapêutica, aumentando a possibilidade de cura.

Referências

“Vitamin D supplementation improves sustained virologic response in chronic hepatitis C (genotype 1)-naïve patients” Autores: Saif Abu-Mouch, Zvi Fireman, Jacob Jarchovsky, Abdel-Rauf Zeina, and Nimer Assy

Fonte hepatite.org.br

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Vitamina D – Uma estratégia na prevenção de gripes e resfriados

A vitamina D é um agente antimicrobiano surpreendentemente eficaz, produzindo gripeentre 200 a 300 diferentes peptídeos antimicrobianos em seu corpo, que matam bactérias, vírus e fungos. Então otimizar seus níveis não só irá ajudar a eliminar os vírus do resfriado ou da gripe, mas pode impedi-los de invadir o seu corpo primeiramente. Ao contrário de vacinas contra a gripe, essa recomendação vem ganhando validação científica. De fato, há evidências convincentes sugerindo que os sintomas de gripe e do resfriado são causados ​​por uma deficiência de vitamina D.

Dr. John Cannell, fundador do Vitamin D Council, foi um dos primeiros a introduzir a ideia de que a deficiência de vitamina D pode realmente ser uma causa subjacente da gripe, o que pode ajudar a explicar os seus aparentes benefícios como combatente da gripe. Sua hipótese foi publicada no journal Epidemiology and Infection em 2006, que foi seguido por um outro estudo publicado no Journal of Virology, em 2008.

Sua hipótese recebeu mais apoio e confirmação de quando, no ano seguinte – o maior e mais representativo estudo em nível nacional deste tipo até agora – constatou que as pessoas com menores níveis de vitamina D no sangue relataram ter constipações e significativamente mais resfriados recentes ou casos de gripe.

Em outro estudo, publicado em 2010, pesquisadores estudaram o efeito da vitamina D sobre a incidência da gripe sazonal em escolares. No decurso de um ano, a influenza A ocorreu em apenas 10,8 por cento de crianças no grupo de vitamina D, em comparação com 18,6 por cento de crianças no grupo de placebo. De acordo com os autores:

“Este estudo sugere que a suplementação de vitamina D3 durante o inverno pode reduzir a incidência de influenza A, especialmente em subgrupos específicos de crianças em idade escolar.”

Referências

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: Mercola.com

Entrevista com Dr. John Cannell sobre as ações da vitamina D no sitema imunológico

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Leia também:

Vinte razões pelas quais a vitamina D seja melhor que a vacina da gripe

Vitamina D é melhor que a vacina da gripe para parar as infecções do H1N1. De fato, vacinasem a vitamina D, as possibilidades são de que em primeiro lugar a vacina não vá gerar muitas das respostas de imunidade.

Isso por que a vitamina D é essencial para a saúde, ativa a função de imunidade. Esta é apenas uma das razões que pessoas inteligentes estão escolhendo a vitamina D em vez de vacina da gripe suína. Aqui estão mais dezenove razões:

1 – A vitamina D ativa seu sistema de proteção para responder a qualquer exposição viral (não apenas a um vírus)

2 – A vitamina D é parte natural do seu corpo.

3 – A vitamina D tem funcionado como remédio no corpo humano desde o início da espécie humana

4 – A vitamina D está disponível agora mesmo e não há escassez dela

5 – A vitamina D não vai causar uma inflamação no seu cérebro e colocar você em coma

6 – A vitamina D não requer uma injeção com uma agulha assustadora

7 – A vitamina D é encontrada naturalmente em muitos alimentos como sardinha e salmão.

8 – A vitamina D tem um registro de segurança. Ninguém nunca morreu por consumi-la.

9 – A vitamina D está disponível. Você pode até conseguí-la de graça (da luz do sol)

10 – A vitamina D não contém fragmentos de vírus de animais doentes (como as vacinas frequentemente têm)

11 – A vitamina D não contém thimerosal ou outros preservativos químicos

12 – A vitamina D não contém uma folha de advertências descrevendo possíveis efeitos colaterais.

13 – A vitamina D não fere o seu braço quando você toma

14 – A vitamina D também melhora o metabolismo do açúcar, a densidade óssea e o temperamento saudável

15 – A vitamina D é segura para o meio ambiente

16 – A vitamina D não contém esqualeno ou outros agentes químicos inflamatórios

17 – A vitamina D funciona em qualquer pessoa e é segura para todos, incluindo bebês e crianças

18 – A vitamina D é feita pela natureza, não em laboratórios

19 – A vitamina D é encontrada naturalmente no leite do seio

20 – Você pode caminhar, mastigar goma de mascar e produzir vitamina D a partir da luz do sol tudo ao mesmo tempo.

Mike Adams é um defensor da saúde do consumidor com uma paixão por ensinar as pessoas como melhorarem a sua saúde.

NaturalNews.com

Última edição de página: 16 de fevereiro de 2013

Baixos níveis de vitamina D associados à pior resposta ao tratamento em pessoas com HIV e Hepatite C

Uma pesquisa recente diz, as pessoas infectadas com o vírus da hepatite C (VHC) e HIV são 1936_flat_tiremenos propensas a responder à interferon peguilado e ribavirina (PEG/RBV) – um tratamento para VHC – se tiverem baixos níveis de vitamina D.

A deficiência de vitamina D é comum em pessoas com HIV e VHC. A correlação entre os níveis de vitamina D e a resposta ao tratamento PEG/RBV em pessoas co-infectadas não havia sido avaliada até o presente estudo, pelo Vienna HIV & Liver Study Group.

Este grupo de pesquisadores recrutou 65 pessoas com HCV e HIV que tinham registro de biópsia do fígado e dados de resposta virológica. Eles determinaram o status da vitamina D a partir de amostras de sangue armazenadas recolhidas no prazo de 1 mês antes de iniciar a terapia HCV.

Os autores constataram que 20% dos participantes tinham níveis normais de vitamina D (>30 ng/ml), enquanto que 57% estavam insuficientes de vitamina D (10-30 ng/ml) e 23% estavam deficientes em vitamina D (<10 ng/ml ).

Eles relatam que as taxas de resposta virológicas precoces – significando que o VHC não é detectável no sangue após 12 semanas de tratamento – foram significativamente mais freqüentes em pacientes com níveis suficientes de vitamina D (92%) do que naqueles com níveis (insuficientes (68%) ou deficientes 47 %). Os pacientes também foram mais propensos a ter uma resposta virológica sustentada – O VHC não é detectado no sangue 6 meses após a conclusão do tratamento – se estavam suficientes em vitamina D (85%) em comparação com aqueles com insuficiência (60%) ou a deficiência (40% ).

Os autores concluíram,

“Baixos níveis de 25(OH)D podem prejudicar resposta virológica à terapia PEGIFN+RBV, especialmente em pacientes de tratamento dificultado. A suplementação de vitamina D deve ser considerada e avaliada prospectivamente em pacientes HIV-VHC co-infectados que recebem tratamento CHC.”

Referências

Mandorfer M, Reiberger T, Payer B, Ferlitsch A, Breitenecker F, Aichelburg M, Obermayer-Pietsch B, Rieger Am Trauner M, Peck-Radosavljevic M. Low vitamin D levels are associated with impaired virologic response to PEGIFN+RBV therapy in HIV-hepatitis C virus coinfected patients. AIDS. January 2013.

Nascolini M. Low vitamin D tied to poor PEG-RBV response in people with HCV/HIV. International AIDS Society. Jan 2013.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

Estudo: Vitamina D reduz infecções respiratórias e uso de antibióticos

Pesquisa publicada hoje no BMJ Open sugere que a suplementação diária com de Foto: Estudo: Vitamina D reduz infecções respiratórias e uso de antibióticosPesquisa publicada hoje no BMJ Open sugere que a suplementação diária com de vitamina D resulta em menos casos de infecções respiratória severas e em menor uso de antibióticos em uma população suscetível.Pesquisas sobre a deficiência de vitamina D e infecções respiratórias tem sido um tema quente de notícias ultimamente, com vários estudos que defendendo diferentes conclusões.Pedro Bergman, médico residente em microbiologia clínica no Karolinska University Hospital, em Huddinge, e colegas conduziram um estudo randomizado, duplo-cego, atribuindo 140 pacientes com deficiência do sistema imunológico a suplementação diária de vitamina D (4.000 UI) ou placebo durante 1 ano. Os participantes tiveram freqüentes infecções do trato respiratório (mais de 4 por ano) e tiveram pelo menos "42 dias com sintomas de infecções do trato respiratório durante o ano anterior à inclusão. "Os resultados são os seguintes:Os participantes do grupo da vitamina D reduziram o desconfortoOs pacientes que necessitaram de tratamento com antibióticos, durante o período do estudo foi  63 por cento menor no grupo da vitamina D em relação ao grupo placeboHouveram resultados significativamente menores de streptococcus aureus, infecções fúngicas e infecções respiratórias no grupo da vitamina DPara pesquisas futuras, Bergman declarou: "Eu me concentraria em pacientes com menos de 50 nmol / l [20 ng / ml] ... A evidência disponível diz que somente aqueles abaixo desses níveis, há o benefício adicional da vitamina D. "Bergman estimula que hajam pesquisas sobre o assunto antes de fazer recomendações definitivas.Fonte Vitamin D Councilvitamina D resulta em menos casos de infecções respiratória severas e em menor uso de antibióticos em uma população suscetível.

Pesquisas sobre a deficiência de vitamina D e infecções respiratórias tem sido um tema quente de notícias ultimamente, com vários estudos que defendendo diferentes conclusões.

Pedro Bergman, médico residente em microbiologia clínica no Karolinska University Hospital, em Huddinge, e colegas conduziram um estudo randomizado, duplo-cego, atribuindo 140 pacientes com deficiência do sistema imunológico a suplementação diária de vitamina D (4.000 UI) ou placebo durante 1 ano. Os participantes tiveram freqüentes infecções do trato respiratório (mais de 4 por ano) e tiveram pelo menos “42 dias com sintomas de infecções do trato respiratório durante o ano anterior à inclusão. ”

Os resultados são os seguintes:

Os participantes do grupo da vitamina D reduziram o desconforto
Os pacientes que necessitaram de tratamento com antibióticos, durante o período do estudo foi 63 por cento menor no grupo da vitamina D em relação ao grupo placebo
Houveram resultados significativamente menores de streptococcus aureus, infecções fúngicas e infecções respiratórias no grupo da vitamina D

Para pesquisas futuras, Bergman declarou: “Eu me concentraria em pacientes com menos de 50 nmol / l [20 ng / ml] … A evidência disponível diz que somente aqueles abaixo desses níveis, há o benefício adicional da vitamina D. ”

Bergman estimula que hajam pesquisas sobre o assunto antes de fazer recomendações definitivas.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

Vitamina D pode aumentar a capacidade de mulheres em combater o HIV

Uma pesquisa publicada online sobre AIDS relata que mulheres que iniciam o tratamento de Foto: Vitamina D pode aumentar a capacidade de mulheres em combater o HIVUma pesquisa publicada online sobre AIDS relata que mulheres que iniciam o tratamento de HIV tardiamente no decorrer de sua infecção obtém significativamente menos células CD4  do sistema imunológico se tiverem com níveis insuficientes de vitamina D.As células CD4 são um tipo de glóbulo branco que combate a infecção. A contagem de células CD4 indica o estágio em que o vírus HIV ou AIDS está no paciente. Consideram-se pessoas com  a a contagem de CD4 abaixo de 200 como tendo desenvolvido AIDS.Os pesquisadores avaliaram 204 mulheres HIV-positivas que começaram o tratamento com anti-retrovirais mais tarde do que o habitual no decorrer de sua infecção. Oitenta e nove por cento das mulheres no estudo estavam deficientes de vitamina D. Os pesquisadores descobriram que, após 2 anos de terapia do HIV, as mulheres com níveis insuficientes de vitamina D obtiveram uma média de 134 CD4s, enquanto aqueles que foram consideradas suficientes em vitamina D obtiveram 188 células de CD4.Os autores concluem, "Podem haver mecanismos biológicos que explicam o efeito da insuficiência de vitamina D na recuperação de células CD4 final após a iniciação do HAART [terapia antiretroviral altamente ativa]."http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23095316http://www.webmd.com/hiv-aids/cd4-count-what-does-it-meanFonte: Vitamin D CouncilHIV tardiamente no decorrer de sua infecção obtém significativamente menos células CD4 do sistema imunológico se tiverem com níveis insuficientes de vitamina D.

As células CD4 são um tipo de glóbulo branco que combate a infecção. A contagem de células CD4 indica o estágio em que o vírus HIV ou AIDS está no paciente. Consideram-se pessoas com a a contagem de CD4 abaixo de 200 como tendo desenvolvido AIDS.

Os pesquisadores avaliaram 204 mulheres HIV-positivas que começaram o tratamento com anti-retrovirais mais tarde do que o habitual no decorrer de sua infecção. Oitenta e nove por cento das mulheres no estudo estavam deficientes de vitamina D. Os pesquisadores descobriram que, após 2 anos de terapia do HIV, as mulheres com níveis insuficientes de vitamina D obtiveram uma média de 134 CD4s, enquanto aqueles que foram consideradas suficientes em vitamina D obtiveram 188 células de CD4.

Os autores concluem, “Podem haver mecanismos biológicos que explicam o efeito da insuficiência de vitamina D na recuperação de células CD4 final após a iniciação do HAART [terapia antiretroviral altamente ativa].”

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23095316
http://www.webmd.com/hiv-aids/cd4-count-what-does-it-mean

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: Vitamin D Council