Novo estudo: O efeito da vitamina D na resistência à insulina em pacientes com diabetes tipo 2

Durante a última década, numerosas doenças não-esqueléticas foram relatadas estarem m220851715associadas com a deficiência de vitamina D, incluindo o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Diferentes estudos fornecem evidências de que a vitamina D possa desempenhar um papel funcional na tolerância à glicose através dos seus efeitos sobre a secreção de insulina e a sensibilidade à insulina. Um novo estudo no Irã, publicado online em 26 fevereiro na revista Diabetology and Metabolic Syndrome, avaliou os efeitos da suplementação de vitamina D na resistência à insulina em pacientes com DM2.

Pesquisadores do Centro de Pesquisas das Desordens da Tireóide e do Departamento de Endocrinologia, da Universidade de Ciências Médicas, no Irã recrutaram cem pacientes com DM2 (70% mulheres e 30% homens), com idades entre 30 e 70 anos, para participarem do estudo. Eles foram avaliados quanto à clínica e bioquímica. A insulina sérica, níveis de 25(OH)D e HOMA-IR (Homeostasis Modelo f Assessment – Insulin Resistance) foram calculados. Todas as medições foram realizadas no inicio e no final do estudo. Os pacientes receberam 50.000 UI de vitamina D3 oralmente por semana, durante oito semanas. Após o estudo os autores concluíram:

“Os nossos dados mostraram melhorias significativas na GPJ, insulina e HOMA-IR após o tratamento com vitamina D, sugerindo que a suplementação de vitamina D possa reduzir a resistência à insulina em diabetes. Recomenda-se que a suplementação de vitamina D deva ser incluída no tratamento do diabetes tipo 2”.

Fonte

“The effect of vitamin D on insulin resistance in patients with type 2 diabetes”. Autores Afsaneh Talaei, Mahnaz Mohamadi e Zahra Adgi.

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Vitamina D pode ajudar os níveis de insulina em obesos

Suplementos de vitamina D podem ajudar crianças e adolescentes obesos a controlar seus 1844_man_belly2níveis de açúcar no sangue, o que pode ajudar a evitar diabetes, dizem pesquisadores americanos.

Catherine Peterson, da Universidade de Missouri e colegas estudaram 35 crianças e adolescentes obesos e pré-diabéticos que estavam em tratamento no programa de obesidade e diabetes em adolescentes da universidade.

Todos tinham níveis de vitamina D insuficientes ou deficientes e tinham dietas e níveis de atividade semelhantes.

Metade dos participantes do estudo foram divididos aleatoriamente em uma alta dose de suplemento de vitamina D ou placebo diariamente durante seis meses, disse Peterson.

O estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, constatou que aqueles que tomaram o suplemento desenvolveram níveis suficientes de vitamina D e reduziram a quantidade de insulina no sangue.

“Ao aumentar a ingestão de vitamina D isolada, temos uma resposta que era quase tão poderosa quanto a que vimos utilizando um medicamento de prescrição”, disse Peterson em um comunicado. “Nós vimos uma diminuição nos níveis de insulina, o que significa melhor controle glicêmico, apesar de não ter havido mudança no peso corporal, ingestão ou atividade física.”

A dose de vitamina D dada aos adolescentes obesos no estudo não era recomendada a todos, disse Peterson.

“Para os médicos, a mensagem principal da pesquisa é verificar o status da vitamina D de seus pacientes obesos, porque eles são propensos a ter quantidades insuficientes”, disse Peterson. “Adição de suplementos de vitamina D para as suas dietas podem ser um complemento eficaz para o tratamento da obesidade e da resistência à insulina associada.”

Referências

“Correcting vitamin D insufficiency improves insulin sensitivity in obese adolescents: a randomized controlled trial”. Autores: Anthony M Belenchia, Aneesh K Tosh, Laura S Hillman e Catherine A Peterson

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte UPI.com

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Pouca vitamina D ligada à resistência à insulina: estudo

Aqui está um resumo do estudo japonês que associa a baixa vitamina D à resistência à 69273_10151276229541316_712615039_ninsulina, extraído do Vitasearch.com:

Uma meta-análise envolvendo uma população de trabalhadores japoneses (n = 494), com idades entre 20 e 68 anos, encontrou uma correlação entre os níveis de cálcio, baixos níveis de vitamina D e resistência à insulina (RI). (…) Os achados sugerem que baixos níveis de vitamina D e cálcio podem estar associados com a RI.

Grande, a vitamina D faz maravilhas e todos nós devemos ter pelo menos 30 a 50 ng/ml (nanogramas por mililitro) de vitamina D no nosso registo sanguíneo com um teste de 25(OH)D (exame de sangue 25-hidroxivitamina D). E quanto a a resistência à insulina?

Insulina e resistência à insulina

A insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas que facilita a glicose do açúcar do sangue para as células para ser usada como combustível, pelo metabolismo da glicose com oxigênio, um processo conhecido como respiração celular.

Resistência à insulina (RI) indica que as células não estão recenbendo glicose suficiente do açúcar no sangue como combustível. Assim, as células são consideradas resistentes à insulina. Parece um pouco o inverso do que ele deveria ser chamada, mas essa é a maneira como é percebida.

De qualquer forma, a insulina produzida é insuficiente ou disfuncional. A hiperglicemia ou açúcar elevado no sangue se manifesta porque ele não está sendo convertido em glicose celular. Isto é considerado síndrome metabólica ou pré-diabetes, que leva à hipertensão arterial e outros fatores de risco cardiovasculares.

Quando a glicemia em jejum atinge 100 mg/dl, é chamada de pré-diabetes e quando chega a 126, é chamada diabetes. DL significa a medida de 1/10 de um litro, ou 100 ml.

Se o pâncreas se torna estressado por tentar produzir mais insulina, ele pode entrar em colapso por fadiga. Ou as células envolvidas com a criação da insulina podem ser danificadas pelo aumento da carga de produção de insulina.

Pacientes diabéticos 1 não conseguem produzir insulina suficiente. Assim, precisam injetar-se com insulina para converter o açúcar no sangue em glicose utilizável como energia celular.

Pessoas com síndrome metabólica ou pré-diabetes geralmente precisam perder peso, reduzir drasticamente a ingestão de açúcar, eliminar carboidratos processados da dieta e se exercitar mais. Se ela se transformar completamente em diabetes 2, estes regimes tornam-se mais severos com possibilidade de fármacos prescritos.

Mas tudo isso pode ser revertido naturalmente, como Mike Adams fez antes de ter se tornado o calvaleiro da saúde. Ele dosponibiliza um livro sobre reversão da síndrome metabólica e diabetes 2 em 25 dias aqui: (http://www.truthpublishing.com).

Se esse livro não estiver mais disponível, há muita coisa para ler aqui: (https://vitaminad3.wordpress.com/tag/diabetes/).

O presente estudo japonês parece sugerir que uma maneira de impedir ou de até mesmo reverter a síndrome metabólica e diabetes 2 é aumentando a ingestão de vitamina D3. Não se esqueça, a converção a luz do sol em D3 sobre a pele exposta, depende de haver colesterol em sua pele.

Assim não se livre da gordura para perder peso. Em vez disso, pesquise o que são gorduras boas. Dica – elas não são processadas ou hidrogenadas. Consuma estas gorduras, especialmente as ricas em ácidos graxos ômega-3: (http://www.naturalnews.com/035069_low_fat_diet_myths_weight_loss.html).

Maioria dos especialistas considera 50 ng/ml, um nível normal de vitamina D para manter uma boa saúde, embora a medicina tradicional esteja satisfeita com 20-30 ng/ml. Mas médicos holísticos e alternativos recomendam um nível de cerca de 80 ng/ml para fins terapêuticos.

Em torno ou acima de 100 ng/ml pode ser tóxico. Isso só é possível com suplementação extrema de vitamina D por períodos prolongados. Vitamina D convertida da pele exposta ao sol ou camaras UVB (raio ultravioleta) é auto-regulatória para evitar que os níveis de D3 subam demais.

Então pode ser que os níveis sanguíneos de vitamina D dos exames de sangue 25(OH)D devam ser adicionados ao monitoramento dos níveis de açúcar no sangue. Kits baratos e fáceis de usar para monitoramento do açúcar no sangue são acessíveis em farmácias. Um laboratório poderia ser necessário para o teste de 25 (OH)D.

Referências

Serum 25-hydroxyvitamin D and markers of insulin resistance in a Japanese working population.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte: NaturalNews.com

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