Cientistas confirmam que as recomendações do Institute of Medicine para o consumo de vitamina D foram mal calculadas e são muito baixas

Pesquisadores da UC San Diego e da Universidade de Creighton têm contestado as recomendações de ingestão de Calculovitamina D pela National Academy of Sciences (NAS) Institute of Medicine (IOM), afirmando que a sua Recommended Dietary Allowance (RDA) para a vitamina D subestima as necessidades por um fator de dez.

Em uma carta 1 publicada na semana passada na revista Nutrientes os cientistas confirmaram um erro de cálculo observado por outros pesquisadores, usando um conjunto de dados de uma população diferente. Dr. Cedric Garland F., Dr.PH, professor adjunto do Departamento de Medicina da Família e Saúde Pública da UC San Diego disse que seu grupo foi capaz de confirmar os resultados publicados pelo Dr. Paul Veugelers 2 da Escola de Saúde Pública da Universidade de Alberta, que foram relatados em outubro passado na mesma revista.

“Ambos os estudos sugerem que o IOM subestimou substancialmente as exigências”, disse Garland. “O erro tem amplas implicações para a saúde pública em matéria de prevenção de doenças e alcançar o objetivo declarado de garantir que toda a população tenha vitamina D suficiente para manter a saúde dos ossos.”

A ingestão recomendada de vitamina D especificada pelo IOM é de 600 UI/dia até a idade de 70 anos, e 800 UI/dia para idades mais avançadas. “Os cálculos feitos por nós e outros pesquisadores demonstraram que essas doses são apenas cerca de um décimo aquelas necessárias para reduzir a incidência de doenças relacionadas com a deficiência de vitamina D”, explicou Garland.

Robert Heaney , MD, da Universidade de Creighton escreveu: “Solicitamos ao NAS-IOM e a todas as autoridades de saúde pública relacionadas com a transmissão de informações nutricionais precisas ao público para designar, como RDA, um valor de cerca de 7.000 UI/dia por todas as fontes.”

“Este consumo está bem abaixo do nível de ingestão superior especificado pelo IOM como seguro para adolescentes e adultos, de 10.000 UI/dia”, disse Garland. Outros autores foram C. Baggerly e C. French, da GrassrootsHealth, uma organização voluntária em San Diego CA, e ED Gorham, Ph.D., da UC San Diego.

Sobre GrassrootsHealth : GrassrootsHealth é uma organização de pesquisa em saúde pública sem fins lucrativos dedicada a transmitir mensagens de saúde pública em relação a vitamina D a partir da ciência em prática. A GrassrootsHealth está atualmente executando o programa de intervenção populacional D*action para resolver a epidemia de vitamina D em todo o mundo. Sob ao guarda-chuva do D*action, existem programas que focam a toda a população, bem como programas direcionados para a prevenção do câncer de mama e um recém anunciado programa  ‘Protect Our Children NOW!’’ para reduzir as complicações da deficiência de vitamina D encontradas durante a gravidez e na infância.

Referências

1Heaney, R.P. et al. 2015. Letter to Veugelers, P.J. and Ekwaru, J.P., A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6, 4472–4475; doi:10.3390/nu6104472 URL:http://www.mdpi.com/2072-6643/7/3/1688

2Veugelers, P.J. et al. 2014. A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6(10), 4472-4475; doi:10.3390/nu6104472
URL: http://www.mdpi.com/2072-6643/6/10/4472/htm.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte newswise.com

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Leia também

Quanto de vitamina D precisamos tomar?

Uma nova pesquisa constatou que as recomendações atuais de ingestão de vitamina D são muito baixas e que o vitaminspeso corporal deve ser levado em conta para se determinar a dose adequada para cada indivíduo.

O estudo foi realizado pela The Pure North S’Energy Foundation, uma ONG canadense que utiliza suplementos nutricionais baseados em evidências científicas, para a prevenção de doenças crônicas. Atualmente ela é a maior organização sem fins lucrativos do Canadá, focada na prevenção primária.

Eles estudaram o efeito combinado da suplementação da vitamina D e do peso corporal sobre a vitamina D e o cálcio séricos em uma grande população, com 17.614 adultos saudáveis.  Os participantes relataram a suplementação de vitamina D variando de 0 a 55.000 UI por dia e tinham níveis séricos variando de 4 a 157,6 ng/mL.

Nenhum aumento no risco de hipercalcemia foi observado com o aumento da suplementação de vitamina D. Os autores recomendam que as diretrizes clínicas para a suplementação de vitamina D sejam específicas para o peso normal, sobrepeso e obesos.

Intervalo do IMC Suplementação necessária para atingir níveis de 60 ng/mL
Baixo peso (<18,5) 5.000 a 9.000 UI/d
Normal (18,5 a 24,9) 9.000 a 10.500 UI/d
Sobrepeso (25 a 29,9) 12.500 a 14.000 UI/d
Obeso (30 a 35) 19.500 a 24.000 UI/d
Excessivamente obeso (> 35) > 20.000 UI/d

Eles concluíram dizendo:

“As recomendações nacionais atuais sobre as doses de vitamina D3 são demasiadamente baixas para atingir níveis séricos de 25(OH)D acima de 60 ng/mL. Nossa pesquisa usou valores de doses para atingir níveis  séricos alvos de 25(OH)D de 60 ng/mL, que são mais altos que o nível de ingestão tolerável pela Saúde do Canadá, de 4.000 UI/dia. Isso demonstra que a suplementação de vitamina D3 de pelo menos 15.000 UI/dia não representa um risco aumentado para efeitos adversos.”

Fontes

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Novo estudo: a dose diária recomendada de vitamina D é muito baixa

 A vitamina D é essencial para a saúde óssea e, provavelmente, para a saúde da maior parte dos tecidos não esqueléticos. A vitamin-d-s9-man-holding-bottledeficiência de vitamina D é comum e as doses recomendadas são geralmente insuficientes para manter níveis saudáveis. Pesquisadores da Escola de Medicina, da Universidade de Missouri-Kansas City, conduziram um estudo retrospectivo observacional para determinar se as doses recomendadas de vitamina D são adequadas para corrigir a deficiência e manter os níveis normais na população.

Para a realização do estudo, eles revisaram a resposta à suplementação de vitamina D em 1.327 pacientes e 3.885 episódios de reposição, tentando discernir os fatores que afetam a resposta à suplementação. Como resultado eles puderam constatar que para a população em geral, a dose diária média que resultou em um aumento nos níveis séricos de vitamina D foi de 4.707 UI/dia. Os valores correspondentes para pacientes ambulatoriais e de casas de repouso foram de 4.229 e 6.103 UI/dia, respectivamente.

Os fatores importantes que afetam a alteração nas concentraçõesséricas de vitamina D, além da dose administrada, foram:

  • concentração sérica inicial;
  • índice de massa corporal (IMC);
  • idade;
  • concentração sérica de albumina.

Assim, os pesquisadores também foram capazes de desenvolver uma equação que prevê a dose necessária para afetar uma dada alteração nas concentrações séricas. A equação foi a seguinte:

Dose = [(8,52 – alteração desejada nos níveis séricos) + (0,074 × Idade) – (0,20 x IMC) + (1,74 x concentração de albumina) – (0,62 x concentração sérica inicial)] / (-0,002).

A análise das respostas de doses entre diferentes grupos raciais não revelou diferenças significativas. A principal limitação do estudo foi a sua natureza retrospectiva observacional. No entanto, as circunstâncias usuais observadas em ambiente de cuidados de saúde também puderam ser avaliadas.

Os autores concluíram:

“A dose diária recomendada de vitamina D é manifestamente insuficiente para corrigir baixas concentrações séricas de 25-hidroxivitamina D em muitos pacientes adultos. Cerca de 5.000 UI de vitamina D3/dia é normalmente necessário para corrigir a deficiência, e a dose de manutenção deve ser ≥ 2.000 UI/dia. A dose necessária pode ser calculada a partir das equações de predição específicas para pacientes ambulatoriais e de casas de repouso.”

Fonte

A Predictive Equation to Guide Vitamin D Replacement Dose in Patients. Jul 2014.

Por que o Vitamin D Council recomenda 5.000 UI/dia?

Onde o Vitamin D Council obtém sua recomendação de que adultos tomem 5.000 UI/dia sitting-on-the-sand-e1386619882435-620x412de vitamina D3 para o resto de suas vidas? O Institute of  Medicine e a Food and Nutrition Board dizem que 600 UI/dia são suficientes para adultos e a Endocrine Society diz que 2.000 UI/dia são suficientes para a maioria dos adultos.

Nós pensamos que a coisa mais segura a se fazer, enquanto todas as pesquisas estão ocorrendo, seja manter os níveis naturais de vitamina D. Por naturais, nós queremos dizer os níveis obtidos por aqueles com exposição solar natural, como os salva-vidas, alguns telhadores e jardineiros e outros que trabalham ao sol e expõem muita pele à luz do sol. Esta é a forma como os nossos antepassados ​​se comportaram ao longo da nossa história evolutiva.

O melhor estudo que examinou os níveis de vitamina D de pessoas que recebem abundante exposição ao sol, foi publicado no ano passado. Os pesquisadores descobriram que caçadores de vida livre que vivem em torno do equador Africano (onde os humanos evoluíram) têm níveis médios de vitamina D de 46 ng/ml (115 nmol/L).

Luxwolda MF, Kuipers RS, Kema IP, Dijck-Brouwer DA, Muskiet FA. Traditionally living populations in East Africa have a mean serum 25-hydroxyvitamin D concentration of 115 nmol/l. Br J Nutr. 2012 Nov 14;108(9):1557-61.

A maioria das pessoas não irá ter seu sangue testado a menos que seu médico recomende. Então, precisávamos de uma dose recomendada que:

  • Fosse fácil de se obter na maioria das farmácias.
  • Conseguisse que ao menos 97% das pessoas estivessem acima de 30 ng/ml.
  • Conseguisse que a maioria das pessoas estivesse acima de 40 ng/ml e perto de cerca de 50 ng/ml.
  • Não causasse a qualquer pessoa a obtenção de níveis tóxicos.

Quando decidimos em uma recomendação com os quatro objetivos acima em mente, nós também tivemos que levar em conta o peso corporal. Além da genética, o peso corporal é o maior determinate dos níveis de vitamina D. Quanto mais você pesa, mais vitamina D você precisará tomar.

O professor Robert Heaney da Creighton University, detalhou em um estudo abaixo o quão alta a suplementação/ingestão de vitamina D precisa ser para se alcançar as metas de níveis de vitamina D acima.

Drincic AT, Armas LA, Van Diest EE, Heaney RP. Volumetric dilution, rather than sequestration best explains the low vitamin D status of obesity. Obesity (Silver Spring). 2012 Jul;20(7):1444-8. doi: 10.1038/oby.2011.404.

Juntamente com seus co-autores, o professor Heaney afirmou que para um adulto de peso normal, foram necessárias 5.000 UI/dia de ingestão total para se obter um nível de vitamina D de 40 ng/ml. Claro que o nível final de vitamina D obtido por qualquer dose depende do nível da linha de base, da exposição ao sol e da genética. Mas ele estava se referindo a um adulto médio.

Para aqueles que querem um cálculo mais cuidadoso, ele declarou que seus dados mostraram que de 70 a 80 UI/kg/dia de peso corporal total de ingestão são necessárias para se obter um 25(OH)D de 40 ng/ml. Isso equivale a cerca de 35 IU/libras/dia. Então, uma mulher de 45 kg precisaria de 3.500 UI/dia de ingestão total, mas um jogador de 135 kg precisaria de 10.500 UI/dia. Tenha em mente que esta é a obtenção total, que inclui a luz solar, a dieta e os suplementos.

Tomando todos esses fatores em consideração, podemos concluir que uma recomendação de 5.000 UI/dia seja razoável para um adulto médio.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Leia também:

A ingestão recomendada oficial de vitamina D é muito baixa

As recomendações oficiais do governo sobre a ingestão de vitamina D são demasiadamente taking a pillbaixas para uma boa saúde, alerta o diretor do Sunlight, Nutrition, and Health Research Center.

“A atual diretriz dietética, aproximadamente 400 UI/dia, foi baseada na quantidade de vitamina D em uma colher de óleo de fígado de bacalhau, o que impediu o raquitismo”, disse William B. Grant.

Os cientistas inicialmente assumiram que o papel principal da vitamina D no organismo seria na produção de ossos e dentes fortes. Pesquisas mais recentes, no entanto, demonstram que em níveis mais elevados, a vitamina D ajuda a prevenir e até tratar doenças crônicas, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, infecções bacterianas e virais e doenças auto-imunes, incluindo asma, diabetes tipo 1, esclerose múltipla e possivelmente a artrite reumatoide.

O corpo produz naturalmente a vitamina D com a exposição à radiação UVB da luz solar.

“Com a exposição ao sol de corpo todo, pode-se produzir, no mínimo, 10.000 UI/dia, em um curto espaço de tempo”, diz Grant. “Os efeitos adversos, tais como hipercalcemia foram encontrados, em geral, apenas para 20.000 a 40.000 UI/dia por períodos muito longos.”

Grant alerta que em pessoas com certas condições de saúde (tais como certos tipos de câncer ou condições hormonais), altos níveis de vitamina D, mesmo da luz solar podem ser prejudiciais. Para outros, Grant recomenda uma ingestão de vitamina D diária de 2.000 UI por dia para as pessoas com pele clara, 3.000 UI por dia para aqueles com pele muito escura e 6.000 UI por dia para mulheres grávidas ou lactantes.

As recomendações atuais do governo para as mulheres grávidas são apenas 200 UI por dia.

A luz solar continua a ser a melhor maneira de obter a vitamina D, mas apenas com exposição suficiente.

“Devido ao estilo de vida atual nos Estados Unidos, a maioria das pessoas não passa tempo suficiente ao sol para produzir os maiores níveis séricos da D associados à saúde ótima”, adverte Grant.

Para a produção ideal de vitamina D da luz solar, Grant recomenda expor “tanto do corpo quanto possível, sem protetor solar, perto do meio-dia, o momento em que a nossa sombra é menor que sua altura, por 10 a 30 minutos, dependendo da pigmentação da pele, tomando cuidado para não se tornar rosado, avermelhado ou se queimar”.

Referências

Fonte NaturalNews.com

Leia também:

Será que importa como você toma vitamina D?

Por John Cannell, MD (Vitamin D Council) – Recebo muitas cartas sobre a absorção da vitaminashutterstock_71005507-620x465 D. “Devo tomá-la com comida?” “É uma vitamina solúvel em gordura, por isso não devo tomá-la com gordura?” “Devo tomá-la com uma refeição?” “É absorvida se eu tomá-la com o estômago vazio? ”

A resposta a estas perguntas é que geralmente não importa. A vitamina D é passivamente absorvida na parte inferior do intestino delgado (jejuno e íleo), pelo menos em ratos. Surpreendentemente, um estudo mostrou que a absorção com uma dieta muito rica em gordura diminuiu a absorção da vitamina D em ratos em 30%.

Um estudo humano de 25.000 UI como dose única descobriu que a absorção foi a mesma, em que os cientistas a forneceram com óleo de milho, leite integral, ou leite sem gordura. Um outro estudo revelou que a absorção da versão em pó foi a mesma que a vitamina D em óleo. Outro estudo descobriu que a vitamina D em óleo foi melhor que a em pó, mas a diferença entre as taxas de absorção foram minúsculas.

A mais recente contribuição para estudos de absorção saiu da Universidade de Tufts, em Boston. Os autores, liderados pelo Dr. Sathit Niramitmahapanya, descobriram que as gorduras monoinsaturadas, como as encontradas na carne bovina e alguns óleos, especialmente o azeite, foram associados a uma melhor (isso mesmo melhor) absorção que a vitamina D dada com óleo de peixe, mas mais uma vez as diferenças não foram surpreendentes.

Niramitmahapanya S, Harris SS, Dawson-Hughes B. Type of dietary fat is associated with the 25-hydroxyvitamin d3 increment in response to vitamin d supplementation. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Oct;96(10):3170-4.

O fato é que os estudos são muito conflitantes e as técnicas de medição de 25(OH)D são muito variáveis, que simplesmente não importa se você toma vitamina D em óleo ou como um pó, não importa se você ingere alimentos com sua vitamina D ou com o estômago vazio. O que importa é que você tome o suficiente para que você obtenha os níveis de vitamina D de 50 a 60 ng/ml. Isso significa que você não está mais sofrendo de inanição do substrato (o seu sistema de vitamina D tem toda a vitamina D que necessita para todos os seus muitos usos e está começando a armazenar alguma vitamina D para o futuro).

Lembre-se, se você tiver problemas para obter um pedido de exame do seu médico, ou se o seu seguro não pagar por ele, ou se as sua co-participação e franquia são muito altos, ou se seu médico continua dizendo que 600 UI/dia sejam suficientes, ou se ele diz que os níveis de 30 ng/ml sejam bons, o Vitamin D Council tem um serviço de exame doméstico de vitamina D. Você pode medir seus níveis de vitamina D em casa através do exame de picada no dedo do ZRT, que requer um pouco de sangue em um papel mata-borrão. Veja nossa página “Teste de vitamina D” para saber mais sobre o exame caseiro de vitamina D.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

Veja também:

Gráfico informativo da GrassrootsHealth comparando diferentes formas de suplementos de vitamina D em diferentes doses (clique para ampliar).

sp

Especialistas opinam sobre a melhor forma de suplementar vitamina D (Dr. Cícero Coimbra e Dr. Michael Holick).

8.000 UI de vitamina D por dia necessárias para elevar os níveis sanguíneos do “milagroso” nutriente anti-câncer, diz pesquisa inovadora

O reinado da censura e da repressão contra a vitamina D está chegando ao 271-laranja-modelo-pilulafim. Mesmo que o Instituto de Medicina (IOM) e muitas instituições que comandam a indústria do câncer (incluindo o ACS) intencionalmente tentem minimizar a capacidade da vitamina D em prevenir o câncer, um estudo publicado na revista Anticancer Research estabelece uma verdade simples, poderosa sobre a vitamina D que estamos ensinando na NaturalNews por anos: Um adulto típico precisa de 4.000 a 8.000 UI de vitamina D por dia para prevenir o câncer, esclerose múltipla e diabetes tipo-1, não os ridiculamente baixos 400 a 800 UI recomendados pelo governo dos EUA.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, Escola de Medicina de San Diego e da Escola Universitária de Medicina Creighton em Omaha. É uma pesquisa inovadora pois estabelece a relação entre a dosagem de vitamina D e os níveis sanguíneos circulantes.

Este é o início. É uma informação crucial para a revolução dos cuidados de saúde que será necessária para salvar estados e nações da falência total da saúde nos próximos anos. A vitamina D passa a ser uma das formas mais simples, mais seguras e mais acessíveis para prevenir as doenças degenerativas e reduzir drasticamente os custos a longo prazo dos cuidados de saúde.

Até 8.000 UI diárias são necessárias

“Verificou-se que a ingestão diária de vitamina D por adultos na faixa de 4.000 a 8.000 UI [unidades internacionais] são necessárias para manter os níveis sanguíneos de metabólitos da vitamina D no intervalo necessário para reduzir em cerca de metade o risco de diversas doenças – câncer de mama,  câncer de cólon, esclerose múltipla e diabetes tipo 1”, disse o Dr. Cedric Garland. (http://health.ucsd.edu/news/2011/02-22-vitamin-D-cancer-risk.htm)

Dr. Garland é professor de medicina preventiva e da família na UC San Diego Moores Cancer Center. Ele prosseguiu dizendo:

“Fiquei surpreso ao descobrir que as doses necessárias para manter o status da vitamina D para a prevenção de doenças eram tão altas – Muito maiores do que a ingestão mínima de vitamina D de 400 UI/dia o que era necessária para derrotar o raquitismo no século 20.”

Estudo revela taxa de 90% de deficiência de vitamina D na população dos EUA

Este estudo envolveu mais de 3.000 voluntários que tomavam suplementos de vitamina D. Pesquisadores extraíram deles amostras de sangue, a fim de determinar os níveis de 25-vitamina D (a forma mais comum de circulação no sangue).

Os resultados foram chocantes até para os autores do estudo, revelando que 90 por cento dos pesquisados tinham deficiência de vitamina D, estando abaixo da faixa de 40 a 60 ng/ml atualmente considerada saudável. (A maioria dos especialistas, nutricionalmente reconhecidos no mundo da saúde natural, recomenda faixas superiores de 60 a 70 ng/ml, na verdade).

Instituto de Medicina do governo dos EUA  intencionalmente minimizou recomendações de vitamina D, aparentemente em um esforço para manter o aumento nos lucros da indústria do câncer, negando qualquer benefício real à vitamina D. As recomendações do IOM mais recentes pareciam destinadas a realmente causar deficiência de vitamina D na população dos EUA (http://www.naturalnews.com/030598_vitamin_D_Institute_of_Medicine.htm …).

O IOM tem mesmo saído do seu caminho para diminuir artificialmente o limiar de deficiência de vitamina D, afirmando que 20 ng/ml seja um nível suficiente. Isto magicamente transforma uma pessoa “deficiente” em uma pessoa “não-deficiente” simplesmente trocando-se as definições. Assim, uma pessoa com um nível de 22 ng/ml, por exemplo, não é considerada “deficiente de vitamina D” pelo sistema médico estabelecido, embora os seus níveis de vitamina D sejam tão baixos que não possa ser capaz de impedir o câncer, EM ou diabetes tipo-1.

Por que a verdade sobre a vitamina D é uma enorme ameaça para o sistema médico estabelecido com finalidade lucrativa

Como a NaturalNews tem documentado e relatado várias vezes ao longo dos últimos anos, o estabelecimento médico – e especialmente a indústria de câncer – foram deliberadamente envolvidos em tentativas de impedir as pessoas de aprenderem a verdade sobre a vitamina D, a fim de proteger os grandes lucros gerados a partir de doenças e enfermidades. A vitamina D representa uma ameaça maior para a classe médica do que qualquer outro nutriente único, por três razões:

1) A vitamina D é gratuíta (você pode obtê-la a partir do sol, sem receita médica).

2) Vitamina D previne mais de uma dúzia de doenças e condições de saúde de alto lucro (osteoporose, câncer, diabetes, EM e outras).

3) A vitamina D é extremamente segura, mesmo quando tomada em forma de suplemento, porque é uma vitamina/hormônio natural que o corpo reconhece.

Leia mais em nosso relatório especial, “O Poder de Cura da luz solar e da vitamina D” em http://www.naturalnews.com/rr-sunlight.html

Ou assista ao vídeo incrivelmente popular do Health Ranger que explica como afro-americanos, asiáticos e latinos estão sendo explorados pela indústria do câncer através da censura da vitamina D e incentivo de deficiências nutricionais:
http://naturalnews.tv/v.asp?v=5A62FC73922FD51A88E62E42C5A0AD5E

Destaques do estudo

O resumo que se segue é extraído a partir dos resultados do estudo, disponíveis em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

• O estudo examinou 3.667 pessoas e seus hábitos de ingestão de vitamina D.

• A ingestão de vitamina D de 10.000 UI/dia não apresentou nenhuma toxicidade.

• Para aqueles severamente deficientes em vitamina D, cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou num aumento de 10 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 30 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um  aumento de 8 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 50 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um aumento de 5 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Em outras palavras, a suplementação de vitamina D tem uma curva de rendimentos decrescentes. Aqueles com atuais níveis elevados de vitamina D não experimentam o máximo benefício dos suplementos de vitamina D como aqueles com níveis baixos (que são aproximadamente 90% da população).

• As vendas de vitamina D aumentaram 600% desde 2001 (em grande parte devido aos esforços daqueles, tanto das comunidades de saúde natural, quanto das comunidades científicas honestas, que estão dizendo a verdade sobre a vitamina D).

• A vitamina D é notavelmente segura! A partir da conclusão do estudo:

“A ingestão universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D”.

Sim, é isso 40.000 UI por dia.

Veja o resumo reproduzido abaixo.

Por que quase todos nos países de primeiro mundo precisam de mais vitamina D

Graças, em grande parte, a esta notável pesquisa, agora é evidente que todas as pessoas inteligentes elevarão sua ingestão de vitamina D para algo na faixa de 8.000 UI por dia (ou mais), especialmente durante os meses de inverno.

Com base neste estudo eu estou pessoalmente aumentando minha ingestão para 10.000 UI por dia, de outubro a abril (na América do Norte). E vou certificar-me de ter abundância de sol durante os outros meses.

“Agora com os resultados deste estudo, se tornará comum para quase todos os adultos a ingestão de 4.000 UI/dia,” disse Dr. Garland. “Isso é confortavelmente inferior aos 10.000 UI/dia que o relatório do Comitê da IOM considera como limite de risco e os benefícios são substanciais”.

“Agora é a hora para praticamente todos tomarem mais vitamina D para ajudar a prevenir alguns tipos de câncer, várias outras doenças graves e fraturas,” disse Robert P. Heaney, MD, da Universidade de Creighton, um experiente cientista biomédico.

Parece que a indústria do câncer convencional, o IOM e mesmo o FDA não serão capazes de censurar a verdade sobre a vitamina D por muito mais tempo. A verdade está surgindo, graças, em grande parte devido a vocês, os leitores da NaturalNews que compartilham estas histórias e ajudam a educar e informar seus amigos e familiares.

Espalhe a notícia: tomar mais vitamina D! Por favor compartilhe esta história no Facebook, Twitter e em outros lugares. Que as pessoas saibam desta pesquisa e que a vitamina D é um nutriente “milagroso” notavelmente seguro que quase todo mundo precisa suplementar. Isto é especialmente verdadeiro se eles tiverem a pele mais escura.

(Recomendamos a vitamina D3 de empresas de suplementos nutricionais de qualidade. Cuidado com as fontes “multivitamínicas” mais baratas que você encontra em lojas comuns. Escolha suplementos de qualidade de fontes respeitáveis.)

Aqui está o título e o resumo do estudo original:

Doses suplementares de vitamina D e 25-Hidroxivitamina D sérico no intervalo associado com a prevenção do câncer

CEDRIC F. GARLAND, CHRISTINE B. FRENCH, , LEO L. BAGGERLY, e ROBERT P. HEANEY,

“Este documento oferece uma compreensão muito aguardada de uma relação dose-resposta entre vitamina D3 administrada por via oral e os níveis séricos de 25(OH)D resultantes em mais de 3.600 cidadãos. Os resultados permitirão novas definições sobre segurança de altas doses de vitamina D e reduzir as preocupações sobre a toxicidade. Este é um marco histórico na área da nutrição e vitamina D! ” – Anthony Norman, distinto professor de Bioquímica e Ciências Biomédicas, Professor Emérito da Universidade da Califórnia Riverside

Resumo. Justificativa: Estudos indicam que a ingestão de vitamina D na faixa de 1.100 a 4.000 UI/d e uma concentração sérica de 25-hidroxivitaminaD [25(OH)D] de 60 a 80 ng/ml podem ser necessárias para reduzir os riscos de câncer. Poucos estudos baseados na comunidade permitem estimar a relação dose-resposta entre a ingestão oral de vitamina D e de 25(OH)D sérico correspondente na faixa acima de 1.000 UI/d. Materiais e Métodos: Estudo descritivo de concentração sérica de 25(OH)D e ingestão auto-referida de vitamina D em um coorte de base comunitária (n = 3.667, idade média de 51,3 ± 13,4 y). Resultados: 25(OH)D sérico elevou-se em função da ingestão suplementar auto-referida de vitamina D, de forma curvilínea, sem nenhum consumo de 10.000 UI/d ou mais baixo produzindo valores de 25(OH)D acima do limite inferior da zona de potencial de toxicidade (200 ng/ml). A absorção não suplementada de todas as fontes foi estimada em 3.300 UI/d. A dose suplementar que assegura que 97,5% desta população alcance um 25(OH)D sérico de pelo menos 40 ng/ml foi de 9,600 UI/d. Conclusão: a ingestão Universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D.

O recente aumento do interesse em vitamina D pelo público em geral tem alimentado um aumento de mais de  200% nas vendas de preparações sem prescrição de vitamina D a partir de 2008 a 2009 e um aumento de mais de seis vezes desde 2001 (1). Além disso, os produtos com teor progressivamente crescente de vitamina D têm sido introduzidos com similar rapidez. Parece ter havido poucos precedentes para uma mudança desta magnitude e duração para outros nutrientes (por exemplo, as vitaminas C e E), que têm desfrutado de breves períodos de popularidade entre o público em geral. Basicamente, não há informações sobre como o público utiliza esses produtos ou em seu impacto sobre o status de vitamina D dos consumidores.

A GrassrootsHealth (GRH), uma organização de serviços comunitários sem fins lucrativos dedicada a promover a consciência pública sobre a vitamina D, montou um banco de dados que inclui informações sobre a ingestão suplementar de vitamina D por um coorte de população auto-selecionada e associa estas ingestões com valores de 25(OH)D séricos medidos, diversas variáveis demográficas e uma variedade de medidas do estado de saúde. Os dados da GRH incluem valores de muitos indivíduos com ingestões diárias suplementares dentro e acima das faixas frequentemente utilizadas hoje para a prevenção do câncer e de co-terapias(2, 3).

Este estudo utilizou o banco de dados da GRH para descrever a relação da medição de status da vitamina D para suplementação de vitamina D, tanto na praticada pela consciência individual de saúde como relacionada à prevenção do câncer.

Leia mais em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Entrevistas com os autores da pesquisa, Dr. Robert P. Heaney e Dr. Cedric F. Garland

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Leia também:

Última atualização de página: 19 de março de 2013