Cientistas confirmam que as recomendações do Institute of Medicine para o consumo de vitamina D foram mal calculadas e são muito baixas

Pesquisadores da UC San Diego e da Universidade de Creighton têm contestado as recomendações de ingestão de Calculovitamina D pela National Academy of Sciences (NAS) Institute of Medicine (IOM), afirmando que a sua Recommended Dietary Allowance (RDA) para a vitamina D subestima as necessidades por um fator de dez.

Em uma carta 1 publicada na semana passada na revista Nutrientes os cientistas confirmaram um erro de cálculo observado por outros pesquisadores, usando um conjunto de dados de uma população diferente. Dr. Cedric Garland F., Dr.PH, professor adjunto do Departamento de Medicina da Família e Saúde Pública da UC San Diego disse que seu grupo foi capaz de confirmar os resultados publicados pelo Dr. Paul Veugelers 2 da Escola de Saúde Pública da Universidade de Alberta, que foram relatados em outubro passado na mesma revista.

“Ambos os estudos sugerem que o IOM subestimou substancialmente as exigências”, disse Garland. “O erro tem amplas implicações para a saúde pública em matéria de prevenção de doenças e alcançar o objetivo declarado de garantir que toda a população tenha vitamina D suficiente para manter a saúde dos ossos.”

A ingestão recomendada de vitamina D especificada pelo IOM é de 600 UI/dia até a idade de 70 anos, e 800 UI/dia para idades mais avançadas. “Os cálculos feitos por nós e outros pesquisadores demonstraram que essas doses são apenas cerca de um décimo aquelas necessárias para reduzir a incidência de doenças relacionadas com a deficiência de vitamina D”, explicou Garland.

Robert Heaney , MD, da Universidade de Creighton escreveu: “Solicitamos ao NAS-IOM e a todas as autoridades de saúde pública relacionadas com a transmissão de informações nutricionais precisas ao público para designar, como RDA, um valor de cerca de 7.000 UI/dia por todas as fontes.”

“Este consumo está bem abaixo do nível de ingestão superior especificado pelo IOM como seguro para adolescentes e adultos, de 10.000 UI/dia”, disse Garland. Outros autores foram C. Baggerly e C. French, da GrassrootsHealth, uma organização voluntária em San Diego CA, e ED Gorham, Ph.D., da UC San Diego.

Sobre GrassrootsHealth : GrassrootsHealth é uma organização de pesquisa em saúde pública sem fins lucrativos dedicada a transmitir mensagens de saúde pública em relação a vitamina D a partir da ciência em prática. A GrassrootsHealth está atualmente executando o programa de intervenção populacional D*action para resolver a epidemia de vitamina D em todo o mundo. Sob ao guarda-chuva do D*action, existem programas que focam a toda a população, bem como programas direcionados para a prevenção do câncer de mama e um recém anunciado programa  ‘Protect Our Children NOW!’’ para reduzir as complicações da deficiência de vitamina D encontradas durante a gravidez e na infância.

Referências

1Heaney, R.P. et al. 2015. Letter to Veugelers, P.J. and Ekwaru, J.P., A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6, 4472–4475; doi:10.3390/nu6104472 URL:http://www.mdpi.com/2072-6643/7/3/1688

2Veugelers, P.J. et al. 2014. A Statistical Error in the Estimation of the Recommended Dietary Allowance for Vitamin D. Nutrients 2014, 6(10), 4472-4475; doi:10.3390/nu6104472
URL: http://www.mdpi.com/2072-6643/6/10/4472/htm.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte newswise.com

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Quanto de vitamina D precisamos tomar?

Uma nova pesquisa constatou que as recomendações atuais de ingestão de vitamina D são muito baixas e que o vitaminspeso corporal deve ser levado em conta para se determinar a dose adequada para cada indivíduo.

O estudo foi realizado pela The Pure North S’Energy Foundation, uma ONG canadense que utiliza suplementos nutricionais baseados em evidências científicas, para a prevenção de doenças crônicas. Atualmente ela é a maior organização sem fins lucrativos do Canadá, focada na prevenção primária.

Eles estudaram o efeito combinado da suplementação da vitamina D e do peso corporal sobre a vitamina D e o cálcio séricos em uma grande população, com 17.614 adultos saudáveis.  Os participantes relataram a suplementação de vitamina D variando de 0 a 55.000 UI por dia e tinham níveis séricos variando de 4 a 157,6 ng/mL.

Nenhum aumento no risco de hipercalcemia foi observado com o aumento da suplementação de vitamina D. Os autores recomendam que as diretrizes clínicas para a suplementação de vitamina D sejam específicas para o peso normal, sobrepeso e obesos.

Intervalo do IMC Suplementação necessária para atingir níveis de 60 ng/mL
Baixo peso (<18,5) 5.000 a 9.000 UI/d
Normal (18,5 a 24,9) 9.000 a 10.500 UI/d
Sobrepeso (25 a 29,9) 12.500 a 14.000 UI/d
Obeso (30 a 35) 19.500 a 24.000 UI/d
Excessivamente obeso (> 35) > 20.000 UI/d

Eles concluíram dizendo:

“As recomendações nacionais atuais sobre as doses de vitamina D3 são demasiadamente baixas para atingir níveis séricos de 25(OH)D acima de 60 ng/mL. Nossa pesquisa usou valores de doses para atingir níveis  séricos alvos de 25(OH)D de 60 ng/mL, que são mais altos que o nível de ingestão tolerável pela Saúde do Canadá, de 4.000 UI/dia. Isso demonstra que a suplementação de vitamina D3 de pelo menos 15.000 UI/dia não representa um risco aumentado para efeitos adversos.”

Fontes

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O risco de hipercalcemia em negros tomando hidroclorotiazida e vitamina D

A hidroclorotiazida (HCTZ), um medicamento anti-hipertensivo eficaz frequentemente bulaprescrito para negros, reduz a excreção urinária do cálcio. Os negros têm taxas significativamente maiores de hipertensão e menores níveis de vitamina D. Assim, eles são mais propensos a serem expostos a suplementação de vitamina D e a diuréticos tiazídicos. O risco de hipercalcemia entre os negros que usam a vitamina D e a hidroclorotiazida ainda é indefinido. Um estudo recém publicado no American Journal of Medicine avaliou o risco de hipercalcemia em negros tomando hidroclorotiazida e vitamina D.

Os pesquisadores avaliaram a freqüência da hipercalcemia em usuários de HCTZ em uma análise post-hoc de um estudo duplo-cego, randomizado, de determinação de dose em 328 negros (idade média, 51 anos) atribuídos ao placebo ou a 1.000, 2.000 ou 4.000 UI de colecalciferol (vitamina D3) por dia, por 3 meses, durante o inverno. Dos 328 participantes, 84 relataram o uso de hidroclorotiazida e tiveram os níveis séricos de cálcio avaliados. Além disso, um grupo de comparação de 44 participantes inscritos que não estavam tomando hidroclorotiazida tiveram as medidas de cálcio sérico em 3 meses, mas não no início do estudo. Aos 3 meses, os participantes da hidroclorotiazida tiveram níveis mais elevados de cálcio que os participantes não hidroclorotiazida, mas apenas um participante no grupo hidroclorotiazida teve hipercalcemia. Em contrapartida, nenhum dos participantes não hidroclorotiazida teve hipercalcemia. No modelo de regressão linear, ajustada para idade, sexo, 25-hidroxivitamina D, em 3 meses e outras variáveis, somente uso de hidroclorotiazida previu níveis séricos de cálcio em 3 meses.

Os autores concluíram:

“Em resumo, a suplementação de vitamina D3 até 4.000 UI em usuários de hidroclorotiazida está associada a um aumento do cálcio sérico, mas uma baixa freqüência de hipercalcemia. Estes resultados sugerem que os participantes desta população podem usar HCTZ com até 4.000 UI de vitamina D3 por dia e experimentar uma baixa freqüência de hipercalcemia”.

Este e outros estudos demonstram que a hidrocloritiazida interfere com a excreção do cálcio e que as pessoas nesta situação devem ser cuidadosas quando à suplementação com vitamina D, pois estão em maior risco de contrair hipercalcemia. Assim se você está nesta condição, fazendo uso da hidroclorotiazida, não tome doses elevadas de vitamina D. Isso não deve desanimá-lo de tomar a vitamina D, mas sim encorajá-lo a consultar seu médico antes de fazer isso.

Fonte

Risk of Hypercalcemia in Blacks Taking Hydrochlorothiazide and Vitamin D. Fev 2014.

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Por que o Vitamin D Council recomenda 5.000 UI/dia?

Onde o Vitamin D Council obtém sua recomendação de que adultos tomem 5.000 UI/dia sitting-on-the-sand-e1386619882435-620x412de vitamina D3 para o resto de suas vidas? O Institute of  Medicine e a Food and Nutrition Board dizem que 600 UI/dia são suficientes para adultos e a Endocrine Society diz que 2.000 UI/dia são suficientes para a maioria dos adultos.

Nós pensamos que a coisa mais segura a se fazer, enquanto todas as pesquisas estão ocorrendo, seja manter os níveis naturais de vitamina D. Por naturais, nós queremos dizer os níveis obtidos por aqueles com exposição solar natural, como os salva-vidas, alguns telhadores e jardineiros e outros que trabalham ao sol e expõem muita pele à luz do sol. Esta é a forma como os nossos antepassados ​​se comportaram ao longo da nossa história evolutiva.

O melhor estudo que examinou os níveis de vitamina D de pessoas que recebem abundante exposição ao sol, foi publicado no ano passado. Os pesquisadores descobriram que caçadores de vida livre que vivem em torno do equador Africano (onde os humanos evoluíram) têm níveis médios de vitamina D de 46 ng/ml (115 nmol/L).

Luxwolda MF, Kuipers RS, Kema IP, Dijck-Brouwer DA, Muskiet FA. Traditionally living populations in East Africa have a mean serum 25-hydroxyvitamin D concentration of 115 nmol/l. Br J Nutr. 2012 Nov 14;108(9):1557-61.

A maioria das pessoas não irá ter seu sangue testado a menos que seu médico recomende. Então, precisávamos de uma dose recomendada que:

  • Fosse fácil de se obter na maioria das farmácias.
  • Conseguisse que ao menos 97% das pessoas estivessem acima de 30 ng/ml.
  • Conseguisse que a maioria das pessoas estivesse acima de 40 ng/ml e perto de cerca de 50 ng/ml.
  • Não causasse a qualquer pessoa a obtenção de níveis tóxicos.

Quando decidimos em uma recomendação com os quatro objetivos acima em mente, nós também tivemos que levar em conta o peso corporal. Além da genética, o peso corporal é o maior determinate dos níveis de vitamina D. Quanto mais você pesa, mais vitamina D você precisará tomar.

O professor Robert Heaney da Creighton University, detalhou em um estudo abaixo o quão alta a suplementação/ingestão de vitamina D precisa ser para se alcançar as metas de níveis de vitamina D acima.

Drincic AT, Armas LA, Van Diest EE, Heaney RP. Volumetric dilution, rather than sequestration best explains the low vitamin D status of obesity. Obesity (Silver Spring). 2012 Jul;20(7):1444-8. doi: 10.1038/oby.2011.404.

Juntamente com seus co-autores, o professor Heaney afirmou que para um adulto de peso normal, foram necessárias 5.000 UI/dia de ingestão total para se obter um nível de vitamina D de 40 ng/ml. Claro que o nível final de vitamina D obtido por qualquer dose depende do nível da linha de base, da exposição ao sol e da genética. Mas ele estava se referindo a um adulto médio.

Para aqueles que querem um cálculo mais cuidadoso, ele declarou que seus dados mostraram que de 70 a 80 UI/kg/dia de peso corporal total de ingestão são necessárias para se obter um 25(OH)D de 40 ng/ml. Isso equivale a cerca de 35 IU/libras/dia. Então, uma mulher de 45 kg precisaria de 3.500 UI/dia de ingestão total, mas um jogador de 135 kg precisaria de 10.500 UI/dia. Tenha em mente que esta é a obtenção total, que inclui a luz solar, a dieta e os suplementos.

Tomando todos esses fatores em consideração, podemos concluir que uma recomendação de 5.000 UI/dia seja razoável para um adulto médio.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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A ingestão recomendada oficial de vitamina D é muito baixa

As recomendações oficiais do governo sobre a ingestão de vitamina D são demasiadamente taking a pillbaixas para uma boa saúde, alerta o diretor do Sunlight, Nutrition, and Health Research Center.

“A atual diretriz dietética, aproximadamente 400 UI/dia, foi baseada na quantidade de vitamina D em uma colher de óleo de fígado de bacalhau, o que impediu o raquitismo”, disse William B. Grant.

Os cientistas inicialmente assumiram que o papel principal da vitamina D no organismo seria na produção de ossos e dentes fortes. Pesquisas mais recentes, no entanto, demonstram que em níveis mais elevados, a vitamina D ajuda a prevenir e até tratar doenças crônicas, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, infecções bacterianas e virais e doenças auto-imunes, incluindo asma, diabetes tipo 1, esclerose múltipla e possivelmente a artrite reumatoide.

O corpo produz naturalmente a vitamina D com a exposição à radiação UVB da luz solar.

“Com a exposição ao sol de corpo todo, pode-se produzir, no mínimo, 10.000 UI/dia, em um curto espaço de tempo”, diz Grant. “Os efeitos adversos, tais como hipercalcemia foram encontrados, em geral, apenas para 20.000 a 40.000 UI/dia por períodos muito longos.”

Grant alerta que em pessoas com certas condições de saúde (tais como certos tipos de câncer ou condições hormonais), altos níveis de vitamina D, mesmo da luz solar podem ser prejudiciais. Para outros, Grant recomenda uma ingestão de vitamina D diária de 2.000 UI por dia para as pessoas com pele clara, 3.000 UI por dia para aqueles com pele muito escura e 6.000 UI por dia para mulheres grávidas ou lactantes.

As recomendações atuais do governo para as mulheres grávidas são apenas 200 UI por dia.

A luz solar continua a ser a melhor maneira de obter a vitamina D, mas apenas com exposição suficiente.

“Devido ao estilo de vida atual nos Estados Unidos, a maioria das pessoas não passa tempo suficiente ao sol para produzir os maiores níveis séricos da D associados à saúde ótima”, adverte Grant.

Para a produção ideal de vitamina D da luz solar, Grant recomenda expor “tanto do corpo quanto possível, sem protetor solar, perto do meio-dia, o momento em que a nossa sombra é menor que sua altura, por 10 a 30 minutos, dependendo da pigmentação da pele, tomando cuidado para não se tornar rosado, avermelhado ou se queimar”.

Referências

Fonte NaturalNews.com

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Eu examinei meus níveis de vitamina D. O que meus resultados significam?

Se você já teve o seu níveis de vitamina D examinados, é importante entender o que significamshutterstock_66782632-e1350426795757-620x402 os resultados e quais as medidas você pode precisar tomar. O exame de sangue que mede a vitamina D é chamado de 25(OH)D. Os resultados do exame de sangue podem dizer se você está recebendo pouca, muita ou a quantidade certa de vitamina D. Isso irá ajudá-lo a decidir-se a tomar mais ou menos suplemento, ou expor mais sua pele ao sol.

Quando você obtém seus resultados do exame, você verá um número em unidades de ng/ml, por exemplo, 50 ng/ml. Estas são as unidades que os profissionais de saúde nos Estados Unidos usam. Em outras partes do mundo, os resultados dos testes sanguíneos de vitamina D são dados em unidades de nmol/l.

  • Para converter um resultado de exame medido em ng/ml a uma medida em nmol/L, multiplique o número ng/mL por 2,5. Por exemplo, 20 ng/ml é igual a 50 nmol/L (20 x 2,5).
  • Para converter um resultado de exame medido em nmol/l a uma medida em ng/ml, divida o número nmol/l por 2,5. Por exemplo, 50 nmol/l, é o mesmo que 20 ng/ml (2,5 ÷ 50).

Aqui está um rápido resumo do que diferentes níveis significam, o que os níveis podem significar para a sua saúde e o que fazer a seguir.

Note-se que todos somos diferentes e nem todo mundo consegue os mesmos níveis após a suplementação com as mesmas quantidades. As tabelas abaixo mostram, em média, quanto um regime de suplementação pode aumentar seus níveis sanguíneos, mas você pode pensar nos valores listados mais como uma previsão do que uma garantia. É por isso que você pode considerar verificar seus níveis duas vezes por ano ou mais, para ver se é necessário aumentar ou diminuir sua dosagem.

Meu nível está entre 0 e 10 ng/mL

Você está muito deficiente em vitamina D por todos os padrões existentes, incluindo o  Institute of Medicine, a Endocrine Society e o Vitamin D Council.

Com um nível de vitamina D nessa faixa, a sua saúde está em risco. Você pode ter níveis baixos de cálcio no sangue que pode levar ao amolecimento dos seus ossos. Com níveis muito baixos de vitamina D também pode ter menos força em seus músculos e ter dificuldades em se mover.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos à partir de 10 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
20 ng/mL 1.000 UI
30 ng/mL 2.200 UI
40 ng/mL 3.600 UI
50 ng/mL 5.300 UI
60 ng/mL 7.400 UI
70 ng/mL 10.100 UI

Meu nível está entre 10 e 20 ng/mL

Para os padrões da Endocrine Society e do Vitamin D Council, você ainda está deficiente em vitamina D. De acordo com o Institute of Medicine, está levemente deficiente ou insuficiente em vitamina D. Se você for afro-americano ou latino-americano é provável que você esteja neste intervalo.

Com níveis de vitamina D nessa faixa é mais provável de se desenvolver osteoporose e os ossos podem ser afetados, porque o seu corpo não está absorvendo cálcio suficiente. Isto significa que você está mais propenso a fraturas dos ossos e mais propenso a sofrer quedas. Você também pode ter altos níveis de hormônio da paratireóide em seu corpo. Hormônio da paratireóide controla os níveis de cálcio e fósforo em seu corpo e em excesso pode afetar os ossos.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 15 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
20 ng/mL 500 UI
30 ng/mL 1.700 UI
40 ng/mL 3.200 UI
50 ng/mL 4.900 UI
60 ng/mL 7.000 UI
70 ng/mL 9.700 UI

Meu nível está entre 20 e 30 ng/ml

De acordo com o Vitamin D Council, você está deficiente em vitamina D. De acordo com a  Endocrine Society, você está insuficiente. Pelos padrões do Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D. Se você é caucasiano norte-americano, é provável que você tenha um nível de vitamina D nessa faixa.

Com um nível de vitamina D nessa faixa você está menos propenso a ter problemas de saúde do que quando a vitamina D está em níveis mais baixos. No entanto, seu corpo pode ainda estar produzindo muito hormônio da paratireóide e não absorvendo totalmente o cálcio, o que pode afetar seus ossos. Pesquisas mostram que os níveis acima de 30 ng/mL podem ser mais propensos a evitar problemas nos ossos, tais como fraturas.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 25 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
30 ng/mL 600 UI
40 ng/mL 2.000 UI
50 ng/mL 3.700 UI
60 ng/mL 5.800 UI
70 ng/mL 8.600 UI

Meu nível está entre 30 e 40 ng/mL

De acordo com o Vitamin D Council, você ainda não está completamente suficiente de vitamina D, embora seus níveis estejam melhores do que a maioria da população. Pelos padrões da Endocrine Society e do Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D.

A boa notícia é que, com os níveis de vitamina D nessa faixa, o seu corpo está a absorvendo o cálcio bem e você deve ter os níveis adequados de hormônio da paratireóide. Isso significa ossos fortes e saudáveis. Em alguns estudos, os níveis de vitamina D nessa faixa têm sido mostrados reduzirem seu risco de desenvolver câncer e melhorar seu sistema imunológico, que combate as infecções.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 35 ng/ml, você pode tomar as seguintes medidas (com base em um peso corporal médio de 70 Kg)

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
40 ng/mL 800 UI
50 ng/mL 2.500 UI
60 ng/mL 4.600 UI
70 ng/mL 7.300 UI

Meu nível está entre 40 e 50 ng/mL

De acordo com a maioria dos padrões, incluindo o Vitamin D Council, a Endocrine Society e o Institute of Medicine, você está recebendo quantidade suficiente de vitamina D!

Estes são os níveis de vitamina D com os quais os seres humanos evoluíram. Se você passar um ano inteiro expondo seu corpo nu integral ao sol na linha do equador, estes são os níveis de vitamina D que você terá. Nos tempos modernos, estes são os níveis de caçadores-coletores que ainda vivem estilos de vida tradicionais ao ar livre na África.

Nestes níveis, a vitamina D está funcionando bem para controlar o nível de hormônio da paratireóide e cálcio em seu corpo. Se você está amamentando, você terá a vitamina D em seu leite materno para passar para seu bebê.

Alguns estudos sugerem que estes níveis de vitamina D estão ligados a uma redução do risco de alguns tipos de câncer e uma melhor saúde do coração e circulação. Pesquisas também sugerem que este nível de vitamina D ajuda a dar-lhe um forte sistema imunológico para combater infecções.

Se você quiser aumentar seus níveis sanguíneos a partir de 45 ng/ml, você pode tomar a seguinte ação (com base em um peso corporal médio de 70 Kg):

Para atingir este nível… Tome esta quantidade de suplemento ao dia…
50 ng/mL 900 UI
60 ng/mL 3.000 UI
70 ng/mL 5.700 UI

Meu nível está entre 50 e 60 ng/mL

Você está recebendo a quantidade certa de vitamina D, segundo os padrões estabelecidos pelo Vitamin D Council e pela Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

Alguns pesquisadores da vitamina D acreditam que estes níveis sejam os melhor alvos, embora mais pesquisas sejam necessárias para se ter certeza sobre isso.

Meu nível está entre 60 e 80 ng/mL

Você está recebendo a quantidade certa de vitamina D, segundo os padrões estabelecidos pelo Vitamin D Council e pela Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

O Vitamin D Council considera esta faixa “normal-alta”. Estudos têm mostrado que você pode conseguir estes níveis apenas por expor sua pele ao sol, por isso acredita-se que estes sejam certamente níveis saudáveis ​​e naturais.

Não há pesquisas suficientes atualmente para saber se há qualquer benefício em ter níveis de vitamina D nesta altura, em vez de níveis entre 40 ng/ml e 60 ng/ml. No entanto, não há nenhum perigo conhecido para manter o seu nível de vitamina D neste intervalo de 60 a 80 ng/ml.

Meu nível está entre 80 e 100 ng/mL

Você ainda está dentro da faixa de normalidade de acordo com os laboratórios de exames e a Endocrine Society. O Institute of Medicine, no entanto, não reconhece que existam evidências para dizer que ter níveis mais elevados que 50 ng/ml tenha algum benefício.

Estes níveis são um pouco acima que você poderia alcançar naturalmente apenas por expor sua pele ao sol. Em outras palavras, você não pode alcançar estes níveis, sem tomar suplementos.

Não há pesquisas suficientes atualmente para saber se há algum benefício para ter níveis tão altos. No entanto, não há nenhum perigo conhecido na manutenção de níveis neste intervalo de 80 a 100 ng/ml.

Meu nível está entre 100 e 150 ng/mL

Embora estes níveis não sejam tóxicos e geralmente não sejam nocivos, eles são considerados muito altos. Não há benefícios conhecidos em ter um nível de vitamina D acima de 100 ng/ml. Um estudo realizado por um grupo de pesquisadores em Utah descobriu que níveis maiores que 100 ng/ml, estão associados à um ligeiro aumento do risco de desenvolvimento de um batimento cardíaco irregular, chamado fibrilação atrial.

Você deve tomar medidas para reduzir seus níveis abaixo de 100 ng/ml, a menos que esteja sob a supervisão de seu médico. Para diminuir seus níveis, pare de tomar suplementos. Após três meses, teste seus níveis de vitamina D e ajuste a quantidade de suplemento que você toma, quando os resultados do exame mostrarem que seu nível caiu de volta para a faixa de normalidade.

Meu nível é superior a 150 ng/mL

Você tem níveis tóxicos de vitamina D, que podem ser prejudiciais à sua saúde. Você deve tomar medidas para reduzir seus níveis abaixo de 100 ng/ml a menos que você esteja sob a supervisão do seu médico.

Para diminuir seus níveis, pare de tomar suplementos. Após três meses, teste seus níveis de vitamina D e ajuste a quantidade de suplemento que você toma, quando os resultados do exame mostrarem que seu nível caiu de volta para a faixa de normalidade.

Referências

  • Bouillon, R. How to Define Optimal Vitamin D Status. In Vitamin D, Third Edition, by Feldman D, Pike JW and Adams JS. Elsevier Academic Press, 2011.
  • Centers for Disease Control and Prevention. Second National Report on Biochemical Indicators of Diet and Nutrition, 2012.
  • Garland CF, French CB, Baggerly LL, Heaney RP. Vitamin D supplement doses and serum 25-hydroxyvitamin D in the range associated with cancer prevention. Anticancer Res. 2011 Feb;31(2):607-11.
  • Heaney, R. Assessing vitamin D status. Current Opinion in Clinical Nutrition and Metabolic Care, 2011.
  • Holick MF, Binkley NC, Bischoff-Ferrari HA, Gordon CM, Hanley DA, Heaney RP, Murad MH, Weaver CM; Endocrine Society. Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1911-30.
  • Institute of Medicine, Food and Nutrition Board. Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D. Washington, DC: National Academy Press, 2010.
  • Luxwolda MF, Kuipers RS, Kema IP, Janneke Dijck-Brouwer DA, Muskiet FA. Traditionally living populations in East Africa have a mean serum 25-hydroxyvitamin D concentration of 115 nmol/l. Br J Nutr. 2012 Jan 23:1-5.
  • Smith MB et al. Vitamin D Excess Is Significantly Associated with Risk of Atrial Fibrillation. American Heart Assocation 2011 Meeting. 2011; 124: A14699.
  • Vieth R. The Pharmacology of Vitamin D. In Vitamin D, Third Edition, by Feldman D, Pike JW and Adams JS. Elsevier Academic Press, 2011.
  • Zhu K, Austin N, Devine A, Bruce D, Prince RL. A randomized controlled trial of the effects of vitamin D on muscle strength and mobility in older women with vitamin D insufficiency. J Am Geriatr Soc. 2010 Nov;58(11):2063-8.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Leia também:

Hipersensibilidade à vitamina D

Para a maioria das pessoas, a suplementação com vitamina D é uma prática segura e shutterstock_17797540-copy-e1350426117203-620x376saudável. Obter um excesso de vitamina D é raro e difícil de atingir, geralmente, exigindo que você tome suplementos com muito mais que 10.000 UI por dia por vários meses. Quando você  chegar ao excesso de  vitamina D, você está em risco de uma condição chamada hipercalcemia, onde você tem excesso de cálcio no sangue.

Existem algumas condições de saúde, no entanto, onde você está em risco de hipercalcemia, não importando se você está recebendo excesso de vitamina D, apenas a quantidade certa de vitamina D ou mesmo vitamina D insuficiente. Estas condições são chamadas de “hipersensibilidade” à vitamina D, ou essas condições possuem “hipersensibilidade” à vitamina D. Isso significa que as pessoas com estas condições devem ser cuidadosas quando à suplementação com vitamina D, porque elas estão em maior risco de contrair hipercalcemia.

Estas condições “hipersensíveis” são raras e diagnosticada por um médico, normalmente devido à sintomas que não estão relacionados com a hipercalcemia. Por exemplo, alguém com sarcoidose pode ser diagnosticado depois de ter alguns sintomas respiratórios, não porque ele possui sintomas de hipercalcemia. Na verdade, pessoas com essas condições podem nunca chegar a hipercalcemia em suas vidas, mas ainda exigem cautela quanto à suplementação com vitamina D.

Se você tem uma condição de “hipersensibilidade” à vitamina D, fale com seu médico se está tudo bem tomar a vitamina D. As condições são:

Doenças granulomatosas

Doenças granulomatosas significam doenças que envolvem os granulomas. Um granuloma é um aglomerado de células envolvidas em seu sistema imunológico, um aglomerado de células que não necessariamente deveriam estar lá.

Em algumas doenças granulomatosas, seu corpo pode ter dificuldade em controlar o quanto de vitamina D está usando e têm dificuldades em controlar quanto de cálcio mantêm-se no sangue. Portanto, é importante trabalhar com um médico, quando se considera a suplementação.

Doenças granulomatosas são raras e nem todas são hipersensíveis à vitamina D. Na verdade, até mesmo em algumas condições que são hipersensíveis a vitamina D, como a Sarcoidose, pode ainda ser seguro tomar vitamina D, sob os cuidados de um médico. Estas são doenças granulomatosas comuns, algumas  das quais podem ser hipersensíveis a vitamina D:

Sarcoidose

Em relação à pessoas com Sarcoidose, cerca de 10% desenvolvem hipercalcemia. Cerca de 50% dos pacientes de sarcoidose desenvolvem hipercalciúria, que significa mais cálcio que o normal em sua urina.

Se você tem Sarcoidose, certifique-se de que você trabalhe com seu médico antes de suplementar com vitamina D. Seu médico pode querer manter uma observação atenta sobre os seus níveis de cálcio e se é seguro para você tomar a vitamina D.

Tuberculose

A maioria das pessoas que contrai tuberculose nunca desenvolve hipercalcemia. Estudos que mediram a quantidade de cálcio no sangue de pessoas com tuberculose mostram que entre 0% a 28% obtém cálcio elevado no sangue. Portanto, não é conhecido exatamente quantas pessoas com tuberculose desenvolvem hipercalcemia. Médicos e cientistas, no entanto, acreditam que seja raro e brando.

Embora provavelmente seja seguro tomar a vitamina D e podendo ainda desempenhar um papel no tratamento da doença, é importante trabalhar com seu médico e perguntar-lhe sobre a suplementação de vitamina D. Seu médico pode querer manter uma observação atenta sobre os seus níveis de cálcio e informar se é seguro para você tomar vitamina D.

Outras doenças granulomatosas

Hipercalcemia em outras doenças granulomatosas é rara. Estas condições incluem:

  • hanseníase
  • coccidioidomicose
  • histoplasmose
  • doença da arranhadura do gato
  • paracoccidioidomicose
  • granuloma anular

Se você tiver uma destas condições, pergunte ao seu médico sobre tomar vitamina D. Embora a hipercalcemia seja rara nestas condições, seu médico pode querer manter uma observação atenta sobre os seus níveis de cálcio e pode permiti-lo saber se é seguro para você tomar vitamina D. Isso não deve desanimá-lo de tomar vitamina D, mas encorajá-lo a trabalhar com seu médico antes de fazer isso.

Linfoma

Linfoma é um tipo de câncer de sangue. Compõe cerca de 5% de todos os cânceres.

Alguns estudos relatam que de 5% a 15% dos pacientes com doença de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin desenvolvem hipercalcemia. Em uma forma rara de linfoma –vírus da leucemia de células T humanas  – o risco de hipercalcemia pode ser ainda maior.

Se você tem linfoma, pergunte ao seu médico sobre tomar vitamina D. Embora a hipercalcemia seja rara em linfoma, seu médico pode querer manter uma observação atenta sobre os seus níveis de cálcio e permiti-lo saber se é seguro tomar vitamina D. Isso não deve desanimá-lo de tomar vitamina D, mas encorajá-lo a trabalhar com seu médico antes de fazer isso.

Referências

  1. Cusano NE, Thys-Jacobs S and Bilezikian JP. “Hypercalcemia Due to Vitamin D Toxicity.” In Vitamin D, Third Edition, by Feldman D, Pike JW and Adams JS. Elsevier Academic Press, 2011.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Última atualização de página em: 19 de julho de 2013

8.000 UI de vitamina D por dia necessárias para elevar os níveis sanguíneos do “milagroso” nutriente anti-câncer, diz pesquisa inovadora

O reinado da censura e da repressão contra a vitamina D está chegando ao 271-laranja-modelo-pilulafim. Mesmo que o Instituto de Medicina (IOM) e muitas instituições que comandam a indústria do câncer (incluindo o ACS) intencionalmente tentem minimizar a capacidade da vitamina D em prevenir o câncer, um estudo publicado na revista Anticancer Research estabelece uma verdade simples, poderosa sobre a vitamina D que estamos ensinando na NaturalNews por anos: Um adulto típico precisa de 4.000 a 8.000 UI de vitamina D por dia para prevenir o câncer, esclerose múltipla e diabetes tipo-1, não os ridiculamente baixos 400 a 800 UI recomendados pelo governo dos EUA.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, Escola de Medicina de San Diego e da Escola Universitária de Medicina Creighton em Omaha. É uma pesquisa inovadora pois estabelece a relação entre a dosagem de vitamina D e os níveis sanguíneos circulantes.

Este é o início. É uma informação crucial para a revolução dos cuidados de saúde que será necessária para salvar estados e nações da falência total da saúde nos próximos anos. A vitamina D passa a ser uma das formas mais simples, mais seguras e mais acessíveis para prevenir as doenças degenerativas e reduzir drasticamente os custos a longo prazo dos cuidados de saúde.

Até 8.000 UI diárias são necessárias

“Verificou-se que a ingestão diária de vitamina D por adultos na faixa de 4.000 a 8.000 UI [unidades internacionais] são necessárias para manter os níveis sanguíneos de metabólitos da vitamina D no intervalo necessário para reduzir em cerca de metade o risco de diversas doenças – câncer de mama,  câncer de cólon, esclerose múltipla e diabetes tipo 1”, disse o Dr. Cedric Garland. (http://health.ucsd.edu/news/2011/02-22-vitamin-D-cancer-risk.htm)

Dr. Garland é professor de medicina preventiva e da família na UC San Diego Moores Cancer Center. Ele prosseguiu dizendo:

“Fiquei surpreso ao descobrir que as doses necessárias para manter o status da vitamina D para a prevenção de doenças eram tão altas – Muito maiores do que a ingestão mínima de vitamina D de 400 UI/dia o que era necessária para derrotar o raquitismo no século 20.”

Estudo revela taxa de 90% de deficiência de vitamina D na população dos EUA

Este estudo envolveu mais de 3.000 voluntários que tomavam suplementos de vitamina D. Pesquisadores extraíram deles amostras de sangue, a fim de determinar os níveis de 25-vitamina D (a forma mais comum de circulação no sangue).

Os resultados foram chocantes até para os autores do estudo, revelando que 90 por cento dos pesquisados tinham deficiência de vitamina D, estando abaixo da faixa de 40 a 60 ng/ml atualmente considerada saudável. (A maioria dos especialistas, nutricionalmente reconhecidos no mundo da saúde natural, recomenda faixas superiores de 60 a 70 ng/ml, na verdade).

Instituto de Medicina do governo dos EUA  intencionalmente minimizou recomendações de vitamina D, aparentemente em um esforço para manter o aumento nos lucros da indústria do câncer, negando qualquer benefício real à vitamina D. As recomendações do IOM mais recentes pareciam destinadas a realmente causar deficiência de vitamina D na população dos EUA (http://www.naturalnews.com/030598_vitamin_D_Institute_of_Medicine.htm …).

O IOM tem mesmo saído do seu caminho para diminuir artificialmente o limiar de deficiência de vitamina D, afirmando que 20 ng/ml seja um nível suficiente. Isto magicamente transforma uma pessoa “deficiente” em uma pessoa “não-deficiente” simplesmente trocando-se as definições. Assim, uma pessoa com um nível de 22 ng/ml, por exemplo, não é considerada “deficiente de vitamina D” pelo sistema médico estabelecido, embora os seus níveis de vitamina D sejam tão baixos que não possa ser capaz de impedir o câncer, EM ou diabetes tipo-1.

Por que a verdade sobre a vitamina D é uma enorme ameaça para o sistema médico estabelecido com finalidade lucrativa

Como a NaturalNews tem documentado e relatado várias vezes ao longo dos últimos anos, o estabelecimento médico – e especialmente a indústria de câncer – foram deliberadamente envolvidos em tentativas de impedir as pessoas de aprenderem a verdade sobre a vitamina D, a fim de proteger os grandes lucros gerados a partir de doenças e enfermidades. A vitamina D representa uma ameaça maior para a classe médica do que qualquer outro nutriente único, por três razões:

1) A vitamina D é gratuíta (você pode obtê-la a partir do sol, sem receita médica).

2) Vitamina D previne mais de uma dúzia de doenças e condições de saúde de alto lucro (osteoporose, câncer, diabetes, EM e outras).

3) A vitamina D é extremamente segura, mesmo quando tomada em forma de suplemento, porque é uma vitamina/hormônio natural que o corpo reconhece.

Leia mais em nosso relatório especial, “O Poder de Cura da luz solar e da vitamina D” em http://www.naturalnews.com/rr-sunlight.html

Ou assista ao vídeo incrivelmente popular do Health Ranger que explica como afro-americanos, asiáticos e latinos estão sendo explorados pela indústria do câncer através da censura da vitamina D e incentivo de deficiências nutricionais:
http://naturalnews.tv/v.asp?v=5A62FC73922FD51A88E62E42C5A0AD5E

Destaques do estudo

O resumo que se segue é extraído a partir dos resultados do estudo, disponíveis em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

• O estudo examinou 3.667 pessoas e seus hábitos de ingestão de vitamina D.

• A ingestão de vitamina D de 10.000 UI/dia não apresentou nenhuma toxicidade.

• Para aqueles severamente deficientes em vitamina D, cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou num aumento de 10 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 30 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um  aumento de 8 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 50 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um aumento de 5 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.

• Em outras palavras, a suplementação de vitamina D tem uma curva de rendimentos decrescentes. Aqueles com atuais níveis elevados de vitamina D não experimentam o máximo benefício dos suplementos de vitamina D como aqueles com níveis baixos (que são aproximadamente 90% da população).

• As vendas de vitamina D aumentaram 600% desde 2001 (em grande parte devido aos esforços daqueles, tanto das comunidades de saúde natural, quanto das comunidades científicas honestas, que estão dizendo a verdade sobre a vitamina D).

• A vitamina D é notavelmente segura! A partir da conclusão do estudo:

“A ingestão universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D”.

Sim, é isso 40.000 UI por dia.

Veja o resumo reproduzido abaixo.

Por que quase todos nos países de primeiro mundo precisam de mais vitamina D

Graças, em grande parte, a esta notável pesquisa, agora é evidente que todas as pessoas inteligentes elevarão sua ingestão de vitamina D para algo na faixa de 8.000 UI por dia (ou mais), especialmente durante os meses de inverno.

Com base neste estudo eu estou pessoalmente aumentando minha ingestão para 10.000 UI por dia, de outubro a abril (na América do Norte). E vou certificar-me de ter abundância de sol durante os outros meses.

“Agora com os resultados deste estudo, se tornará comum para quase todos os adultos a ingestão de 4.000 UI/dia,” disse Dr. Garland. “Isso é confortavelmente inferior aos 10.000 UI/dia que o relatório do Comitê da IOM considera como limite de risco e os benefícios são substanciais”.

“Agora é a hora para praticamente todos tomarem mais vitamina D para ajudar a prevenir alguns tipos de câncer, várias outras doenças graves e fraturas,” disse Robert P. Heaney, MD, da Universidade de Creighton, um experiente cientista biomédico.

Parece que a indústria do câncer convencional, o IOM e mesmo o FDA não serão capazes de censurar a verdade sobre a vitamina D por muito mais tempo. A verdade está surgindo, graças, em grande parte devido a vocês, os leitores da NaturalNews que compartilham estas histórias e ajudam a educar e informar seus amigos e familiares.

Espalhe a notícia: tomar mais vitamina D! Por favor compartilhe esta história no Facebook, Twitter e em outros lugares. Que as pessoas saibam desta pesquisa e que a vitamina D é um nutriente “milagroso” notavelmente seguro que quase todo mundo precisa suplementar. Isto é especialmente verdadeiro se eles tiverem a pele mais escura.

(Recomendamos a vitamina D3 de empresas de suplementos nutricionais de qualidade. Cuidado com as fontes “multivitamínicas” mais baratas que você encontra em lojas comuns. Escolha suplementos de qualidade de fontes respeitáveis.)

Aqui está o título e o resumo do estudo original:

Doses suplementares de vitamina D e 25-Hidroxivitamina D sérico no intervalo associado com a prevenção do câncer

CEDRIC F. GARLAND, CHRISTINE B. FRENCH, , LEO L. BAGGERLY, e ROBERT P. HEANEY,

“Este documento oferece uma compreensão muito aguardada de uma relação dose-resposta entre vitamina D3 administrada por via oral e os níveis séricos de 25(OH)D resultantes em mais de 3.600 cidadãos. Os resultados permitirão novas definições sobre segurança de altas doses de vitamina D e reduzir as preocupações sobre a toxicidade. Este é um marco histórico na área da nutrição e vitamina D! ” – Anthony Norman, distinto professor de Bioquímica e Ciências Biomédicas, Professor Emérito da Universidade da Califórnia Riverside

Resumo. Justificativa: Estudos indicam que a ingestão de vitamina D na faixa de 1.100 a 4.000 UI/d e uma concentração sérica de 25-hidroxivitaminaD [25(OH)D] de 60 a 80 ng/ml podem ser necessárias para reduzir os riscos de câncer. Poucos estudos baseados na comunidade permitem estimar a relação dose-resposta entre a ingestão oral de vitamina D e de 25(OH)D sérico correspondente na faixa acima de 1.000 UI/d. Materiais e Métodos: Estudo descritivo de concentração sérica de 25(OH)D e ingestão auto-referida de vitamina D em um coorte de base comunitária (n = 3.667, idade média de 51,3 ± 13,4 y). Resultados: 25(OH)D sérico elevou-se em função da ingestão suplementar auto-referida de vitamina D, de forma curvilínea, sem nenhum consumo de 10.000 UI/d ou mais baixo produzindo valores de 25(OH)D acima do limite inferior da zona de potencial de toxicidade (200 ng/ml). A absorção não suplementada de todas as fontes foi estimada em 3.300 UI/d. A dose suplementar que assegura que 97,5% desta população alcance um 25(OH)D sérico de pelo menos 40 ng/ml foi de 9,600 UI/d. Conclusão: a ingestão Universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D.

O recente aumento do interesse em vitamina D pelo público em geral tem alimentado um aumento de mais de  200% nas vendas de preparações sem prescrição de vitamina D a partir de 2008 a 2009 e um aumento de mais de seis vezes desde 2001 (1). Além disso, os produtos com teor progressivamente crescente de vitamina D têm sido introduzidos com similar rapidez. Parece ter havido poucos precedentes para uma mudança desta magnitude e duração para outros nutrientes (por exemplo, as vitaminas C e E), que têm desfrutado de breves períodos de popularidade entre o público em geral. Basicamente, não há informações sobre como o público utiliza esses produtos ou em seu impacto sobre o status de vitamina D dos consumidores.

A GrassrootsHealth (GRH), uma organização de serviços comunitários sem fins lucrativos dedicada a promover a consciência pública sobre a vitamina D, montou um banco de dados que inclui informações sobre a ingestão suplementar de vitamina D por um coorte de população auto-selecionada e associa estas ingestões com valores de 25(OH)D séricos medidos, diversas variáveis demográficas e uma variedade de medidas do estado de saúde. Os dados da GRH incluem valores de muitos indivíduos com ingestões diárias suplementares dentro e acima das faixas frequentemente utilizadas hoje para a prevenção do câncer e de co-terapias(2, 3).

Este estudo utilizou o banco de dados da GRH para descrever a relação da medição de status da vitamina D para suplementação de vitamina D, tanto na praticada pela consciência individual de saúde como relacionada à prevenção do câncer.

Leia mais em: http://www.grassrootshealth.net/garland02-11

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Entrevistas com os autores da pesquisa, Dr. Robert P. Heaney e Dr. Cedric F. Garland

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Última atualização de página: 19 de março de 2013

Quais são o limite superior e o NOAEL? São eles justificáveis?

O limite superior (UL) para a vitamina D, definido pelo Food and Nutrition Board 2011, é shutterstock_3345891de 4.000 UI por dia. Este é definido como o nível mais alto de consumo diário que não cause efeitos secundários em seres humanos quando utilizado indefinidamente sem supervisão médica.

O mesmo conselho define o No Observed Adverse Effect Level (NOAEL) em 10.000 UI/dia. O NOAEL é a dose para a qual não existem estudos publicados mostrando quaisquer efeitos adversos da dosagem. Como um aparte, se existem estudos mostrando que 20.000 UI/dia não sejam seguros, eu gostaria de vê-los.

De qualquer modo, o limite superior é simplesmente calculado a partir do NOAEL dividindo por um fator de segurança. No caso da vitamina D, dividiu-se o NOAEL de 10.000 UI/dia por 2,5 para obter o limite superior de 4.000 UI/dia.

No Vitamin D Council, recomendamos que pacientes excedam o limite superior, mas não excedam o NOAEL de 10.000 UI/dia, a menos que estejam sob supervisão médica ou saibam o que eles estão fazendo. Mas por que nós recomendamos mais que o limite superior da Food and Nutrition Board?

Porque a questão é, será 4.000 UI/dia levará 97,5% da população acima de um certo limite de 25(OH)D, tal como 30 ng/ml? Ou são necessária doses mais elevadas que 4.000 UI/dia  para alcançar níveis sanguíneos superiores a 30 ng/ml, 30 ng/ml sendo ainda muito mais baixo do que a média 25(OH)D que foram encontrados em caçadores coletores que vivem em torno do equador, que são de cerca de 46 ng/ml.

Vitamin D status in indigenous populations: Part 1 Posted on August 27, 2012 by John Cannell, MD

Doutor Etienne Cavalier e seus colegas da Universidade de Liège, na Bélgica recentemente tentaram descobrir se 4.000 UI/dia são suficientes, dando doses altas ou muito altas para um total de 140 indivíduos.

Cavalier E, Faché W, Souberbielle JC. A Randomised, Double-Blinded, Placebo-Controlled, Parallel Study of Vitamin D3 Supplementation with Different Schemes Based on Multiples of 25,000 IU Doses. Int J Endocrinol. 2013;2013:327265.

O estudo foi realizado na Bélgica, entre janeiro a julho de 2011 e incluiu apenas pacientes saudáveis ​​com idade acima de 50 anos. Na Bélgica, a única vitamina D à disposição dos médicos foi em cápsulas de vitamina D3 de 25.000 UI, de modo que foi a que eles utilizaram. Eles usaram esquemas de dosagem duas vezes por mês, dando uma dose em seu escritório a cada duas semanas para garantir o cumprimento de 100%. Veja quais foram seus grupos de dosagem

  • Deram o equivalente a cerca de 4.200 UI/dia para o primeiro grupo de 40 pacientes cujos valores iniciais de 25(OH)D foram inferiores a 10 ng/ml.
  • Deram cerca de 3.000 UI/dia para um segundo grupo de 40 pacientes, cujos primeiros níveis estavam entre 10 e 20 ng/ml.
  • Deram cerca de 2.000 UI/dia para um terceiro grupo cujos níveis iniciais estavam entre 20 e 30 ng / ml.
  • Deram cerca de 1.600 UI/dia para um quarto grupo, cujos primeiros níveis foram mais de 30 ng/ml
  • Deram placebo a um quinto grupo cujos níveis médios eram de 18 ng/ml.

Tenha em mente as doses acima são calculadas a partir de “stoss” ou grandes doses, os pacientes foram efetivamente recebendo a cada duas semanas. Eles testaram os níveis de 25(OH)D durante o estudo, incluindo o nível final, que foi elaborado 30 dias após os quatro grupos completaram os seus calendários de dosagem.

A primeira coisa notável que os autores descobriram foi que os níveis do grupo placebo não subiram, apesar do estudo terminar em Julho. Aparentemente, os adultos mais velhos da Bélgica pegam pouco sol.

Em seguida, foram surpreendidos com a forma como muitos dos indivíduos ainda tinham níveis finais de menos de 30 ng/ml, apesar de considerem grandes doses de vitamina D. As percentagens de pacientes que não conseguiram alcançar um final de 25(OH)D de pelo menos 30 ng/ml foram de 62% do grupo 1, 60% no grupo 2, 25% do grupo 3, 45% no grupo 4, e 86% no grupo placebo. No entanto, estes níveis finais foram elaborados um mês após a última dose de vitamina D, de modo que seriam maiores se fossem testados uma semana após a dose final.

No entanto, os autores escreveram,

“Em geral, isto sugere que as doses de vitamina D3 administradas no presente estudo, não foram suficientes para atingir ou manter o alvo de 30 ng/mL em uma proporção significativa dos indivíduos incluídos. Deve sublinhar-se que a dose administrada aos indivíduos com um nível sanguíneo de base ≤ 10 ng/mL já estava muito próximo (um pouco acima, na verdade) do limite superior de segurança de 4.000 UI/dia definido pela IOM. Assim, se um 25(OH)D, de 30 ng/mL ou mais, for alvo de futuros estudos, doses mais elevadas que o limite superior da IOM devem ser utilizadas. “

Eu gosto quando acadêmicos contradizem as recomendações do Food and Nutrition Board. Primeiro, este estudo faz as recomendações do Vitamin D Council (5.000 UI/dia) parecem razoáveis, se não conservadoras. Segundo, que legitima qualquer profissional que dê a vitamina D e, posteriormente, teste níveis de 25(OH)D e dirá, 4.000 UI/dia simplesmente não são suficientes para algumas pessoas. Na verdade, 5.000 UI/dia não são suficientes para algumas pessoas. No entanto, recomendamos que qualquer um que exceda 5.000 UI/dia faça um teste 25(OH)D três meses depois de tomar tal dose para ter certeza de que ele atinja o efeito desejado, que é o nível sanguíneo normal.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte Vitamin D Council

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Última atualização de página: 02 de março de 2013